Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo! O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense. Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll. Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock. Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros! Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!
Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.
Começamos a trabalhar no IV SÃO ROCK quando terminou o III, pensamos nos prós e contras do III, nas atrações e tudo mais. A principio tinhamos um desejo trazer a banda
sonho antigo de todos nós que fazemos o SÃO ROCK. Então Ciderly foi a Fortaleza em lá encontrou com Zezé Medeiros (vocalista do Caco de Vidro), e tudo foi acertado para a banda vir ao IV SÃO ROCK.Mais ai surgiram uns impecilhos que imposibilitaram da banda vir. Partimos então para outra alernativas. Foi aí que surgiu o KILLER QUEEN,
mais uma vez acertamos tudo, data, cachê tudo certo. começamos a divulgar e todo mundo ficou empolgado. E mais uma vez veio uma ducha de água fria, George me liga faltando duas semanas para o IV SÃO ROCK, com a noticia que o KILLER QUEEN não podeira vir mais, o vocalista estava de mudanças para São Paulo. Foi ai que tivemos a idéia de trazer a BANDA ONE, já tinha visto eles na tv diário e desde o principio queria trazê-los,conseguimos falar com eles, os caras se mostraram super gente fina, tudo ok. Como já estava tudo certo com a VOID, falamos então com Michel e acertamos com a banda Ups the Iron, que depois mudou o nome para PIECE OF MAIDEN. Então Ciderly, juntamente com Paulo formaram o cover do Barão Vermelho, que passaram por vários nomes, até chegar ao ELEFANTE BRANCO. segue o release de cada banda:
Ciderly - guitarra
Paulo Henrique - guitarra e voz
Rodolfo - baixo
Wellen - bateria
Banda formada com os remanescentes da Dona Chicá, Ciderly e Paulo junto com Rodolfo e Wellen. Formada inicialmente com intuito de fazer um tributo a grande banda BARÃO VERMELHO, mais que pretende fazer outros tributos, como trabalhar músicas autorais.
Rilvas - vocal
Walber - guitarra
Márcio - baixo
George - bateria
O Projeto Void é uma banda cearense de Fortaleza, destinada a fazer tributos ao trio canadense Rush, uma das maiores bandas de rock progressivo e hard rock!
BANDA ONE COVER DO U2. Iniciou o Projeto BANDA U2 COVER em Fortaleza em 2006, aprimorando e renovando até chegar a atual formação.
A Banda ONE–U2 Cover, teve seu início em Julho de 2007 com The Edge Jr (Júnior Melo) convidando novos integrantes para formarem uma nova banda, integrantes com maior compromisso e dedicação ao projeto inicial.
São integrantes da ONE - U2 Cover
Leonardo.......................... : Gaita, Voz e Violão;
Júnior Melo...................... : Guitarra, teclado e voz;
Rafael Guerra.................. : Baixo e voz ;
Ítalo Anderson................. : Bateria e sampler.
"PIECE OF MAIDEN - Iron Maiden Tribute" da região do Cariri/CE; Um projeto que começou em Agosto de 2009 com o intuito de reunir várias figuras do Metal Caririense em um tributo repleto de clássicos em homenagem aos 30 anos de lançamento do primeiro albúm da maior banda de metal do universo de todos os tempos, o IRON MAIDEN, banda inglêsa que influenciou e continua influenciando gerações de headbangers em todas as partes do mundo.
PIECE OF MAIDEN é:
°Luiz Vieira & Markim - Vocais (Alternados)
°Diogo Oliveira, Markim & Michel Macêdo - Guitarras
°Ailton Gomes - Baixo
°Remy Oliveira - Bateria
Esse tributo conta com integrantes das bandas: GLORY FATE, DR. DIVINE, CIMERIES, SEDNAH & BORN DAMNED.
Resolvida as bandas partimos para as outras obrigações. Ciderly fez a arte do cartaz que diga-se de passagem ficou Espetacular
e corremos atrás de patrocinios, esse ano levamos vários canos. Acertamos com várias empresas e pessoas e na hora H, zero. Passado esses perrengues, seguimos adiante. Dia 15 de julho, chega Walásse de Brasília, como é de lei já reuniu-se com a galera e tomaram uma até as 3 da manhã, vejam a foto inusitada que foi tirada na casa dele com a bandeira do IRON MAIDEN que ele trouxe.
Dia 16, sexta é a noite da II tertulia, mais antes da tertulia tivemos outro fato inusitado, o batizado de BRUCE DICKINSON CESÁR NUNES BASTOS, isso mesmo temos um BRUCE DICKINSON aqui em Brejo Santo, filho de Paulo Nunes, mais conhecido como Paulo Fí du cão, é mole? os padrinhos foram Wálasse e Wilanda. Vejam a foto do batizado.
Voltando a tertulia, mais uma vez realizada no RESTÔ, esse ano Wilanda esposa de Walásse trouxe uns acessórios o que deixou a festa ainda mais alegre.
Essas fotos são só um aperitivo, breve postarei nos downloads link para baixar todas as fotos, estão hilárias. abaixo curtar os clipes com as imagens da II tertulia (2010) prévia do IV SÃO ROCK
Diretores de filmes como “Metal”, “Flight 666” e “Rush: Beyond The Lighted Stage”, Sam Dunn e Scot McFadyen trabalham numa série sobre a história do heavy metal para a TV e miram produções com AC/DC e Metallica para os cinemas. Íntegra da entrevista feita para a matéria publicada na Billboard Brasil número 10, de julho de 2010. Fotos: Reprodução internet.
Publicado em agosto 18, 2010
Scot McFadyen e Sam Dunn; ao fundo, o poster do filme 'Rush: Beyond The Lighted Stage'
Há pouco mais de seis anos, Sam Dunn era um antropólogo com um doutorado concluído e Scot McFadyen trabalhava na indústria da TV americana. Em comum, a paixão pela música pesada que os levaram a rodar o primeiro filme, “Metal”, lançado em 2005. O sucesso da empreitada resultou em “Global Metal” (2007), que investiga o heavy metal fora do eixo Estados Unidos/Inglaterra, e o contato com músicos entrevistados teve um resultado inesperado: logo eles se viram documentando bandas das quais são fãs desde criancinha, como Iron Maiden (“Flight 666”) e Rush.
Ao descobrir um novo nicho no mercado, a dupla não parou de trabalhar. Hoje está produzindo uma série de 16 capítulos para a TV americana, explicando cada intrincado subgênero do metal, e negocia longas-metragens biográficos com AC/DC e Metallica. O próximo DVD do Iron Maiden também está na fila. Nessa entrevista, feita por telefone com Scot McFadyen, que estava em Londres numa das paradas para entrevistas com músicos, o assunto é a feitura do filme “Rush: Beyond The Lighted Stage”, à época inédito no Brasil – hoje já foi lançado até em DVD. Veja abaixo como é o trabalho cansativo da duplinha: Rock em Geral: Como vocês decidiram fazer um filme sobre o Rush? Scot McFadyen: Eu cresci em Toronto e quando tinha 16 anos meu irmão tinha posters e fotos do Rush colados na porta do quarto, no lado da cama. Eles sempre foram partes das nossas vidas, tenho essa banda por perto desde muito cedo, 1974, 1975. E também eu sempre achei que o Rush é o tipo de banda depreciada, com muitos fãs e seguidores ao redor do mundo que, assim como nós, deveriam estar interessados num documentário para ver nos cinemas. REG: Vocês estão há tempos pensando em fazer esse filme, ou a coisa começou recentemente? Scot: Quando estávamos fazendo o “Metal”, uma das primeiras pessoas com quem conversamos foi o Geddy (Lee, baixista). Conversando com ele, pensávamos sobre qual banda seria o tema do nosso próximo documentário. Tínhamos em mente Iron Maiden e Rush, achávamos que eles mereciam. As duas idéias vieram a cabeça mais ou menos ao mesmo tempo. REG: Vocês tiveram que adiar o “Rush: Beyond The Lighted Stage” para finalizar antes o do “Flight 666”… Scot: Mas não paramos com tudo, continuamos com o trabalho de pesquisa. O filme do Iron Maiden era mais seguir a banda na turnê, tudo acontecendo ao mesmo tempo, uma coisa de aproveitar a oportunidade que tínhamos que parar quase tudo para fazer. REG: Os caras do Rush parecem ser muito reservados na questão da vida pessoal de cada um, como vocês fizeram para lidar com isso? Scot: Eu acho que eles foram com a nossa cara, passamos muito tempo juntos deles. Conversamos muito com Geddy, na casa dele, sabíamos quer tínhamos um trabalho importante a fazer sobre algo que se desenvolveu em Toronto e atravessou várias gerações. Eles nos ajudaram em tudo, o que foi ótimo. REG: Foi difícil trabalhar com o Neil Peart, que parece um sujeito bem recluso e praticamente não concede entrevistas? Scot: É o que todo mundo sempre fala, e é assim que ele é. Mas por alguma razão ele abriu a porta para nós antes que para qualquer outra pessoa, foi muito simpático, muito aberto para nós. Ele é bem fechado, mas uma vez que ele conhece as pessoas, é ótimo. É o tipo de pessoa que demora um pouco para confiar nos outros.
Sam veste camiseta do Sepultura no cartaz de 'Global Metal', inédito no Brasil
REG: Demorou muito tempo para que isso acontecesse? Scot: O Geddy foi o primeiro a concordar, dizer “sim, queremos fazer um filme com esses caras”. Então tivemos encontros com a banda em bastidores de show. Tivemos que convencê-los sobre tudo, decidir o que faríamos e o que não iríamos fazer. Neil perguntou qual seria o foco, o ângulo do filme, e dissemos que não sabíamos, que iríamos descobrir a partir das entrevistas. Eles gostaram da resposta e toparam. REG: O filme cita os problemas familiares pelos quais o Peart passou? (A entrevista foi feita antes de o filme ser lançado no Brasil) Scot: Nós tocamos no assunto, mesmo porque foi um momento em que a banda quase acabou. Ele pensou em nunca mais tocar com a banda, retratamos como ele superou essa fase, não o que exatamente aconteceu, mas o que aconteceu depois dessa fase negra. REG: Sobre a pesquisa que vocês fizeram nos alfarrábios deles, o que você achou de interessante? Scot: Essa foi uma das partes mais interessantes do trabalho, achamos fotos e coisas que ninguém nunca viu antes. Geddy nos permitiu acesso ao subsolo da casa dele, cheia de fotos dentro de caixas antigas. Achamos as primeiras cenas da banda tocando ao vivo pela primeira vez, todos numa sala, gravado em super 8, eles bem novos, um material incrível. Pelo que eu aprendi e o que eu fiquei sabendo da banda, em todo o processo, acho que eles são o tipo de banda que é realmente única em termos de abordagem. Eles mantém certa privacidade de cada um e podem ser parte da banda e criar coisas. Nunca tomam decisões pensando o que querem ouvir deles, eles só fazem música por fazer musica. REG: Vocês filmaram a banda compondo, em estúdio? Scot: Nós filmamos a banda em muitas cenas de bastidores, conversando com eles, mas a maior parte do tempo gravamos eles próprios contando a história de suas vidas e sobre como criaram um repertório incrível. Falamos com vários artistas inspirados pelo Rush, é impressionante a diversidade de pessoas que foi influenciada por eles, uma gama bem ampla de nomes. REG: Há alguma história engraçada sobre as filmagens que não está no filme, mas que vale a pena ser contada? Scot: Bem, nós passamos um bom tempo no deserto, com o Neil. Ele adora andar de moto, então decidimos filmar ele andando de moto com um side car, no deserto. Essa foi inclusive uma maneira de fazê-lo se abrir, porque ele parece uma criança quando está com sua moto. Eles são caras muito divertidos, filmamos eles jantando e espalhamos algumas câmeras em volta. Foi perto de onde o Neil mora. Eles sabiam que havia câmeras, mas elas estavam meio escondidas, de modo que esqueceram que elas estavam lá. Esse jantar que durou umas quatro horas. Todos ficaram um pouco de pileque e falaram uns cada um. Somos fãs e foi bom vê-los juntos de um jeito bem informal. REG: O Alex Lifeson é que sempre parece ser o cara mais engraçado na banda… Scot: Ele é muito divertido e participativo, Geddy um pouco mais reservado e o Neil é o mais difícil de se abrir. REG: Você falou que entrevistou muita gente, fale sobre algumas dessas entrevistas: Scot: Falamos com os familiares deles, o Kirk Hammett, do Metallica, Billy Corgan (Smashing Pumpkins), Jack Black (ator de “Escola de Rock”), Terry Brown e outros produtores que trabalharam com o Rush. Tem muitos detalhes, trabalhamos muitos durante esses anos fazendo essas entrevistas. REG: Vocês conseguiram falar com o John Rutsey? Scot: Não falamos com ele, não, mas temos fotos dele tocando com a banda e entrevistas que ele deu para rádios em 1974. Mal começamos a fazer as entrevistas para o filme e ele morreu.
'Metal evolution': série para a TV em 16 capítulos
REG: Quanto tempo vocês levaram para editar todo esse material? Scot: Ah, foi bem difícil, uns dois anos, eu acho. REG: Vocês venceram o prêmio de audiência do festival de Tribeca, em nova York. Como foi a estreia do filme lá? Scot: Foi incrível. Já ganhamos um prêmio pelo filme do Iron Maiden no ano passado, mas este foi especial porque foi a escolha do público. O Rush tem muitos fãs, eles podem superar o público do “Shrek”. Foi bom ver todos os fãs juntos, num grande tributo vivo ao Rush. REG: Como é a narrativa do filme dessa vez? Scot: É basicamente a história sendo contada no filme, sem narração, só a banda falando dela própria. Usamos a premissa de mostrar por que essa banda é tão fenomenal, por que eles são tão grandes e por que algumas pessoas os amam e outras odeiam. Eles realmente polarizam as pessoas, mas que qualquer outra banda. Muita gente sustenta essa banda durante muitos anos, sem o apoio de rádios e outros esquemas de comunicação. É esse tipo de abordagem, além de como eles fogem do estereótipo do rock. São caras de vida simples, com famílias. REG: E no DVD, teremos muitos extras? Scot: O filme tem uma hora e 25 minutos, e no DVD teremos mais coisa, passando das três horas, somando o filme com os extras. Tem muita coisa. Tem aquele jantar que eu falei, imagens do primeiro shows que eles gravaram, é muito engraçado. Tem a primeira vez em que eles tocaram a música “Working Men”. Temos cenas antigas de eles tocando na Holanda, muitas coisas bem diferentes, são cenas muito boas. REG: Fale sobre a série de TV “Metal Evolution”, que vocês estão produzindo agora: Scot: O ponto de partida para essa série é aquela árvore genealógica mostrada no filme “Metal”. É uma série de TV em 16 capítulos de uma hora cada, e cada episódio é sobre uma daquelas ramificações do metal. Tem sobre thrash metal, power metal, metal das antigas. É muito interessante, com uma pegada diferente. É no formato de documentário, conversando com as pessoas. Estivemos no backstage com o Metallica, falamos com todos, desde o Deep Purple, The Who, todas essas bandas. É um trabalho duro, temos que viajar muito e nos adaptar a horários diferentes em países diferentes. REG: Já começou a ser exibido? Scot: Não, acho que só vai ao ar no ano que vem. REG: Algum novo filme em mente? Scot: Estamos pensando em algo com o AC/DC, achamos que a banda também merece um grande documentário. E também estamos falando em fazer algo com o Metallica. Nós gostamos do “Some Kind of Monster”, mas queríamos fazer algo diferente. REG: Vocês já estão já negociando para fazer esses filmes ou só uma idéia? Scot: Estamos só conversando, nada certo. Vamos fazer um DVD ao vivo para o Iron Maiden no ano que vem, tem muita coisa rolando. REG: Muita coisa mudou na vida de vocês nos últimos anos, do ostracismo ao tapete vermelho. Como você avalia essa mudança toda na vida de vocês? Scot: Virou uma coisa muito grande. Éramos só dois caras, agora temos uma empresa com 15 empregados trabalhando pra gente. Virou uma coisa grande e agora também fazemos nosso negócio bem melhor do que fazíamos antes. Estamos melhores como contadores de história. Fizemos um filme sem nunca ter feito um antes, agora temos um currículo, virou um grande trabalho, temos que nos concentrar no futuro porque tudo o que formos fazer tem que ser muito bem feito. Antes de fazermos o primeiro filme jamais iríamos imaginar tudo o que aconteceu.
Imagem antiga resgatada para o filme 'Rush: Beyond The Lighted Stage'
Postagem retirada do blog: www.rockemgeral.com.br.
Coloquei essa postagem porque recentemente assisti aos documentarios GLOBAL METAL, METAL: A HEADBANGER'S JOURNEYno multishow HD e FLIGHT 666 na HBO plus.
Vale apena conferir esses documentários
O show que o Scorpions fará em João Pessoa, no dia 11 de setembro no estádio Almeidão, será inteiramente gravado em alta definição para integrar o DVD oficial da última turnê banda, "Get Your Sting and Blackout World Tour 2010". O registro, previsto para sair no ano que vem, terá como base uma apresentação na Alemanha, terra natal da banda, mas trechos de shows ao redor do mundo estarão presentes no DVD de despedida do grupo.
Segundo a assessoria do festival paraibano Sun Rock, onde o Scorpions será atração principal, a banda vai tocar em um palco com mais de 60 metros de largura e 30 metros de comprimento, com um telão de led de 73 metros quadrados de alta definição e um equipamento de luz importado, semelhante ao utilizado nas turnês do U2 e AC/DC.
A turnê marca a despedida da banda dos palcos, depois de 40 anos de carreira. O Scorpions inicia a sequência de apresentações em João Pessoa e depois passa pela Argentina, Chile e Bolívia para voltar ao Brasil e fazer dois shows em São Paulo (Credicard Hall), nos dias 18 e 19 de setembro. O grupo ainda se apresenta em Curitiba (Arena da Baixada) no dia 21, em Brasília (Ginásio Nilson Nelson) no dia 22 e, por fim, toca em São Luís (Centro Histórico) em 24 de setembro.
Os shows fazem divulgam também o disco mais recente do Scorpions, "Sting In The Tail", lançado em março deste ano. O quinteto, formado atualmente por Klaus Meine (voz), Rudolf Schenker (guitarra), Matthias Jabs (guitarra), Pawel Maciwoda (baixo) e James Kottak (bateria), já tocou no país em anos anteriores, como 1985, 1997, 2005, 2007 e 2008.
“Conseguimos uma brecha na agenda deles entre Bogotá e a Argentina. Acabou que João Pessoa será a primeira cidade do Brasil a receber essa turnê. Um privilégio para os fãs”, dizem Flávio Eduardo Fubá e Alex Lacerda, idealizadores do festival. Segundo eles, a intenção é inserir a Paraíba no roteiro de grandes eventos de música. “É um dos poucos festivais de estádio do Nordeste”, diz Flávio. O Almeidão recebeu várias melhorias na estrutura. A programação do festival é a seguinte: o dia 11, sábado, será aberto pela natalense Sonzeira Band, às 16h30; Unidade Móvel (PB); Shock (PB); Cachorro Grande (RS), e Scorpions. No domingo, 12, tocarão Terra Prima (PE), Matanza (RJ), Children of the Beast (cover oficial do Iron Maiden), Angra, e Sepultura. A expectativa é de 50 mil pessoas – sendo 30% do público de outras cidades do Nordeste.
SCORPIONS EM JOÃO PESSOA Quando: 11/09, a partir das 18h Onde: Sun Rock Festival - Estádio Almeidão (Rua Valdemar Galdino Naziazeno, 230, Ernesto Geisel) Quanto: R$ 100 (arquibancada geral), R$ 200 (cadeira numerada), R$ 180 (pista) e R$ 350 (pista premium) --há meia-entrada para todos os setores Ingressos: pela www.ingressorapido.com.br ou nos pontos de venda cadastrados SCORPIONS EM SÃO PAULO Quando: 18/09, a partir das 22h e 19/09, a partir das 20h Onde: Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.955, Santo Amaro) Quanto: R$ 100 (plateia superior setor III), R$ 120 (plateia superior setor II), R$ 140 (plateia superior setor I), R$ 500 (pista premium), R$ 250 (pista), R$ 500 (camarotes setor II), R$ 600 (camarotes setor I); há meia-entrada para todos os setores Ingressos: na internet, pelo telefone 4003-5588, na bilheteria do Credicard Hall e nos pontos de venda cadastrados SCORPIONS EM CURITIBA Quando: 21/09, a partir das 17h Onde: Arena da Baixada (Rua Pettit Carneiro, 57) Quanto: R$ 105 (pista, promocional), R$ 210 (área vip em frente ao palco, promocional), R$ 205 (pista) e R$ 410 (área vip em frente ao palco) Ingressos: pela internet ou pelo telefone (41) 3315-0808 SCORPIONS EM BRASÍLIA Quando: 22/09 Onde: Ginásio Nilson Nelson (Setor SRPN, Eixo Monumental, Asa Norte) Quanto: R$ 140 (plateia superior), R$ 240 (pista/cadeira) e R$ 420 (premium) Ingressos: pela internet SCORPIONS EM SÃO LUÍS Quando: 24/09, a partir das 21h Onde: Centro Histórico Quanto: R$ 150 (pista), R$ 250 (pista premium) e R$ 350 (camarote) Ingressos: pela internet
Ontem, dia 1 de setembro, fui ao ensaio do Elefante Branco, em meio a escuridão e do vento frio do local, encontrei uma banda afinadissima com o repertório e entre eles, nas variações que o Barão oferece para mim o repertório está primeira. Apesar da precariedade do ambiente e da aparelhagem, dava pra sentir o peso da banda. Com certeza quem for para o Pink Floyd Bar, sexta feira vai ter uma noite de puro rock `n roll ao estilo Barão Vermelho da banda Elefante Branco.
BOM GALERA, CONTINUANDO A SEÇÃO, VAMOS PARA MAIS UMA BANDA FODÁSTICA...
Bad Company foi uma bandainglesa de hard rock formada em 1973, com sucessos como "Shooting Star", "Bad Company", "Can't Get Enough Your Love", "Feel Like Makin' Love", "Ready For Love" e "Silver, Blue and Gold". Sua composição original é Paul Rodgers (Vocal), Simon Kirke (Bateria), Mick Ralphs (Guitarra) e Boz Burrell (Baixo). Seu último álbum foi Merchants of Cool (2002), uma compilação ao vivo, com os principais sucessos e mais duas canções novas gravadas em estúdio: "Saving Grace" e "Joe Fabulous". Seus integrantes originais tinham tocado anteriormente em outras bandas britânicas - Free, Mott The Hoople e King Crimson. Seu álbum de estréia, homônimo, foi lançado em 1974 pela Swan Song, e figurou entre os cem mais vendidos da década de 1970 na Billboard (5x Multi-Platinum pela RIAA). Nele se encontram alguns dos clássicos do Bad Company, como a faixa título do álbum e Can't Get Enough. Em abril de 1975 a banda retornou com o lançamento do seu segundo álbum, Straight Shooter, que também teve excelentes vendagens (3x Multi-Platinum pela RIAA), e emplacou novos sucessos como Feel Like Makin' Love. A este segundo álbum seguiram-se Run with the Pack (1976), ainda com boas vendagens (3x Multi-Platinum pela RIAA), Burnin' Sky (1977) e Desolation Angels (1979), todos álbuns competentes. Depois do álbum de 1982, Rough Diamonds, o vocalista Paul Rodgers deixou a banda, e a mesma, ao que tudo indicava, estava destinada a se acabar. Rodgers passou a integrar a banda formada por Jimmy Page, ex-Led Zeppelin, denominada de The Firm. Não obstante, em 1986, a banda retornou com novo vocalista, Brian Howe, apresentando um trabalho completamente diferente daquele que a havia caracterizado até então. O disco Fame and Fortune, em nada se assemelha com o hard rock dos anos 1970, se aproximando muito mais da sonoridade do glam metal americano dos anos 1980, mas sem o figurino espalhafatoso que caracteriza os integrantes habituais deste estilo. Os trabalhos posteriores, até meados dos anos 1990, seguiram esta tendência, sendo que no competente álbum de 1990, chamado Holy Water, a banda conseguiu emplacar uma música de relativo sucesso comercial, a balada If You Needed Somebody. Este disco foi certificado como Platinum pela RIAA. A ele se seguiu o disco Here Comes Trouble (1992), que ainda conseguiu atingir o certificado Gold pela RIAA. Em 1995 a banda lança novo disco, Company of Strangers, com o novo vocalista, Robert Hart, no lugar de Brian Howe. Em 1997 a banda ainda lança um segundo disco com este vocalista, Stories Told & Untold, com regravações de antigos sucessos da banda e sete novas músicas. O disco é um fracasso comercial. Em 1998, Rodgers e Kirke discutem a possibilidade da banda voltar a sua formação original. Com o lançamento da compilação The Original Bad Company Anthology, de 1999, aparecem quatro novas músicas gravadas com Rodgers.