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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




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Mostrando postagens com marcador SWU. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Pearl Jam: em novembro no Brasil segundo Lúcio Ribeiro


* Uma coletiva de imprensa a ser realizada em São Paulo, amanhã às 10h, com “apresentação” do global Zeca Camargo, botará às claras os planos do festival ecológico SWU sobre sua edição 2011. Serão apresentados o novo local de realização (sai Itu, entra Paulínia), as intenções sobre conscientização ambiental e alguns nomes do seu grande elenco para este ano.
Do que a Popload apurou sobre bandas e artistas, vários que vêm sendo falados por aqui já há algum tempo, devem estar na lista:
- Sonic Youth
- Snoop Dogg, Black Eyed Peas e Maroon 5 para o “dia pop”
- Chris Cornell (e não o Soundgarden) para o “dia rock”
- Peter Gabriel para o “dia dos clássicos”. E aqui podem entrar Bob Dylan e/ou Neil Young. Mais para o primeiro
- O indie Cold War Kids
- Justin Bieber pode aparecer no “pop”. Justin!
- ARCTIC MONKEYS pode aparecer na lista
- Pearl Jam está f-o-r-a. Vai fazer mesmo os quatro shows solo no Brasil, em novembro, pela Time For Fun (T4F).
- Simple Plan está dentro. Eles entram para o “dia rock” ou “dia pop”? Nunca sei.
- Diz que o Marilyn Manson vem também.
http://colunistas.ig.com.br/lucioribeiro

quarta-feira, 25 de maio de 2011

ROCK EM GERAL: SWU anuncia primeiras atrações no início de junho


A produção do SWU Music and Arts Festival vai anunciar as primeiras atrações do festival no próximo dia 8 de junho, em uma coletiva de imprensa, a ser realizada em São Paulo. A confirmação veio através de um post no twitter oficial do festival, lançado agora há pouco (25/5, 12h). “Começaremos a divulgar informações dia 8 de junho na coletiva de imprensa oficial!”, diz o texto no microblog. Na última segunda, a produção frustrou as expectativas dos fãs de rock ao anunciar uma gincana, em vez das atrações do festival.

Até agora, especulações na web dão conta de que o festival deve acontecer durante o feriado de 15 de novembro, não mais em Itu, mas em Paulínia, a cerca de 126 km de São Paulo, e num local urbano. Entre os nomes que aparecem nos blogs estão Black Eyed Peas, Bob Dylan, Justin Bieber, Soundgarden (ou, ao menos, o vocalista Chris Cornell, solo), MGMT, Cold War Kids e Simple Plan.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Ingresso Justo, Show para Todos: fãs se unem na campanha


Provavelmente todos já perceberam que os ingressos  para shows estão ficando cada vez mais caros. Soma-se a isso a falta de profissionalismo de algumas empresas que tratam o consumidor como LIXO. A desculpa é sempre a mesma: "o governo não dá condições para que os preços sejam menores". Não que isso não seja verdade, muito pelo contrário, faz os preços aumentarem muito, mas na maioria dos casos há abusos absurdos que não podem ter isso como desculpa.
O desrespeito pelo consumidor é cada vez mais frequente. As empresas não respeitam as leis mais básicas.
O Brasil tem recebido cada vez mais grandes eventos que geram empregos e movimentam a economia. Queremos que a cultura seja acessível igualmente a todos, independente de seu poder de consumo, classe social, cor ou sexo.
A Campanha Ingresso Justo tem como objetivo chamar a atenção de todos para os preços abusivos cobrados nos shows no Brasil, discutir, propor e reivindicar soluções que beneficiem consumidores, empresas e artistas.
A iniciativa privada deve cumprir sua parte, respeitando os direitos do consumidor, evitando a prática de preços abusivos e fazendo valer o direito de TODOS, enquanto cidadãos, que é o direito ao entretenimentopor um preço justo.
Chamamos a atenção dos órgãos de proteção ao consumidor, que devem zelar pelos direitos dos consumidores e protegê-los dos abusos e limitações impostas pelos que agenciam e promovem os shows.
Dos consumidores, para que não abram mão de lutar pelos seus direitos e não sejam privados de prestigiarem seus artistas e ídolos preferidos.
"Ingresso Justo, Show para Todos"
Mais informações:
Press-release: Ingresso Justo

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Josh Homme volta dos mortos e dá detalhes sobre novo álbum do Queens of the stone age

Por Ana Clara Matta
http://www.rocknbeats.com.br/2011/01/19/josh-homme



Josh Homme voltou dos mortos, e isso não é uma maneira clichê de dizer que ele estava sumido e retornou aos holofotes recentemente. Em entrevista à NME, o frontman do Queens of the stone age disse que, após uma cirurgia realizada em seu joelho, ele realmente morreu por alguns instantes. Joshdisse: “Eu fui operado, morri e sobrevivi na mesa. Passei por uma cirurgia na perna e aconteceram complicações e eu morri na mesa. Fiquei de cama por três meses”. Campanha por um episódio de House ou Grey’s Anatomy com participação de Josh Homme, alguém?
Se ele viu o túnel de luz ou não, isso a entrevista não revelou, afinal, existem coisas mais importantes para serem investigadas agora, como o novo álbum do Queens of the stone age. Na mesma entrevista, Josh disse que todos os membros da banda estão trocando idéias e disputando seleções musicais nos respectivos iPods.
Ontem mesmo, na Spinner, o guitarrista Troy Van Leewuen afirmou que o novo álbum terá uma pegada bem blues e será dançante, então, as experiências pós-morte de Homme não colocaram cores sombrias em nada.
O próprio vocalista passou pela rádio BBC 1 e disse que novo álbum ainda está nos primeiros estágios de produção. De acordo com Homme, a banda está trabalhando em algumas idéias, mas ele não quer sentir a pressão de fazer um novo álbum de uma vez só. Homme disse: “As últimas semanas foram sobre reconectar com tocar apenas por tocar, e se apaixonar novamente pela música. Faz tanto tempo que eu não toco sem nenhum tipo de pressão, e eu gosto de retornar para esse estado”.
Para completar, o vocalista e guitarrista definiu a alma do som do Queens of the stone age, o amor. É, isso mesmo. Homme disse: “Acho que a chave é estar meio apaixonado. Para mim, é tudo sobre o amor. Eu tenho que estar amando a música, e às vezes você precisa de se afastar por um tempo para realmente apreciá-la”. Que esse casal apaixonado nunca se divorcie.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Queens of the Stone Age relançará seu primeiro álbum

Por Rock Way | http://www.rockway.com.br 

 O Queens of the Stone Age vai remasterizar e relançar seu primeiro disco no dia 7 de março.
Autointitulado, álbum foi lançado em 1998, e a banda decidiu relança-lo com três músicas extras: “The Bronze”, “These Aren’t the Droids Your Looking For” e “Spiders And Vinegaroons”. Queens of the Stone Age vai chegar às lojas novamente, agora com 14 faixas.
Com hits como “Go With the Flow” e “Litlle Sister”, a banda de Josh Homme esteve no Brasil em outubro de 2010, e foi uma das principais atrações  do festival SWU, no interior de São Paulo.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

ESPECIAL: Os dez shows que agitaram os palcos brasileiros em 2010

Do rock pesado do Metallica ao folk de Norah Jones
LUCIANO BORBOREMA (com informações da AE)
Território Eldorado
Lá se vai mais um ano e no quesito show, 2011 promete para o Brasil. Os irlandeses do U2, a cantora inglesa Amy Winehouse, o retorno do Rock in Rio ao país após uma década na “gringa”, a dupla sueca do Roxette, o guitarrista Slash, o Iron Maiden de Bruce Dickinson e o príncipe das trevas Ozzy Osbourne.


U2, Amy Winehouse e Slash. (Divulgação)
Veja também: PLAYLIST: confira sons dos principais artistas que tocaram no Brasil em 2010ENQUETE: Qual foi o melhor show realizado no Brasil em 2010?
Esses são alguns nomes da música internacional confirmados para colocar o país para dançar no ano que vem. E em 2010, quais foram as bandas e músicos que tocaram por aqui? O que aconteceu de mais importante em cada apresentação? Você lembra?
Listamos os dez mais importantes shows que agitaram os palcos brasileiros neste ano, fizemos um resumão caprichado e vamos subir com ele no palco do Território. No repertório, o melhor de cada apresentação. Vamos relembrar? Um, dois, três... vai! Um bom show para você!
PAUL McCARTNEY
O ex-beatle e sua banda deixaram no dia 24 de novembro, o hotel onde se hospedavam, no Morumbi, em São Paulo. Embarcaram ainda pela manhã para o Reino Unido.

Com Paul, foram embora 110 pessoas, a equipe responsável pela montagem da "Up and Coming Tour", que encantou São Paulo em duas apresentações no Morumbi.


Paul McCartney durante show em São Paulo. (Ernesto Rodrigues/AE)

McCartney na segunda apresentação em SP. (Ernesto Rodrigues/AE)
Veja também:
GALERIA: Fotos do show de Paul em SPPLAYLIST: Canções de Paul McCartney
Clique aqui e ouça PLAYLIST com clássicos do Beatles

O músico, de 68 anos, fez no País três shows: um no Estádio do Beira-Rio (Porto Alegre) e dois no Morumbi (São Paulo). Paul cantou mais de 20 músicas, homenageou os amigos John Lennon e George Harrison, acenou, deu tchauzinhos...
Momentos de destaque do show também foram falados em português, quando cantou "My Love". "Fiz essa música para a minha gatinha, Linda. Mas hoje a música é para os namorados". Ou, ainda, quando homenageou Lennon. "Escrevi essa música para meu amigo John", disse, antes de cantar "Here Today", do álbum "Tug of War" (1982). McCartney também reservou espaço para homenagear o outro amigo beatle, George Harrison, cantando "Something", canção de autoria de Harrison. Que show!


Público na apresentação de Paul no Estádio do Morumbi. (Ernesto Rodrigues/AE)
No dia seguinte, todos comentavam a apresentação. Um marco para os brasileiros e também para Paul. “Eu acho que o 1º show em São Paulo, para 65 mil pessoas, foi incrível. Os brasileiros amam minha música, então nós amamos tocar para eles e foi uma apresentação fora de série. Foi um dos melhores shows de todos os tempos. Foi brilhante", disse o ex-beatle no último fim de semana em seu site oficial.
TURNÊ
Ao todo, McCartney ficou 17 dias na América do Sul. Além dos shows, deixou uma imagem de simpatia e elegância. Blogs e sites ainda exibem fotos de seu passeio de bicicleta (andou pela Rua Tabapuã, no Itaim-Bibi, e foi até o Parque do Povo, no sábado).
BEYONCÉ 
Com apenas 28 anos, a cantora Beyoncé, de pouco mais de dez anos de carreira, conseguiu o que apenas dinossauros do rock e pop foram capazes de fazer: encheu o estádio do Morumbi, em São Paulo, na noite de 07 de fevereiro e colocou 60 mil pessoas para rebolar.

Com a abertura de "Crazy in Love", às 22h20, deixou claro que a noite seria dela e de ninguém mais. Emocionada com a reação impressionante da plateia, Beyoncé agradeceu: "Este é provavelmente o maior show da história da minha vida."


Beyoncé surge no palco e coloca público para dançar. (Filipe Araujo/AE)

Cantora encanta fãs durante sua apresentação. (Filipe Araujo/AE)
Veja também:
GALERIA: Veja fotos do show de Beyoncé em SP

PLAYLIST: Ouça principais hits de Beyoncé


Dançarinos musculosos, uma banda formada só por mulheres, um trio de estilosas vocalistas batizado de The Mamas e um telão de altíssima definição no fundo do palco formavam os adereços das pouco mais de duas horas de concerto.

O primeiro bloco trouxe músicas com referências ao funk e à disco, como em "Naughty Girl". A segunda parte foi dedicada às baladas. "Broken Hearted Girl" antecede "If I Were a Boy".

A cantora foi considerada pelo jornal The Guardian a artista da década e o Brasil deu-lhe o disco de diamante por 250 mil cópias vendidas de "I Am... Sasha Fierce" (2008). Depois de São Paulo, Beyoncé tocou ainda no Rio e em Salvador.

FESTIVAL SWU
Nos três dias do SWU Music and Arts Festival, apelidado como Woodstock brasileiro, realizado em outubro, na Fazenda Maeda, em Itu, no interior de São Paulo, mais de 70 atrações se revezaram nos palcos.

Durante o evento, foram reunidas, num espaço de 170 mil metros quadrados, atrações para agradar aos mais diferentes públicos, sejam eles alternativos, roqueiros ou cults.


Zack de La Rocha do Rage Against The Machine. (Daniel Teixeira/AE)
Veja também:
GALERIA: Veja fotos do SWUPLAYLIST: Seleção traz som das prinicpais atrações do festival 
Um dos destaques do festival foi o Rage Against The Machine, em sua primeira passagem pela América do Sul. O set list foi arrasador, composto apenas de sucessos, como os clássicos "Killing in the Name", "Calm as Bomb", "Freedom" e "Wake Up".

Ponto também para solos de Tom Morello, na guitarra, que apresentou de forma brilhante as canções, assim como elas foram gravadas no estúdio.


Tom Morello do RATM. (Daniel Teixeira/AE)

Além do RATM, o público presente que pagou de R$ 105 a R$ 580 curtiu Dave Matthews Band, Kings of Leon, Queens of the stone age, Linkin Park, Los Hermanos, o power trio instrumental Macaco Bong e os pernambucanos Otto e Mombojó.
LINKIN PARK E PIXIES

Linkin Park e Pixies encerram o festival. (AE)
A última noite do SWU, reuniu 58 mil pessoas para ver bandas como Queens of The Stone Age, Linkin Park e Pixies. Foi para uma plateia cansada e desanimada que o Linkin Park se apresentou.

Depois de três dias de evento, a banda, a penúltima a se apresentar, não conseguiu empolgar o público. O cansaço da plateia certamente foi causado pela uma hora de atraso da banda Queens Of The Stone Age. Na área Premium, era possível encontrar pessoas sentadas, algumas até cochilavam.
NORAH JONES
A cantora norte-americana Norah Jones veio ao Brasil em novembro para apresentar show da turnê de seu álbum mais recente, “The Fall”.
 

Norah Jones dedica canção para público em SP. (Armando Favaro/AE)
Veja também:
GALERIA: Veja as fotos do show de Norah Jones em SPPLAYLIST: Ouça músicas de toda carreira de Norah Jones

A turnê começou por Curitiba, no dia 12 de novembro. Depois, ela seguiu para São Paulo, com show gratuito no Parque da Independência, no dia 14. A pianista ainda se apresentou no Rio de Janeiro, no dia 16, e em Porto Alegre, no dia 18.
Em São Paulo, o público ao ar livre curtiu faixas como: “Don’t Know Why”, faixa que a projetou para o mundo, “Come Away With Me”, presente no seu disco de estreia, de 2002 e vários outros sucessos dos seus quatro discos lançados na carreira.


Público no show de Norah Jones. (Armando Favaro/AE)
METALLICA
A banda norte-americana foi a primeira grande atração realizada no Brasil no ano de 2010. O grupo, uma das atrações do Rock In Rio 2011, retornou a São Paulo depois de quase 11 anos de ausência e trouxe a um público de 68 mil pessoas um show recheado de clássicos do thrash metal, no Estádio do Morumbi.


James Hetfield do Metallica. (Leonardo Soares/AE)
Veja também:PLAYLIST: Confira os grandes sucessos do Metallica

A banda correspondeu às expectativas e fez uma apresentação marcada pela técnica refinada, espetáculos pirotécnicos e especialmente pela clara fase revigorada de seus músicos, todos com idade em torno de 45 anos, mas com fôlego suficiente para deixar boa parte do público com a sensação de ter visto um dos melhores espetáculos de rock pesado que passou pela capital paulista.

Pouco antes da meia-noite, a banda se despediu dos fãs, mostrando que não apenas o público havia se divertido. De um lado, o guitarrista Kirk Hammett, filmava a reação dos presentes.


Kirk Hammett. (Leonardo Soares/AE)
Do outro, Hetfield se enrolava nas diversas bandeiras brasileiras que foram jogadas pelo público ao palco. Por fim, a banda fez uma farta distribuição de palhetas e baquetas para a plateia da pista Vip. Na saída do estádio, os comentários eram de que aquele havia sido um dos melhores shows de rock que São Paulo havia visto.
COLDPLAY
Dia 02 de março, Estádio do Morumbi, São Paulo. Depois dos dois shows de abertura, com a banda brasileira de Cuiabá Vanguart e a banda inglesa Bat For Lashes, o grupo inglês Coldplay entrou no palco com 20 minutos de atraso, às 21h50.
A banda, liderada pelo vocalista Chris Martin, tocou inicialmente para um Morumbi não lotado (foram colocados à venda 68 mil ingressos). Eles abriram a noite com a música "Life in Technicolor", do álbum "Viva la Vida". Depois, apresentaram os três maiores sucessos da banda, "Clocks" e "In My Place", do álbum "A Rush of Blood to the Head", e "Yellow".


Chris Martin do Coldplay. (AE)
Veja também:PLAYLIST: Ouça músicas de toda carreira do Coldplay
GALERIA: Veja fotos da apresentação da banda no Rio

Até as 21h30, a polícia não havia registrado nenhuma ocorrência grave. Estava prevista chuva, mas o show transcorreu num Morumbi com lua cheia. Às 22h15, aproximadamente, o estádio lotou. Segundo os organizadores, o público chegou a 65 mil pessoas. Mas, às 22h30, ainda havia pessoas entrando no estádio.
O público teve direito a praticamente todos os sucessos do grupo, como "God Put a Smile Upon Your Face". Quando o Coldplay cantou "Yellow", balões amarelos voaram sobre a plateia. Nitidamente emocionado, o público acompanhou "Hardest Part", do terceiro disco, que Martin cantou só com o acompanhamento de piano. O Morumbi veio abaixo e foi, de longe, a parte mais emocionante da noite. Uma noite para nunca mais esquecer.
GUNS N' ROSES
O show da banda de Axl Rose no estádio do Parque Antártica, em São Paulo, no dia 13 de março, estava previsto para começar às 21h30. Quando Axl deu as caras no palco já passava da meia-noite.


Atrasado, Axl Rose sobe ao palco. (JF Diorio/AE)
Veja também:
GALERIA: Fotos do show do Guns N' Roses em SPPLAYLIST: Ouça hits e músicas novas da banda de Axl Rose
MAIS GALERIA: Imagens da apresentação da banda em Brasília
A banda que fazia o primeiro show em 9 anos no país, divulgava a turnê do álbum “Chinese democracy”. Sebastian Bach (ex-vocalista do grupo de hard rock Skid Row) abriu o show na cidade (os outros no país também).
Assim que começou a tocar, Axl interrompeu a apresentação por conta de uma garrafa atirada no palco. O vocalista e líder da banda chegou a ameaçar ir embora e disse: “Se vocês querem f@!5&!!# com o show, não tem problema. Eu e os rapazes podemos ir embora”.


Vocalista do Guns N’ Roses, Axl Rose. (JF Diorio/AE)
Acompanhado por Tommy Stinson (baixo), Dizzy Reed (teclados), Bumblefoot, DJ Ashba e Richard Fortus (guitarras) Chris Pitman (teclados e baixo) e Frank Ferrer (bateria), a banda privilegiou faixas do seu 1º álbum da carreira, "Appetite for Destruction" (1987).
Os bons momentos do novo álbum (Chinese Democracy, de 2008, que demorou 14 anos para ficar pronto) ficaram por conta da faixa título e de "Better", que funcionam bem ao vivo. Além de SP, a banda de Axl ainda se apresentou em Brasília (7/3), Belo Horizonte (10/3), Rio de Janeiro (14/3) e em Porto Alegre (16/3).
FESTIVAL PLANETA TERRA
Doze horas de música, mais de quinze atrações divididas em dois palcos e 20 mil pessoas presentes. O ‘Planeta Terra 2010’ realizado no dia 20 de novembro, no Playcenter apresentou sua quarta edição focado no Indie Rock, como já é de costume do festival.


Billy Corgan do Smashing Pumpkins. (Leonardo Soares/AE)
Veja também: PLAYLIST: Confira sons das principais atrações do Planeta Terra

Os franceses do Phoenix, os australianos do Empire of the Sun, e veteranos cultuados como Smashing Pumpkins e o Pavement estavam lá. A banda de Billy Corgan, o Smashing Pumpkins foi um dos destaques do festival.

A presença do grupo marcou sua volta ao país depois de 12 anos. Eles se apresentaram aqui no extinto festival Hollywood Rock, no Pacaembu.


Os integrantes do Smashing Pumpkins. (Leonardo Soares/AE)
A banda retornou com Billy Corgan (voz, teclados, guitarras, composição, management, etc.), e mais Mike Byrne (baterista de 20 anos recrutado pelo cantor) e Nicole Fiorentino (baixista que já tocou com Spinnerette e Veruca Salt) e Jeff Schroeder (guitarra).

Quem esteve no festival também se divertiu nos brinquedos do parque. Foi uma diversão só. As pessoas saíram do festival já se perguntando quando será a quinta edição.

CORINNE BAILEY RAEPor Paola C. Messina
O trânsito estava intenso na cidade de São Paulo na noite do dia (4). Dois shows marcados para a mesma noite, de bandas muito diferentes, anteciparam a agitação e as festas para um dia antes do fim de semana.

Corinne Bailey Rae subiu ao palco da Via Funchal, pequena, com cachos escuros armados e flutuantes: “Boa noite, São Paulo,” disse levemente. A timidez durou nada mais que isso. A cantora inglesa vestiu a guitarra cor de piscina e tocou as primeiras notas de “Are You Here”.


Corinne mostrou as músicas de seu disco mais recente, 'The Sea' (Foto: Stephen Solon/Divulgação)

Veja também:PLAYLIST: Ouça músicas de toda carreira de Corinne Bailey Rae
“He’s a real live wire. He’s the best of his kind. Wait ‘til you see those eyes,” sussurou Rae. Não é a voz da potência de Aretha Franklin ou do timbre de Nina Simone, mas de um soul sutil, característica que separa Rae de cantoras que vieram antes e que surgiram junto com ela nos últimos anos.  
Faixas do disco mais recente, “The Sea”, dominaram o setlist da apresentação . Em cada música, Rae compartilhou com o público um aspecto de sua fragilidade. Após a morte do marido e saxofonista Jason Rae em 2008, a cantora e compositora inglesa ficou quatro anos sem gravar. O retorno veio com o lançamento de um álbum com uma sonoridade intensa e as vezes até claustrofóbica. Enfim, longe do pop leve e sempre agradável de “Corinne Bailey Rae” (2006).
Os temas pesados recebem da voz de Rae certa acessibilidade, mesmo em canções que mergulham até o fundo de seu sofrimento, como “I’d Do It All Again”. Durante o show, a cantora sorria, levantava os braços e dançava, mas outras vezes, permanecia de olhos fechados com a cabeça baixa, gestos reveladores de um envolvimento profundo com a música.

Mesmo com toda a atenção voltada para a pequena figura no centro do palco, o público se entusiasmou também com a banda de Rae. A organização dos músicos no palco já era curiosa; o baterista (que fez um solo bastante aplaudido) não estava no fundo, mas do lado esquerdo do palco, de frente para a cantora, e o tecladista do mesmo jeito do lado direito. Junto com os guitarristas e o baixista, o grupo formava um círculo em volta de Rae.
A primeira parte do show antes do bis encerrou com a música título do novo disco e não poderia ser diferente. A simples e envolvente poesia das letras silenciou o público até o momento que a cantora se despediu. Aplaudiram de pé, assobiaram e bateram palmas até ela voltar.
Hits do primeiro disco como “Put Your Records On” e “Just Like A Star” não poderiam faltar do setlist, nem os covers tradicionais da turnê atual: “I Wanna Love You”, do Bob Marley e “Que Será, Será (Whatever Will Be, Will Be)” do Sly and the Family Stone (original de Doris Day) na hora do bis. Depois do show, Rae agradeceu o público, deu autógrafos, ganhou uma bandeira do Brasil e sumiu do palco com a promessa de melhorar o português até sua próxima visita ao país.

GREEN DAY
Doze anos após a última visita ao Brasil, o Green Day de Billie Joe voltou ao país com a turnê "21st Century Breakdown" que divulga o trabalho de mesmo nome lançado pela banda no ano passado.


Billie Joe do Green Day. (Leonardo Soares/AE)

Vocalista do Green Day com bandeira do Brasil. (Leonardo Soares/AE)
Veja também:
GALERIA: Fotos do show do Green Day O grupo tocou no Rio de Janeiro, no HSBC Arena, em Brasília, no Ginásio Nilson Nelson, em Porto Alegre e em São Paulo, na Arena Anhembi no mês de outubro. "21st century breakdown" foi o primeiro som tocado no Anhembi.

Depois dessa, um set list generoso que inclui os principais sucessos dos 23 anos de carreira do Green Day. Entre elas: "Jaded", "Longview", "Basket Case" e "She".
FIASCO DO ANO
SESC Pinheiros, 21 de novembro. Para muitos, um dia para esquecer. O motivo? Na noite daquele dia, o cantor e guitarrista norte-americano Lou Reed apresentou o show do seu mais recente CD, ‘Metal Machine Music’.

Esse trabalho é de 1975 e foi remasterizado neste ano. Os ingressos custavam baratinhos (entre R$ 10 a R$ 40) e se esgotaram em uma hora assim que foram colocados à venda. O público mal sabia o que iam ver e ouvir.


 Lou Reed em sua apresentação no SESC Pinheiros. (JF Diorio/AE)
Lou Reed entrou no palco, não olhou e muito menos se dirigiu à plateia. Sentou em uma espécie de bunker com sua guitarra e mais alguns acessórios e deu inicio ao seu “show”.

Dez minutos depois da apresentação começar, muitos já haviam abandonado seus lugares, outros tapavam o ouvido com as mãos de tamanho incômodo com aquele barulho infernal de Reed. E assim seguiu, durante 1h e 20 minutos. Sem vocais, sem canções, sem pausas e um sax distorcido para esquecer.

QUEM VEM POR AÍ
U2
Veja abaixo alguns nomes da música internacional confirmados para se apresentar no Brasil em 2011. Em breve vamos trazer um especial com a programação completa de cada banda e músico.

(AP)
Shows nos dias 9, 10 e 13 de abril, no Estádio do Morumbi, em São Paulo.

Rock in Rio


(Divulgação)
Dias 23, 24, 25 e 30 de setembro e 1 e 2 de outubro de 2011, no Parque Olímpico Cidade do Rock, na Barra da Tijuca. Destaque: Red Hot Chili Pepper.
Amy Winehouse

(Divulgação)
Florianópolis (no dia 8), Rio de Janeiro (11), Recife (13) e São Paulo (15).
Iron Maiden



Em São Paulo, no dia 26 de março, no Estádio do Morumbi. Rio de Janeiro (27 de março, no HSBC Arena); Brasília (30 de março, no Estádio Nilson Nelson); Belém (1º de abril, no Parque de Exposições); Recife (3 de abril, no Parque de Exposições), e em Curitiba (5 de abril, no Expotrade).
Shakira

(AP)
Dia 13 de março em Porto Alegre; dia 16 em Brasília; e 19 em São Paulo.

sábado, 16 de outubro de 2010

Tom Morello: "Dilma Rousseff é candidata para os pobres!"


Tom Morello, guitarrista do RAGE AGAINST THE MACHINE, que se apresentou recentemente no SWU, postou em seu twitter uma mensagem onde diz: "Dilma Rousseff é uma candidata para os pobres, para a classe trabalhadora e os jovens. Tenho esperança que os jovens do Brasil a apóiem".
Ele também disse no twitter que acredita que a transmissão via TV tenha sido interrompida pelo seu engajamento político: "Entendo que a emissora cortou quando coloquei o boné do PST [num post em seguida ele corrige para MST]. Isto significa que estamos ganhando".
Fonte desta matéria: Tom Morello @ twitter

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Rage Against The Machine: foto do encontro com MST em Itu



Durante a apresentação do RAGE AGAINST THE MACHINE no festival SWU, dois momentos chamaram a atenção do público: o vocalista Zack De La Rocha oferecendo a música "People Of The Sun" ao movimento dos Sem Terra e o guitarrista Tom Morello usando um boné do MST durante "Wake Up", que, após o ocorrido, teve sua transmissão interrompida misteriosamente pelos canais Globosat.

Antes do show, nos bastidores do evento, a banda esteve com alguns militantes do movimento. Zack, inclusive, afirmou doar parte do cachê ao MST.
http://diariodorock.blogspot.com

SWU music & Arts Festival \\ Duas bandas cotadas para edição de 2011



Com um balanço final de 150 mil pessoas, 50 horas de música, muitos problemas de organização e uma ação pela sustentabilidade que não convenceu, o SWU sem dúvida deixou sua marca na história dos shows no Brasil.

Em entrevista ao Estadão, o publicitário Eduardo Fischer, idealizador do evento, afirmou que fará uma segunda edição do SWU em outubro de 2011, muito provavelmente na mesma Fazenda Maeda, em Itu. Fischer já esboça o que quer em um próximo evento. "Não temos o compromisso com o rock, então penso em dividir as noites por gêneros musicais. Seria um dia para o hip hop, outro para o rock, outro para o pop, por exemplo." Outro ponto que quer crescer são os fóruns sobre sustentabilidade, aumentando capacidades nas tendas de 1 mil pessoas para 3 mil.

Sobre o acesso, muito criticado por fãs que andaram por horas para chegar ao local, Fischer tem planos de usar uma linha de trem que passa ao lado da fazenda e de disponibilizar até 40 trenzinhos para o transporte do estacionamento até o local dos shows. Ainda assim, relativizou: "No festival de Glastonbury (Inglaterra) as pessoas também andam muito." Para Fischer, a Fazenda Maeda foi aprovada para continuar sediando o SWU.

O SWU já subiu no YouTube um vídeo onde promete para a segunda edição as bandas Alice In Chains e System Of A Down.

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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

SWU, RELEASES, FOTOS E VÍDEOS

Sublime with Rome revive ska dos anos 90 no Festival de Música SWU

Banda tocou todos os hits da carreira, como 'Santeria' e 'Wrong way'.
Festival terá ainda Joss Stone e Kings of Leon neste domingo (10).

Amauri Stamboroski Jr. Do G1, em Itu (SP)
Sublime + Rome se apresenta no palco água do SWUSublime + Rome se apresentou no Palco Água do
SWU (Foto: Flavio Moraes/G1)
O recém-reformado grupo Sublime se apresentou pela primeira vez no Brasil neste domingo (10) no Festival SWU. Com o cantor Rome substituindo o vocalista Brad Nowell, morto em 1996 após uma overdose de heroína, o grupo tocou todos os hits da carreira, revivendo a chamada ” terceira onda do ska” dos anos 90.
Vestindo uma camista do grupo de rap proto-gangsta N.W.A. e acompanhados pelos fãs como coro de apoio, Rome cantou faixas como “40 oz. to freedom”, “Wrong way”, “Smoke to joints” e a versão reggae de “Summertime”, de George Gershwin. Para o final da apresentação ficaram os dois maiores sucessos do grupo, “What I got” e “Santeria”.
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Banda ícone de ska dos anos 1990, o Sublime anunciou seu retorno no ano passado para a surpresa dos fãs, que não acreditam que o grupo pudesse voltar após a morte de Nowell.
Sublime tocou todos os hits da carreira da banda.Sublime tocou todos os hits da carreira da banda. (Foto: Flavio Moraes/G1)
O Sublime foi uma das principais atrações da segunda noite do festival, que teve ainda apresentação de bandas como teatro Mágico, Jota Quest e Capital Inicial. Ainda se apresentam artistas como Joss Stone e Kings of Leon.
Teatro Mágico e Tulipa Ruiz
Com pouco tempo disponível no palco, o Teatro Mágico não economizou na parte circense da sua apresentação, que começou atrasada após o cancelamento do show de Iló Ferreira.
A banda liderada por Fernando Anitelli contou com acrobacias, cuspidores de fogo e cambalhotas, além de um público fiel que cantou todas as músicas durante o show que abriu o Palco Ar no SWU.
No Palco Oi, dedicado às bandas indies, cantora Tulipa Ruiz  demonstrou já ter um número significativo de fãs, que lotaram a tenda, cantaram e dançaram juntos canções como “Efêmera”, “Só sei dançar com você”, “Às vezes”.

 

Rage Against the Machine injeta fúria no Festival SWU

Show da banda norte-americana teve de parar duas vezes para acalmar fãs.
No palco, Zack de La Rocha distribuiu sorrisos e dedicou faixa ao MST.

Diego Assis Do G1, em Itu
Rage Against The MachineZack de la Rocha, vocalista do Rage Against the
Machine no SWU (Foto: Flavio Moraes/G1)
A fúria da música do Rage Against the Machine contagiou os fãs da banda de rap metal norte-americana, que protagonizou o momento mais tenso deste primeiro dia de Festival SWU, em Itu, com seguranças tentando conter a massa que se espremia contra as barreiras de proteção.
Quatro músicas após o início da apresentação, ocorrida às 22h20 deste sábado (9), o vocalista Zack de la Rocha teve de interromper o show pela primeira vez depois que fãs da primeira fila da pista Premium forçaram a barricada que separava o público do fosso do palco e tentaram invadir a área. Diversas pessoas tiveram de ser retiradas à força pelos seguranças e ao menos quatro foram atendidas no Posto Médico do festival.
Mas apesar dos pedidos de Zack de la Rocha para que os fãs se acalmassem e dessem um passo atrás, a característica explosiva e combativa do som do Rage Against the Machine - que defende bandeiras de revoluções políticas sociais contra o sistema capitalista - foi suficiente para incendiar novamente o público minutos após o reinício do show. A banda tocou mais duas músicas e teve de fazer nova pausa enquanto a organização reforçava as barricadas com barras de ferro de apoio.
Dali em diante, o Rage não parou mais - e nem poderia, sob o risco de o público se exaltar e provocar um estrago ainda maior. Ao longo dos cerca de 40 minutos restantes de show, o clima continuou tenso entre fãs e seguranças.
  Rage Against The Machine se apresenta no palco Ar do festival SWU Apesar da fúria dos fãs, vocalista pediu calma e
distribuiu sorrisos (Foto: Flavio Moraes/G1)
Em cima do palco, no entanto, o clima era outro. Nitidamente impressionados com a resposta enérgica dos brasileiros, que tiveram a chance de ver a banda pela primeira vez desde o lançamento do álbum de estreia da banda, em 1992, Zack de la Rocha e o guitarrista Tom Morelo não tiravam o sorriso dos rostos ao ver a massa pulando com faixas poderosas como "Bombtrack", "Know your enemy" e "Bullet in your head" - o repertório incluiu ainda faixas dos outros dois álbuns de estúdio do Rage, "Evil empire" e "Battle of Los Angeles", último trabalho lançado pelo grupo antes do hiato que durou até 2007 quando voltaram a se apresentar ao vivo.
De volta aos palcos em turnê mundial, a banda não demonstra cansaço: continuam lá os berros guturais de Zack, a guitarra virtuosa de Morelo e a cozinha pulsante de Brad Wilk e Tim Commerford.
Por fim, ainda que a tônica do SWU seja de sustentabilidade, o Rage Against the Machine não fez concessões em seu engajamento: dedicou a faixa "People of the sun" aos "nossos amigos" do Movimento Sem Terra brasileiro, disparou um trecho do hino da Internacional Comunista antes do bis - fechado com as clássicas "Freedom" e "Killing in the name" -, e se despediu dos fãs de punhos cerrados repetindo o gesto dos Panteras Negras sob uma salva de aplausos, urros e uma chuva de sapatos, chinelos e CDs atirados pelos fãs contra o palco.
Se era rebeldia que eles queriam promover, conseguiram.
Dez minutos após a primeira pausa, o show parou novamente.Show parou quando fãs forçaram a barricada que separava o público do fosso do palco e tentaram invadir a área. (Foto:Flavio Moraes/G1)

ShowDez minutos após primeira pausa, show parou novamente. (Foto: Diego Assis/G1)

 

De pés descalços, Joss Stone coloca o público para pular em Itu

Cantora britânica foi uma das principais atrações do SWU no domingo (10).
Noite teve ainda artistas como Sublime e Regina Spektor.

Gustavo Miller Do G1, em Itu (SP)

Joss Stone se apresentou no domingo (10).Joss Stone se apresentou no domingo (10). (Foto:
Flavio Moraes/ G1)
A cantora britânica Joss Stone começou seu show neste sábado (10) no Festival SWU cantando a faixa “Super duper love”, espantando o frio e colocando o público para pular.
Durante a apresentação, a jovem carismática fez questão de interagir com a plateia, formado em sua maioria por casais. “Sabia que vocês eram um povo apaixonado, mas…”, brincou, ao ver um preservativo voando pelo palco.
Em outro momento, pegou uma bandeira do Brasil e a enrolou no pedestal do microfone. Com o vento, ele insistia em cair, o que fazia Joss brincar de hipnotizar o objeto o tempo inteiro.
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A artista, que subiu ao palco descalça e fechou o show com “Right to be wrong”, é a penúltima atração do Palco Água neste sábado, que ainda conta com os americanos do Kings of Leon fechando a noite.
Regina Spektor repetiu 'obrigada' ao público e brincou com o frio de Itu.Regina Spektor repetiu 'obrigada' ao público e brincou com o frio de Itu. (Foto: Daigo Oliva/G1)
Regina Spektor
A cantora russa Regina Spektor, durante 1h de apresentação, fez praticamente um show na “raça”. Com problemas de retorno durante o tempo todo, ela passou o concerto trocando sinais com o engenheiro de som, ora levantando o indicador para aumentar sua voz, ora apontando para o piano, pedindo que ele soasse mais alto.
Agradecida pelo carinho dos casais que preencheram a frente do palco, a cantora repetia “obrigada” a cada canção e se mostrou surpresa com a reação do público perante faixas como “Samson”, “On the radio”, “Us” e “Dance anthem of the 80’s”.
Divertida, Regina também brincou com o frio ituano. “Da próxima vez espero vir quando estiver calor”.

Dave Matthews Band encara multidão no SWU

 

Mais do que acostumados com o público brasileiro, os integrantes da Dave Matthews Band foram uma das grandes atrações deste domingo (10) no festival SWU, em Itu, no interior de São Paulo.


Sempre engajado em questões políticas e ligadas ao meio-ambiente, o próprio Dave Matthews chegou a participar de algumas campanhas sobre sustentabilidade promovidas pelos organizadores.
Contando com o formato do festival, a banda fez um setlist mais reduzido do que o habitual, mas mesmo assim colocou todo mundo para dançar. Canções Shake Me, Seven e You and Me ajudaram os fãs a espantarem um pouquinho do frio na Maeda. O grupo também mostrou músicas como Crash e Cornbread.
Já na questão musical, o virtuoso grupo segue sempre ensaiado e com uma química invejável no palco. Conduzidos por Dave Matthews, os integrantes mostram sua interação tanto nos momentos mais "caóticos" quanto no pontos trabalhados em melodias mais tranquilas.

Kings of Leon faz show de 1h no SWU, mas público queria apenas "Use Somebody"

O Kings of Leon, atração principal deste domingo (10) no festival SWU Music and Arts Festival, poderia ter entrado no palco para tocar "Use Somebody" e ir embora. Seu público sairia satisfeito apenas com essa música, que a banda colocou no final do repertório e deixou quase todos esperando para cantar junto durante pouco mais de uma hora de show. Os outros três discos da família Followill passaram despercebidos pela plateia.
O grupo encerrou a programação do Palco Água frente a uma multidão, na qual dois públicos do Kings of Leon eram facilmente reconhecidos: aqueles que só conhecem "Use Somebody" e o hit premiado com o Grammy "Sex On Fire", e os fãs de carteirinha que quase se recusam a cantar essas duas músicas para provar que não são fãs apenas por causa desse hits.
A banda, conhecida pela postura apática e pelas exigências em seus shows --proibiram que os fotógrafos da imprensa se posicionassem em frente ao centro do palco e exigiram que as imagens exibidas no telão fossem em preto e branco--, até tentou interagir mais com o público, mas só recebeu retorno quando tocaram as músicas de "Only By The Night", disco de 2008.
Canções mais antigas, como "Molly's Chambers", rendiam tamanha distração para a plateia que havia pessoas de costas para o palco. Se as músicas dos discos anteriores foram ignoradas, as novas foram recebidas com frieza semelhante a que fazia nesta noite na Fazenda Maeda --cerca de 10ºC. Como prometido, o Kings of Leon deu amostras do que virá em "Come Around Sundown", o novo trabalho previsto para sair no final deste mês.
Como adiantou o vocalista e guitarrista Caleb Followill em entrevista a jornalistas em São Paulo, na última sexta-feira (8), as faixas inéditas parece mesmo que não serão absorvidas tão imediatamente quanto o restante da discografia. Ou de "Only By Night". Depois de "Use Somebody" a plateia foi esvaziando-se potencialmente. Poucos ficaram para ouvir a última música, "Black Thumbnail".

Cavalera Conspiracy traz peso ao SWU

Apresentação é a primeira de Max e Iggor Cavalera no Brasil desde 1996.
Já os fãs do Yo La Tengo sofreram com o som baixo durante o show.

Do G1, em Itu (SP)

A apresentação do Cavalera Conspiracy começou com "Inflikted"A apresentação do Cavalera Conspiracy começou com "Inflikted" (Foto: Flávio Moraes/G1)
Fãs recebem o Cavalera Conspiracy no SWUFãs recebem o Cavalera Conspiracy no SWU
(Foto: Flávio Moraes/G1)
O Cavalera Conspiracy apresentou-se no Palco Água do Festival SWU nesta segunda-feira (11) numa das apresentações mais pesadas deste último dia de festival. O show começou com “Inflikted”, faixa-título do álbum homônio lançado em 2008, e marcou a primeira apresentação de Max e Iggor Cavalera no Brasil desde que o primeiro deixou o Sepultura em 1996
Apesar de 2/3 do repertório ter sido dedicado às faixas do Cavalera Conspiracy, mais recente projeto da dupla, o show teve faixas do Sepultura, incluindo “Refuse, resist”, “Troops of doom”, “Attitude” e “Roots bloody roots”. O repertório de cerca de 50 minutos teve ainda a faixa “Hearts of darkness”, do Cavalera Conspiracy, que Max disse ter apelidado de “Iron Maiden”, e uma inédita do projeto dos Cavalera chamada “Warlords”. Segundo o vocalista, o segundo álbum do grupo deve sair no próximo ano.
O Cavalera Conspiracy é um dos padrinhos da nova geração de metaleiros que passa pelos palcos do festival nesta segunda-feira.

Max Cavalera fez as vezes de animador do público desde o início, pedindo palmas e inclusive "dirigindo" os fãs à beira do palco.
Yo La Tengo
Os fãs do trio de indie rock americano Yo La Tengo sofreram com o som baixo durante a apresentação do grupo às 17h desta segunda no Palco Ar do SWU.
Tocando clássicos cult como “Tom Courtenay” e “Sugarcube”, o grupo fez uma apresentação de 40 minutos, com direito a uma jam cheia de microfonias do final que incluiu o vocalista e guitarrista Ira Kaplan destruindo as cordas de uma de suas guitarras. Apesar da promessa de deixar as faixas mais lentas de fora, o repertório contou com a balada-kraut "Autumn sweater”, só com bateria e teclados.
Lucas Medina, que carregava uma placa de papelão com o nome da banda ao lado de um coração, disse que “esperava esse show há dez anos”, reclamou do som baixo e da hostilidade de alguns fãs do Linkin Park que já se concentram na frente do palco, que chegaram a vaiar o Yo La Tengo. “Eu era o único que estava curtindo”, lamentou.
Yo La Tengo se apresenta no SWU com som baixoYo La Tengo se apresenta no SWU com som baixo (Foto: Daigo Oliva/G1)

Queens of the Stone Age compensa atraso com set de peso no SWU

Após 50 minutos de atraso, o grupo abriu o show com 'Feel good'.
O vocalista, Josh Homme, elogiou a plateia com um 'Que noite maravilhosa'.

Amauri Stamboroski Jr. Do G1, em Itu (SP)

Queens Of the Stone Age se apresenta no festival SWUQueens Of the Stone Age se apresenta no festival SWU (Foto: Daigo Oliva/G1)
O grupo Queens of the Stone Age subiu ao Palco Ar do SWU nesta segunda-feira (11) com mais de 50 minutos de atraso, mas compensou a espera dos fãs com um dos repertórios mais pesados do festival.
A banda liderada por Josh Homme abriu a apresentação com as duas primeiras faixas de seu álbum “Rated R”, de 2000: “Feel good (Hit of the summer)” e “Lost art of keeping a secret”. A primeira música tem apenas um verso: “Nicotina, valium, vicodin, maconha, ecstasy e álcool. Cocaína…”
Soltando vários “obrigado” em português durante a apresentação, Homme elogiou a plateia apóes “Headache” – ”Que noite maravilhosa”, disse.
Diferente da primeira vez da banda no Brasil, em 2001 no Rock in Rio, quando o então baixista Nick Olivieri foi preso após o show por tocar nu, o mais perto de um strip-tease que se viu na congelante última noite do SWU foi quando Homme tirou sua jaqueta e cachecol depois de “Sick sick sick”. “Com licença, mas preciso tirar uma coisa”, anunciou.
A apresentação sofreu atraso de quase uma hora por conta de uma falha técnica, segundo relatou um membro da produção. Antes que a banda subisse ao palco, fãs da pista comum voltaram a forçar a barreira de proteção que os separava da pista Premium e protestaram contra a organização do festival.

Pixies toca para público de maior média de idade da noite

O quarteto americano abriu a sua apresentação com “Bone machine”
Grupo teve problemas de som no início da performance.

Amauri Stamboroski Jr. Do G1, em Itu (SP)

PixiesPixies tocou 21 músicas durante a apresentação no Palco Água. (Foto: Flavio Moraes / G1)
Com o público com a mais alta média de idade da noite, o Pixies fez uma apresentação recheada de hits alternativos nesta segunda-feira (11) no Festival SWU.
Com os mesmos problemas de som (baixo) que seus colegas de geração do Yo La Tengo enfrentaram mais cedo, o quarteto americano abriu a sua apresentação com “Bone machine”. A banda abriu a apresentação com a faixa “Bone machine”, do álbum “Surfer rosa”.
Como o Yo La Tengo, a banda, um dos nomes mais influentes do rock alternativo americano, destoa completamente de bandas mais pesadas que passaram pelos palcos principais hoje, como Cavalera Conspiracy e Avenged Sevenfold.
Grande parte do repertório do grupo (11 faixas) veio do álbum “Doolittle”, de 1989 – a escolha foi influenciada por uma turnê recente do grupo nos EUA apresentando o álbum na íntegra.
Toda a comunicação com a plateia aconteceu através da baixista Kim Deal. “Esta é a nossa primeira vez em São Paulo”, disse a artista em português, “obrigado”.
“Senhoras e senhores, eu apresento o senhor David Lovering”, anunciou a simpática Deal antes de “La la love you”, cantada pelo baterista. Além de músicas como “Debaser” e “Wave of mutilation”, o set do quarteto trouxe faixas dos anos 90, como “Velouria” e “Allison”.
Após pouco mais de 20 músicas tocadas, o grupo começou a se despedir, mas foi levado de volta aos instrumentos pelos fãs que pediam insistentemente a balada “Where is my mind”. Lovering brincou com a plateia, fingindo que teria machucado um dedo, mas sarou instantaneamente beijando a falange “ferida”.
Para encerrar o show, uma versão violenta de “Planet of sound”, a solicitada “Where is my mind” (com o vocalista Frank Black com cara de tédio) e “Gigantic”, cantada por Deal. Para fechar a noite, a baixista foi dando boa noite para cada um dos membros do grupo: “Eu vou para a cama logo depois do show. Você vai, Charles?”, perguntou a Black, que fez que não tão violentamente com a cabeça que derrubou seu óculos. “Boa noite, Kim!”, respondeu.
(O setlist final do Pixies teve ordem diferente do repertório divulgado anteriormente pelo G1. Confira abaixo o setlist final)
1 – “Bone machine”
2 – “Isla de encanta”
3 – “Tame”
4 – “Broken face”
5 – “Vamos
6 – “Debaser”
7 – “Wave of mutilation”
8 – “Here comes your man”
9 – “Monkey gone to heaven”
10 – “Mr. Grieves”
11 – “Crackity Jones”
12 – “Caribou”
13 – “La la love you”
14 – “No. 13 baby”
15 – “Gouge away”
16 – Velouria”
17 – “Dig for fire”
18 – “Allison”
19 – “Hey”
20 -”U-Mass”
21 – “Vamos”
Bis
1 – “Planet of sound”
2 – “Where is my mind”
3 – “Gigantic”

Com Avenged e Linkin Park, metal abafa o indie na última noite do SWU

Maior número de fãs e som mais potente favoreceram bandas pesadas.

Amauri Stamboroski Jr. e Diego Assis Do G1, em Itu (SP)

Os shows ensurdecedores de Avenged Sevenfold, Linkin Park e Cavalera Conspiracy abafaram, nesta segunda-feira (11), o som de heróis indies como Pixies e Yo La Tengo e deram o tom do último dia do SWU: Music + Arts Festival, que reuniu público de cerca de 45 mil.
O vocalista do Avenged SevenfoldO vocalista M. Shadows, do Avenged Sevenfold, em show no SWU (Foto: Daigo Oliva/G1)

Espremidos contra as grades de proteção desde o início da tarde para ver os ídolos, fãs do Avenged Sevenfold transformaram expectativa em histeria instantânea tão logo os californianos pisaram no palco, abrindo o show com "Nightmare", faixa-título de seu último álbum.
De óculos escuros e pulando de um lado para o outro com trejeitos de Axl Rose, o vocalista M. Shadows comandou a multidão de cima de uma plataforma que atravessava todo o palco."Vocês estão com frio?", perguntou à certa altura, só para receber a resposta negativa dos fãs apesar da gélida noite ituana.
Com o baterista Mike Portnoy, recém-saído da banda Dream Theater, entre os seus integrantes, a banda de metalcore e hard rock incluiu no repertório hits de toda a carreira, incluindo "Unholy confessions", do álbum "Waking the fallen" (2003), "Afterlife", de "Avenged Sevenfold" (2007) e "Buried alive", do mais recente, "Nightmare" (2010).
Se fosse possível contabilizar o sucesso do grupo em número de atendimentos nos postos médicos do festival, o Avenged seria o principal nome de todos os três dias do evento. Apenas na primeira meia hora do show, a reportagem do G1 contou pelo menos 20 pessoas sendo atendidas em três postos médicos diferentes no festival, por desmaios e mal-estar sofridos com o empurra-empurra dos fãs.

Com repertório novo, Linkin Park esfria ânimos no SWU

Novas músicas ainda não pareciam estar na boca da maioria dos fãs.
Grupo reanimau o público tocando hits como 'Numb' e 'In the end'.

Diego Assis Do G1, em Itu (SP)

Grupo tocou novas músicas e relembrou hits como 'Numb', 'Crawling' e 'In the end'.Grupo tocou novas músicas e relembrou hits como 'Numb', 'Crawling' e 'In the end'. (Foto: Flavio Moraes / G1)
Os norte-americanos do Linkin Park fecharam há pouco o terceiro e último dia de rock no SWU com um show de uma hora e meia que, ao contrário do que se imaginava, esfriou um pouco os ânimos de uma noite que teve seu ápice – ao menos em histeria – com o show do Avenged Sevenfold.
A “culpa” foi das músicas novas do grupo, parte do recém-lançado álbum “A thousand suns”, que, além de mais hermético do que os trabalhos anteriores do Linkin Park, ainda não parecia estar na boca da maioria dos fãs da banda. Em determinado momento, o vocalista Chester Bennington tentou ensinar o coro de uma das novas faixas da banda, conseguindo uma resposta ainda tímida do público – provavelmente se o show tivesse acontecido daqui seis meses a reação tivesse sido bem diferente.
Ainda assim, o Linkin Park conseguiu reanimar o público tocando os principais hits de seus dois primeiros discos, “Hybrid theory” e “Meteora”. Foi o caso com faixas como “Numb”, “Crawling” e “In the end”. A partir da metade do show, a banda emendou hits conhecidos por qualquer um que tenha ouvido qualquer rádio FM nos últimos cinco anos, como “One step closer”, “What I’ve done” e “Crawling”. O volume de áudio do show, mais alto do que outros da noite, chegou a fazer disparar o alarme de carros estacionados na área do festival.
Conferido por diversos adolescentes e pré-adolescentes acompanhados de seus pais, o clima geral foi tão tranquilo que Bennington chegou a descer duas vezes do palco para a galera e conseguei retornar ao palco sempre sem nenhum arranhão – algo que provavelmente não teria acontecido em shows mais caóticos como o do Avenged Sevenfold, nesta noite, e o do Rage Against the Machine, no sábado.

CONFIRAM OS VÍDEOS DO SWU









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