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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




CARIRI VEÍCULOS

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Mostrando postagens com marcador 50 MAIORES GUITARRISTAS. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Jeff Beck vai receber prêmio de ‘Lenda Viva do Rock

Acontece no dia 9 de novembro, em Londres, a cerimônia que irá elevar o guitarrista Jeff Beck ao status de “Lenda Viva do Rock”. Beck se juntará a Jimmy Page, Lemmy, Alice Cooper, Iggy Pop e Ozzy Osbourne, ao receber o prêmio da revista britânica “Classic Rock”. A cerimônia, que é anual, distribuirá prêmios em outras castegorias, cujos vencedores só serão revelados na hora. A apresentação será do baixista/vocalista do Kiss, Gene Simmons.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Eric Clapton: novas datas para início de venda de ingressos


Foram divulgadas novas datas para vendas de ingressos para as três apresentações de Eric Clapton no Brasil. Segundo a XYZLIVE, em sua página no Facebook, serão as seguintes:
Rio de Janeiro - 16 de julho
São Paulo - 19 de julho
Porto Alegre - 29 de julho
Depois de tantos desencontros e alterações, esperamos que essas novas datas sejam definitivas.
Welcome to Brasil, Mr Eric Clapton!!!
Press-release: Eric Clapton Brazilian FanClub
http://whiplash.net/materias 

quinta-feira, 24 de março de 2011

Rolling Stone e os 100 maiores guitarristas de todos os tempos!


Por Ricardo Seelig

Todo colecionador, além de ser um fetichista nato, adora uma lista, nem que seja para falar mal. Então, aí vai mais uma: os editores da Rolling Stone elegeram os maiores guitarristas de todos os tempos, em uma seleção que certamente irá causar polêmica.

Antes de reclamar, leia bem: a lista traz os “maiores”, e não os “melhores”. E, para tanto, os caras se basearam em conceitos um tanto quanto intangíveis, como influência, impacto e força da obra, e não técnica e capacidade de tocar à velocidade da luz como se fosse um integrante do Cirque du Soleil.

Mesmo assim, causa estranheza a não inclusão de nomes como Joe Satriani e Steve Vai – não vou nem falar de Malmsteen, que pra mim não faz falta alguma – e as modestas posições alcançadas por ícones do instrumento como Eddie Van Halen. Por outro lado, é extremamente louvável e digno de elogios a inclusão de nomes como Richard Thompson, Mike Bloomfield, John Cipollina, Steve Crooper e Scotty Moore – não sabe quem são? Vá no Google, pesquise e ouça os discos, você irá curtir.

No topo, quem deveria estar lá, acompanhado, nas dez primeiras posições, por ícones incontestáveis do instrumento – mas bem que o já citado Van Halen e Jeff Beck poderiam estar entre os dez, né não?


Confira abaixo quais são, segundo a Rolling Stone, os 100 maiores guitarristas de todos os tempos:
1. Jimi Hendrix
2. Duane Allman
3. B.B. King
4. Eric Clapton
5. Robert Johnson
6. Chuck Berry
7. Stevie Ray Vaughan
8. Ry Cooder
9. Jimmy Page
10. Keith Richards
11. Kirk Hammett
12. Kurt Cobain
13. Jerry Garcia
14. Jeff Beck
15. Carlos Santana
16. Johnny Ramone
17. Jack White
18. John Frusciante
19. Richard Thompson
20. James Burton
21. George Harrison
22. Mike Bloomfield
23. Warren Haynes
24. The Edge
25. Freddy King
26. Tom Morello
27. Mark Knopfler
28. Stephen Stills
29. Ron Asheton
30. Buddy Guy
31. Dick Dale
32. John Cipollina
33. Lee Ranaldo
34. Thurston Moore
35. John Fahey
36. Steve Cropper
37. Bo Diddley
38. Peter Green
39. Brian May
40. John Fogerty
41. Clarence White
42. Robert Fripp
43. Eddie Hazel
44. Scotty Moore
45. Frank Zappa
46. Les Paul
47. T-Bone Walker
48. Joe Perry
49. John McLaughlin
50. Pete Townshend
51. Paul Kossoff
52. Lou Reed
53. Mickey Baker
54. Jorma Kaukonen
55. Ritchie Blackmore
56. Tom Verlaine
57. Roy Buchanan
58. Dickey Betts
59. Ed O'Brien
60. Jonny Greenwood
61. Ike Turner
62. Zoot Horn Rollo
63. Danny Gatton
64. Mick Ronson
65. Hubert Sumlin
66. Vernon Reid
67. Link Wray
68. Jerry Miller
69. Steve Howe
70. Eddie Van Halen
71. Lightnin' Hopkins
72. Joni Mitchell
73. Trey Anastasio
74. Johnny Winter
75. Adam Jones
76. Ali Farka Toure
77. Henry Vestine
78. Robbie Robertson
79. Cliff Gallup
80. Robert Quine
81. Derek Trucks
82. David Gilmour
83. Neil Young
84. Eddie Cochran
85. Randy Rhoads
86. Tony Iommi
87. Joan Jett
88. Dave Davies
89. D. Boon
90. Glen Buxton
91. Robby Krieger
92. Wayne Kramer
93. Fred “Sonic” Smith
94. Bert Jansch
95. Kevin Shields
96. Angus Young
97. Robert Randolph
98. Leigh Stephens
99. Greg Ginn
100. Kim Thayil

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Corpo de Gary Moore é enterrado na Inglaterra

garymooreO corpo do guitarrista Gary Moore foi enterrado ontem, na cidade de Brighton, no sul da Inglaterra, onde o guitarrista viveu durante 15 anos, e onde os filhos dele moram. Moore sofreu um ataque cardíaco fulminante no dia 6 de fevereiro, quando curtia férias com a namorada na Costa Del Sol, na Espanha. A causa da morte, no entanto, não foi oficialmente anunciada. O guitarrista tinha 58 anos e deixou quatro filhos.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Steve Vai trabalha em novo álbum

Fã pode escolher cidade pela qual nova turnê irá passar


stevevaiUsando a conta que mantém no twitter, o guitarrista Steve Vai anunciou que está gravando um novo álbum. “Trabalhando no novo disco. Explodindo as caixas de som”, diz o post, lançado agora (3/2) à tarde. “Morrendo de vontade de sair numa turnê. Quer me ajudar a decidir onde tocar?”, conclui, indicando o link para um site onde o fã pode colocar a cidade dele na rota de uma possíivel turnê. Clique aquipara participar. O disco de inéditas mais recente do guitarrista é “Real Illusions: Reflections”, lançado em 2005.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

HOMENAGEM AO GRANDE GUITARRISTA ULI JON ROTH


Ulrich Hans Joachim Anton Josef Roth (18 de dezembro de 1954 em Düsseldorf, Alemanha), também conhecido como Uli Jon Roth, é um guitarrista elétrico e um dos primeiros a contribuir para o gênero metal neoclássico.
Ex-guitarrista da banda Scorpions e do Electric Sun. Entrou no Scorpions em 1973 para substituir o Excelente guitarrista prodígio Michael Schenker(Ex-UFO e irmão mais novo de Rudolf Schenker), que havia gravado o primeiro álbum da banda (Lonesome Crow com apenas 16 anos). Realizou álbuns e também vocais de considerável potência.
Nesta época ele gravou os seguintes álbuns no Scorpions: Fly to the Rainbow (1974), In Trance (1975), Virgin Killer (1976) e Taken by Force (1977) além do ao vivo no Japão Tokio Tapes (1978). Em 1978 ele deixa o Scorpions pra formar o Electric Sun onde permaneceu até meados da década de 80.


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Porém, enquanto o SCORPIONS  estava decidido a rumar ao estrelato, obter melhores vendagens, que foi justamente o que aconteceu nos anos 80 quando entraram no mercado americano, Uli queria explorar outros limites, aperfeiçoar suas habilidades musicais,crescer como músico. E realmente o fez, ao montar sua banda solo, o Eletric Sun, lançando “Earthquake” (1979), “Firewind” (1980) e inovando de vez com “Beyond The Astral Skies”, no qual Uli criou uma guitarra com sete cordas e 40 trastes feita por encomenda, chamando-a de "Sky Guitar". Outros lançamentos se seguiram até chegarmos a “Transcendental Sky Guitar”, álbum de composições e interpretações de músicas clássicas, além de covers do grande e único ídolo de Uli, Jimi Hendrix. Uli Roth o considera sua grande influência ao lado de compositores clássicos como Mozart, Chopin, Paganini, Beethoven, Vivaldi e Bach.

Uli é um músico que buscou suas inspirações internamente, fazendo seu próprio mundo. Uli acha que uma simples melodia pode o satisfazer mais do que grandes técnicas de guitarra e é justamente esse o grande diferencial de Uli Jon Roth em relação à outros guitarristas. Como o próprio Uli diz, música não é um monte de "barulhinhos" técnicos ou multi-efeitos, mas sim um conjunto de harmonias maravilhosas e inspiradas, mesmo que simples.
Uli Jon Roth continua lançando seus álbums com sua Sky Guitar e ainda influenciando grandes guitarristas que compreendem seu trabalho e admiram sua integridade e seu talento como músico. Influenciados comoYNGWIE MALMSTEEN, Marty Friedman, Michael Romeo e Chuck Schuldiner, todos fãs confessos de Uli Jon Roth.

Uli Jon Roth - Sky of Avalon – Prologue to the Symphonic Legends (1998)


Sky of Avalon – Prologue to the Symphonic Legends é um projeto musical de Uli Jon Roth na Sky Studios no outono de 1995. Foi lançado no Japão e na Europa em 1996 e finalmente nos E.U.A. em 1998.

Uli Jon Roth - Eletric Sun Fire Wind (1980)


Ulrich Roth, também conhecido como Uli Jon Roth, é um guitarrista elétrico e um dos primeiros a contribuir para o gênero metal neoclássico. Foi um ex-guitarrista da banda Scorpions e do Electric Sun. Entrou no Scorpions em 1973 no lugar de Michel Schenker (ex-UFO e irmão do fundador da banda Scorpions, Rudolf Schenker). Realizou álbuns e também vocais de grande potência. Nesta época ele gravou os seguintes álbuns no Scorpions: Fly to the Rainbow (1974), In Trance (1975), Virgin Killer (1976) e Taken by Force (1977) além do ao vivo no Japão Tokio Tapes (1978). Em 1978 ele deixa o Scorpions pra formar o Electric Sun onde permaneceu até meados da década de 80. Fire Wind é o segundo trabalho da banda Eletric Sun e foi lançado em 1980.

Entrevista com Yngwie Malmsteen


Traduzido por Nathália Plá 
VIA: WHIPLASH


Brian Rademacher do Rock Eyez entrevistou recentemente o lendário guitarrista sueco YNGWIE MALMSTEEN. Abaixo um trecho da conversa.
Rock Eyez: O Natal está chegando. O que você gostaria de presente?
Yngwie Malmsteen: Eu acabei de me comprar uma Ferrari nova; é a minha quarta, estou colecionando agora. O que melhor posso dizer; eu gostaria que tudo permanecesse como está, tudo está indo muito bem agora. Tudo está ótimo. Eu amo o que faço, eu amo minha família e se tudo poder ficar assim. Estou feliz.
Rock Eyez: Você imaginava quando criança que sua vida seria assim?
Yngwie Malmsteen: De jeito nenhum, nem um pouco. Cara, eu vim para os Estados Unidos quando era um adolescente com uma escova de dentes e uma guitarra e meu sonho era que eu não tivesse de fritar hambúrgueres (risos). Se eu não tivesse de fazer isso, eu estaria feliz se conseguisse ganhar dinheiro para viver um dia após o outro fazendo música – era isso – mas as coisas foram diferentes. Vinte e nove anos depois eu jamais poderia imaginar na minha vida que as coisas estariam tão bem e continuariam tão bem por tanto tempo. Eu estou extremamente satisfeito; beijo o travesseiro toda noite.

Rock Eyez: Qual você acha que é sua maior conquista na música?
Yngwie Malmsteen: A coisa mais recompensadora é que eu nunca fiz sacrifícios e eu fiz tudo de coração. Eu queria tocar música honesta e como resultado eu influenciei muita gente. Crescendo na Suécia quando menino, eles diziam que eu não conseguiria porque eu tocava fora do padrão, por assim dizer, eu tocava muito loucamente, muito alto e muito rápido. Minha música jamais seria comercial e eu dizia, "Isso é o que eu faço – ame ou deixe". Eu fiz tudo com sangue, suor e lágrimas de coração e não fiz coisas para tocar no rádio. E sim, lá nos anos 80 eu compus algumas músicas melosas; acho que isso foi um pequeno sacrifício. Eu também estou feliz com a longevidade, sou muito feliz e abençoado por isso.

Rock Eyez: Como você se sente quando um jovem guitarrista chega até você e pede seu autógrafo?
Yngwie Malmsteen: É ótimo e incrível. Acontece tanto ultimamente acredito que por causa dessa coisa de YouTube. Lembro de pessoas chegando pra mim e dizendo, "Ei, cara, em que banda você está?" e não me conheciam de verdade mas sabiam que eu estava numa banda. Agora eles sabem exatamente quem eu sou. Eu dirijo pelas ruas e as pessoas levantam placas dizendo, "Ei Yngwie." Eu era meio cético com essa coisa de Youtube e Guitar Hero, mas tudo acabou sendo uma coisa boa para mim.

Fonte desta matéria (em inglês): Rock Eyez

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Guitarra de Eric Clapton pode atingir R$ 50 mil em leilão


ericclapton2Um leilão de guitarras promovido por Eric Clapton, em Nova York, em março, têm preços estimados entre US$ 300 e US$ 30 mil, o equivalente a, respectivamente, R$ 506 e R$ 50,6 mil. Ao todo, Clapton vai leiloar mais de 70 guitarras de sua coleção pessoal, para arrecadar fundos para o centro de reabilitação de drogas e álcool de sua propriedade, em Antígua. O leilão terá ainda instrumentos doados por Jeff Beck, J.J. Cale e Joe Bonamassa.
Entre os destaques do leilão estão o modelo usado por Clapton em apresentações em 2005, outra com a qual tocou nos shows de reunião do Cream, em Londres e Nova York, e uma Fender Stratocaster preta feita sob encomenda, conhecida como “Eric Clapton Signature”, cujo valor do lance vencedor pode chegar a US$ 30 mil (R$ 50,6 mil). O leilão será realizado com a empresa Wallace & Hodgson, que trabalhou nos dois leilões anteriores de guitarras Clapton, em 1999 e 2004.

Eric Clapton vai leiloar coleção de guitarras e amplificadores


Eric Clapton vai leiloar mais de 150 guitarras e amplificadores de sua coleção pessoal em prol da clínica de reabilitação Crossroads Centre, em Antígua, que o músico fundou em 1998. O evento em Nova York acontece no dia 9 de fevereiro e contará também com instrumentos de Jeff Beck, JJ Cale e Joe Bonamassa.
Um dos itens mais valiosos é uma das guitarras que Clapton usou durante os shows de reunião do Cream em 2005. A expectativa é que ela seja vendida por 13 mil libras. Um par de amplificadores dos anos 70, quando Clapton tocava com o Derek And The Dominos, tem seu preço estimado em 5 mil libras.
Clapton já arrecadou dinheiro para a clínica em 1999 e 2004.Stephanie Connell, chefe da divisão de entretenimento da casa de leilões Bonhams, espera que o evento seja um sucesso. "Estamos muito felizes de poder leiloar uma coleção fantástica de guitarras e amplificadores de um ícone da música", disse ao jornal Independent.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

hoje 06/12 também é o aniversário de RANDY RHOADS



Randall Willian Rhoads, ou simplesmente Randy Rhoads, nasceu em 6 de dezembro de 1956 na cidade de Santa Mônica no estado da Califónia - EUA. Seu pai era professor de musica em escolas públicas e deixou a familia quando Randy tinha apenas 17 meses. Seu irmão mais velho, Kelle, era baterista e cantor, sua irmã, também mais velha, Kathy, tocava violão e sua mãe Delores tinha uma escola de música de muito sucesso chamada Musoni .
Com sete anos de idade Randy ganhou seu primeiro violão, um antigo Gibson que era de seu avô. Estudou música folclórica e piano na escola de sua mãe. Um dia seu irmão o levou a um show de ALICE COOPER e foi desse momento em diante que Randy decidiu ser um guitarrista de rock . Suas primeiras lições de guitarra foram numa Harmony Rocket (semi-acústica) com Scott Shelly, um professor da escola Musonia. Um dia Scoot disse a Delores que não tinha mais nada a ensinar a Randy porque o garoto já sabia tudo o que ele sabia.
Aos 14 anos montou sua primeira banda, o Violet Fox, ele próprio na guitarra base e Doug na batera. Com 15 anos começou a dar aulas na escola de sua mãe se tornando um professor muito requisitado. Depois vieram as bandas The Katzenjammer Kids e Mildred Pierce, tocando em festas de bairro até formar o Little Women, em 1976, com o baixista Kelly Garni e o vocalista Kevin DuBrow. Nessa epoca ele dava aulas de dia e tocava com o Little Womem à noite. Mais tarde a banda trocaria de nome, vindo à se chamar Quiet Riot e se tornando umas das maiores bandas de Los Angeles.

Em 1978 o Quiet Riot gravou seu primeiro álbum intitulado "Quiet Riot" e em 1979 "Quiet Riot II", ambos amparados pela gravadora CBS\\Sony records e lançados apenas no Japão. No dia 22 de setembro de 1979, dia que o Quiet Riot tocava no "Whiskey a Go-Go" em Los Angeles, Randy se apresentou pela primeira vez com sua Flying V que ficou conhecida por ser preta com acabamento em bolinhas brancas, em forma de "V", que custou 738 dólares e que fora feita por Kard Sandoval por encomenda do próprio Randy Rhoads. Ele também tocava sua Gibson Les Paul branca. Depois foi feita uma outra Flying V de cor preta, conhecida como "Dean flying V

Ainda em 1979 através do amigo Dana Strum, Randy foi fazer um teste para uma banda que estava sendo formada por OZZY OSBOURNE (Black Sabbath) que pensava em voltar para a Inglaterra pois já havia feito testes com quase todos guitarristas de Los Angeles e não gostando de nenhum. Quando Randy ligou a guitarra em um amplificador de estudo e começou a se aquecer, foi o suficiente para Ozzy ver que havia encontrado a pessoa certa.
O grupo foi formado com Ozzy (vocal), Randy (guitarra) e Dana Strum (baixo) e por sugestão de Randy o baterista escolhido foi Frankie Bannali (Quiet Riot). Após algumas apresentações em Los Angeles iriam para a Inglaterra gravar um álbum, mas a gravadora obteve apenas uma licença de entrada para trabalho a um não-inglês, e o escolhido foi Randy Rhoads.
No Dia de Ação de Graças de 1979, Randy na casa de Ozzy em Wales começou a compor músicas com Ozzy para o seu primeiro disco solo intitulado "Blizzard Of Ozz" (trocadilho com "O Mágico de Ozz") que é considerado pela crítica e pelo próprio Ozzy seu melhor disco fora do BLACK SABBATH. A banda ensaiava no salão "John Henrys" em Londres, onde as pessoas passavam e ficavam olhando, depois iam a um pub para testar as canções. Uma delas, "Crazy Train", chegou a mexer com o público, o que os deixou entusiasmados. Entre eles estavam Bob Daisley (baixo) e Kerslake (batera), ambos ex-integrantes do Uriah Heap, que fizeram teste e foram contratados por Ozzy. A banda de Ozzy entrou no Ridge Farm Studios em 22 de março de 1980 para gravar o primeiro disco. Terminado o disco, Randy volta à Califórnia onde se apresenta com o Quiet Riot no Starwood club.

Rudy Sarzo baixista do Quiet Riot se junta a Randy e Ozzy para a turnê "Blizzard of Ozz" pelos EUA. Em setembro de 1980 a banda voltou ao Reino Unido. O show quebrou o recorde de bilheteria do Apollo Theatre em Glasgow, Escócia. Fizeram 34 shows em 3 meses. Em dezembro de 1980 Randy estava na Califórnia para encomendar outra guitarra, agora com Grover Jackson. Faltava uma semana para o Natal. Com o desenho num pedaço de papel, Randy Rhoads e Grover Jackson criaram a primeira guitarra "Jackson": a branca "Flying V" (ou simplesmente "rabo de peixe") - sinônimo de Randy Rhoads e que inclusive se tornou muito popular nos anos 80. Todo guitarrista queria tocar com este tipo de guitarra, o que fez com que a Jackson, que era uma guitarra artezanal, se tornasse uma fábrica reconhecida mundialmente. Em fevereiro e março de 1981, a banda de Ozzy gravou o segundo álbum, "Diary Of A Madman", no Ridge Farm Studios, e partiram para shows com Tommy Aldrige (batera) para a turnê americana. No fim da turnê, Randy foi a Grover Jackson para fazer outra guitarra, queixando-se que as pessoas pensavam que a branca "Jackson" era a "Flying-V". Ele queria uma diferente. Semanas depois, Randy foi ver o protótipo que Grover Jackson criara. Randy e Jackson ficaram desenhando sobre a madeira por uma hora até concordarem com o desenho final. Ele recebeu a segunda Jackson quando a turnê "Diary Of A Madman" já havia iniciado. Foram três guitarras encomendadas por Randy Rhoads: a primeira (modelo preto) e mais duas. Uma delas foi acidentalmente vendida através do mostruário da Jackson, e atualmente pertence a Rob Lane (jacksoncharvelworld.com); a terceira guitarra, Jackson parou de fazer no dia da morte de Randy.
Em 18 de março de 1982, a banda tocava no Civic Coliseum em Knoxville, Tennessee (EUA) e dali iriam para Orlando (Florida) tocar no "Rock Super Bowl XIV" com as bandas Foreigner, Bryan Adams e UFO. A caminho de Orlando passaram pela casa do motorista do ônibus, Andrew Aycock, que vivia em Leesbur (Florida) em Flying Baron Estares .O lugar consistia de três casas, um galpão para avião e uma pista de pouso, cujo dono era Jerry Calhoun. Andrew Aycock precisava de umas peças sobressalentes e pensou em parar ali. Andrew Aycock, que tinha dirigido a noite toda desde Knoxville, e era piloto, talvez para ser gentil, pegou o avião sem permissão e levou o tecladista Don Airey e o empresário Jat Duncan para dar umas voltas. O certificado médico de Andrew tinha expirado, portanto sua licença para voar não era válida. Perto das 9 horas, Andrew Aycock deixou os dois passageiros e convidou Randy Rhoads e Rachel Youngblood (fazia as maquiagens) para dar umas voltas. O avião voava baixo e passava zunindo perto do estacionamento onde estava o ônibus, talvez para brincar com o pessoal. Há pouco tempo o piloto havia passado por um divórcio sórdido. Acredita-se que quando a ex-esposa dele entrou no ônibus, ele vôou na direção do mesmo. Passaram três vezes. Na quarta, a asa esquerda do avião raspou no teto do ônibus, bateu 
num pinheiro e caiu na garagem de Jerry Calhoun explodindo e destruindo tudo. OZZY OSBOURNE, Tommy Aldrige, Rudy Sarzo e Sharon Arden, que tinham acordado com o primeiro impacto, achavam que se tratava de um acidente na estrada. Wanda Aycock e Don Airey, atônitos, tinham testemunhado tudo. Ozzy ainda correu para prestar socorro. Ele entrou na casa e salvou um homem que estava em chamas, mas infelizmente Randy estava morto. O show em "Rock Super Bowl XIV" foi cancelado e os promotores devolveram os ingressos.

Randy Rhoads descansa em paz em San Berbadino, Califórnia. Seu som, porém, não foi silenciado. Ozzy lançou o disco "Randy Rhoads Tribute" (1987), gravado em shows ao vivo (Cleveland e Montreal). O álbum vendeu 6 milhões de cópias. Em 1993, após dez anos de sua morte, foi a vez do Quiet Riot o homenagear com o disco "The Randy Rhoads Years", com gravações da época de Rhoads. Jake E Lee, Sebastian Bach e Kane Roberts gravaram um álbum só com músicas da época em que Randy estava com Ozzy. Infelizmente nenhum VHS oficial foi produzido com Randy, mas bootlegs (gravações amadoras) de alguns shows podem ser encontrados.












sábado, 4 de dezembro de 2010

Slash: site anuncia três shows em abril no Brasil



O site oficial do guitarrista SLASH confirma três datas para apresentações no Brasil.
06/04 Rio de Janeiro, Brazil Circo Voador
07/04 Sao Paulo, Brazil HSBC HallInfo
08/04 Curitiba, Brazil TBA
Além destas, eis as outras datas e locais de shows na turnê sul americana.
04/04 Santiago, Chile Teatro Caupolican
10/04 Buenos Aires, Argentina Estadio Cubierto Islas Malvinas
13/04 San Juan, Puerto Rico Coliseo de Puerto Rico
Fonte desta matéria: Site Oficial de Slash

domingo, 28 de novembro de 2010

REVISTA ROLLING STONE traz matéria de RANDY RHOADS

RANDY RHOADS
Henrique Inglez de Souza

Quando Ozzy Osbourne foi demitido do Black Sabbath, em 1979, não havia nada que lhe garantisse um futuro de glórias – a não ser, talvez, sua própria vontade. Gravar algo convincente e segurar a bronca em cima dos palcos era prioridade número um. E o que foi que aconteceu? Algo muito melhor que isso: Blizzard of Ozz.

Há 30 anos, o disco de estreia do cantor inglês chegava às lojas do Reino Unido (nos Estados Unidos, saiu no início de 1981). Para sua alegria, o álbum transformou-se em um puro e duradouro deleite para os fãs. Os singles que abriram caminho pela mídia foram Crazy Train (lado B: You Lookin’ at Me Lookin’ at You) e Mr. Crowley (lado B: You Said It All). Duas amostras de que o Madman não estava para brincadeira e que seus dias de Black Sabbath haviam ficado para trás.

Era uma Vez
Califórnia, Estados Unidos, é um dos principais berços do rock e seus subgêneros. Muitos dos melhores músicos que conhecemos surgiram na cena de lá, e isso também inclui grandes guitarristas: Eddie Van Halen, Slash, Kerry King, Kirk Hammett, James Hetfield, Dave Mustaine e por aí vai.

Randall William Rhoads é um dos ilustres dessa lista. Começou a carreira em 1972, quando tinha 16 anos de idade. Foi um dos fundadores do Quiet Riot, banda na qual permaneceu por sete anos, até juntar-se a Ozzy Osbourne. Nesse período, gravou dois discos, Quiet Riot e Quiet Riot II, mas não chegou a conhecer o sucesso de perto. Por outro lado, ficou bem-visto e falado pela comunidade roqueira local.

Rock+Música Erudita
Diary of a Madman mostrou ainda mais qualidades do trio Rhoads-Daisley-Kerslake, agora já bem entrosado. No caso do guitarrista, sua paixão pela música erudita colocou um tempero marcante nas composições. Foi um passo significativo em relação ao que fez em Blizzard of Ozz e até mesmo para o contexto da história da guitarra. Não por acaso, ele é considerado um dos pioneiros do neoclássico no rock/metal, assim como Ritchie Blackmore.

Visite o site oficial de Randy Rhoads:

http://www.randyrhoads.us

Veja Randy Rhoads tocando ao vivo as músicas Crazy Train, Suicide Solution e Mr. Crowley.


http://www.youtube.com/watch?v=JRbPWcLode0

http://www.youtube.com/watch?v=etBqNC2K0Xs

http://www.youtube.com/watch?v=XSnj8X1zAZI


Matéria completa na Revista Guitar Player 175/Novembro de 2010.
Para adquirir seu exemplar clique aqui.












Jeff Beck em São Paulo: resenha e fotos no Coredump

domingo, 28 de novembro de 2010

Jeff Beck em São Paulo - Via Funchal - 25/11/2010 - Eu estava lá !


Esta semana está demais. Primeiro foram 2 shows de Paul McCartney e agora é a vez de um dos maiores guitarristas de todos os tempos se apresentar na cidade de São Paulo. Ao contrário do que foi anunciado esta não é a primeira vez que Jeff Beck toca no Brasil. Ele já havia feito shows por aqui em 1988 no extinto Free Jazz Festival.

Acompanhado de uma ótima banda formada por Jason Rebello (Teclados), Narada Michael Walden (Bateria) e Rhonda Smith (Baixo e Vocais) o guitarrista veio ao País desta vez como parte da divulgação de seu mais novo CD "Emotion and Commotion"  lançado este ano.


O show começou com a música "Plan B" seguida de "Stratus", cover de Billy Cobham. Depois foi a vez de "Led Boots" que possui uma levada à la Satriani. Na sequência duas faixas do disco novo. A sutil "Corpus Christi Carol" e "Hammerhead" cujo ritmo impregina na mente, pricipalmente as linhas do baixo, tocado de forma magnifíca por Rhonda Smith. 

A próxima  é a linda "Mna Na Eireann" (pronuncia-se "Women of Ireland") que deixa todo mundo com os olhos vidrados no guitarrista. O palco nessa hora ficou com um jogo de luzes muito lindo. Depois é a vez de Rhonda Smith brilhar novamente com seu solo de baixo com uma levada funk e varios "slaps". 


Um dos melhores momentos do show foi quando Jeff Beck tocou  "People Get Ready", cover de Curtis Mayfield, que nos anos 80 ficou famosa num dueto dele com Rod Stewart. Seguem-se a jazzistica "You Never Know" e um dos clássicássos do Blues, "Rollin' & Tumblin" do mestre Muddy Waters e que foi cantada com muito feeling por Rhonda Smith.

Jeff Beck ainda fez uma versão magnifica de "Over The Raibow" (do filme "O Magico de Oz") mostrando  todo seu virtuosismo na guitarra. À seguir ainda tocaram "Blast From The East", "Angels", a pesada "Dirty Mind", "Brush With The Blues" e finalizando o set normal com "A Day in the Life" dos Beatles, que depois dos shows  de Paul McCartney esta semana, ganhou um sabor ainda mais especial.


Para o Bis  ele executou o bluesão "Higher". Depois veio "How High" de Les Paul , tocada com uma guitarra  Gibson Les Paul (óbivo) preta que substituiu a sua tradicional Stratocaster branca.  Para finalizar o show ele executa "Nessun Dorma", clássico italiano de Puccini, e que ficou muito linda em sua interpretação na guitarra.

É fato que Jeff fala pouco com o público, mas sua guitarra o faz o tempo todo. A platéia passou a maior parte do show vidrada no palco (talvez por isso ele tenha mandado desligar os telões antes do show). 

E com este showzaço Beck provou que é possível fazer shows instrumentais (este foi 95% instrumental) sem ser monótono. Nos mostrou ainda que é e sempre será um dos grandes "Guitar Heroes" da história da música e apesar de estar com 66 anos ainda está em plena forma. Vida longa ao mestre Jeff Beck !

Set list:

1. Plan B
2. Stratus (Billy Cobham cover)
3. Led Boots
4. Corpus Christi Carol
5. Hammerhead
6. Mna Na Eireann
7. Bass solo
8. People Get Ready (Curtis Mayfield cover)
9. You Never Know
10.Rollin' & Tumblin' (Muddy Waters cover)
11.Big Block
12.Over The Rainbow
13.Blast From The East
14.Angels
15.Dirty Mind
16.Brush With The Blues
17.A Day in the Life (The Beatles cover)

Bis:
18.Higher
19.How High
20.Nessun Dorma

sábado, 27 de novembro de 2010

HÁ 68 ANOS ATRÁS NASCIA JIMI HENDRIX


Hoje 27/11/2010 completariam
68 anos de vida deJimi Hendrix, sem dúvida o mais influente guitarrista de todos os tempos.




Hendrix e sua sinfonia de sons, barulhos, efeitos, microfonias.
Em seu curto espaço de tempo na terra(1942-1970) deixou uma semente para eternidade, símbolo de uma época , sua arte sempre esteve a frente do seu tempo , viveu em uma época em que efeitos com pedais e outros atributos tecnológicos não existiam , Hendrix com sua guitarra compôs pérolas sem precedentes que servem de modelo até hoje pra quem pensar em empunhar uma guitarra.
Estava , no fim da vida cansado das turnês imensas , e de toda badalação em torno, queria descansar e estava estudando música clássica pra criar novas possibilidades para sua música, me pergunto o que viria de Hendrix se ele tivesse continuado entre nós?
Um músico que valorizava cada segundo de sua música , cada segundo era um êxtase total, um mestre , SALVE HENDRIX!
por: Caio Lopes

JIMI HENDRIX: DOCUMENTÁRIO COM SHOWS DE 1969, EM LONDRES

Henrique Inglez de Souza 


No próximo ano, teremos mais novidades relacionadas ao eterno mestre Jimi Hendrix. Pelo que contou ao site Billboard.com a meia-irmã e responsável pelo legado do guitarrista, Janie, um documentário deve ser lançado.

O material terá performances de fevereiro de 1969 no imponente londrino Royal Albert Hall. "Havia cerca de quatro câmeras acompanhando Jimi e os caras [músicos de sua banda] pela Europa, as quais registraram as duas apresentações no Royal Albert Hall", adiantou.

Ela continua: "Também há imagens deles viajando de trens, aviões e carros, dando autógrafos, Jimi se preparando nos camarins, em seu apartamento fazendo pequenas jams com amigos e depois tocando no [clube] Speakeasy".

O documentário deve sair em DVD e em CD. Ainda não há uma data confirmada.

Imagem: Divulgação


VÍDEOS DE JEFF BECK - 25/11 EM SÃO PAULO









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