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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




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quarta-feira, 18 de abril de 2012

ROGER WATERS, THE WALL EM SÃO PAULO - FOTOS


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Roger Waters no Brasil: pré-venda começa em 9 de setembro


Ingressos para apresentações da turnê The Wall em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro estarão disponíveis com antecedência no site oficial do músico


Foto: AP
Roger Waters pode trazer a turnê  The Wall  ao Brasil em 2012
Roger Waters pode trazer a turnê The Wall ao Brasil em 2012
Foi divulgada a data do início da pré-venda para os shows de Roger Waters no Brasil. De acordo com o site oficial do ex-baixista e vocalista do Pink Floyd, entradas poderão ser adquiridas a partir do dia 9 de setembro. As apresentações ocorrerão em março de 2012, em Porto Alegre (17/3), São Paulo (22 e 23/3) e no Rio de Janeiro (25/3), como parte da milionária turnê The Wall.

Quem quiser ter acesso à pré-venda (preços ainda não foram divulgados) terá de se cadastrar no site do músico.

Baseado no disco The Wall, de 1979, a turnê recorre aos aparatos "floydianos" clássicos, com destaque para um muro de 137 metros de largura que serve como telão para o show. A última apresentação de Roger Waters no Brasil, em 2008, havia feito uso de um porco gigante e um prisma tridimensional que imitava a capa do disco Dark Side of the Moon, de 1973.

Roger Waters falou às Rolling Stone sobre os bastidores da turnê.

Reerguendo o Muro

Por Brian Hiatt

Como Roger Waters, ex-Pink Floyd, domou seus demônios, retomou seu legado e ressuscitou a obra-prima The Wall

  Roger Waters está pronto para começar uma turnê na qual um muro de 11 metros de altura será erguido - todas as noites! - entre ele e seus fãs. E, neste momento, ninguém iria condená- lo se ele desejasse que a coisa fosse um pouco mais portátil. O ex-líder do Pink Floyd acaba de acomodar seu corpo magro de mais de 1,90 metro de altura em um carro alugado em Manhattan, Nova York, para ir até um restaurante em Midtown, e imediatamente fica claro que o motorista está emocionadíssimo por vê-lo. Waters se prepara. "Fui seu fã a vida inteira, cara", diz o motorista, um sujeito de meia-idade chamado Fred, com sotaque nova-iorquino bem carregado. "'Wish You Were Here' - eu estava viajando de mochila pela Europa quando me liguei nesse som. Fiquei, tipo: 'Este é o melhor disco de todos os tempos!'. Deve ser uma sensação incrível saber o impacto que você teve sobre a minha geração."

"Normalmente, ninguém sabe até o momento em que entra no carro [de alguém dessa geração]", Waters responde em seu tom britânico ríspido e afivela o cinto de segurança. Como sempre, é difícil ler seus olhos azuis gelados - que hoje combinam com o tom de cabelo grisalho, levemente comprido, e a barba professoral. Mas parece que ele está brincando. O fato de ele ter acabado de compartilhar uma garrafa excelente de Montrachet para comemorar o fim de um longo dia de trabalho deve ter ajudado. Depois de vir de carro para Nova York pela manhã, ele foi submetido a exercícios puxados para os bíceps, os tríceps e o abdome ("Quase me mata, mas preciso ficar um pouco mais forte"), cantou escalas com uma professora de voz que o está ajudando a recuperar as notas altas da juventude, fez reunião com um produtor para escolher as roupas de palco pretos (rejeitou um par de botas de couro porque era "muito Bruce [Springsteen]" e outro por ser "Pete Townshend demais") e passou horas em um estúdio, fazendo ajustes à iluminação e à animação digital.

Ele está trabalhando nesse ritmo desde janeiro, determinado a aperfeiçoar a primeira e verdadeira versão em forma de turnê daquela que ele considera como a obra que definiu sua carreira, The Wall - álbum de 1979 que vendeu 30 milhões de cópias e que conta a história de um alienado astro do rock chamado Pink (cuja biografia traz muitas semelhanças com a sua própria). O show original do Pink Floyd - com seus bonecos gigantes, gráficos sincronizados e aquele muro, construído tijolo por tijolo e depois derrubado no clímax do show - estabeleceu parâmetros para todos os espetáculos de rock que vieram depois, de Steel Wheels (Rolling Stones) a Zoo TV (U2). Mas só foi encenado em quatro cidades do mundo, com meses de intervalo entre cada bloco de apresentações. Não foi lançado nenhum filme das performances, então elas se transformaram em uma lenda da qual as pessoas só guardam uma vaga lembrança - tirando a animação surreal de Gerald Scarfe, que também aparece na versão cinematográfica da obra, uma versão roteirizada e lançada em 1982.

Todos os shows deram prejuízo - os ingressos custavam cerca de US$ 12 - e a banda estava desmoronando. "Eles estavam chegando ao ponto em que um não suportava mais olhar para a cara do outro", diz Mark Fisher, o arquiteto que construiu tanto a versão de 1980 quanto a de 2010 da turnê (e que também trabalhou no palco "a garra" da turnê 360° do U2). "Foi muito conveniente eles poderem declarar que a coisa toda era um abacaxi, que era cara demais e cair fora com essas desculpas." O diretor de iluminação, Marc Brickman, que também trabalha no show novo, foi chamado para o projeto logo antes do início das apresentações originais. "Era alucinante - eu fiquei sem palavras", diz Brickman. "Era como montar uma ópera dentro de um show de rock and roll. Em 1980, não dava nem para sonhar com aquele show." Para Waters, a ideia por trás da teatralidade de arena era simples: "Não dá para pedir às pessoas irem ao circo e só colocar pulgas no meio do picadeiro - é preciso exibir elefantes e tigres."

Com seu alcance e ambição explícitos, The Wall foi o último baluarte daquilo que as bandas do punk e da new wave chamariam de "rock de dinossauro da década de 70" - mas a turnê que está para começar é muito mais do que uma reencenação em estilo "Parque dos Dinossauros". Waters trouxe o show para a atualidade com mensagens políticas bem audíveis: antiguerra, antiopressão. A letra de "Mother", por exemplo, não mudou - mas o vídeo que a acompanha, com suas imagens de uma câmera de segurança que tudo vê, agora fala de um governo opressivo, e não de uma mãe superprotetora. "É basicamente o mesmo show, mas com significado mais amplo", diz Fisher. "Precisamos encarar o fato de que é uma coisa um sujeito na casa dos 30 anos cantar sobre o início de sua vida adulta, que naquele momento era uma espécie de eco da criação que ele teve. Mas é outra coisa continuar fazendo isso quando se chega à casa dos 60."

O show se beneficia de 30 anos de avanços tecnológicos, sendo que os mais notáveis estão no vídeo de ultra-alta definição projetado no muro durante todo o espetáculo. Waters diz sentir o peso da idade, e está bem certo de que está será sua última grande turnê. "É uma empreitada enorme, e eu não tinha certeza se seria capaz de fazer isto", ele diz, sem soar muito convincente: ele parece certo de que é capaz, sim. Enquanto o carro avança na direção norte, Fred abre o celular e começa a ler em voz alta mensagens de texto das filhas, até sugerirmos que ele espere até parar em um sinal vermelho para fazer isso ("Eu costumo dar bronca nos motoristas que ficam mandando mensagem de texto", Waters diz em tom suave). Acontece que uma das filhas de Fred tinha escutando The Wall na academia, naquele dia mesmo. "Obrigado por doutriná-las", diz Waters, que está começando a se sentir lisonjeado. "Veja bem: eles precisam de educação! Porra, eu estava completamente errado." [Alusão à frase mais célebre da música "Another Brick in The Wall (Part II) ": "They don't need no education"; eles não precisam de educação] Fred está mais que deliciado. "Eles não precisam de controle dos pensamentos, cara!". [Mais uma alusão: "They don't need thought control", no original] Ele faz uma pausa, e depois perde o pudor: "Como é mesmo o verso seguinte? 'Nada de sa...' Qual é a palavra? 'Sarcasmo'", Waters responde.

"As pessoas sempre cantam as letras das músicas erradas", Fred retruca. "Mas eu estou com a autoridade do negócio aqui no meu carro!"

"Não sei se eu sou a maior autoridade do negócio, mas agradeço", diz Waters. Logo ele pega o cartão de Fred e promete entradas para o show. Há 33 anos, durante um show caótico do Pink Floyd em um estádio em Montreal, uma versão mais jovem e bem menos bem-humorada de Roger Waters teve um encontro desgraçado com outro fã ferrenho. Não acabou tão bem quanto desta vez. O show, que era a última parada na turnê da banda do álbum Animal, de 1977, foi um desastre desde o início, com equipamento de som fraco, que quase ficou encoberto pela plateia bêbada e mal comportada (em uma gravação pirata daquela noite, dá para ouvir Waters exclamando: "Puta que o pariu, parem de soltar fogos de artifício, de berrar e de gritar. Estou tentando cantar"). Finalmente, quando um garoto subiu na rede que separava a banda do público, Waters cuspiu nele. Depois, o cantor ficou abalado. Ficou se perguntando como tinha sido capaz de fazer uma coisa daquelas. Qual era seu problema? Ele estava com 33 anos e era a força motora por trás da maior banda psicodélica de todos os tempos. Mas seu primeiro casamento já tinha fracassado e sua banda estava seguindo o mesmo rumo - ele e o outro eixo criativo do Pink Floyd, o guitarrista e vocalista David Gilmour, estavam se afastando cada vez mais. Waters era rico e famoso, mas também raivoso e infeliz, incapaz de fugir dos problemas de sua infância - que começaram com a ausência do pai dele, morto na Segunda Guerra Mundial, cinco meses depois do nascimento do músico. "Eu devia ser bem assustador", ele diz. "Eu tinha a tendência de descarregar nas pessoas." Ele mudou, de verdade: mandando ver em um prato de lasanha no camarim durante um ensaio, ele morde um enorme parafuso de metal que o pessoal que cuida da alimentação deixou cair em sua comida. Depois de ficar com expressão estupefata por um instante, ele dá conta da situação com discrição e bom humor - pelo menos enquanto eu estou por perto).

Depois disso, Roger Waters daria início a duas décadas de terapia e iria se reconciliar com seu passado.
Mas como antes ele tratava de seus problemas como um verdadeiro astro do rock, ele se acomodou com um sintetizador e uma mesa de mixagem em uma casa isolada, no interior da Inglaterra, e compôs uma ópera-rock. Com contribuições complementares de Gilmour, aquele viria a ser o maior álbum-conceito de sua geração. "Eu estava tentando encontrar sentido na minha vida", Waters diz. "E, em certa medida, eu consegui." Como pensador visual tanto quanto musical - testes vocacionais empurraram Waters, aos 18 anos, quando era um garoto sem rumo, para a faculdade de arquitetura, onde ele conheceria Rick Wright e Nick Mason, futuros integrantes do Pink Floyd -, as idéias de Waters giraram em torno de um esboço que ele desenhou: mostrava um muro gigante construído dentro de uma arena de esportes. O show ao vivo foi criado sobre esse conceito desde o início, apesar de a ideia original ter sido construir o muro na frente da banda enquanto tocava, e terminar a apresentação quando o último tijolo fosse colocado. Mas, na medida em que a história foi se desenvolvendo, ele percebeu que o muro teria de ser derrubado. "Obviamente, havia uma razão para eu ter tido a ideia de construir o muro entre eu e o público, para começo de conversa - em algum lugar, em nível inconsciente, percebi como eu estava assustado", ele diz. Waters está sentado a uma mesa de reunião de vidro no estúdio de produção onde fez a preparação para a turnê. Antes que ele se acomodasse, uma assistente limpou a mesa. É aqui que ele tem passado boa parte do tempo desde janeiro - várias das janelas do escritório dão para uma parede de tijolos, coincidência que Waters aprecia. Está com os pés descalços - o All Star sem cadarço dele esquenta, por isso ele costuma chutá-lo para longe. Está com a mesma roupa que usa constantemente: camiseta preta justa, jeans claro, Rolex de platina. Parece ter dificuldade para escutar, e pode ou não estar ciente disto: de um jeito até adorável, ele costuma dizer "o quê?" rispidamente, como se a culpa fosse do outro por não estar pronunciando bem as palavras.

"Toda aquela coisa de ficar repelindo as pessoas quando eu era jovem e toda a agressão e a irritação e as dificuldades vinham do fato de eu passar todo o tempo apavorado com a possibilidade de que me descobrissem", ele diz. "De que as pessoas percebessem que eu não era quem eu queria ser. Eu tinha construído um muro que na época descrevi em termos teatrais como estando ao meu redor, todo tipo de insegurança sexual, enormes sentimentos de vergonha." Ele descarregou tudo neste conjunto de músicas: o pesar por causa do pai, o ódio pelas escolas rígidas da Inglaterra, a frustração com a infidelidade da mulher, seus próprios flertes com fãs de sua banda. Em sua franqueza crua, as canções tinham menos em comum com, digamos, Tommy, do que com um dos álbuns preferidos de Waters, John Lennon/Plastic Ono Band (talvez não seja coincidência que tanto esse álbum quanto The Wall tenham faixas chamadas "Mother"). Para balancear, Waters adicionou elementos da vida do líder original do Pink Floyd, Syd Barrett, cuja combinação de excesso de drogas e doença mental fez com que seus colegas o expulsassem do grupo em 1968. Waters preencheu o vazio da liderança e incentivou a banda, antes com caráter artístico, a gravar The Dark Side of the Moon, um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos.

Apesar de toda a elegância "viajandona" da música do Pink Floyd, Waters sempre foi um compositor instintivo - entre seus artistas preferidos estão Leonard Cohen, Bob Dylan, Neil Young e John Lennon. "Roger é um sujeito que gosta de folk", diz Bob Ezrin, coprodutor de The Wall. "A música vai para onde as letras a levam." Na medida em que Waters ia compondo a música, ele começou a insistir em um tema de três notas - mais conhecido como a melodia do refrão de "Another Brick in The Wall (Part II)", mas que é recorrente em diversos contextos por todo o álbum. Ele hoje reconhece que a melodia é uma retomada de um riff que ele escreveu uma década antes, em "Set the Controls for the Heart of the Sun", de 1968 (que, de um jeito bem sinistro, contém a frase: "Who is the man who arrives at the wall?" - quem é o homem que chega ao muro?). Antes de o Pink Floyd gravar qualquer nota de The Wall, Waters recrutou o desenhista Gerald Scarfe para começar a criar os bonecos infláveis grotescos e rebuscados e desenhos que, em grande parte, dariam a direção do visual e do clima da obra. Ele levou as demos das músicas à casa de Scarfe um dia. "Quando ele terminou e desligou a fita, um silêncio desconfortável se instalou", Scarfe lembra. "Porque qualquer coisa que se dissesse seria inadequada. E eu disse: 'É ótimo'. E mais um silêncio se instalou, e Roger disse: 'Bom, estou me sentindo como se tivesse acabado de abaixar as calças e cagado na sua frente'."

Roger waters está sentado imóvel, assistindo a um jovem David Gilmour tocar o solo de guitarra celestial de "Comfortably Numb", faixa de The Wall, talvez a melhor música entre todas do Pink Floyd. O clipe, que passa em um enorme monitor Mac em uma sala de edição, faz parte de filmagens dos shows originais de The Wall, desaparecidas havia muito tempo, que foram restauradas recentemente (e que os fãs terão a oportunidade de comprar algum dia, sem dúvida). A intenção de Waters não era exibir esta parte. Ele queria ver um solo secundário feito pelo guitarrista de apoio Snowy White, que, diferentemente de Gilmour, vai acompanhá-lo na nova turnê de The Wall. Mas ele absorve cada segundo do solo e só diz: "Esse aí não é o Snowy". A disputa é grande, mas é provável que o Pink Floyd vença na categoria do rompimento mais feio entre as bandas grandes do rock. Waters criava os conceitos, escrevia todas as letras e uma boa parte da música - até onde sabia, ele era o líder inequívoco do grupo. Gilmour não concordava muito - ele tinha a voz mais forte para cantar, era um ótimo guitarrista e também criava muita música. "O negócio teve mais a ver com David e eu", diz Waters. "Nós tínhamos ido um para cada lado. Eu não queria mais discutir com ele sobre as coisas, e só porque nós tínhamos opiniões diferentes sobre tudo - do ponto de vista musical e político e filosófico -, passou a ser inevitável que nos tornássemos combativos." A banda começou a se desintegrar durante as gravações de The Wall, na medida em que Waters transformou o grupo em um mero veículo para sua visão altamente pessoal. O colapso ocorreu durante o álbum que veio a seguir, The Final Cut, que mais parecia um álbum-solo de Waters. Ele deixou a banda em 1985 - e ficou estupefato e depois apoplético quando Gilmour e o baterista Nick Mason resolveram seguir com o nome Pink Floyd. Ele tentou detê-los na justiça, mas eles fizeram duas grandes turnês sem ele e lançaram quatro álbuns, ao mesmo tempo em que Waters batalhava para vender ingressos para as turnês de seus próprios discos solo. "Ele não é [o Pink Floyd]", Waters disse em relação a Gilmour em 1987. "Se um de nós fosse ficar com o nome Pink Floyd, tinha que ser eu." Eles fizeram um acordo que permitia a Gilmour e Mason ficar com o nome da banda, mas garantindo a propriedade total de The Wall para Waters.

Em 2005, a tensão tinha relaxado a ponto de a formação clássica do Pink Floyd se reunir para um set de quatro músicas no Live 8. "Eu me sinto agradecido por termos conseguido tocar aqueles 18 minutos juntos, nós quatro meio que conseguimos passar a régua na história", diz Waters. "De lá para cá, as coisas melhoraram entre David e eu. Nós não nos encontramos socialmente - ele praticamente mora no meio do interior da Inglaterra, e eu passo a maior parte do tempo em Manhattan, então os nossos caminhos não se cruzam -, mas nas pouquíssimas vezes em que estamos na Inglaterra ao mesmo tempo, é provável que jantemos juntos. Mas, é, não tem mais nenhum desentendimento ou briga rolando." A relação mais calorosa com Gilmour significa muito para Waters - ele está determinado a não ofendê-lo. Em julho, os dois se reuniram, sem aviso prévio, em um evento beneficente bem menor, apresentando-se para 200 pessoas em uma festa para a arrecadação de fundos para crianças palestinas em Oxfordshire, na Inglaterra. Foi ideia de Gilmour, e ele prometeu a Waters que, se ele participasse da apresentação, ele apareceria e tocaria "Comfortably Numb" em um dos shows da nova turnê de The Wall (Londres parece ser uma boa aposta, pelo menos melhor do que, digamos, Omaha). Além disso, Waters consegue imaginar pelo menos mais uma apresentação do Pink Floyd. "David e Nick e eu podemos fazer uma apresentação única em algum lugar, mas não vai ter como fazermos uma turnê", ele diz, sugerindo que podem considerar um show beneficente único - "tipo o Live 8, mas provavelmente só com a gente. É uma pena não termos conseguido fazer antes da morte de Rick [em 2008]".

Waters e Gilmour provavelmente não voltarão a gravar juntos. Waters fica eriçado perante a ideia de que existisse algum tipo de magia insubstituível nas colaborações deles. "Certamente, David teve enorme influência sobre o meu modo de compor, todas aquelas coisas maravilhosas de harmonia e melodia", ele diz. "Mas discordo da ideia de que eu seja incapaz de criar algo com alguma outra pessoa que se compare a The Wall ou Dark Side of the Moon ou Wish You Were Here, e a prova viva disso é Amused to Death [álbum solo de sua autoria, de 1992], porque tem partes extraordinariamente lindas." Waters acha que não tem importância o fato de ele ser o único integrante do Pink Floyd na nova turnê de The Wall. "Se você olhar o programa de 1980, a primeira página diz: 'The Wall: Composto e Dirigido por Roger Waters, Interpretado por Pink Floyd'", ele diz. "Bom, do meu ponto de vista, essa peça poderia ser interpretada por qualquer um. Eu por acaso dirijo esta produção e canto e toco nela, da mesma maneira que fiz na outra. Mas alguns dos outros artistas são diferentes." Para este show, ele substituiu Gilmour por dois: um cantor chamado Robbie Wyckoff dá conta dos vocais, enquanto o guitarrista-virtuose Dave Kilminster (Waters o chama de "The Killer" - o matador) cuida da maior parte das guitarras. Entre os outros músicos estão o ex-líder da banda do programa Saturday Night Live G.E. Smith (na guitarra e no baixo) e o filho de 33 anos de Waters, Harry, um músico de jazz que toca teclado com o pai desde 2002 (sua primeira colaboração com a música de Waters foi gravar a voz de criança no início da faixa "Goodbye Blue Sky", de The Wall, que ecoa pela arena todas as noites).


A turnê de The Wall, que teve os ingressos esgotados em poucas horas na maior parte das datas, é o estágio final na retomada do legado do Pink Floyd por Waters. Essa ação começou com sua primeira turnê solo de sucesso, em 1999, e continuou com sua interpretação de Dark Side of the Moon, em 2006. Ele finalmente encontrou uma conexão com os fãs - "redescobri a ideia de me sentir bem por estar em um auditório e aceitei uma espécie de caso de amor entre eu e o público" - e livrou-se de seu ressentimento por ter perdido o controle do nome da banda. "É muito provável que, se eu não pudesse fazer essas turnês, continuaria amargo até hoje", diz. "As pessoas estão reconhecendo que o trabalho era meu." Waters se sente tão à vontade quando está no comando que é difícil imaginá-lo em qualquer outro tipo de carreira que não a solo. "Não dá para fazer uma coisa dessas de maneira democrática", ele diz. "E essa foi provavelmente a razão central absoluta por que eu tive que me separar de David, Rick e Nick. Porque estava ficando cada vez mais desagradável para todo mundo. Realmente, este é o meu estado natural. É assim que eu me sinto mais feliz. Eu adoro trabalhar com outras pessoas, e tenho enorme respeito e amor pelos músicos com quem trabalho. Quero ouvir as idéias de todo mundo o tempo todo, mas não quero votações nem nada assim. Tenho pena dos roteiristas que trabalham no cinema - onde os produtores têm todo o poder e os roteiristas só fazem o que mandam. Eu simplesmente diria: 'Vão se foder! Vão escrever sua própria porra de roteiro!'."

Mais ou menos na época em que Waters completou 3 anos, em 1946, ele começou a ver os pais das outras crianças voltarem da guerra para a cidade em que ele nasceu, Cambridge. O pai dele, Eric Fletcher Waters, tinha morrido dois anos antes na Itália, na batalha de Anzio, mas o garoto foi incapaz de processar o fato. "Minha mãe disse que eu falei para ela, aos 3 anos: 'Vou para a Itália e vou trazer o meu pai de trator'. 'Nunca se viu um menininho tão obstinado quanto você era', ela me disse. Tentou explicar que eu não podia ir buscar o meu pai de trator. Parece que eu olhei para ela, apertei os olhos e disse: 'Nesse caso, vou em um ônibus de dois andares', e saí batendo os pés. Isso é meio engraçado, mas também é muito triste." Essa perda definiu a vida de Waters em muitos aspectos. "Eu uso o heroísmo dele quase todos os dias", ele diz. "Mas não levo uma vida sem culpa, de jeito algum, e nem sempre sou legal com todo mundo. Não estou dizendo que sou uma porra de um santo, mas eu uso o heroísmo do meu pai como base." Como ele explica em um poema incluído no programa da turnê, ele acredita que seu pesar o conecta a qualquer pessoa que sofreu perda similar em uma guerra - coisa que foi fundamental para a ampliação da mensagem de The Wall. Os danos que Pink sofre com a violência da guerra representam uma ideia que pode ser geral: em vários pontos, o muro é coberto com fotos enviadas por fãs de entes queridos perdidos em conflito, atendendo a um pedido de Waters no Facebook (ele está apaixonado pela ideia das redes sociais - talvez Pink não fosse tão deprimido se tivesse uma conta no Twitter). O músico sabe que temperar um artefato adorado do rock com uma mensagem política pode incomodar aos fãs. Para o programa, ele escreveu um ensaio sugerindo que o cristianismo, o judaísmo e o islamismo são igualmente inválidos: "Chegou a hora de deixar de lado a noção de uma presença onipotente". "Você acha que eu ia sair ileso com uma destas em um programa de rock and roll?", ele pergunta com um sorriso. No final, chegou à conclusão de que a resposta era não - e eliminou o texto. Existem várias referências ao muro da Faixa de Gaza no show, incluindo uma imagem da Estrela de Davi no clímax, enquanto vozes em coro entoam "derrubem o muro". A animação exibida durante "Goodbye Blue Sky" mostra aviões lançando bombas no formato de vários símbolos, de luas crescentes muçulmanas ao logotipo da Shell; em certa altura, estrelas judaicas caem de um avião, seguidas por cifrões. Quando eu sugiro que a combinação pode ser interpretada como antissemítica, Waters dá de ombros e diz que não teve essa intenção. "Há lucro enorme, enorme a ser obtido com a guerra, e esse, no geral, é o motivo pelo qual as batalhas acontecem com tanta frequência", ele diz. Quando a turnê começou, Waters não resistiu à pressão dos críticos e alterou esse trecho. Se você permitir que ele comece a falar desse assunto, ele entra em clima de palestrante e pode passar um bom tempo falando sem parar. "Este show é, sem vergonha nenhuma, sobre todas essas grandes questões - e o sucesso do trabalho que eu fiz com Rick, Dave e Nick me dá o poder de ter uma plataforma. Algumas pessoas acham que os outros não devem usar as plataformas que têm por serem famosos ou por causa do sucesso. Eu não concordo com essa visão, de jeito nenhum. Sempre adorei Hanoi Jane [referindo-se ao polêmico apelido da atriz Jane Fonda, que foi fotografada em uma bateria antiaérea do Vietnã durante o conflito com os Estados Unidos]. Adoro quando Sean Penn chega e diz alguma coisa ou participa. E John Lennon ou qualquer uma das outras pessoas que ergueram a voz e que fizeram diferença. (...) Tenho a mesma responsabilidade ao montar esta produção quanto Picasso teve ao pintar Guernica."


Nove dias antes da estreia da turnê, no dia 15 de setembro, Roger Waters está parado no meio de uma arena vazia em Nova Jersey, olhando fixo para seu muro meio construído, que se estende por 73 metros por toda a parte de trás do local. De repente, as luzes se apagam, luzes vermelhas furiosas cobrem a arena e uma faixa-base do Pink Floyd tocando "In the Flesh?" ruge: não há ninguém no palco, mas o show começou. Ainda há muito a fazer, mas ali parado no meio da escuridão avermelhada, Waters não consegue evitar a expressão de satisfação que se estampa em seu rosto. Os ensaios foram bem. Uma semana antes, em um estúdio perto da casa do músico nos Hamptons, a banda chegou quase até a segunda metade do álbum antes de deparar com alguma dificuldade: as transições rítmicas e os sons de guitarra em "Run Like Hell" se comprovaram traiçoeiras. "Não", Waters diz, com gentileza. "E, quando digo 'não', eu quero dizer não." E Waters não estava lá muito satisfeito com a repetição da parte "run, run, run" pelas cantoras do coro: "Devem ser quartas com toda a força", ele diz.

Enquanto a banda assiste, acomodada em cadeiras dobráveis no piso, o primeiro ato inteiro se desenrola: bonecos - o professor diabólico, a mãe monstruosa - inflam e tomam o palco, as projeções de vídeo absurdamente reluzentes e vívidas transformam o muro em uma das maiores telas de cinema do mundo, e a barreira propriamente dita se expande, tijolo de papelão após tijolo de papelão, graças a homens trabalhando atrás dos panos. Nem tudo está pronto: os efeitos pirotécnicos não estão armados e um modelo de avião está todo desmembrado nos assentos baratos. Os vídeos, que combinam versões retrabalhadas das animações de Scarfe com novas imagens do diretor de criação Sean Evans, são projetados em uma resolução bem superior à de uma tela de um cinema Imax - os servidores do estúdio de produção precisaram de até meia hora para processar cada frame de animação. A projeção de vídeo é tão precisa que os tijolos não se acendem até estar em seu lugar exato. Na verdade, cada tijolo é uma caixa de papelão vazia, presa a colunas telescópicas que podem ser ativadas por computador, derrubando o muro todo em um único instante - coisa que deve facilitar a ação em relação a 1980, quando Mark Fisher tinha de ativar o desmoronamento manualmente. "Fiquei condenado para sempre como o homem que tinha de ficar sentado na parte de trás, acionando os interruptores, enquanto todo mundo ficava na parte da frente dando risada da minha cara", ele lembra. Na vida real, o desmoronamento do muro nunca foi assim tão dramático. "Vai caindo tijolo por tijolo", ele diz. "Crescer é isso. Na minha visão, é um desmantelamento do nosso muro, tijolo por tijolo, e a descoberta de que nos tornamos mais amáveis quando baixamos as defesas." Waters está planejando seu quarto casamento, agora com a namorada com quem está há dez anos, Laurie Durning. "Não estou dizendo que descartei o meu muro ou os meus muros completamente, mas, ao longo dos anos, eu permiti que uma parte maior dele se desfizesse - e me abri à possibilidade do amor", ele diz.

Na medida em que o show prossegue, Waters circula pela arena - com sua postura levemente recurvada e seu caminhar um pouco manco, ele guarda certa semelhança com seus bonecos. Ele dá seus pitacos usando um microfone - "Pintem aquele órgão B-3 de preto. Tudo tem que ser preto" -, mas, no geral, só fica lá absorvendo a coisa toda. O último tijolo se encaixa; é o fim do primeiro ato. Os músicos aplaudem, e o líder deles também. "Muito bem, carpinteiros", ele diz. Alguns minutos depois, a equipe se reúne no piso da arena e Kilminster traz um violão. Hoje Waters completa 67 anos, e os cantores da turnê têm uma surpresa para ele: uma versão de harmonia rebuscada para uma antiga de Phil Spector, "To Know Him Is to Love Him" [conhecê-lo é amá-lo], que Waters recentemente interpretou com Gilmour na apresentação beneficente que os dois fizeram juntos. A letra foi mudada de leve e está cheia de piadinhas internas: "For him, we love to sing/Until he changes everything. (...) Just to see him smile/Makes this tour worthwhile" [Adoramos cantar para ele/Até que ele muda tudo. Só de vê-lo sorrir/Esta turnê vale a pena]. Roger Waters recebe de presente uma camiseta com estampa da Tabasco - ele usa esse molho de pimenta em tudo o que come -, veste por cima de seu modelo preto padrão e limpa a garganta. "Obrigado, pessoal", ele diz, com a voz embargada por um segundo, e logo começa um discursinho de incentivo pré-turnê. "Vai ser a maior moleza", ele diz. "É a coisa mais fácil do mundo. Obrigado por tudo que você fizeram." Ele faz uma pausa e oferece um sorriso. "Agora, todo mundo de volta para o palco." 


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Alice Cooper mostra circo de horrores em Porto Alegre

Músicou usou camisa da Seleção Brasileira e agitou bandeira do Brasil. Foto: Jean Schwarz/Zero Hora.

alice11poaAcabou agora há pouco (pouco antes das 23h), no Pepsi On Stage, em Porto Alegre, o primeiro show da turnê que Alice Cooper faz no Brasil. Durante quase duas horas o músico mostrou o tradicional circo de horrores que o consagrou. Cerca de 700 pessoas (de acordo com o @segundocaderno, do diário “Zero Hora”) estiveram no local e viram a banda de Tia Alice tocar o mesmo repertório do show do último sábado, em Buenos Aires. No bis, Alice Cooper vestiu a camisa da Seleção Brasileira e agitou uma bandeira do Brasil. A abertura ficou por conta da banda local Rosa Tatooada.
Na quinta, Alice Cooper se apresenta em São Paulo, e, na sexta, no Rio. Nessa quarta vinda ao País, Cooper tem na banda três guitarristas, Tommy Henrik, Damon Johnson e Steve Hunter (ex-Lou Reed), além de Chuck Garrick (ex-Dio, baixo) e Glen Sobel (bateria). Veja abaixo quais músicas foram tocadas em Porto Alegre:
1- The Black Widow
2- Brutal Planet
3- I’m Eighteen
4- Under My Wheels
5- Billion Dollar Babies
6- No More Mr. Nice Guy
7- Hey Stoopid
8- Is It My Body
9- Halo of Flies
10- I’ll Bite Your Face Off
11- Muscle of Love
12- Only Women Bleed
13- Cold Ethyl
14- Feed My Frankenstein
15- Clones (We’re All)
16- Poison
17- Wicked Young Man
18- Killer
19- I Love the Dead
20- School’s Out
Bis
21- Elected
22- Fire

Fonte: http://www.rockemgeral.com.br

 

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Show de Paul McCartney continua disponível na web

O show que Paul McCartney fez no Rio, no Engenhão, no último domingo, continua disponível no portal Terra até a próxima sexta, dia 27. Inicialmente, o vídeo sairia do ar ontem (24/5), mas o portal adiou o prazo para a retirada. De acordo com o Terra, a transmissão ao vivo do show atingiu uma audiência de 1,463 milhão de pessoas, das quais mais de 20% assistiram ao show em qualidade HD.


assista o vídeo aqui.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Motörhead: pouco mais de uma semana para os shows no Brasil

Motörhead: pouco mais de uma semana para os shows no Brasil
Henrique Inglez de Souza em 07.04.2011 08:33

Imagem: Divulgação

Muito em breve, o Motörhead volta ao Brasil para sua nova turnê por aqui. Lemmy Kilmister (vocal, baixo), Phil Campbell (guitarra) e Mikkey Dee (bateria) divulgam seu novo álbum, 'The World Is Yours' (2010).

O trio passa por quatro cidades entre os dias 16 e 22 deste mês. Os shows são os seguintes:

São Paulo
Data: 16/04 (sábado)
Horário: 22h
Local: Via Funchal
Endereço: Rua Funchal, 65 – Vila Olímpia
Ingressos: R$ 250 (pista premium), R$ 140 (pista), R$ 180 (mezanino) e R$ 250 (camarote)
Vendas online: aqui

Curitiba
Data: 17/04 (domingo)
Horário: 19h
Local: Curitiba Master Hall
Endereço: Rua Itajubá, 143
Ingressos: a partir de R$ 94
Vendas online: www.diskingressos.com.br

Florianópolis
Data: 20/04 (quarta)
Horário: 22h
Local: Floripa Music Hall
Endereço: Rua Henrique Valgas, 40
Ingressos: R$ 150 (pista/3º lote), R$ 300 (pista Premium/3º lote), R$ 180 (área vip) e R$ 250-R$ 400 (camarote)
Vendas online: www.blueticket.com.br

Brasília
Data: 22/02 (sexta)
Horário: 21h30
Local: Ginásio Nilson Nelson
Endereço: Setor SRPN - Asa Norte
Ingressos: R$ 160 (pista/cadeira) e R$ 260 (premium)
Vendas online: www.livepass.com.br

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Confirmado show de Paul McCartney no Rio

Detalhes da turnê serão apresentados na manhã de quinta-feira, em Ipanema

http://veja.abril.com.br/noticia 

Paul McCartney em Hamburgo, na Alemanha Paul McCartney em Hamburgo, na Alemanha (AFP)
Os fãs de Paul McCartney podem respirar aliviados. O show do ex-Beatle no Rio, que havia sido noticiado mas ainda não confirmado, agora é tratado como evento oficial pela Prefeitura do Rio.

Os detalhes do evento serão apresentados na manhã da quinta-feira, 7, em Ipanema, pelos patrocinadores do evento e a Prefeitura do Rio. Diretor da Planmusic, que traz Paul McCartney à cidade, Luiz Oscar Niemeyer fará o anúncio pessoalmente, acompanhado do secretário de Turismo da cidade, Antônio Pedro Figueira de Mello.

A turnê ‘Up and Coming Tour’ passou por Porto Alegre e São Paulo no ano passado, com direito a um show extra na capital paulista. No Rio, a previsão é de que o show – ou os shows – aconteçam no estádio do Engenhão, na zona norte. Com o Maracanã fechado para obras, a arena, que fica longe da zona sul e do centro do Rio, resta como opção de local para comportar grandes eventos.
Na terça-feira, pelo YouTube, Paul havia confirmado o show em Lima, capital peruana, para o dia 9 de maio. O que indica que os fãs podem reservar na agenda o início do próximo mês para receber 'Macca'.

terça-feira, 22 de março de 2011

Alice Cooper: confirmados shows no Brasil em maio e junho


Acabou de ser publicado no site oficial de Alice Cooper: o lendário cantor fará três shows no Brasil no final de maio e começo de junho. As apresentações acontecerão em Porto Alegre (dia 31/05, no Pepsi On Stage), em São Paulo (02/06, Credicard Hall) e em Curitiba (03/06, Master Hall).
Os shows prometem ser históricos porque, além da parafernália teatral característica de Alice Cooper, marcam o retorno do guitarrista Steve Hunter, que tocou nos álbuns "Billion Dollar Babies" (1973), "Muscle of Love" (1973), "Welcome to My Nightmare" (1975) e "Alice Cooper Goes to Hell" (1976). Os concertos fazem parte da turnê No More Mr Nice Guy – The Original Evil Returns.
Maiores informações podem ser encontradas no site oficial de Alice Cooper no link abaixo.
Matéria original: Collector´s Room

quinta-feira, 17 de março de 2011

Produtora negocia shows de Paul McCartney no Rio de Janeiro

Planmusic, empresa responsável pela turnê brasileira do ex-beatle no ano passado, confirma negociações para datas na capital fluminense

 No ano passado, os cariocas acabaram não recebendo o show de Paul McCartney durante a breve turnê Up and Coming do ex-beatle pelo Brasil. Porém, pode ser que eles tenham a chance de assistir à performance de Paul em breve. A Planmusic, empresa responsável pela vinda de Paul em 2010, tem a intenção de levar o músico para a capital carioca. A notícia foi divulgada primeiramente pelo colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, nesta sexta, 11.

Segundo ele, seriam dois shows no final de maio, provavelmente no estádio do Engenhão. Porém, a assessoria de imprensa da Planmusic apenas confirma que as negociações estão em andamento, mas não há, todavia, qualquer informação relativa o local ou mês das apresentações, caso seja fechado contrato.

A passagem de Paul pelo Brasil em novembro de 2010, que incluiu duas performances em São Paulo e uma em Porto Alegre, deixou o Rio de Janeiro de fora porque o estádio do Maracanã, lugar mais propício para realizar a apresentação, estava - e continua - fechado para obras relativas à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016.

Produtora anuncia show do cantor norte-americano Jack Johnson em Fortaleza.


 
Produtora anuncia show do cantor norte-americano Jack Johnson em Fortaleza. Apresentação do músico havaiano acontece em maio e faz parte de uma turnê brasileira com datas e roteiro ainda não divulgados. Johnson vai trazer para a Capital o espetáculo de sua turnê mais recente, que divulga o quinto álbum do artista, "To the sea" (2010)
Menos de uma semana depois de anunciar o cancelamento do show do cantor britânico Seal, a produtora cearense D&E Entretenimento volta à pauta dos espetáculos internacionais em Fortaleza. A novidade foi o anúncio, na segunda-feira, via microblog Twitter, de uma apresentação do cantor havaiano Jack Johnson.

As informações confirmadas ainda são poucas. O show deve acontecer no dia 27 de maio, no Marina Park Hotel, em uma parceria D&E e Arte Produções. As vendas serão iniciadas no dia 1º de abril, mas não há definição de preços ou locais de venda.

A passagem de Jack Johnson pelo Brasil em 2011 era dada como certa desde o ano passado, quando o cantor deu início a sua turnê mais recente, To the Sea Tour. Primeiro, falou-se em dois shows, para o começo de abril, um em São Paulo e o outro no Rio de Janeiro. Até agora, só foi confirmado outro show, em Brasília, no dia 25 de maio.
http://ht.ly/4gpnx
Jack Johnson despontou no cenário pop no começo da década passada. Surfista, conquistou de cara o público que gosta de pegar ondas, com um versão pop e suave da música folk, num clima zen. O cantor já lançou cinco álbuns de estúdio.

Riscos
A expectativa de público, de acordo com o diretor da D&E, Eberth Santos, é de, pelo menos, 10 mil pessoas. "O Jack Johnson é um artista com um público considerável, já ganhou diversos prêmios e vendeu muitos discos", declarou.

Eberth revelou que a oportunidade de trazer o cantor para Fortaleza veio quando ele divulgou a pretensão de excursionar pela América Latina. "Aí entrou nosso feeling de negócio, sentimos que poderia ser uma boa", acrescentou Eberth. "Trata-se de um negócio de risco, mas só trazemos quando vemos que é possível arcar com os custos e com a logística".

O tema logística, aliás, traz à tona o recente caso do cantor britânico Seal, que teve uma apresentação cancelada, em Fortaleza. O show estava marcado para 26 de março, mas, por "problemas de logística", não acontecerá mais. "Todo mundo disse logo que o motivo era a baixa venda, mas isso não seria motivo para cancelar. Trabalhamos com riscos e iríamos até o fim, mas mudanças da logística do artista no Brasil aumentariam demais os custos e não seria mais viável", explicou.

Eberth garante que mais shows internacionais devem acontecer na cidade daqui pra frente. "Estamos atentos a todas as possibilidades. Estes shows têm sido muito importantes para a autoestima da cidade, que era carente disso. O que vier para o Brasil e couber no mercado da cidade, pode ter certeza de que faremos de tudo para trazer", garantiu. "E tem mais: nossa briga é para ter Fortaleza abrindo as turnês nacionais".

Como exemplo ele citou a cantora Shakira, que desembarcou, na última segunda-feira, no Brasil para apresentações em Porto Alegre, Brasília e São Paulo. Fortaleza chegou a ser cogitada para receber a colombiana, mas os custos totais (incluindo cachê), chegariam a US$ 1,4 milhão. "Fortaleza ainda não comporta um show assim, os ingressos seriam caros demais para o mercado local", avaliou o produtor Eberth Santos.

DELLANO RIOS/FILIPE PALÁCIOEDITOR/ REDATOR

Bora pro show do Iron Maiden?! MATÉRIA DO POVO ON LINE

Falta só uma semana pros caras chegarem ao Brasil. Mas ainda dá tempo de se esquematizar! 

TURNÊ

Atenção metaleiros de plantão! Se você está pensando em ver o Iron Maiden neste ano já tá passando da hora de se esquematizar. O primeiro show já acontece no próximo dia 26 em Sampa.

Bom, a essa altura do campeonato, a melhor estratégia (e mais econômica também) é “descer” pra Recife. Mesmo porque o show lá só vai acontecer no começo do próximo mês, dia 3 de abril.

Se você tem amigos ou parentes que possam hospedar você em Recife, iradíssimo! Sua vida está ganha! Visto que a “liseira” pós-carnavalesca é um fato já consumado! Agora, se você não tem estada gratuita em Recife e não quer, ou não tem grana pra gastar com hospedagem, eu conheço um truque (meio mazela...) que sempre funciona. É simples: você chega em Recife horas antes do show e vai embora logo após. Óbvio que, pra isso, é necessário comprar as passagens com antecedência... Eu e um grupo de amigos fizemos isso no último show do Iron, que rolou em 2009, e deu super certo. E olha que a gente foi e voltou de busão!

Vasculhando na Internet, é possível encontrar grupos de fãs que estão fretando ônibus pra ir a Recife nesse esquema “bate e volta”. Sei que o pessoal do Ceará In Rock está organizando uma excursão que super vale à pena...
 
SERVIÇO
Iron Maiden em Recife: dia 3/4 (domingo), na área externa do Centro de Convenções.
Ingressos: www.ingressorapido.com.br

Programe-se

Maiden day
Uma outra dica, mas esta é pra quem resolver assistir ao show do Iron em Sampa, é adiar a volta a Fortaleza. Isso porque já está confirmada a segunda edição do Maiden Day, que está sendo divulgado como o maior encontro de fãs do Iron Maiden do mundo! A festa vai acontecer no dia 20 de abril no Manifesto Bar, uma casa de show muito irada, localizado no Itaim, bairro nobre na Zona Sul de São Paulo.

Iron no terremoto
Uma notícia quentinha sobre a turnê do Iron Maiden é que os caras deveriam ter feito shows no Japão no fim de semana passado. Dez minutos antes do pouso, o Ed Force One, avião que transporta da banda foi avisado que estava acontecendo um grande terremoto na região norte do país, então, o voo foi desviado para Nagoya. A banda ficou em solo japonês durante o fim de semana, mas cancelou os dois shows que faria em Tóquio nos dias 12 e 13.

#Steve HarriFacts
Pra quem é fã do Iron e tá a fim de dar boas gargalhadas, acabei de descobrir aqui no Twitter o perfil: @s_harrisfacts. Steve Harris – baixista e fundador do Iron Maiden – é considerado por muitos como um “deus” do instrumento. Assim, diversos fãs estão fazendo os “Steve Harris Facts”: frases divertidas e sarcásticas que contam um pouco sobre este mito do metal... Pra sacar mesmo, só seguindo o perfil no twitter...
[+] http://www.twitter.com/s_harrisfacts


Davi Correia
buchicho@opovo.com.br

Elvis Costello não vem mais ao Brasil

Shows que aconteceriam em São Paulo e no Rio de Janeiro foram cancelados por “conflitos de agenda”, informou produtora
Foto: Divulgação/James O'Mara
Elvis Costello cancelou os dois shows que faria no Brasil no mês que vem
Elvis Costello cancelou os dois shows que faria no Brasil no mês que vem
Elvis Costello & The Imposters não vêm mais ao Brasil. Músico e banda, que se apresentariam em São Paulo (5 de abril, Credicard Hall) e Rio de Janeiro (6 de abril, Citibank Hall), cancelaram os shows devido a "conflitos de agenda", informou a produtora Time For Fun.

Quem já havia comprado ingressos para as apresentações poderá requerir reembolso a partir desta quinta-feira, 17, nos canais de venda oficiais da T4F (
clique aqui para acessar o site).

Para pagamentos efetuados em dinheiro, a devolução será feita em dinheiro; no caso de compra com cartão de crédito, o valor será creditado na fatura; clientes que usaram cartão de débito terão o valor depositado em conta.


Em caso de dúvidas, é possível contatar a a T4F pelo telefone 4003-6464 ou pelo e-mail sac@ticketsforfun.com.br.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Pearl Jam vem ao Brasil em novembro, diz jorna


Mas reportagem não especifica datas e locais


sábado, 27 de novembro de 2010

Organização anuncia alterações na turnê do Roxette pelo Brasil

Em Porto Alegre, mudam os preços dos ingressos; em Belo Horizonte e Rio de Janeiro, o horário dos shows

A organização da turnê da banda sueca Roxette pelo Brasil anunciou hoje alterações em três dos quatro shows que o grupo fará no Brasil. As principais serão em Porto Alegre, onde mudaram os preços dos ingressos. Agora, eles custam entre R$ 90 e R$ 300. Na capital gaúcha, a meia-entrada só vale para idosos, aposentados e pensionistas do INSS.
Em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, os preços continuam os mesmos, mas o horário previsto para os shows mudou. Em Minas, ele está marcado para as 19h e não mais às 21h30. No Rio, a apresentação mudou das 21h30 para as 22h. Em São Paulo, nada mudou.
A dupla, formada pela vocalista Marie Fredriksson e pelo guitarrista Per Gessle, se apresentará em 12 de abril no Pepsi on Stage, em Porto Alegre; em 14/4, no Credicard Hall, em São Paulo; em 16/4, no Citibank Hall, no Rio; e em 17/4, no Chevrolet Hall, em Belo Horizonte.
A pré-venda de ingressos para clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners começou ontem e vai até 1 de dezembro. O público geral poderá comprar entradas a partir de 2/12. Pode-se comprar por telefone 4003-5588 (válido para todo o país), pelo site www.ticketsforfun.com.br e em pontos-de-venda.
Serviço
Porto Alegre
12 de abril de 2011
Pepsi on Stage
Horário: 21h30
Ingressos: R$ 90 (pista comum, 1º lote) a R$ 300 (camarote)
São Paulo
14 de abril de 2011
Credicard Hall
Horário: 21h30
Ingressos: R$ 90 (plateia superior 3) a R$ 350 (camarote setor 1)
Rio de Janeiro
16 de abril de 2011
Citibank Hall
Horário: 22h
Ingressos: R$ 150 (pista) a R$ 270 (pista premium)
Belo Horizonte
17 de abril de 2011
Chevrolet Hall
Horário: 19h
Ingressos: R$ 140 (pista, 1º lote) a R$ 200 (pista, 4º lote)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Ceará na rota internacional

Via: O Povo online
Há algo em torno de 20 anos, falar em show internacional em Fortaleza era motivo de piada. Ou tratava-se de um boato, ou o artista em questão era alguém que já estava bem longe dos seus tempos áureos. Corta e adianta até o dia 22 de outubro de 2010. Uma semana após um super show do Black Eyed Peas como uma das principais atrações do Ceará Music. Certamente, a presença do quarteto americano em terras alencarinas é sinal de novos tempos.

E, apenas uma semana após o grupo liderado por Will.I.Am., os irlandeses dos Cranberries aportam no Siará Hall. Eles farão um único show amanhã (23), como parte de turnê internacional que marca o retorno após sete anos em que o quarteto esteve afastado. O último disco de Mike Hogan (baixo), Noel Hogan (guitarra), Fergal Lawler (bateria) e Dolores Mary O’Riordan (voz) foi Wake up and smell the coffe, de 2001. Dois anos depois, eles decidiram dar um tempo na banda para cuidarem de projetos pessoais. Sempre recebidos de forma bastante calorosa pelo público, esta será a segunda vez que eles tocam no Brasil após o retorno das atividades do grupo, e a primeira vez em Fortaleza durante os seus pouco mais de 20 anos de carreira.

Em pouco mais de um ano, outras atrações internacionais como Alanis Morissette, Air Supply, A-Ha, Charles Aznavour, Alpha Blondy, Dionne Warwick, The Stylistics e o lendário Chuck Berry, foram alguns dos nomes que já passaram por Fortaleza. Isso sem contar com a presença frequente do grande Billy Paul ou dos nomes do jazz e do blues que já se apresentaram em shows e festivais por aqui. Sejam estrelas do jazz ou do rock, não é só o público que tem se mostrado animado com esse circuito. “É um reflexo do Brasil inteiro e nós estamos absorvendo isso devagarinho. Fortaleza começou a entrar na roda desses eventos”, atesta João Carlos Parente, da D&E Entretenimento. Ele lembra que na primeira vez que trouxe os noruegueses do A-Ha a Fortaleza, no início da década de 90, havia um clima de incredulidade e chegaram a pensar que não passava de um playback.

João Carlos não tem dúvidas que a cidade tem estrutura suficiente para entrar no roteiro das grandes atrações internacionais. “O que se viu no BEP foi o melhor. Eles ficaram impressionados com o que conseguimos fazer. Hoje nós estamos excelentes em produção”. Ainda assim ele aponta que ainda é difícil encontrar espaço nas agendas. “Esses artistas vem com datas disponíveis para fazer América Latina, não só o Brasil. Então, pra conseguir esticar uma turnê dessas pra cá é difícil”.

Para o diretor de produção da Freelancer, Washington Espanhol, esse é um caminho sem volta. “Ta na hora de entender que o Nordeste também é forte. Eu acredito que agora pelo menos uma cidade do Nordeste vai ser incluída nas grandes turnês”. No entanto ele assume que ainda é difícil conseguir patrocínio e cita como exemplo que o show do BEP em Recife levantou R$ 700 mil em patrocínio. “Nós ainda estamos sofrendo um pouco com isso”. Washigton concorda que tecnicamente o Brasil e o Ceará estão preparados para realizar estes eventos e lembra que o show do Iron Maiden, realizado no ano passado em Recife usando equipamento nacional de som e luz. “Não é preconceito. Esse circuito demorou pra chegar aqui porque o roteiro era esse mesmo. O Chile e a Argentina recebem shows internacionais há muito mais tempo que nós”. E alerta que é preciso saber escolher as atrações que se adéquam a cada local. “Chuck Berry não deu certo de público em Fortaleza, mas em Porto Alegre lotou. É uma coisa cultural”.

Rafael Moura, gerente de produção da Empire Records, já aponta Fortaleza como o ponto do Nordeste para shows internacionais. Com o trabalho mais voltado para o rock, ele que já foi responsável pela vinda de Motorhead (Inglaterra), Halloween (Alemanha), Bad Religion e NOFX (EUA), e lembra que nunca passou vexame com a venda de ingressos. “São bandas sempre com um público garantido e sempre vem muita gente de outras cidades”.

Um tema sempre polêmico em relação aos shows, principalmente internacionais, é o preço dos ingressos. Perguntado se Fortaleza poderia receber outras grandes produções como Paul McCartney ou Madonna, João Carlos tem dúvidas sobre se o público estaria disposto a pagar um ingresso tão caro para ver esses ídolos. “Cidades grandes já conseguem trabalhar com tickets altos”. Rafael concorda e diz que fica receoso quando vê que precisa aumentar o valor do ingresso, mas até isso pode mudar. “Shows grandes vão abrindo portas e o público vai vendo que aqui tem shows maiores. As pessoas vão vendo que vale a pena pagar pelo espetáculo”. E, importante, todos os entrevistados confirmaram que têm novidades reservadas para 2011. Agora é só esperar.

SERVIÇO
THE CRANBERRIES - Show com a banda irlandesa neste sábado (23), às 22h30, no Siará Hall (Av. Washington Soares, 3199 – bairro Edson Queiroz)

Ingressos: Pista: R$ 120 (inteira); Pista premium (4º lote): R$ 260 (inteira); Camarote 1º piso: R$ 220; Camarote 2º piso: R$ 180. Estudantes pagam meia entrada. À venda no Siará Hall, por telefone (4003 5588) e pelo site www.ticketsforfun.com.br. Pagamentos em dinheiro ou cartão (com exceção do Hipercard) Outras

informações: 3278.8400

Set list do show do Cranberries
>Analyse
>How
>Animal instinct
>Dreaming my dreams
>Linger
>Ode to my family
>Wanted
>Just my imagination
>Desperate Andy
>When you’re gone
>Daffodil lament
>I Can’t be with you
>Waltzing back
>Electric Blue
>Free
>Salvation
>Ridiculous Thoughts
>Zombie

Bis
>Shattered
>Astral projection
>Promises
>Dreams

E-MAIS

Próximos shows internacionais
>ABBA Show – 20/11 no Mucuripe Club

>Marky Ramone – 6/11 no festival Ponto.CE (Centro Dragão do Mar)

>Pennywise – 2/12 na Barraca Biruta 

Marcos Sampaio
marcossamapaio@opovo.com.br

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Rob Halford faz única apresentação no Brasil neste final de semana

Por: www.sonzeira.com.br
Rob Halford vocalista da lendária banda de Heavy Metal, Judas Priest chega neste final de semana ao Brasil. O músico faz apresentação única no país, neste domingo, dia 24 de outubro, às 20h, no Carioca Club, em São Paulo.
O vocalista trás para o Brasil a turnê de divulgação do álbum “Halford IV – Made Of Metal”, que foi lançado em outubro do ano passado, após sete anos sem lançar nenhum material inédito. Rob Harford vem acompanhado dos músicos s Roy Z (guitarra), Metal Mike Chlasciak (guitarra), Mike Davis (baixo) e Bobby Jarzombek (bateria).
Os ingressos para o evento custam R$: 120,00 (pista) e R$: 200 (camarote), confira abaixo o clipe “Made Of Metal” lançado recentemente.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Festival Planeta Terra 2010

Consolidado como um dos maiores eventos de música do Brasil, o Planeta Terra Festival acontece no dia 20 de novembro no Playcenter, em São Paulo. Assim como foi na edição 2009, o festival contará com dois palcos: o Sonora Main Stage e Gillette Hands Up \o/ Indie Stage.
Promovido pelo Terra, Planeta Terra Festival terá no Sonora Main Stage as atrações Smashing Pumpkins, Pavement, Phoenix, Mika, Of Montreal, Novos paulistas e Mombojó. Já no Gillette Hands Up \o/ Indie Stage, quem se responsabiliza pela festa são os nomes Girl Talk 3rd band, Empire of the Sun, Hot Chip, Passion Pit, Yeasayer, Holger, Hurtmold e República.
Os ingressos para o festival estão esgotados desde o dia 7 de setembro. Para quem quiser acompanhar os shows, a Terra TV irá transmitir na íntegra todo o evento em três canais simultâneos ao vivo.
Confira os horários:
Sonora Main Stage:
16:00 / 17:00 - Mombojó
17:30 / 18:30 - Novos paulistas
19:00 / 20:00 - Of Montreal
20:30 / 21:30 - Mika
22:00 / 23:00 - Phoenix
23:30 / 01:00 - Pavement
01:30 / 03:00 - Smashing Pumpkins
Gillette Hands Up \o/ Indie Stage:
16:00 / 16:40 - República
17:00 / 18:00 - Hurtmold
18:30 / 19:30 - Holger
20:00 / 21:00 - Yeasayer
21:30 / 22:30 - Passion Pit
23:00 / 00:00 - Hot Chip
00:40 / 01:40 - Empire of the Sun
02:00 / 03:30 - Girl Talk 3rd band
O Festival
Organizado pelo Terra, o evento ocupará os 80 mil m² do famoso parque de diversões da capital paulista e tem previsão de abrigar cerca de 20 mil pessoas em suas 10 horas de música ao vivo. Com a abertura dos portões marcada para as 13h, os fãs dos grupos poderão conferir os dois palcos montados no Playcenter (Main Stage e Indie Stage) e ainda se divertir nos brinquedos abertos ao público.
Brinquedos
Além das 10 horas de música, o Planeta Terra Festival ainda contará com os brinquedos do Playcenter funcionando para todos os fãs. Cataclisma, Wave Swinger, Barco Viking, Swing Dance, Waimea, Sky Coaster, Monga e Windstorm funcionarão entre 13h e 21h.
Para quem quiser seguir durante a madrugada se divertindo e curtindo as bandas em alto e bom som, Boomerang, Evolution, Auto Pista, Double Shock, Looping Star, Turbodrop e Magic Motion irão funcionar das 14h até 5h.
Planeta Terra Festival
Reservado na agenda dos fãs de música, o Planeta Terra Festival se consolidou como um dos maiores festivais do Brasil. Em suas edições anteriores, o grupo já trouxe nomes como Lily Allen, Kasabian, The Foals, Jesus and Mary Chain, Kaiser Chiefs, The Breeders, Spoon, The Offspring e Bloc Party.
Só na edição de 2009, o line up do evento teve Iggy and the Stooges, Sonic Youth, Primal Scream, Metronomy, The Ting Tings e outros.
Serviço - Planeta Terra Festival 2010
Quando: 20 de novembro
Onde: Playcenter - São Paulo
Censura do evento: 18 ano
Passion Pit
Pavement
Mika
Phoenix
Passion
monbojó

Smashing Pumpkins
 

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