PATROCINADOR MASTER

PATROCINADOR MASTER

BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




CARIRI VEÍCULOS

CARIRI VEÍCULOS

Impacto Skate Shop

Impacto Skate Shop
Uma loja diferenciada pra você
Mostrando postagens com marcador rush. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rush. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Rush: ouça o novo single, "Headlong Flight" via Whiplash


O Rush acaba de divulgar a faixa “Headlong Flight”, primeiro single de seu novo álbum, "Clockwork Angels". Por enquanto a música está disponível apenas no site da Rolling Stone, mas logo deve estar online também em outros sites de streaming. Para ouvir, clique no link abaixo. http://www1.rollingstone.com/hearitnow/player/rush.html Fonte: Rush: ouça o novo single, "Headlong Flight" -

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Rush: saiba como foi a filmagem do novo DVD

http://rushfaclubebr.blogspot.com

RUSH FILMA SHOW EM CLEVELAND
18/04/2011

Conforme anunciado, o Rush filmou sua apresentação na cidade de Cleveland, Ohio (EUA) no dia 15 de abril de 2011. 14 mil fãs estiveram na apresentação, conferindo a banda mais uma vez em grande forma destilando canções que deram vida a Time Machine Tour. Geddy Lee, radiante com o momento, agradecia por fim a todos os presentes, afirmando que aquele era "O melhor de todos os públicos! Curtimos demais!".

Cleveland teve grande importância para a história do Rush. Como todo fã sabe, foi lá que, pela primeira vez, um disco do Rush foi executado numa rádio norte americana, o que deu início a uma das maiores e mais bem sucedidas carreiras dentro do mundo do rock. Para conhecer melhor a história, não deixe de conferir esse artigo, onde a descobridora da banda, Donna Halper, conta como foi o começo da afirmação do power-trio canadense.

Depois de levar o Juno Canadense de melhor documentário de 2010 com Beyond The Lighted Stage, Sam Dunn e Scot McFadyen e sua Banger Films foram escolhidos para dirigir as filmagens do próximo DVD ao vivo do power-trio. A dupla, que também dirige nesse momento o próximo DVD do Iron Maiden (gravado na Argentina e Chile), anunciou antes do show que estariam à frente das gravações. A primeira apresentação dos canadenses filmada em solo americano teve inclusive uma câmera acoplada num balão inflável capturando imagens aéreas do público.


Na miniatura ao lado vocês poderão conferir o scan do comunicado que os fãs receberam antes do show no Quicken Loans, onde diz que os mesmos, ao entrarem na arena, estão concordando em serem filmados para qualquer mídia que possa ser lançada no futuro, sem créditos ou compensações financeiras.

Conforme anunciado por Geddy Lee em entrevista recente, esse novo DVD deverá ser lançado até o fim do ano.

Para se ter uma idéia do novo material, nada melhor do que conferir a galeria de fotos oficiais da banda, realizadas por John Arrowsmith. Clique aqui.


Muito interessante também conferir o vídeo do telão para Caravan, nova canção da banda que tem sido executada nas apresentações da Time Machine Tour. Produzido por Allan Weinrib, irmão de Geddy Lee que faz parte também da turma da Danger Films:


Vale mencionar que aproximadamente 200 fãs do Rush estiveram no Rock and Roll Hall of Fame (localizado também em Cleveland), aproveitando a ocasião do show para um protesto. Confiram a imagem abaixo, onde temos muitos detalhes interessantes e divertidos expressando insatisfação sobre a não indicação do power-trio ao Hall.

sábado, 16 de abril de 2011

Rush: 2 das músicas novas são pesadas como nos primórdios


O baixista/vocalista Geddy Lee, do RUSH, falou ao The Plain Dealer sobre o progresso das sessões de composição para o 20º álbum de estúdio da banda, "Clockwork Angels", que ainda não tem data de lançamento prevista.
"Temos em torno de sete músicas compostas", disse Lee, que depois acrescentou, "Quando você ouve as duas primeiras músicas ('BU2B' e 'Caravan'), que temos tocado ao vivo agora, elas definitivamente tem um som mais pesado. É o lado pesado do RUSH  nos primórdios. Mas quando penso em todas músicas que já compusemos, há muita diversidade ali. Acho – espero – que os fãs do RUSH gostem. Nós certamente vamos trabalhar duro para fazer desse um grande disco, como sempre tentamos fazer."
Como tributo à primeira cidade dos EUA na qual a banda tocou pela primeira vez, o RUSH confirmou que a apresentação em Cleveland do seu show da "Time Machine" no Quicken Loans Arena será gravado para um lançamento em vídeo.
Cleveland é marcada por ser uma das primeiras cidades dos EUA onde o RUSH se apresentou além de ser a primeira cidade a ter show ao ar livre.
Esse é um evento que deve ser visto pelos fãs do RUSH em Cleveland – e para todos que puderem viajar para lá pois também irá marcar a primeira filmagem na íntegra no solo americano.
Fonte desta matéria (em inglês): Blabbermouth.net

sexta-feira, 18 de março de 2011

Meus “trios elétricos” são outros… por REGÍS TADEU

Por Regis Tadeu

http://colunistas.yahoo.net/posts/9216.html

É segunda-feira de Carnaval, que beleza! Estamos todos animados, pulamos muito na avenida, nos salões, distribuímos alegria a todos ao nosso redor, bebemos bastante, paqueramos, nos demos bem ou mal, todos com bracinhos pra cima, entoando canções memoráveis… Certo? Não, errado.
O quadro que você acabou de ler não tem nada a ver comigo e pode apostar, não tem a ver com uma infinidade de pessoas. Para mim, esse negócio de “só não vai atrás do trio elétrico quem já morreu” é uma babaquice inventada para tentar convencer aqueles que não se deixam enganar pelo Carnaval que é feito hoje no Brasil, um evento que nada mais é que a proliferação de uma alegria tão natural quando uma lona de barraca de pastel de feira. Mas não estou a fim de escrever sobre isto hoje para não estragar o meu bom humor, este sim um artigo genuinamente comprovado por todos que me conhecem…
O que desejo mostrar aqui é a possibilidade de irmos atrás de outros “trios elétricos”, estes sim verdadeiramente “trios” e genuinamente “elétricos”. É claro que não vou dar dicas a respeito de como curtir aberrações musicais como Chiclete com Banana, Asa de Águia e outras atrocidades. O negócio aqui é outro. Se você for esperto, curioso e inimigo da acomodação musical/cultural, certamente irá atrás dos trios elétricos que vou postar abaixo.
Rush
Cream
Jimi Hendrix Experience
Motörhead
Não dá para falar neste tipo de formação musical sem citar alguns ícones, mas coloquei algumas composições que pouca gente conhece a respeito destas bandas. Se você não está familiarizado com o som destes caras, é uma ótima oportunidade de ver e ouvir canções que não sejam as “clássicas”.
É o caso do Rush, por exemplo, que tem uma infinidade de canções antológicas, dentre as quais a pouco e belíssima conhecida balada – se é que podemos chamá-la assim “Different Strings” .

Da mesma forma, o Cream também tinha uma sensacional pérola escondida em seu repertório, que era “Desert Cities of the Heart”.

Até mesmo Jimi Hendrix teve ótimas canções que pouca gente deu bola, como “Long Hot Summer Night”.

O mesmo vale para o inigualável Motörhead na impagável “Dead Men Tell No Tales”.

Emerson, Lake & Palmer
Com uma formação diferente da tradicional guitarra/baixo/bateria, certos grupos nos anos 70 elevaram o conceito de “power trio” para um outro patamar, como foi o caso do Emerson, Lake & Palmer, que tanto popularizou a música de compositores eruditos – como Aaron Copeland, que teve a sua “Hoedown” transformada de maneira espetacular pelo trio

– como também compôs coisas maravilhosas e pouco conhecidas, como a portentosa “The Endless Enigma”.

De uma forma derivativa, mas não menos brilhante, o trio Triumvirat sabia eletrificar as coisas em “The Capital of Power”

e também tinha a habilidade de suavizar seu som, como na ótima “The Sweetest Sound of Liberty”,

ambas extraídas de seu mais lendário disco, Spartacus, de 1975.
James Gang
Dust (o atual Marky Ramone está à direita)
Mas tanto no passado quanto no presente existem trios elétricos fazendo um trabalho de ótima qualidade. Se antigamente tínhamos preciosidades como  o inacreditável Budgie e seu ‘arrasa-quarteirão’ “Breadfan”,

a James Gang – grupo que o guitarrista Joe Walsh capitaneava antes de ingressar no Eagles – arrasando com “Funk #49”,

o Mountain, liderado pelo carismático Leslie West e seu “cartão de visitas”, “Mississipi Queen”,

o pioneiro Blue Cheer – lembra da incrível versão que os caras fizeram em 1967 de “Summertime Blues”, de Eddie Cochran (relembre)?

– e o Dust, grupo de onde veio Marky Ramone, antes conhecido como Mark Bell, e sua maravilhosa “Learning to Die”.


Hoje em dia temos trios para todos os bons gostos, como o King’s X e sua excelente “Pray”

e o The Brew.

Patrulha do Espaço
Se você pensa que o próprio Brasil nunca produziu “trios elétricos”, está enganado. Como esquecer a lendária Patrulha do Espaço em “Columbia

e do novo Pata de Elefante?


É lógico que eu poderia escrever até a quarta-feira de Cinzas ininterruptamente para colocar aqui a infinidade de “trios elétricos” maravilhosos que toda a pessoa que despreza o Carnaval poderia seguir, mas isto seria uma tarefa hercúlea, da qual eu abro mão nestes dias de descanso. Por isto, recomendo que você aproveite as “folgas de Momo” e pesquise seus próprios trios. E não deixe de colocar as suas recomendações aí embaixo, no espaço destinado aos comentários. Afinal de contas, “só não vai atrás do trio elétrico quem já morreu”, certo?

 

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Biografia do Rush é o DVD de rock mais vendido em 2010


Filme fica em segundo na colocação geral e supera nomes como U2, Bon Jovi, Metallica, Beatles e Rolling Stones. Foto-montagem a partir de imagem de divulgação.

rushbeyondposterO DVD do longametragem “Rush: Beyond The Lighted Stage” é o segundo mais vendido de 2010, de acordo com o levantamento da Nielsen SoundScan. O filme, que conta a história do Rush e foi dirigido pela duplinha Sam Dunn e Scot McFadyen (responsáveis pelos longas “Metal - Uma Jornada Pelo Mundo do Heavy Metal” e “Flight 666″), vendeu 118 mil cópias nos Estados Unidos e conquistou a melhor colocação entre os DVDs de rock. O desempenho superou nomes de peso como U2, Bon Jovi, Metallica, Beatles e Rolling Stones, além de deixar para trás gigantes da música pop como Michael Jackson (com três títulos entre os mais vendidos) e Celine Dion (com dois). Veja a lista com os 20 primeiros colocados:
1- Beyonce - I Am…World Tour
2- Rush - Beyond The Lighted Stage
3- Michael Jackson - Live In Bucharest: The Dangerous Tour
4- U2 - 360 Degrees At The Rose Bowl
5- Eric Clapton - Crossroads Eric Clapton Guitar Festival 2010
6- Michael Jackson - Number Ones
7- Michael Jackson - Michael Jackson’s Vision
8- Bon Jovi - Live At Madison Square Garden, 76K
9- Celine Dion - Taking Chances World Tour: The Concert
10- Bruce Springsteen & the E Street Band - London Calling: Live In Hyde Park
11- Metallica/Slayer/Megadeth/Anthrax - The Big 4: Live From Sofia, Bulgaria
12- Celtic Woman - Songs From The Heart: Live From Powerscourt House And Gardens
13- The Beatles - The 4 Complete Ed Sullivan Shows Starring The Beatles
14- The Rolling Stones - Ladies & Gentleman, The Rolling Stones
15- Beyonce - I Am…Yours: An Intimate Performance At Wynn Las Vegas
16- Barbra Streisand and Quartet - One Night Only: At The Village Vanguard: September 26, 2009
17- Various Artists - The 25th Anniversary Rock & Roll Hall of Fame Concerts
18- P!nk - Funhouse Tour: Live In Australia
19- Il Divo - An Evening With Il Divo: Live In Barcelona
20- Celine Dion - Celine: Through The Eyes Of The World

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Baterista do Rush é eleito o melhor do mundo em 2010


Neil Peart é escolhido pelo quarto ano seguido

O baterista do Rush, Neil Peart, foi escolhido, pelos leitores da revista “Drum Magazine”, como o melhor do mundo em 2010. É a quarta vez seguida que Peart vence a escolha dos leitores da revista. Também foram premiados Travis Barker (Blink-182), como melhor baterista de punk rock e baterista pop; Mike Portnoy (Dream Theater), como melhor baterista de rock progressivo; e Aaron Gillespie (Underoath), como melhor baterista de show, entre outros.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Rush: show em Cleveland será filmado para novo DVD


Como um tributo a primeira cidade dos EUA a tocar sua música, o RUSH  confirmou que a apresentação em Cleveland de sua turnê Time Machine no dia 15 de abril na Quicken Loans Arena será filmada paralançamento na íntegra.
Cleveland é notável por ser uma das primeiras cidades dos EUA onde a banda se apresentou, além de ser a primeira cidade a dar audiência radiofônica a eles nos EUA.
Este será um evento imperdível para os fãs de RUSH  em Cleveland – e pra todos que puderem viajar de carro até lá, uma vez que também marcará a primeira filmagem de um show da banda na íntegra em solo norte-americano.
Ingressos para o show de Cleveland começam a ser vendidos no sábado, dia 11 de dezembro com pré-venda para o fã-clube do RUSH e membros do cartão CITI começam no dia 7 de dezembro.
Fonte desta matéria (em inglês): Site Hennemusic

domingo, 28 de novembro de 2010

ANTENE-SE especial: MULTISHOWHD exibe hoje Rush: Além do palco iluminado


Sinopse

A banda canadense RUSH possui um dos séquitos mais devotados do rock e é reverenciada por diferentes gerações de músicos. Ainda assim, nunca obteve grande reconhecimento da crítica e ignora-se a real dimensão da repercussão de seu trabalho na história do rock. Da infância dos integrantes em Toronto aos dias de hoje, passando pelo lançamento de seus álbuns mais marcantes, o fenômeno de seu duradouro sucesso e sua carreira de 40 anos são explorados através de imagens de arquivo inéditas e entrevistas com artistas como Gene Simmons (Kiss), Sebastian Bach (Skid Row), Kirk Hammett (Metallica).










[Resenha] Rush: além do palco iluminado.



Prezado San Dunn,
a gente sabe que você não é cineasta, você é antropólogo, mas acho que você, mais uma vez, acaba não fazendo nem uma coisa nem outra. O “Metal: a headbanger’s Journey”, seu primeiro filme, partia de uma questão interessante e pertinente, qual seja: Como e porquê uma subcultura so fuckin’ huge consegue ser tão ignorada e marginalizada. O filme não chegava numa resposta e, de verdade, não importava muito, mas o modo como o Heavy Metal foi mostrado pela primeira vez como uma subcultura (embora você naõ use o termo nem o conceito uma única vez) já valia a pena. “Global Metal” foi mais do mesmo. Não “infrói” nem “contribói” (como diz minha vó) saber que existe uma cena heavy metal no Brasil ou na India mas, beleza. Você provavelmente estava aproveitando o hype e eu não condeno isso.
Já “Flight 666″ é um rockumentary bastante honesto. Não tem nenhuma pretensão além de ser um registro de uma turnê história de uma das bandas mais fodas ever, oIron Maiden, e ainda rende alguns momentos bastante emocionantes como o fã que, após o show de São Paulo, chora compulsivamente segurando a baqueta do Nicko McBrain. Mas aí aconteceram duas coisas: as bandas descobriram norockumentary uma ótima forma de promoção e o cinema (mais especificamente aBanger Films) descobriu um mercado promissor. Daí nasceu “Rush: além do palco iluminado”.
O foda é que o filme promete ir além e não cumpre. Por mais que o Rush seja uma banda foda (e, merda, tô com Tom Sawyer grudada na minha cabeça até agora) e a banda tenha uma história legal, nada disso sustenta um filme de duas horas. Se, por um lado, “Flight 666″ poderia ter explorado os conflitos internos do Iron Maidenmas decide ficar na pelação de saco e no papinho de fã, por outro o Rushpraticamente não tem conflitos. Os caras são um bando de nerds certinhos (e eu finalmente entendi porque tantos nerds gostam de Rush. Talvez seja possível dizer que o Rush é uma banda nerd). Nas cenas que aparecem nos créditos o vocalista Geddy Lee brinca dizendo que “finalmente as pessoas vão descobrir o quanto nós somos entediantes”, o que, ironicamente, é a sequencia mais divertida do filme inteiro.
Tudo bem que nem toda banda de metal consegue ser um Metallica com uma história cheia de conflito (aliás, Some Kind of Monster é um puta filme! Um puta documentário que chega a ficar, na minha singela listinha pessoal, pau a pau comGimme Shelter) mas, sei lá, acho que essa onda de documentário sobre banda de rock podia, só pra variar, ir um pouquinho além do filme pra fã, além da babação de ovo, além do óbvio. Em outras palavras, além do palco iluminado. No mais, pros fãs vai ser mais um DVD pra coleção.
>>
Ficha Técnica:
Gênero: Documentário
Duração: 107 min.
Produtora(s): Banger Fims
Diretor(es): Sam Dunn, Scot McFadyen
Roteirista(s): Sam Dunn, Scot McFadyen
Elenco: Sebastian Bach, Jack Black, Jimmy Chamberlin, Les Claypool, Tim Commerford, Billy Corgan, Kirk Hammett, Taylor Hawkins, Geddy Lee, Alex Lifeson, Kim Mitchell, Kelly Paris, Vinnie Paul, Neil Peart, Mike Portnoy

23:30

Rush: além do palco iluminado

horário alterativo
DOM 28 NOVEMBRO 23:30
DOM 28 NOVEMBRO 23:30

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Gibson: elege "Back in Black" como o melhor riff dos 80s

Por Adelemberg Thiago
cia: Whiplash



A Gibson divulgou uma lista com os 10 maiores riffs da década de 80 do século passado. Embora tenha classificado apenas os riffs da década de 80, o site ressalta que os grandes riffs começaram a surgir já na década de 50 como na música “Susie Q“, do cantor e guitarrista Dale Hawkins (vale ressaltar que a música ganhou fama quando saiu no debut “Creedence Clearwater Revival!” do CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL em 1968), mas que foi na década seguinte, graças às mãos dos grandes Dave Davies (THE KINKS), Pete Townshend (THE WHO), Keith Richard (THE ROLLING STONE) entre outros nomes, na maioria vindos da terra da Rainha, que os riffs ganharam mais expressão.
Nos anos 70, relata o site, os riffs passaram a ser partes integrantes do rock “clássico”, citando como exemplos as músicas “Iron Man” do BLACK SABBATH, nas mãos de Tony Iommi, e “Sweet Home Alabama” do LYNYRD SKYNYRD, nas mãos de Ed King. Sendo assim os anos 80 mantiveram a tradição de grandes guitar heros com os já existentes de épocas passadas, como Keith Richards e Tony Iommi, como os da nova safra, como Slash e Viviam Campbell. Com base nisso o site listou os melhores riffs da década de 80, tarefa árdua diante de tantos monstros da guitarra como Van Halen, Tony Iommi e os “garotos” do IRON MAIDEN. Confira a lista.
10. RUSH, “Limelight”
Alex Lifenson consegue se destacar através de solos criativos fazendo o seu melhor desde “Passage to Bangkok., mesmo dividindo o palco com o melhor baixista e provavelmente o melhor baterista na Terra.

9. GUNS N´ROSES, “Sweet Child o’ Mine”
Mesmo o álbum “Appetite for Destruction” contando com pesos pesados como “Welcome to the Jungle” e “Mr. Brownstone” foi na balada do CD que estava o riff mais original e memorável. Créditos para SLASH e Izzy que fizeram uma balada se tornar um exercício tortuoso para as mãos.
8. THE CLASH, “Should I Stay or Should I Go”
As vezes só precisa de dois acordes para fazer algo memorável, e foi isso que Mick Jones e Joe Strummer fizeram e deixaram de exemplo para os novatos.
7. MICHAEL JACKSON (com Steve Lukather), “Beat It”
Nem heavy metal é, mas tinha nomes de peso. Embora a música embora tivesse um solo insano de VAN HALEN, foi o gênio Lukather quem a impulsionou.
6. JUDAS PRIEST, “Breaking the Law”
Os fãs do Priest poderão perguntar por “Livin’ after Midnight” ou “Heading Out to the Highway”, mas “Breaking” consegue unir simplicidade e brutalidade.
5. DEF LEPPARD, “Photograph”
Lembra a abertura de "A Hard Day's Night" dos BEATLES e há duas partes de guitarra entrelaçadas sobre esta explosão aparentemente simples de piromania.
4. SCORPIONS, “Rock You Like a Hurricane”
Talvez a mais pesada combinação de simples e poderosos acordes já feitos graças aos cinco acordes de Rudolph Schenker na música tornando-a instantaneamente memorável.
3. OZZY OSBOURNE (com Randy Rhoads), “Crazy Train”
Era difícil na década de 80 não encontrar algum garoto que não estivesse tocando isso. A agitação e a sinistra abertura a arremessam você para diante e cria uma dinâmica que nunca cessa.
2. The ROLLING STONES, “Start Me Up”
Doze anos depois de “Honky Tonk Women”, Keith Richards consegue criar outra jóia. Esse agitado clássico de 1981 ainda hoje é tocado nos estádios futebol na hora do ponta pé inicial, mesmo tendo se passado 30 anos de seu lançamento.
1. AC/DC, “Back in Black”
Talvez o maior álbum de todos os tempos repleto de clássicos riffs. Marca também a despedida do saudoso Bom Scott. Os irmãos Young fritaram alguns dos maiores riffs de suas carreiras neste álbum, uma obra prima (inclulem aí “You Shook Me All Night Long,” “Hell’s Bells” e “Have a Drink on Me”), mas o destaque maior, claro, vai para a hard/heavy faixa título.
OBS: você pode, por diversas razões, não concordar com a lista, mas só lembrando, ela foi feita pela Gibson e aqui apenas foi feito um resumo do que o site postou.
E você? Qual considera o melhor riff de guitarra dos anos 80? E das outras décadas? Comente no fórum abaixo.
Fonte desta matéria: Gibson

sábado, 30 de outubro de 2010

RUSH NO RIO 2010 - Fotos by Marena, George e Walásse

PARA ENCERRAMOS COM CHAVE DE OURO O MÊS DO RUSH, POSTAREI AS FOTOS DO SHOW DO RIO QUE NOSSOS COLABORADORES GEORGE, MARENA E WALÁSSE TIRARAM










PARA CONFERIREM O ÁLBUM COMPLETA DAS FOTOS CLIQUE NO LINK ABAIXO:

domingo, 17 de outubro de 2010

Rush: A emblemática "Closer to the Heart"

Por Maximiliano P.
Via WHIPLAH
“Closer To The Heart” foi lançada como single em 1977, também fazendo parte do quinto álbum de estúdio do Rush, o excelente “A Farewell to Kings”. Desde então apareceu em vários discos ao vivo e coletâneas da banda.
Durante a tour do álbum “Vapor Trails”, que trouxe o Rush  ao Brasil em 2002, surgiu uma curiosa história sobre essa música. A banda já tocava “Closer To The Heart” há mais de 25 anos em quase todos os shows, e havia definido retirá-la do set list. Entretanto, a popularidade da música entre os fãs latinos os fez reincorporá-la ao seu repertório. Sábia decisão, já que isso acabou originando um dos mais belos momentos do DVD “RUSH in Rio”, gravado naquela oportunidade.
Super valorizada pelos fãs, a canção também tem um enorme significado para a banda. Alex Lifeson, guitarrista, chegou a declarar que esta seria a música derradeira para o RUSH.
Sem dúvidas, “Closer To The Heart” representa muito bem a trajetória da banda e reúne todos os ingredientes de um clássico. É uma daquelas canções incansáveis, que ouvimos, repetimos, ouvimos novamente e jamais saturamos. Instrumentalmente é perfeita, musicalmente é agradável e em matéria de composição é absolutamente genial.
Peculiarmente, a lindíssima introdução de cordas da música foi feita pelo baixista/vocalista Geddy Lee. A canção foi composta pelo batera Neil Peart e por um amigo seu, Peter Talbot. Diz a lenda que Peter iniciou a composição e Peart a finalizou.
A letra sintetiza a necessidade de mudarmos o nosso comportamento para tratarmos as coisas com mais sentimento, “mais perto do coração”. Autoridades, artistas, pessoas humildes... Para o compositor, passa pela mudança de mentalidade de todos nós a conquista de uma nova realidade, mais humanitária. “Closer To The Heart” é mais uma daquelas letras simples mas de grande significado. A sua tradução é mais ou menos esta:
"E os homens que detém altos cargos/postos, tem que ser os que devem começar a moldar uma nova realidade mais próxima ao coração.
O ferreiro e o artista refletem isso em sua arte. Eles forjam suas criatividades mais próximas ao coração. Filósofos e lavradores, cada um tem de saber sua parte, para semear uma nova mentalidade mais próxima ao coração.
Você pode ser o capitão, eu desenharei o mapa, navegando de encontro ao destino, mais próximo ao coração.”
Abaixo, registro em vídeo de “Closer To The Heart”, gravado em Michigan/USA, em 1994, durante a tour de “Counterparts”. Os caras são realmente bons... Grande som e excelente performance.


Closer To The Heart  
Rush
And the men who hold high places
Must be the ones who start
to mold a new reality
Closer to the Heart
Closer to the Heart

The Blacksmith and the Artist
Reflected in their art
They forge their creativity
Closer to the Heart
Yeah, CLoser to the Heart

Philosophers and Plowmen
Each must know his part
To sow a new mentallity
Closer to the Heart
Closer to the Heart
Yeah ah

ohhh ahh

(Solo)

A Wooah, Wooo

You can be the Captian
And i will draw the chart
Sailing into destiny
Closer to the Heart
Closer to the Heart
Well, Closer to the Heart
Yeah, Closer to the Heart
Close to the Heart
I said, Closer to the Heart 
 
Mais Perto do Coração 
Rush
E os homens em postos elevados
devem ser os pioneiros
a moldar uma nova realidade
mais próxima ao coração.
mais próxima ao coração.

O ferreiro e o artista
refletem isso em sua arte
eles forjam suas criatividades
mais próximas ao coração.
mais próxima ao coração.

Filósofos e lavradores
cada um tem de saber sua parte
para semear uma nova mentalidade
mais próxima ao coração.
mais próxima ao coração.
Sim

oohh, ah

(solo)

A Wooah, Wooo

Você pode ser o capitão
e eu desenharei o mapa
navegando de encontro ao destino
mais próximo ao coração
mais próxima ao coração.
yeah, mais próximo ao coração.
yeah, mais próximo ao coração.


http://www.vagalume.com.br/rush/closer-to-the-heart-traducao.html#ixzz12d53tfzG

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Iron Maiden entre as maiores bilheterias de 2010

A revista Pollstar, que controla e avalia o negócio de shows, lançou um relatório do terceiro trimestre deste ano, que faz um panorama das grandes turnês e da indústria de concertos nos primeiros nove meses de 2010.

Dentre os artistas de Rock/Heavy Metal que aparecem na lista, destaque para AC/DC e Bon Jovi que lideram com as maiores bilheterias do ano e para o Iron Maiden  que aparece na 45° posição mesmo tendo feito uma curta temporada de shows com apenas 3 meses de duração e 36 datas. Confira os destaques do ranking!

01. AC / DC - 1.820.962
02. BON JOVI - 1.368.734
18. METALLICA - 540.637
33. RUSH - 350.342
38. GUNS N 'ROSES - 319.302
45. IRON MAIDEN - 285.146
50
. KISS - 210.082
61. FOREIGNER / STYX - 173.395
64. RAMMSTEIN - 166.533
71. TOOL - 147025
77. AEROSMITH - 137.417
87. TRANS-SIBERIAN ORCHESTRA - 118.429
89. ALICE IN CHAINS - 114.883
92. SCORPIONS - 106.081

Nota: Os respectivos valores são de bilhetes vendidos no mundo inteiro, como relatou a Pollstar para shows ocorridos entre 01 de janeiro de 2010 e 30 de setembro de 2010.

CONFIRA A LISTA COMPLETA COM AS 100 MAIORES BILHETERIAS DE 2010

Fonte dessa matéria: BLOG FLIGHT 666
http://ironmaidenflight666.blogspot.com/2010/10/iron-maiden-entre-as-maiores.html

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A MAIOR BANDA DO UNIVERSO


















SHOW DO RUSH NA APOTEOSE - RIO DE JANEIRO - By Pde Zezim

O dia amanhancia na cidade maravilhosa às 9:30h depois de um dia todo de muita cerveja e muita conversa no Bairro de Santa Tereza, subindo e descendo ladeira, vendo o Bondinho passar. E eis que acordam os primeiros "The Três" personagens dessa história que narro em profunda satisfação.
Ao tomarmos café da manhã numa sala de um casarão dos anos 80 com uma vista panorâmica e não menos privilegiada que assistiamos pela janela, o dia começa com a ansiedade de encontrar os outros três personagens dessa narrativa. Pois bem, eis que depois desse café nos deslocamos até as alturas do Corcovado de trem para pedir a "bença" ao Cristo Redentor e literalmente ficar nas nuvens vendo aquela paisagem maravilhosa que vislumbrava toda a cidade assim auto entitulada. Ao decermos dessa viagem, fomos direto para a casa de todo o samba carioca aonde o mundo se volta no mês de fevereiro para ver, segundo alguns, o maior espetáculo da terra. Atravessamos eu, Marena e Wálasse toda a estensão do imenso corredor branco por onde passam as escolas até chegarmos à Praça para entrar numa outra viagem, essa definitivamente insólita. Mas, nessa praça a pipoca deu lugar à cerveja, os bancos foram removidos, os pombos deram lugar às luzes o samba deu lugar ao rock e as crianças brincando, bom... essas ficaram pra pular, gritar e dançar ao som de cordas, teclas e percussão mágicas de TRÊS seres vindos do espaço, acho que o ano era 2112. E no palco finalmente nós TRÊS nos encontramos com eles TRÊS e brindamos durante TRÊS horas à vida, à alegria, à música, à magica que aqueles seres jogavam de cima daquele palco cheio de luz e som que explodiu num Grand Finale apoteótico na praça para delírio dos presentes passageiros. Não vou me deter a narrar o show tecnicamente, pois não encontro palavras para descrevê-lo, e digo mais, palavras não definem perfeição, por isso recolho-me. Termino dizendo que a noite definitivamente não era de samba, mas o espetáculo... esse sim O MAIOR ESPETÁCULO DA TERRA.


MUITO OBRIGADO RUSH !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

e-buddy - acesse MSN, FACEBOOK, GOOGLE TALK e outros