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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK
Nossa História
Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!
CARIRI VEÍCULOS
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Iron Maiden: assista o vídeo oficial da tour brasileira
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Iron Maiden: Relato de BSB de fã que acompanhou a banda
VIA: http://whiplash.net
Imagine você se preparar dois anos para realizar um grande sonho e, na semana anterior dele se concretizar, descobrir que algo deu muito errado. Desde que o IRON MAIDEN anunciou as datas para a turnê brasileira de The Final Frontier, eu sabia em que hotel a banda se hospedaria em Brasília. Ainda demorei dois meses para fazer minha reserva, somente em 15 de janeiro. Em 1º de março descobri um site interessante para reserva de hotéis, o booking.com. Por incrível que pareça, tinha preços ainda menores do que das reservas que eu já tinha, feitas nos sites de cada um dos seis hotéis que eu sabia que o IRON MAIDEN ia ficar. Cancelei algumas delas, e remarquei com os novos preços. Em Recife, por exemplo, ficou por menos da metade do que eu pagaria originalmente. Em Brasília, foram R$200,00 a menos. Mas não me atentei a um detalhe: por engano, agendei Brasília para as datas do Rio de Janeiro. Pior: só fui perceber faltando uma semana para estar lá. Pior ainda: a última vaga do hotel foi reservada nas últimas 12 horas. Pra terminar de estragar, eu iria dividir o quarto com um amigo, que a essa altura com certeza ia querer me matar! Me senti o pior dos piores..
Após um vôo bastante tranquilo com a Webjet, cheguei à Brasília. O avião parou relativamente próximo de onde estava o Ed Force One, e as comissárias de bordo fizeram a festa. Abriram a porta traseira da aeronave e me chamaram para ve-lo mais de perto. Quase surtaram quando uma aeronave da TAM se colocou entre o nosso avião e o do IRON MAIDEN. Eu já o tinha visto pousando em Manaus, em 2009, mas é sempre lindo ve-lo novamente, ainda mais com a pintura da nova turnê. Mas não havia tempo a perder, pois Tadeu, colaborador do Whiplash e produtor de shows internacionais em Brasília (que já levou para a cidade bandas como Ozzy Osbourne, Megadeth, Guns'n'Roses + Sebastian Bach, A-Ha, Cranberries, Seal, Moby, Lauryn Hill, Motorhead e Tarja Turunen), estava me esperando. Eu ainda não o conhecia pessoalmente, mas temos amigos em comum e ele fez a gentileza de me recepcionar e me dar uma carona até o hotel. Paliativamente, eu havia conseguido me hospedar em um que fica literalmente grudado ao do IRON MAIDEN e é gerenciado pelo mesmo grupo hoteleiro. Em tese, isso garantiria e mim e ao meu colega de quarto, Júlio, acesso ao hotel onde estava a banda.
Mas ainda era cedo, e tentar ir lá a essa hora provavelmente apenas queimaria nosso filme com a segurança. Júlio geralmente se veste com roupas normais, e não é cabeludo. Provavelmente conseguisse entrar sem grandes questionamentos. Já eu posso tentar até mesmo sem camiseta de banda, mas o cabelão certamente me entregaria. Era melhor passear, conhecer a cidade e, a noite, que é quando as coisas acontecem, colocar nosso plano em ação. Perto do hotel há um shopping, e resolvi ir até lá para comer alguma coisa. Boa parte da equipe do Maiden estava por lá, incluindo o fotógrafo oficial John McMurtrie e o onipresente Todd, certamente a figurinha mais carimbada do crew do Maiden, já que podia ser facilmente encontrado em qualquer lugar. Lá encontrei meio sem querer a Natália, uma amiga do Espírito Santo que veio à cidade para ver o show. Saímos juntos do shopping, enquanto estava entrando o Ashley Groon (roadie do Nicko, aquele careca engraçado do "Flight 666"). Ao me ver, Ashley balançou a cabeça, como quem diz "não acredito que esse cara está aqui de novo". Mas isso não foi algo negativo. Eu e Ashley já conversamos muito em 2009, e no dia seguinte também conversaríamos demais, até porque somos fumantes e vivemos saindo do hotel para fumar.
Eu e a Natália seguimos pro hotel onde eu e o Júlio estávamos hospedados e, com ele, esperamos anoitecer. Após tormarmos banho e nos arrumarmos, seguimos para o hotel onde "os hómi" estavam. Paramos na frente e fumei um cigarro, observando na tentativa de descobrir quem, entre aquele monte de segurança que estava na porta, era o chefe. Era com ele que eu queria falar, pois os outros não seriam capazes de resolver nosso problema. Ao nos aproximarmos, formos abordados e nos identificamos como hóspedes do hotel ao lado. Dissemos que sabíamos que isso nos daria acesso mas, como previsto, ele explicou que "aquele era um dia especial" e que por isso não poderíamos entrar. Expliquei que apesar da aparência, não estávamos atrás da banda, queríamos apenas ir ao restaurante comer alguma coisa - o que nos é direito, já que estamos hospedados no hotel do lado e blá blá blá. Expliquei também o que havia acontecido com minha reserva, argumentando que já estive hospedado com a banda em São Paulo e no Rio, que seguiria de lá para Belém e demais cidades brasileiras da turnê e que já havia abordado a banda em ocasiões anteriores, que já tinha foto com todos, e que não estava lá pra dar trabalho, nem encher o saco. Ele nos liberou. Atravessamos toda a recepção do hotel e, ao chegarmos ao elevador, outro segurança tentou nos barrar, mas recebeu instruções do segurança-chefe para nos deixar em paz.
No restaurante, pedi alguma coisa para comer e os demais pediram coca-cola. É evidente: se não somos hóspedes, temos que consumir alguma coisa para ficar ali. Eu estava sentado atrás de uma coluna. A Natália estava na minha frente e o Júlio, do lado dela. Um pouco depois, chegou o Tadeu, a paisana (é como chamamos quem não está vestido caracterizado como fã). De repente, a Natália começou a tremer: o Adrian havia acabado de chegar, e era a primeira vez que ela estava vendo um Maiden cara a cara. Como em São Paulo com a Mariana, tive que conte-la para que ficasse ali quieta. Ele sentou em um lugar onde eu não podia ver e pediu algo para comer. Mais uma vez, usei a tática que deu certo em São Paulo com o Janick: deixei fotos em cima da mesa. Se ele quisesse, viria nos atender. Se não, nos contentaríamos em poder acompanhar a cena, até para não nos queimar com o segurança que confiou em nós. A única outra hipótese possível é se ele fosse abordado por outro fã e fosse receptivo: isso seria um sinal de que poderíamos tentar a sorte também.
Após terminar de comer, Adrian pediu um jornal e leu por um bom tempo. Ao se levantar, dois fãs o abordaram, e ele os atendeu. Instruí a Natália e o Júlio para que chegassem junto, que eu e o Tadeu chegaríamos depois (ver dois fãs chegando deve ser menos traumático do que ver quatro). Foi tudo absolutamente civilizado: a maioria que estava lá sabia inglês e o Adrian parou para conversar conosco, especialmente com o Júlio, que lhe contou possuir uma guitarra igual à dele, mostrando fotos da mesma, e pedindo em seguida uma palheta, no que foi prontamente atendido. Aos poucos, um a um foi tirando foto com ele. Quando só faltava eu, Júlio pediu mais uma foto, Tadeu também, e foram atendidos. Na minha vez, o flash simplesmente falhou e, a única foto que tenho somente eu e o Adrian está bem escura. Nem deu tempo de tirar outra, pois ele se despediu e saiu. Mais tarde chamei a atenção dos dois, pois eles tentaram a segunda foto sem que eu tivesse conseguido a primeira. Se o Adrian tirasse as fotos com eles e se despedisse, eles teriam duas fotos e eu nenhuma (ao menos este ano mas, até aí, o Júlio também já tinha foto com ele em anos anteriores). Se vamos abordar banda juntos, é assim que tem que ser. Quer 30 fotos?! Tenta a sorte! Mas tenha certeza que todos já conseguiram antes!
Pouco após resolvido nosso pequeno problema, chegou a Camila, amiga do Tadeu, também a paisana. Nos unimos aos dois hóspedes que haviam abordado o Adrian a princípio e ficamos conversando por um bom tempo. Mas deu a hora do restaurante fechar, e naquele dia não rolaria mais nada lá - somente no bar do térreo. Eu, Júlio e Natália resolvemos sair do hotel, não sem antes agradecer novamente o segurança. Camila e Tadeu ficaram no bar e conseguiram foto com o Bruce. Mais tarde voltamos para tentar uma foto da Natália com o Janick, que já tinha atendido todos os fãs em São Paulo e no Rio. Não demorou muito e ela também conseguiu. Eu e o Júlio nem tentamos, pois já tínhamos conseguido em São Paulo.
Eu posso conseguir fotos e autógrafos de muitas bandas. Posso conseguir coisas incríveis, como falar com Paul McCartney (sim, já fiz isso). Mas uma coisa que não aprendi a fazer é conseguir palhetas, baquetas, munhequeiras e outros souvenirs que os fãs tanto gostam. Sei lá, eu acho chato pedir esse tipo de coisa, não tenho a manha. No dia seguinte, por volta das 07:30, eu estava dormindo. Sonhei que o Janick veio até mim e me deu uma caixa cheia de palhetas. Todas iguais mas, uau, eu tinha uma caixa com um monte de palhetas do Janick! Então, abri a caixa, peguei uma, e ia olhar para ela, conhecer seus detalhes quando... eu abro o olho e vejo uma bolinha vindo em minha direção. Me atingiu em cheio! Era o Júlio tentando me acordar, me jogou um maço de cigarro (que achei ser uma bolinha). Eu já levantei bravo! "Seu FDP!!! Me fez perder as palhetas me jogando uma bolinha!". Hahahahahahaha
Às 08:00 hs, voltei com o Júlio à recepção do hotel correto. Mais uma vez, os seguranças vieram chatear (ok, estavam apenas fazendo o trabalho deles, mas eu devia estar lá dentro, e não lá fora, isso enche o saco!). Expliquei que gostaria apenas de ir até a recepção. Chegando, perguntei se por acaso havia algum cancelamento para aquele dia. A moça que me atendeu disse, sem dar muita atenção, que infelizmente não. A atendente do lado, entretanto, disse que o hóspede do 419 havia acabado de cancelar, e eu não bobeei: reservei o quarto imediatamente! Com o comprovante de reserva em mãos, troquei uma idéia com os seguranças, que passaram a não nos incomodar mais, nem mesmo à Natália, que não estava hospedada, mas estava ali com a gente. Mas nada muito interessante ocorreu até a hora do show que, por sinal, foi tão perto do hotel, que deu pra ir andando de boa.
Eu geralmente chego em cima da hora, não apenas por estar com a banda no hotel, mas porque não tenho saco para banda de abertura em dia de show do IRON MAIDEN. Dia de show do IRON MAIDEN é dia de show do IRON MAIDEN, ponto! Em 85, no Rock in Rio 1, cheguei no meio do show do Whitesnake e saí assim que terminou o show do Maiden. Não vi o Queen, nem me arrependo - eu estava ali para ver IRON MAIDEN. Em 92, xinguei pra caramba a tal banda Thunder. Em 96, o Maiden tocou no Monsters of Rock, mas para mim, era dia de show do IRON MAIDEN, ignorando qualquer outra banda que estivesse lá. Não fui cedo para não cometer o sacrilégio de xingar o Lemmy ou o King Diamond. Adoro Motorhead, mas dia de show do IRON MAIDEN, repito, é dia de show do IRON MAIDEN. Quando o Maiden subiu no palco, eu já não tinha mais voz de tanto xingar o Sebastian, do Skid Row. Em 98, xinguei o Helloween do começo ao fim. Até o Max eu xinguei em São Paulo este ano - e já fui muito fã de Sepultura em sua época com ele. A única que escapa de minha ira é a Lauren Harris. Primeiro, porque a conheço, é uma fofa, totalmente atenciosa. Segundo porque mesmo que não a conhecesse, seu pai, pra mim, é Deus - e eu respeito a filha de Deus. Terceiro porque ela, Faye e Kerry são as 3 mulheres que podem me dar o que nenhuma outra pode: o sogrão. Já imaginou a festa de natal na casa do sogro?! Perto da meia noite, ainda chegam seus amigos Bruce, Dave, Nicko, Janick e Adrian (sonho)... É, eu sei, fã xiita de Iron é uma merda, mas sou, e assumido. Mas em Brasília, cheguei no meio do show da banda de abertura, Khallice, que me surpreendeu profundamente. Guardadas as devidas proporções, parecia Dream Theater. Curti tanto os músicos como o vocal e, desta vez, não xinguei ninguém...
O show do Maiden foi bacana, mas me decepcionei ao constatar que o Big Eddie "ficou no Rio". Eu tinha certa esperança de ve-lo em Brasília mas, infelizmente, mais uma vez apenas as grandes capitais do sudeste tiveram o privilégio de ve-lo. O setlist foi o mesmo, mas quem liga?! Impossível não se emocionar como se fosse a primeira vez. Chorei como criança em "Blood Brothers". Fui à loucura vendo as músicas do novo álbum ao vivo. "Satellite 15/The Final Frontier" é a única música que não curto em 15 álbuns de estúdio do IRON MAIDEN. Tem as que gosto mais, tem as que gosto menos, mas a única que pulo quando vou ouvir um álbum é essa. Entretanto, ao vivo, com aqueles efeitos de telão, até ela estava perfeita. Por mim, tocariam todas do "The Final Frontier", assim como fizeram com "A Matter of Life and Death", cuja turnê infelizmente não chegou ao Brasil - o IRON MAIDEN nunca tocou uma música desse álbum em solo brasileiro, sei lá porque. Por mim, dos clássicos, deixaria só “The Trooper” e “Hallowed Be Thy Name”, tiraria todas as outras (“2 Minutes to Midnight”, “The Number of the Beast”, “Running Free”, “The Evil That Men Do”, “Fear Of The Dark” e até mesmo a IRON MAIDEN [utopia]) e completaria com músicas dos dois últimos álbuns. Dane-se que tem fãs novos que nunca viram essas ao vivo. Quem mandou nascer antes? Quem mandou não ir na “Somewhere Back in Time”, quando eles só tocaram essas? Ok, eu sei, estou sendo chato... Mas é que já cansei de ver essas músicas ao vivo. São ótimas? São perfeitas! Mas o Maiden tem tantas músicas tão boas quanto ou ainda melhores, que nunca foram tocadas ao vivo... Enfim, se eu insistir nesse assunto, a discussão será interminável. Vou resumir: o show foi perfeito! Ponto!
No meio da “The Number”, saí apressado, rumo ao hotel. Devido às particularidades do terreno plano de Brasília, ouvi o som com perfeição, até o término da última nota de “Running Free”, mesmo estando praticamente na porta do hotel. Não demorou muito e a banda chegou. Nem sinal de Steve e Nicko, mas Dave, Adrian, Bruce e Janick, além de Michael Kenney, sentaram-se em um canto do saguão principal e ficaram lá, de boa, conversando entre eles e com a equipe. Nós, fãs, também estávamos sentados lá, mas em outro canto, e apenas observávamos. Não íríamos interromper aquilo por nada pois, já disse, ainda melhor do que conseguir uma foto ou um autógrafo, é poder acompanhar esses momentos, como se estivéssemos assistindo a um DVD que contasse a história da banda. Óbvio que não ficamos olhando fixamente para eles, como se fossem animais enjaulados. Somos, na verdade, um grupo grande de fãs.
Não pense que sou o único a fazer isso. Estava acompanhado do Júlio, que não foi ao Rio, mas foi a São Paulo e iria a Curitiba. Tem o Ricardo e a Fátima, um casal cinquentão incrível, que já acompanhou o Maiden este ano em Jacarta, Bali e Singapura, em toda a turnê brasileira, na Argentina, no Chile, e ainda vai a 10 shows na Europa, fechando na Rússia (o Ricardo foi citado na resenha do Todd no site oficial da banda, sobre o Rio de Janeiro). Também estava com a gente o Bruno "The Crying Man", que foi apresentado no "Flight 666" como colombiano, na cena em que chorou porque conseguiu a baqueta do Nicko, mas é brasileiro, curitibano. Havia também o Guilherme, um "moleque" de 16 anos que foi aos 6 shows do Brasil acompanhado de sua mãe - mas que não se hospedou nos mesmos hotéis da banda. Além disso, em cada cidade, acabamos nos unindo a outros fãs ilustres, como o Rafael Serrante, que invadiu o palco do IRON MAIDEN no Rock in Rio III e é um dos maiores colecionadores de material do Maiden do Brasil; Pedro, ou Padro, o "moleque" que há 3 anos, com apenas 15 de idade, viajou no Ed Force One, pilotado pelo Bruce Dickinson, e repetiu a tarefa no ano passado, sempre acompanhado de sua mãe Elaine, carinhosamente chamada de "Iron Mother" pelo Rod Smallwood; Felipe, Humberto e Luís, que também voaram com Padro em 2010, e muitos outros. Ou seja, entre nós, o mais bobinho já voou no avião do IRON MAIDEN. Óbvio que sabemos nos comportar, e não nos tornamos inconvenientes para a banda. Dividimos o mesmo espaço que o IRON MAIDEN, mas conversamos muito entre nós - sobre IRON MAIDEN, é claro. Deixamos os caras em paz, e eles nos atendem quando querem, simples.
Links de referência:
Bruce Dickinson: anúncio do "Bruce Air" para agosto
Rafael Serrante - Ele invadiu o palco do Maiden no Rock In Rio
Em determinada hora, Bruce, Janick e Adrian subiram, e Dave Murray resolveu ir para o bar - e nós estávamos ali, 7 fãs ao total, vendo que teríamos uma chance de tentar, pois ele estava caminhando em nossa direção. Um de nós o abordaria, se a resposta fosse positiva todos conseguiríamos. Mas ele foi chamado por um segurança da banda, parou e começaram a conversar. O tempo foi passando, mais um segurança chegou, mais uns dois ou três membros da equipe, e até o Adrian Smith, que voltou. Todos estávamos ali, de pé, a três metros de tudo isso, aguardando pacientemente. Vez por outra, o Dave olhava pra gente, como se dissesse "se vocês esperarem eu atenderei a todos". Uma hora e meia se passou. De repente, sem mais nem menos, ele deu as costas, tomou o elevador, e simplesmente foi embora. Ficamos ali os sete, sem reação, não acreditando que fomos trollados pelo Dave, tradicionalmente um dos membros mais legais de se abordar. Dave é, na minha opinião, o membro mais difícil de se conseguir alguma coisa, porque ele simplesmente se tranca no quarto e ninguém o vê - eu mesmo só tenho uma única foto com ele. Porém, se abordado, ele te trata super bem. Esse ano, em Brasília, não foi o que aconteceu. Apesar de tudo, não houve entre nós sensação de frustração, pois sabemos que estamos tentando a sorte, e que ele nos atende se quiser, sem obrigação nenhuma. Fomos trollados, mas ainda assim é o Dave, o mestre da guitarra, um dos principais motivos de todos nós estarmos fazendo aquela loucura toda. Mas, depois dessa, todos fomos dormir.
No dia seguinte, mais uma vez acompanhei a saída da equipe do hotel. Mas eu tinha um alvo na cabeça: Kerry Harris. Em 2009, consegui fotos com a Lauren e com a Faye, duas das filhas do Steve Harris. A única que não consegui, Kerry, foi incorporada à equipe a partir desta turnê. Não sei fazendo o que, mas ela é definitivamente parte da família IRON MAIDEN agora. E estava ali, sozinha, dando sopa na recepção. Meio sem graça, pedi a foto, e ela foi super simpática. Mas não havia tempo a perder: nosso vôo para Belém partiria às 11:00 hs. E, desta vez, parecia que só tinha fã do IRON MAIDEN no avião. Foi um vôo bem legal. Em breve, voltarei a escrever, desta vez sobre o que aconteceu em Belém.
Matérias relacionadas à matéria acima:
Iron Maiden: Relato de SP de fã que acompanhou a banda
Iron Maiden: Relato do Rio de fã que acompanhou a banda
quinta-feira, 14 de abril de 2011
BLOG FLIGHT 666 - Janick: "O metal é a música clássica de hoje"!
Com sua turnê anterior, “Somewhere Back in Time”, o Iron Maiden visitou mais de 23 países num total de 91 shows entre 2008 e 2009. Com sua atual turnê mundial, "The Final Frontier World Tour", a banda tem a possibilidade de superar esta marca ou ao menos igualar os números. Nesta semana é a vez de Porto Rico, receber a banda, que se apresenta no Coliseo José Miguel Agrelot.
Com 36 anos de trajetória e a habilidade de cativar cada vez mais as novas gerações, o Iron Maiden também está desfrutando o fato de seu disco mais recente, The Final Frontier, ser a produção mais bem sucedida de sua carreira em termos de listas de popularidade.
"O Disco foi muito bem nas listas em todas as partes do mundo. Isso não significa que é o mais vendido, mas é definitivamente o que alcançou as posições mais altas", disse em entrevista o guitarrista Janick Gers ao jornal El Nuevo.
"Estamos muito orgulhosos dele. Tentamos sempre fazer coisas diferentes quando entramos no estúdio e criar novas idéias. É muito importante que a banda continue a crescer e não apenas acomodada com o passado. Deve ter um compromisso e não seguir modismos. Nós tentamos ser honestos com nossa música ", acrescentou.
Essa honestidade tem suas raízes nos interesses individuais dos membros da banda. O que eles vêem, lêem ou o que os atrai é utilizado como matéria-prima para escrever suas canções, obtendo-se assim todo um universo de possibilidades.
Na hora de fazer música, Gers indica que além de experimentar novos sons, eles se concentram na atmosfera que transmitirão. "Nós sempre tentamos coisas novas e trazer novas idéias, tanto no peso quanto na melodia. É importante fazer coisas diferentes, mas no final do dia usamos muitos formatos a nosso favor. Nós sempre tentamos levá-los quando tocamos ao vivo e quando fazemos isso, tentamos destacar cada uma delas. Eu acho que é importante, nem todas as bandas fazem, e parece estranho. Nós somos uma banda muito boa ao vivo e tentamos captar isso no estúdio, é muito especial", disse o músico, que considera que a banda continua a ser bem sucedida graças ao seu desempenho ao vivo.
Além de todas as suas realizações, como estádios lotados por onde passam e seu primeiro Grammy com o álbum mais recente, para Gers o que mais impressiona é como o exército de fãs do Iron Maiden está cada vez mais cheio de jovens e crianças.
"Realmente me surpreende que tenhamos um grande público de jovens e crianças. E isso não acontece apenas no Reino Unido e na Europa, a última vez que tocamos na América também havia muitos jovens. Eu acho que é porque a música é uma forma de arte poderosa e acreditamos que os jovens a estão adotando cada vez mais. Eu acho que o metal ou rock, ou como você quiser chamá-lo, é a música clássica de hoje", disse o guitarrista.
Fonte: El Nuevo
IRON MAIDEN – RECIFE, RESENHA POR RODOLFO ZACARIAS
quinta-feira, 7 de abril de 2011
E se alguém que nunca ouviu Iron Maiden fosse a um show da banda?
Iron Maiden em Belém: Eu estava lá (texto de um novo fã)
Pois bem...já com o ingresso comprado, só me restava ir ao show e tentar encontrar algo de bom ou de novo.
Cheguei ao Cidade Folia, local do show em Belém, por volta das 18h30 e logo me deparei com uma fila monstruosa...deu vontade de voltar pra casa. Mas permaneci por mais alguns minutos e fui vendo aos poucos que aquela fila monstruosa era diferente.
A fila era composta quase na totalidade por pessoas com camisas na cor preta, inclusive eu, já na fila. Pessoas com aparente bom-humor, sorridentes, e com um ar de felicidade no rosto, como nunca tinha visto antes. Todos super organizados em fila indiana movimentando-se na fila pacientemente como se fossem todos para o paraíso.
Nesse momento fui contagiado e passei a viver aquele clima. Afinal caiu a ficha! Eu estava indo para o show do Iron Maiden. Possivelmente uma oportunidade única na vida da maioria das pessoas ali, inclusive eu.
A fila andou rapidamente sem tumulto algum, até que finalmente entrei na arena do Cidade Folia. Não demorou muito e começou o show da banda paraense STRESS. Criada em 1974, é considerada a primeira banda de heavy metal do Brasil. Mais antiga mesmo que o próprio Iron Maiden, criado em 1975.
Escutei as primeiras músicas e pasmem...gostei. Queria ouvir mais! E ouvi por aproximadamente uma hora. Percebi que aquilo era só um aperitivo para o que vinha pela frente.
Pontualmente 21h10 começava o show do Iron Maiden.
Quando os integrantes da banda entraram no palco, trouxeram junto, uma energia positiva contagiante. Fiquei impressionado com o que via.Olhei em volta e vi pessoas emocionadas, gritando, pulando, cantando, chorando, rindo... foi a maior concentração de emoções diferentes por metro quadrado que já presenciei na vida.Nesse momento, olhei pra mim mesmo e percebi que eu estava totalmente integrado com o ambiente, fazendo exatamente as mesmas coisas e sentindo exatamente as mesmas emoções. Foi simplesmente incrível !!!
O show prosseguiu, e eu mesmo sem conhecer uma letra sequer, comecei a cantar as músicas...
Queria cantar de qualquer forma e cantei, queria pular e pulei, queria gritar e gritei.
O que antes eu achava que era um "barulho", de repente se transformou em música da mais alta qualidade.
Percebi que o ingresso dava direito a uma "guitarra imaginária"...peguei a minha e também acompanhei a banda de ponta a ponta...fiz até solo.
Com o passar to tempo, comecei a perceber que o ingresso tinha sido "barato pra caramba", quase nada, comparando o custo e o benefício.
Não queria que acabasse, mas o tempo passa tão rápido nessas horas que, pontualmente as 23h10, chegou ao fim.
Nem acreditava no que tinha feito. A ficha tinha caído de vez.
Eu havia acabado de assistir o show da maior banda de heavy metal do mundo...o Iron Maiden !!!
Virei fã !!! Alguém duvida?
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Iron Maiden (Centro de Convenções, Recife, 03/04/2011) WHIPLASH
E não demorou muito... dois anos e três dias após o prometido, Bruce Dickinson, Steve Harris, Adrian Smith, Dave Murray, Janick Gers e Nicko McBrain estão de volta ao Recife para divulgar sua mais recente turnê, a "The Final Frontier World Tour". Os fãs estavam um tanto céticos quanto ao prometido, mas os fanáticos estavam certos do retorno. Em uma palavra define-se o show que resumirei abaixo: Perfeição.
Em especial deve ser citada a presença da Torcida Sport Metal, presidida por Gabriel Carrazzone e o vice Thomas de Moraes. Ambos levaram a faixa que mede exatos 6,66m de comprimento com os dizeres "Sport Metal" e o Eddie na ponta vestindo a camisa do Sport Club do Recife, para indignação geral das torcidas rivais também presentes, porém em menor número e "sem identificação".
Após o pouso do Ed Force one, os fãs já se direcionaram ao Viaduto que teria uma melhor vista do avião e lá ficaram, em menor número do que em 2009 - devido a uma confusão de informações erradas passadas sobre a hora do pouso.
Enquanto uns iam para o viaduto, outro grupo já se dirigia ao Hotel Atlante Plaza, onde a banda ficara hospedados. Nesse momento, foi quando os batedolros passaram em frente ao Aeroporto com duas vans e um outro veículo vermelho, onde se encontrava o Nicko. Depois de muito corre-corre, o grande grupo ficou em frente ao Hotel aguardando alguma aparição, mas nada foi conseguido. O melhor era ir para casa e descansar para o dia seguinte.
Cheguei ao Centro de Convenções por volta das 15h e já tinha uma grande quantidade de gente batendo ponto nos portões de entrada.
Aparentemente menos que em 2009, porém o local era mais espesso, diferentemente do Jockey, onde a rua de acesso era mais apertada. Os portões foram abertos as 16h45 (15 minutos antes do previsto).
O Terra Prima entrou no palco antes do previsto, eram nem 19h ainda. Fez um set-list curto, baseado no seu primeiro disco "...And Life Begins" e conseguiu mexer com o oceano de fãs que esperavam ansiosamente pelo Iron Maiden. A banda ainda fez um cover do Metallica ("Enter Sandman"), que levantou o público para aquecimento.
Pontualmente, os PA's do CeCon começaram a executar "Doctor Doctor" do UFO, banda que influencia o Maiden até hoje. A música é cantada e festejada como se fosse da própria Donzela. Incrível a reação. Quando ela terminou, os palcos se apagaram e os imensos telões de LED começaram a Intro "Satellite 15...".
O público já foi ao delírio e pouco mais de 4 minutos depois, o IRON MAIDEN sobe ao palco para começar seu espetáculo. O refrão de "The Final Frontier" foi cantado por todos do CeCon. A banda deu seguimento ao seu set-list habitual com "El Dorado". Em "Two Minutos to Midnight" ficou claro que os fãs queriam mesmo eram os clássicos, devido a pouca intimidade com as músicas do novo trabalho do grupo britânico.
O clássico foi cantado do início ao fim por todos. "The Talisman" foi a próxima. O efeito que essa canção causa ao vivo é surpreendente. Uma atmosfera magnífica, uma emoção imensa. Chegou a tirar lágrimas de meus olhos. Seguido de um pequeno probleminha, Bruce discursa com a plateia e anuncia "Coming Home", também pouco cantada pelo público. Após ela, o plano de fundo muda para a capa do disco Dance of Death (2003) e Janick Gers começa os primeiros acordes da música de mesmo nome. Essa sim fez a plateia tirar os pés do chão. Mesmo sendo um disco muito contestado pelos fãs, ela produz um clima teatral perfeito ao vivo.
Após ela, o plano de fundo muda mais uma vez e é a hora do delírio: "The Trooper". O clássico maior do "Piece of Mind" (1983) foi ovacionado pelos fãs e cantaram a música inteira, sem contar com o tradicional "OoooOOooOOoOoo" em unisono com o Bruce. Dando sequência ao set, Adrian Smith emenda com "The Wicker Man". Considerada por alguns já um clássico da "nova era" (pós volta de Bruce e Adrian). Faixa de abertura do Brave New World (2000), ao vivo é simplesmente matadora e faz o público cantar alto "Your time will come!!!".
Bruce visivelmente feliz pela reação dos fãs presentes, faz um breve discurso sobre os shows cancelados no Japão, devido ao tsunami que atingiu o país. Fala o quanto devemos agradecer por morarmos no Brasil e não sofrermos com tais consequências e dedica a próxima canção a eles: "Blood Brothers". Em 10 anos, sempre quis sentir na pele como é estar na plateia enquanto essa música é tocada. A sensação é indescritível. O solo feito pelo maestro Janick Gers arranca lágrimas dos olhos de qualquer um. É como se a guitarra chorasse. Como eu já disse, completamente indescritível. Os PA's sopram para inicio de "When the Wild Wind Blows". Uma grande canção, mas pela sua longa letra, poucos fãs sabiam ainda cantá-la toda. Mas, com certeza, uma das melhores ao vivo.
Bruce anuncia após ela, "The Evil That Men Do". Um grande clássico da banda do "Seventh Son of a Seventh" (1988). Refrão foi cantado mais uma vez por todos os presentes. Coisa linda de se ver. Logo após o fim dela, o palco inteiro fica escuro para, provavelmente, a música mais esperada por todo e qualquer fã da banda: "Fear of the Dark". O efeito dessa ao vivo é arrepiante. Todos com os braços para cima, cantando e pulando. Há fãs que são a favor da retirada dessa canção dos set lists, porém NUNCA vi um se quer ficar quieto quando esta é tocada. E acho que nunca verei. Como de costume, Bruce grita para os fãs recifenses "Scream for me Recife!! Scream for me Recife" e chama a música "Iron Maiden", já seguida dos primeiros acordes por Dave Murrays.
Após tanto suspense pela vinda ou não do Eddie de 3 metros a Pernambuco, eis que ele aparece. Todos o ovacionaram como se fosse um membro da banda. Fez seu, de costume, duelo com o Janick e saio do palco para a primeira pausa da noite.
Enquanto o palco estava todo escuro, Recife gritava "Olê! Olê! Olê! Olê! Maiden! Maiden" e os PA's anunciam um dos maiores hinos do Heavy Metal: "The Number of the Beast" e seguida do outro hino da banda "Hallowed be Thy Name". Provalvelmente são as duas canções mais tocadas da banda. E a banda finaliza a noite ao som de "Running Free", onde Bruce apresenta toda a banda (como ninguém a conhecesse), fazendo brincadeiras com o Harris e, principalmente, com o Adrian, que estava usando aquela mesma Guibson de mais de 20 anos atrás. E foi ao som dela, que Bruce agradece mais uma vez a Recife e se despede do palco.
Em minha humilde opinião, esse show foi melhor do que o de 2009, em termos de presença de público. Não falo em números, mas sim em participação. Creio que no primeiro show, houve aquele "Não acredito que isso está acontecendo" e atrapalhou o desempenho dos fãs junto ao frontman Mr. Dickinson. Esse ano tudo foi diferente. Bruce manda, a gente obedece, como sempre foi e sempre será. Parabéns, Recife! Parabéns, Nordeste! Parabéns por mostrar a nossa força perante a essa que é a maior banda de Heavy Metal de todos os tempos. E parabéns à Raio Lazer por mais uma vez mostrar competência e a a banda de abertura Terra Prima do meu colega Daniel Pinho, que destruiu na abertura.
Set List:
1. Satellite 15... The Final Frontier
2. El Dorado
3. Two Minutes to Midnight
4. The Talisman
5. Coming Home
6. Dance of Death
7. The Trooper
8. The Wicker Man
9. Blood Brothers
10. When The Wild Wind Blows
11. The Evil That Men Do
12. Fear of the Dark
13. Iron Maiden
Bis
14. The Number of the Beast
15. Hallowed be Thy Name
16. Running Free
Big Eddie: Sorte dos fãs sul americanos!
Parece que os fãs da América do Sul tiveram uma grande sorte com o famoso "Big Eddie" que apareceu nos shows de SP e RJ. Isso porque o boneco gigante ficaria pronto apenas para a turnê europeia, no meio do ano, mas foi entregue antes e a banda conseguiu um frete para trazê-lo aos shows do nosso continente.
Isso foi dito por Todd, do "crew" da banda, que está fazendo um diário de toda a turnê, lançando a cada vez como foi o show em cada cidade. Todd também confirmou que os shows de Buenos Aires e Santiago serão filmados para o próximo DVD. Vale lembrar que Bruce Dickinson disse no show de SP que ele também estava sendo gravado para o DVD.
Veja o texto de Todd:
"Durante o show eu me posicionei para obter um bom ângulo sobre a revelação do 'Big Eddie'. Esta foi a primeira vez que ele foi visto e é incrível, simplesmente enorme. Foi preparado para os enormes festivais e estádios da turnê européia, mas ficou pronto mais cedo e a banda decidiu trazer para São Paulo para usá-lo nesse show muito especial e também para quando fizerem as filmagens dos shows em Buenos Aires e Santiago. Ele também foi exibido no Rio, que estava por perto, mas é claro que ele não cabe no avião e não pode ser transportado para os todos os shows do Brasil. Depois do show de Santiago, o 'Big Eddie' tem que voltar em um navio para a Europa e chegar a tempo para o show da Alemanha no final de maio. Logo que a cabeça maciça espiou para fora, todo o público se amassou em direção ao centro para vê-lo. Suas expressões eram de alguém que tinha visto um show ao vivo pela primeira vez. Como eu também não o tinha visto ainda, eu estava ali de pé em reverência. Incrível!"
Fonte: Page Of Mind
BLOG FLIGHT 666 - Exclusivo: Os bastidores do Big Eddie!
Algumas fotos dos bastidores da montagem do palco em São Paulo foram publicadas na internet mostrando detalhes do gigantesco boneco que chega a 8 metros de altura quando surge no palco em meio ao clássico "Iron Maiden" de 1980. Confira as fotos!






