PATROCINADOR MASTER

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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




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Mostrando postagens com marcador ROCK. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Novo álbum de Michael Jackson será lançado em dezembro

Michael Jackson ganhou cerca de um bilhão de dólares nos últimos doze meses. No dia 14 de dezembro sai “Michael”, um novo disco de Michael Jackson. Ele está mais vivo do que nunca.






O espetáculo vai começar. Público no palco. Artista na plateia. O clipe de "One more chance" começou a ser gravado em 2003, mas só saiu do baú do cantor na última sexta-feira (19). E o público pôde assistir a mais este show do rei do pop.

Dentro do cofre da gravadora, em Los Angeles, atrás do muro, dentro da casa do bairro de Bel-Air, há muita coisa que o antigo morador produziu e não mostrou para ninguém.

No dia 14 de dezembro sai “Michael”, um novo disco de Michael Jackson . Dez músicas, entre gravações e regravações. "Breaking news" vazou. A música que critica a imprensa virou assunto na imprensa. Os filhos disseram que a voz não é a do pai. É de um imitador. A gravadora logo tratou de desmentir.

A que não levantou dúvida foi "Hold my hand", outra música do disco divulgada oficialmente nesta semana. É Michael Jackson dizendo para A-Kon: “segure minha mão”.

“Hold my hand” vai ter um clipe, começaria a ser gravado neste fim de semana em uma grande área aberta na cidade de Tustin, a 65 quilômetros de Los Angeles. Mas o tempo fechado e a chuva não permitiram. Os personagens desse novo vídeo foram escolhidos na internet. São fãs que vão participar da história de Michael Jackson.

A caminho também está o "The immortal world tour". É o Cirque du Soleil de Michael Jackson. É em outubro de 2011.

"É o mundo maravilhoso do circo. É uma maravilhosa oportunidade para mim", diz Jamie King.

Jamie King, que vai escrever e dirigir o projeto, reconhece que, no fundo, será uma mistura de tudo aquilo que já foi visto nos shows. Será o grande circo da música pop. Será como a vida e a morte de Michael Jackson. 

sábado, 20 de novembro de 2010

Em pesquisa, leitores do O Globo querem AC/DC no Rock In Rio 4


"AC/DC Na Cabeça" aparece bem acima do título da notícia: "Nada de Lady Gaga: Leitores do Globo querem os clássicos e os impossíveis no Rock In Rio 4".
O jornal realizou uma pesquisa perguntando aos leitores "Se você pudesse escolher apenas uma banda para ver no Rock In Rio 4, qual seria?". E o resultado mostrou que os gigantes do rock 'n' roll AC/DC são os favoritos.
Com 57 votos, a banda ficou em primeiro lugar na enquete em que 700 leitores votaram. Na sequência, aparecem grandes nomes como Pearl Jam, U2, Pink Floyd e Guns 'n' Roses.
O mais curioso é que alguns leitores pediram Mamonas Assassinas, Legião Urbana, Beatles e Nirvana. Um outro leitor clamou por Carlinhos Brown: quer uma nova chance de acertar a garrafa que, em determinada ocasião, escapou do bahiano por "três dedinhos".
fonte: O Globo

Banda do Ano no Classic Rock Roll Of Honour Awards 2010



O AC/DC foi o vencedor na categoria "Banda do Ano" no Classic Rock Roll Of Honour Awards 2010. A banda concorria com Aerosmith, Rage Against The Machine, Kiss, Bon Jovi,  Slash & Friends e Jeff Beck Band.
A banda também concorria como  na categoria "Relançamento do ano" com o box Backtracks, que teve como vencedor os Rolling Stones com 'Exile On Main St'.
A cerimônia de entrega dos prêmios ocorreu no Roadhouse de Londres. Alice Cooper foi o Mestre de Cerimônias, juntamente com o apresentador de TV Sarah Cawood.







sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Divulgada tracklist de Michael

"Hold My Hand", primeiro single do disco póstumo de Michael Jackson, será lançado na segunda, 15
via: Rolling Stone
http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/divulgada-tracklist-de-michael/


Foi divulgada pelo site oficial de Michael Jackson a tracklist de Michael, o tão aguardado disco póstumo e com material inédito do Rei do Pop, que chega ao mercado no dia 14 de dezembro. O trabalho terá a participação de Lenny Kravitz e 50 Cent. Na próxima segunda, 15, o site irá disponibilizar o primeiro single oficial do álbum "Hold My Hand", um dueto com o rapper Akon gravado em 2007. Posteriormente, a faixa será vendida digitalmente.

Segundo o texto, existe um bilhete escrito à mão pelo Rei do Pop e que pertence ao espólio do músico em que ele indicou a vontade de que essa faixa fosse o primeiro single de seu projeto seguinte. Em 2008, uma versão ainda incompleta dela vazou, mas só recentemente Akon terminou a versão nova e definitiva da música. No entanto, a música chegou a tocar em rádios durante o ano passado.

"O mundo não estava pronto para ouvir 'Hold My Hand' quando ela vazou há alguns anos. Ficamos devastados com isso. Mas certamente chegou a hora dela; agora em versão final, ela se tornou uma música incrível, bonita e com ares de hino. Fico muito orgulhoso de ter tido a chance de trabalhar com Michael, um dos meus grandes ídolos", declarou Akon.

Confira abaixo a tracklist de Michael:

1 - Hold My Hand (dueto com Akon)
2 - Hollywood Tonight
3 - Keep Your Head Up
4 - (I Like) The Way You Love Me
5 - Monster (com 50 Cent)
6 - Best Of Joy
7 - Breaking News
8 - (I Can't Make It) Another Day (com Lenny Kravitz)
9 - Behind The Mask
10 - Much Too Soon

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Marky Ramone: entrevista exclusiva para o GDM

GDM entrevista - Marky Ramone


Sim caros leitores do GDM, parece impossível(também pensamos que seria impossível), mas conseguimos uma entrevista exclusiva com o lendário baterista dos Ramones, Marky Ramone. A entrevista foi realizada ontem(02/11/10) via e-mail(sim, somos pobres, por isso não tinhamos dinheiro para falar com ele pelo tel) e foi apenas 3 questões(Marky não estava com muito tempo para entrevistas).Chega de conversa e vamos a entrevista:
GDM: Marky, o que nós podemos esperar de seus shows no Brasil?

Marky: A turnê começa amanhã(03/11) em São Paulo, eu estou muito feliz com a minha banda e estamos ansiosos para dar ao Brasil shows completos de Punk Rock com o melhor de Ramones, Misfits e várias surpresas.

GDM: Qual a sensação de tocar novamente no Brasil?

Marky: Eu amo o Brasil... Eu toquei aqui muitas vezes com os Ramones e com as minhas outras bandas. É sempre uma grande multidão de fãs. Eu recebo um monte de e-mails do Brasil, tento ler e responder a maioria deles.

GDM: Para finalizar, quais são os seus planos para o futuro?

Marky: Eu quero continuar tocando, viajar pelo mundo, conhecer e reencontrar amigos, e o mais importante, manter o espírito dos Ramones vivo. Assim, pessoas que nunca nos ouviram porque eram jovens demais, poderam conhecer a banda. Além da música eu estou envolvido em outros tipos de projetos criativos como design de roupas e eu tenho o meu próprio molho de macarrão... e talvez quem sabe... um programa de TV no futuro.

Marky Ramone vem ao Brasil com o seu mais novo projeto,a banda Marky Ramone's Blitzkrieg, cuja conta com o ex-vocalista do Misfits, Michale Graves, além de Alex Kane na guitarra e a baixista Clare B. A banda realizará 6 shows no Brasil e passará pelos estados de São Paulo, Brasília, Goiás, Ceará e Rio Grande do Norte.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Livepass: Ingressos para a turnê do IRON a partir do dia 26 de Novembro

Segundo a edição eletrônica do jornal O Estado de São Paulo, os ingressos para a etapa brasileira da turnê de divulgação do álbum The Final Frontier, do Iron Maiden, que tiveram shows anunciados nesta terça-feira, estarão em Pré-venda a partir de 26 de novembro. Um dia depois, as entradas começam a ser vendidas para o público em geral, por meio do site www.livepass.com.br, e pelo e call center4003-1527  (custo de ligação local).

A passagem pelo território brasileiro inclui apresentações em seis cidades. O primeiro show será no estádio do Morumbi, em São Paulo, no dia 26 de março. Depois, o Iron Maiden faz shows no HSBC Arena, Rio de Janeiro (27 de março); no ginásio Nilson Nelson, em Brasília (30 de março); nos Parques de Exposições de Belém (1º de abril) e Recife (3 de abril); e finalmente, no Expotrade, em Curitiba (5 de abril). Os valores dos ingressos ainda não foram divulgados.

Assim como aconteceu em sua última turnê mundial, Somewhere Back In Time World Tour, em 2008 e 2009, o Iron Maiden viajará mais uma vez no Boeing 757 da banda, o Ed Force One, totalmente redecorado e customizado para a nova turnê. Além dos integrantes e a equipe de apoio, a aeronave vai transportar mais de 10 toneladas de equipamentos em mais de 50.000 milhas ao redor do planeta. E, claro, pilotado por ninguém menos que o próprio Bruce Dickinson. A turnê começa em 11 de fevereiro e passará por 26 cidades em 13 países através de 5 continentes para 29 shows.

Fonte: O Estado de São Paulo

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Excesso de atrações internacionais provoca cancelamentos de shows

Enquanto Paul McCartney esgota ingressos em poucas horas, outros eventos lutam para atrair público

Augusto Gomes, iG São Paulo

Paul McCartney, Black Eyed Peas e Jonas Brothers. Norah Jones, Smashing Pumpkins e Pavement. E ainda Tokio Hotel, Massive Attack e Scissor Sisters. Essas são apenas algumas das atrações internacionais que vêm ao Brasil em novembro. E isso depois de um outubro já bastante intenso, com os festivais SWU e Natura Nós e a turnê do Green Day.
Entre agosto e outubro, uma série de shows no Brasil foi cancelada - oficialmente, jamais por falta de público. "Ninguém admite isso", diz a produtora Paola Wescher. Por causa de "problemas logísticos", o guitarrista Peter Frampton não se apresentou em Porto Alegre e a banda francesa Air deixou de fazer um show em Belo Horizonte (extra-oficialmente, porque haviam sido vendidos apenas 35 ingressos). O grupo Limp Bizkit cancelou sua turnê brasileira, alegando um problema de saúde do vocalista Fred Durst, e o Hoodoo Gurus adiou suas performances no país para 2011.
Outro caso emblemático foi o Urban Music Festival, que deveria ter ocorrido em São Paulo em 13 de outubro. O evento não aconteceu porque, segundo comunicado oficial da produção, o rapper Timbaland não conseguiu vir ao Brasil devido à sua turnê mundial. Oficialmente, o único evento encerrado por baixa venda de ingressos foi a edição paulistana do festival de música eletrônica Tribaltech, marcada para o final de agosto. "Tivemos que cancelar", reconhece o produtor Rodrigo Teixeira da Silva.
Diante desse cenário, surge a pergunta: há publico para tantos shows?
"Há público. A questão é se esse público tem dinheiro para comprar ingressos", avalia o produtor de eventos Marcos Boffa, da Mondo Entretenimento, uma das principais empresas que realizam shows do país. "Quando você acha que as pessoas não têm mais dinheiro, aparece o Paul McCartney e as entradas esgotam em poucas horas", completa. Para ele, o mercado brasileiro comporta uma agenda cheia como a deste final de ano. "O Rammstein, em dezembro, está vendendo tão bem que marcamos um show extra", exemplifica.
Mas Boffa faz uma ressalva: com uma quantidade tão grande de apresentações, um evento que avalie mal o seu público vai sofrer mais. "Há uma série de elementos que determina o sucesso ou não de um show. Um deles é como um nome repercute no Brasil", diz. Segundo ele, se o interesse por um artista for superestimado pela produção, o show pode até ser cancelado. "Com um volume desses de 'concorrentes', quem não se planejou bem vai sofrer", acredita.
A produtora Paola Wescher, que traz artistas (como a banda inglesa Friendly Fires) para o festival Popload Gig, é mais incisiva. "As pessoas não têm dinheiro para tanto show. Elas têm de escolher entre um ou outro", afirma. "Nesse período, o esforço para promover, para conseguir espaço na imprensa, é dobrado. Por isso eu evito fechar shows nessa época, faço no máximo até o final de setembro. Eu ia, inclusive, fechar um artista para dezembro, mas desisti. Não adianta brigar com peixe grande."
O excesso de shows nesta época é uma combinação de dois fatores: o calendário internacional e as empresas patrocinadoras. "De abril até setembro, é quase impossível trazer artistas ao Brasil porque é a época dos grandes festivais na Europa e na América do Norte", explica Marcos Boffa. Sobra, portanto, o período de outubro a março. "Mas, para as empresas patrocinadoras, é mais fácil liberar dinheiro no segundo semestre", diz Paola Wescher.
Além do período restrito, outra dificuldade dos produtores é descobrir o que o público quer ver. "O termômetro atualmente é outro. Temos que ficar de olho na movimentação na internet, blogs, redes sociais", diz Rodrigo Teixeira da Silva. Paola Werscher concorda. "Quantas vezes vemos shows lotados de bandas que nem têm disco lançado no Brasil? O difícil é que nem sempre o que é muito comentado na internet significa ingressos vendidos. Não sabemos mais com quem as pessoas querem gastar."

terça-feira, 26 de outubro de 2010

EUROPE pela primeira vez no BRASIL


Uma das maiores bandas de hard rock da história, o EUROPE  vem ao Brasil pela primeira vez com sua formação mais clássica e que deu a eles sua fama mundial a partir de 1986. Com Joey Tempest (vocais), John Norum (guitarra), John Levén (baixo), Mic Michaeli (teclado) e Ian Haugland (bateria) eles vem a São Paulo para show único na tour mundial de lançamento de seu mais recente album “Last Look at Eden”, lançado em 2009, e que tem sido muito bem recebido pela crítica e principalmente pelo público.
Além de mostrar seu mais recente trabalho eles prometem , nessa histórica passagem pelo Brasil, tocar seus maioressucessos, entre eles os inesquecíveis hits “The Final Countdown” e “Carrie”.
A banda foi formada na Suécia, em 1979 sob o nome FORCE pelo vocalista Joey Tempest e guitarrista John Norum e incorpora elementos de glam metal e hard rock. Desde a sua formação, o EUROPE lançou oito álbuns de estúdio, três álbuns ao vivo, três compilações e sete vídeos.
EUROPE  atingiu a fama internacional em 1986/87 com o seu 3º álbum "The Final Countdown", que se tornou um grande sucesso comercial e vendeu mais de três milhões de cópias nos Estados Unidos.
Foram uma das bandas rock mais bem sucedidas dos anos 80 e venderam mais de quatro milhões de álbuns nos Estados Unidos apenas e mais de 10 milhões de álbuns mundialmente. A banda atingiu dois Top 20 em álbuns na tabela Billboard 200 ("The Final Countdown" e "Out of this World").
De 1986 a 1992 o EUROPE vendeu mais de 20 milhões de álbuns mundialmente, fazendo deles o 4º grupo mais bem sucedido da Suécia na história.
EUROPE entrou em hiato em 1992, reunindo-se temporariamente para uma atuação única em Estocolmo na Véspera de Ano Novo 1999 e anunciaram uma reunião oficial em 2003. Desde então o EUROPE lançaram três álbuns, “Start from the Dark”, “Secret Society” e o mais recente, “Last Look at Eden”.
Europe:
Joey Tempest : vocal
John Norum : guitarra
John Levén : baixo
Mic Michaeli : teclado
Ian Haugland : bateria
Mais informações em: www.europetheband.com
SERVIÇO
Data: 05 de novembro de 2010 (sexta-feira)
Horário: 22h
Abertura da casa: 20h
Local: HSBC Brasil
Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antonio – São Paulo/SP
http://www.hsbcbrasil.com.br
Horário da bilheteria: Atendimento de segunda a sábado das 12h às 22h; domingo e feriado das 12h às 20h
PREÇOS
Camarote - R$ 360,00
Camarote – Meia - R$ 180,00
Frisas - R$ 300,00
Frisas – Meia - R$ 150,00
Cadeira Alta - R$ 250,00
Cadeira Alta – Meia - R$ 125,00
Pista 1º lote - R$ 160,00
Pista 1º lote – Meia - R$ 80,00
Pista 2º lote - R$ 180,00
Pista 2º lote – Meia - R$ 90,00
INFORMAÇÕES E VENDA
http://www.hsbcbrasil.com.br
(11) 4003-1212 (Call Center)
Ponto de venda:
Bilheterias do HSBC e outros postos do Ingresso Rápido e HSBC (veja nos respectivos sites ou ligue Tel:4003-1212)
Capacidade: 4.400 lugares
Duração: até 120 min.
Classificação Etária: 14 anos (menores de 14 anos acompanhados dos pais ou responsável legal)
Estacionamento na porta
Acesso a Deficientes





MTV, eu vi

por Ricardo Batalha
São Paulo, SP, Brazil
Editor-chefe da revista Roadie Crew. Atua também na Brasil Music Press, Rádio Shock Box, Território da Música, Programa Stay Heavy e Sleevers Rock Channel.

A alegria durou pouco, mas nos pareceu uma eternidade. Os coroas estavam a mil tentando descobrir uma forma de ganhar dinheiro, já que o Plano Collor confiscou a poupança bancária de boa parte dos brasileiros. E nós, os mais jovens, estávamos preocupados em tentar achar um jeito para conseguir sintonizar aquele "canal americano que rola som o dia inteiro". A partir de 20 de outubro de 1990 não importava como, seja com sintonizador de UHF ou um pedaço de Bombril, todo mundo queria conferir aquela emissora.

Confesso que foi muito complicado começar a gravar os videoclipes em vídeo, especialmente os do saudoso "Fúria Metal", apresentado pelo ex-advogado Gastão Moreira – qualquer semelhança com este que vos escreve é mera coincidência. Em todo caso, o fã do Monster Magnet e ex-companheiro do meu amigo baterista Ricardo Confessori na banda Witchcraft, ia nos brindando com o que havia de mais legal e novo no mundo Metal. Além dos clipes, quando a emissora efetivamente pegou, foram abrindo espaço para entrevistas e matérias especiais quando atrações de peso visitavam o nosso país. Não tão frequente como a absurda e, até certo ponto, improvável enxurrada de shows que assola o país hoje em dia, cada evento era realmente um grande acontecimento. Movimentava todos com enorme euforia. Mais ainda para eles, os profissionais da MTV, que estavam descobrindo a melhor forma de trabalhar e abordar estes assuntos ao público jovem, algo que tempos depois nós (ROADIE CREW) também vivenciamos.

Não seria exagero dizer que a MTV Brasil fez com que Metallica, Guns N'Roses, Skid Row, Bon Jovi, Sepultura, Faith No More, Living Colour, Pantera, Aerosmith e algumas outras bandas incrivelmente atingissem o status de 'cool' no país do Samba. Só que era justamente aí que morava o perigo. Ninguém tinha consciência, mas a turma dos "in" (descolados) começou a trabalhar tramando o passo seguinte, aquilo que substituiria o que nós tanto gostávamos. A turma dos camisa de flanela chegou e aí a MTV se tornou a NTV, mudando aos poucos o seu foco e, anos depois, descambando de vez para o precipício. Claro que estou focando exclusivamente no nosso lado, o do Heavy Metal.

A massificação fez a sua parte e o que antes era marginal entrou na moda. Porém, o que entra na moda tem prazo de validade e aquilo que era legal se tornou motivo de chacota. Hoje, quando lembram que o Heavy Metal existe ou é parar tripudiar ou relembrar os feitos das bandas acima mencionadas que, milagrosamente – ou propositadamente –, conseguiram suplantar o efeito NTV e a linha "severa" da brasilidade exacerbada. Se existe algum problema para abordar o assunto que hoje ninguém mais tem a menor noção na emissora, algum "in"(die) deve dar um berro na redação: "Ah, é sobre isso? Então, chama o Andreas Kisser!".

A noção da fidelidade e da forma passional na relação dos fãs com o Heavy Metal pode ter mudado, mas ainda me lembro do ódio de todos os meus amigos no pós-Rock In Rio de 1985, quando confundiam o Língua de Trapo com grupos de Metal. O "Festival dos Festivais" foi um prato cheio para satirizar os "metaleiros", termo que qualificou de forma caricata o fã de Metal. Assim, nada mais coerente do que o caricato Língua de Trapo ter ficado entre os doze finalistas com a música "Os metaleiros também amam". Aí você pode pensar: "nossa que radicalismo bobo". Sim, bobo. Realmente bobo. Espera aí... Como diria o saudoso Costinha, me lembrei de outra que vem mais a calhar. Ainda na fase "Rock In Rio", a comédia infantil "Os Trapalhões no Reino da Fantasia" (1985) mostrou o quarteto humorístico Didi, Dedé, Mussum e Zacarias parodiando uma banda de Heavy Metal e encenando o show do "Heavy Traps", com referências diretas ao AC/DC. Fazendo uma analogia aos nossos tempos, mais um ponto para a NTV, que reviveu a paródia com seu digno representante do mais puro Heavy Metal: Massacration.

Embora alguns sejam verdadeiros fãs do estilo e grandes comediantes, o desserviço prestado pelos hoje "Legendários" será incalculável. Mais do que o Viper quando tentou seguir os passos do Raimundos com sua fase "Rock nacional pesado". E todos sabem, após se tornar uma megabanda, a banda de Brasília sumiu embalada pela fé de seu ex-frontman. A outra fez sua parte, levando meu amigo e ex-colega de faculdade de Direito, Oswaldo Yves Passarell, ao Capital Inicial. Olha como são as coisas: enquanto o vocalista Dinho queria soar mais pesado com seu projeto solo Vertigo, Oswaldo estava no auge do sucesso com o Viper mas ficava mais preocupado com as provas da faculdade do que com qualquer outra coisa. Chega de divagações, prometo que vou parar de entregar alguns segredos por aqui...

Bem, como diria aquele narrador esportivo, "o tempo passa", mas os objetivos da emissora de atingir um público jovem foram plenamente atingidos. Os profissionais que por lá passaram hoje têm grande respeito na mídia brasileira. Merecidamente, diga-se. E mais, também não seria exagero dizer que a primeira emissora de TV segmentada do país salvou a vida do meu amigo João Francisco Benedan. Se o saldo da NTV é amargo para quem gosta de Heavy Metal, pelo menos nesta leva um dez de dimensões "gordas".

Ah, antes dos parabéns, não poderia deixar de lado uma curiosidade. Apenas cinco dias depois de entrar no ar pela primeira vez há vinte anos, nascia o hoje ator e cantor Fiuk, digno representante do atual momento da NTV. Parabéns. E basta.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Clapton volta com Clapton

BR Press) - Eric Clapton lança seu primeiro álbum de estúdio em cinco anos. Intitulado simplesmente Clapton, o CD continua a viagem profunda do guitarrista pelo universo do blues.
    Esse caminho é evidentemente perceptível em faixas como Rocking Chair e River Runs Deep. Há ainda um flerte com o rock (Run Back to your Side) e com o  dixieland (When Somebody Thinks You're Wonderful, luxuosa, com Wynton Marsalis ao trompete e Allen Toussaint ao piano).
Cale e Crow   
    Clapton batizou com seu nome o disco porque cuidou de tudo - até da produção, em parceria com seu fiel escudeiro, o também guitarrista Doyle Bramhall II. Outro parceiro antigo, J.J.Cale - autor do hino Cocaine -, participa  em três faixas. Mas a novidade é a participação de Sheryl Crow, em Diamonds Made from Rain.
http://br.noticias.yahoo.com

domingo, 17 de outubro de 2010

10 mil cariocas ficam extasiados com o espetáculo visual do Green Day

Por Mario Abbade
Fotos Grabriela Magnani
16/10/2010

Ontem foi a vez do Rio de Janeiro conferir o show do Green Day. Cerca de dez mil pessoas ficaram extasiadas com o espetáculo que reúne fogos de artifício, jatos da água, labaredas, lançador de papel higiênico e de camiseta, show de calouros, entre outras pirotecnias visuais.

O vocalista e guitarrista da banda Billie Joe Armstrong comanda o público do primeiro ao último minuto exercendo todo seu carisma. A platéia reage e obedece a todos os seus comandos sem pestanejar. Armstrong combina todas as posturas possíveis de uma estrela do rock e as encena direitinho para os fãs, que enlouquecem e gritam a um simples olhar. Apesar da movimentação constante e muita simpatia, ele acaba exagerando na dose de presepadas e declarações a cada minuto de amor incondicional ao Brasil.

Apesar desse comportamento, o show do Green Day diverte até mesmo quem não é fã da banda. Eles conseguiram ultrapassar a condição de uma simples banda de punk rock, transformando-se em sucesso de critica e vendagens. Eles iniciaram em 1987 sem inovar o gênero. Porém, revitalizando o som punk dos anos 70 para uma nova geração. Com o sucesso comercial em 1994 do álbum "Dookie", que vendeu mais de 10 milhões de cópias, começaram sua transição musical. Primeiro inspirados no The Kinks mudando para um gênero mais pop no disco "Warning", depois com as operas rock "American Idiot" e "21st Century Breakdown", inspirados respectivamente no The Who e no Queen, mas sempre com uma pegada new punk. As influências dos grandes astros do rock em geral estão presentes também nas pequenas doses de covers que eles tocam para introduzir algumas de suas músicas ou em formato de medley.

Marcado para as 22h, o Green Day iniciou sua apresentação com meia hora de atraso. O prólogo ficou a cargo de uma pessoa travestida de coelhinho rosa, fingindo estar bêbado, que dança e sacoleja. Nas caixas de som a música "YMCA", da banda Village People. Logo após esse inicio irônico, o Green Day abre com "21st Century Breakdown", musica homônima do último álbum (2009). As próximas duas canções também são do mesmo disco: "Know your Enemy" e "East Jesus Nowhere".

Depois eles alternam músicas de todas as fases de sua carreira dos álbuns "Nimrod" (1997), "Insomniac" (1995), "Kerplunk!" (1992), "Warning" (2000) e "1,039 /Smoothed out Slappy hours" (1991), sendo que "Dookie" (1994) e "American Idiot" (2004) são os que mais contribuem para o repertório por serem o que mais vendeu e o mais premiado, respectivamente.

O trio Billie Joe Armstrong, Mike Dirnt (baixo) e Tre Cool (bateria) recebem o reforço de mais dois guitarristas e um tecladista /saxofonista para a apresentação ao vivo. A banda ainda concede dois bis, sendo que o último com um set acústico em que Armstrong toca praticamente sozinho.

Quem assistiu ao show do Green Day há doze anos no Brasil, não tem com dimensionar as diferenças em relação ao atual. O Green Day protagoniza um verdadeiro espetáculo teatral de quase 3 horas de duração. Cada música é acompanhada de alguma atração visual ou jogo teatral: em "Know your enemy", um fã sobe ao palco e voa para a platéia; em "Are we the waiting", uma fã no palco, ganha beijo de língua; em "Paper Lanters" e "2000 light years away", vários fãs sobem ao palco e dançam em volta da banda; em "Longview", dois fãs tiveram a oportunidade de cantar a canção, sendo que o último empunhou a guitarra de Armstrong e ainda a levou de presente; em "King for a Day", toda a banda se traveste com chapéus, óculos e penduricalhos; em "21 guns", cascata de fogos; e em "Minority", chuva de confete.

Bem verdade, que é tudo ensaiado. A banda esteve em Porto Alegre na última quarta-feira e repetiu em quase sua totalidade a apresentação que fez por lá com as mesmas "invasões de palco" e peculiaridades. A única vez que um espectador subiu ao palco sem ser autorizado no Rio, levou um mata-leão dos seguranças e foi arrastado para a coxia. Fica claro, que existe um roteiro e o mesmo precisa ser cumprido com exatidão.

A turnê brasileira continua domingo em Brasília e na próxima quarta em São Paulo. Ainda tem ingressos para todos os setores.

Set list:Song of the Century
21st Century Breakdown
Know Your Enemy
East Jesus Nowhere
Holiday
Nice Guys Finish Last
Give Me Novacaine
Letterbomb
Are We the Waiting 
St. Jimmy
Boulevard of Broken Dreams
Burnout
Geek Stink Breath
Paper Lanters 
2000 Light Years Away
Hitchin a Ride
When I Come Around
Iron Man /Rock N Roll /Sweet Child O Mine /Highway to hell
Brain Stew
Jaded 
Longview 
Basket Case
She
King For a Day
Shout /Blitzkrieg Bop /Break On Through /Satisfaction /Hey Jude
21 Guns (Paint It Black Intro)
Minority

Bis:American Idiot
Jesus of Suburbia

Bis 2 - acústico:Whatsername
Wake Me Up When September Ends
Good Riddance (Time of Your Life)
http://almanaquevirtual.uol.com.br/

sábado, 16 de outubro de 2010

John Lennon: monumento é inaugurado em Liverpool

Via: WHIPLASH
 Um monumento a JOHN LENNON foi inaugurado em Liverpool pela sua primeira esposa  Cynthia e o filho Julian. A estátua, um globo com pombas voando acima, foi projetado para ser um monumento à paz e um santuário para os fãs que querem prestar homenagens a LENNON em sua cidade-natal.
"Nós viemos aqui de todo coração para honrar meu pai e rezar pela paz e dizer obrigado a todos, e a cada um de vocês que se encontram aqui hoje ", disse Julian.
Cynthia, que foi casada com JOHN entre 1962 e 1968, acrescentou: "Eu acho que o luto por JOHN acabou, é hora de comemorar, que é o que estamos fazendo. Pensemos sobre tudo que ele fez de positivo e aproveitemos. Desfrutem a alegria que ele tinha e que tentava passar com sua música ", acrescentou ela.
Entre os 2.000 espectadores, que cantaram o hino 'Give Peace A Chance', estava o baterista original dos Beatles, Pete Best. Ele disse que a estátua "capta todas as aspirações de Lennon".
O monumento de aproximadamente 5,5 metros de altura celebra as homenagens ao músico, que completaria 70 anos de idade este ano.
Fonte desta matéria (em inglês): New Music Express
Traduzido por Kleber Paiva

Tom Morello: "Dilma Rousseff é candidata para os pobres!"


Tom Morello, guitarrista do RAGE AGAINST THE MACHINE, que se apresentou recentemente no SWU, postou em seu twitter uma mensagem onde diz: "Dilma Rousseff é uma candidata para os pobres, para a classe trabalhadora e os jovens. Tenho esperança que os jovens do Brasil a apóiem".
Ele também disse no twitter que acredita que a transmissão via TV tenha sido interrompida pelo seu engajamento político: "Entendo que a emissora cortou quando coloquei o boné do PST [num post em seguida ele corrige para MST]. Isto significa que estamos ganhando".
Fonte desta matéria: Tom Morello @ twitter

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

David Gilmour: dissecando a magnífica "High Hopes"


Após a saída de Roger Waters do Pink Floyd, em 1985, muito se questionou sobre a capacidade criativa da banda sem o seu mentor intelectual e genial compositor. Humberto Gessinger, dos Engenheiros do Hawaii, chegou a brincar com a situação ao referir, na música “Tribos e Tribunais”, que “PINK FLOYD sem Roger Waters lhe sugere muita sujeira, não lhe cheira nada bem”.
Haveria, então, vida para o Floyd após a briga com Waters?
Quase uma década depois DAVID GILMOUR respondeu essa questão com autoridade ao lançar, junto com Nick Mason e Richard Right, o espetacular “The Division Bell”, talvez um dos 10 melhores discos da década de 90.

O álbum é absolutamente brilhante, harmônico, melódico e com alma, talhado com o perfil indelével de GILMOUR. Eu poderia falar dele e elogiá-lo por horas a fio, tamanha sua qualidade. Contudo, esse post não é sobre o disco, mas sobre uma de suas mais estupendas faixas (a outra é a easy-listening “Lost for Words”).
“High Hopes” é a última música de “Division Bell”, e fecha o seu repertório com chave de ouro.
Sua introdução é belíssima... Um sino bate afinadíssimo com notas de violão e teclado, criando um clima absolutamente introspectivo, quase ansioso do que está por vir. Sua condução é magnífica... Improvável, intensa... E o seu final... Ah, o seu final... O encerramento nos traz um dos maiores solos de guitarra de todos os tempos, talvez o mais “GILMOUR” de todos os solos do PINK FLOYD.
Assim como “Shine on You Crazy Diamond” e “Dogs”, “High Hopes” é uma canção longa, com variáveis que a tornam épica: a maravilhosa letra, as variações de ritmo, os elementos diferentes na introdução, o já mencionado excepcional solo de GILMOUR.
“High Hopes” também traz consigo uma característica marcante do Floyd: a repetição marcada de algumas características peculiares de outras músicas da banda.
A condução de GILMOUR no que se denomina “guitar tacet”, percebida entre os minutos 2:57 - 3:48 de “High Hopes”, é muito parecida com a ouvida em “Welcome to the Machine”, do álbum “Wish You Were Here”. Da mesma forma, assim como em “Grantchester Meadows”, High Hopes também tem sons de pássaros e insetos, além do som de sinos já percebidos na clássica “Fat Old Sun”, do não menos lendário “Atom Heart Mother”, uma das maiores obras primas do rock progressivo.
A letra de “High Hopes” é de GILMOUR e de sua esposa, Polly Samson. Na essência, fala das dificuldades de GILMOUR para deixar sua cidade natal, das perdas e ganhos na vida e de esperança. Além disso, aborda o egoísmo, o arrependimento e as mazelas oriundas da divisão e do individualismo dos dias de hoje.
Apesar de ser uma composição cheia de palavras difíceis e frases extremamente subjetivas, “High Hopes” é direta, simples e linda ao valorizar os sentimentos fraternais quando diz: “A grama era mais verde, as luzes eram mais brilhantes, o gosto era melhor, as noites eram maravilhosas, com amigos por perto”.
A história sobre a criação de “High Hopes” é extremamente curiosa. Para quem imagina que uma música tão trabalhada e detalhada tenha exigido muito tempo de maturação, GILMOUR traz uma realidade completamente oposta:
“High Hopes era para ser realmente a última, uma espécie de final, de uma forma ou outra. É uma daquelas músicas que você trabalha de forma rápida mas bonita, quase imediatamente. Eu carreguei comigo algumas idéias em uma fita cassete, com apenas alguns compassos de piano, e fui para uma pequena casa em algum lugar com Polly, para tentar fazer algum progresso na escrita lírica. Ela me deu uma frase e muito rapidamente nós a escrevemos. Então voltei ao estúdio, com mais ninguém ali, a completei e coloquei em uma demo. Fiz tudo sozinho e posso dizer que ela se completou virtualmente em um único dia.”
Sir DAVID GILMOUR lançou um DVD esplêndido e altamente recomendado em 2002, chamado DAVID GILMOUR in Concert, de onde advém o vídeo abaixo. Não creio que possamos chamar essa versão de semi-acústica, como é o restante do show, mas ela é, certamente, um pouco diferente da original. As doze afinadíssimas vocalistas de apoio, a grande performance de Caroline Dale no violoncelo e em especial o solo final de GILMOUR com slide/lapsteel, recheado de feeling, fazem valer cada segundo dessa obra prima do rock`n roll. Aumente o volume e aprecie...
Matéria original: itsonlyrocknrollandilikeit

sábado, 25 de setembro de 2010

SCORPIONS EM BRASILIA

Show da banda alemã Scorpions atrai 12 mil fãs ao Ginásio Nilson Nelson em Brasília. E o SÃO ROCK estava lá.

Em entrevista ao Correio, Rudolf Schenker, guitarrista da banda alemã Scorpions, comentou que, ao vivo, sua banda funciona como um time de futebol. A comparação faz sentido. E os 12 mil brasilienses que passaram pelo Ginásio Nilson Nelson na noite de quarta-feira sabem bem o porquê. A interação entre os músicos é muito bem ensaiada e ao mesmo tempo espontânea — e, nos melhores momentos, leva a “torcida” ao delírio. Talvez seria até o caso de compará-los não a uma equipe de futebol, mas aos Globetrotters, o supertime de basquete que faz de suas aparições em quadra um verdadeiro espetáculo.

O show teve início às 22h35, um hora depois do fim da apresentação da banda gaúcha Tierramystíca (não anunciada na divulgação do evento). O heavy metal com influências de sonoridades latinas dos brasileiros empolgou parte do público, em especial quando eles tocaram Fear of the dark, do Iron Maiden.

A pista, as cadeiras e as arquibancadas do ginásio estavam lotadas de fãs, gente de todas as idades — prova incontestável de que a popularidade dos Scorpions atravessou gerações. O produtor de eventos Telmo Ribeiro, 45 anos, foi com os filhos Frederico, 19, e Gabriel, 11. “Foi meu pai quem nos apresentou a banda, com os discos dele”, contou Frederico. “Eu conheço Scorpions há pouco tempo”, revelou Gabriel. “Vou ouvi-los de verdade agora”, disse o menino minutos antes da apresentação.

O atraso para o começo do show se justifica, em parte, pela dificuldade de utilizar os canhões de luz localizados na arquibancada superior. Cercados pelas pessoas, os equipamentos não poderiam ser manipulados e a produção teve, por duas vezes, que pedir a compreensão do público para se afastar. Com o problema resolvido, a banda entrou em cena sob aplausos e gritaria dos presentes.


No telão de led, vídeos e imagens do próprio show foram exibidos. O repertório mostrado ao longo das quase duas horas de apresentação foi tirado dos discos Sting in the tail, lançado este ano (se a aposentadoria da banda realmente se confirmar, seu derradeiro trabalho de estúdio), Lovedrive (1979), Animal magnetism (1980), Blackout (1982), Love at first sting (1984) e Crazy world (1990). Ao todo, a banda mostrou 16 músicas, além de solos do baterista James Kottak e do guitarrista Matthias Jabs. Todas as músicas, inclusive as dos disco novo, foram cantadas com entusiasmo. Claro que durante as baladas Wind of change e Still loving you a comoção foi ainda maior.

Ouvir essas faixas ajuda muito a entender a sonoridade pesada que seria feita nos anos 1980, das banda da New Wave of British Heavy Metal ao Guns N’ Roses. Ali, diante do público, estava o material bruto, sem afetações, do que é feito o metal.

Competência
No palco, o grupo mostrou muita competência musical e um fôlego inesgotável. O baixista Pawel Maciwoda é o mais discreto. Os guitarristas Matthias Jabs e Rudolf Schenker, o vocalista Klaus Meine e o baterista James Kottak disputam os olhares da plateia se mexendo sem parar e com palavras gentis ao microfone (“Amamos vocês, Brasília!”, disparou o vocalista).

Eles dominam os truques, os movimentos e as posições de palco para causar um grande efeito. E ,por mais que façam isso em todos os shows, vale ressaltar o quanto tudo soa sincero, verdadeiro. Um bom exemplo disso é Kottak, o carisma em pessoa. Depois de um solo com um medley passando por diversas músicas da carreira da banda, o baterista vira de costas e mostra sua camisa onde se lê: You kick ass! (“Vocês detonam”, em tradução livre). O público, claro, responde, à altura, fazendo muito barulho.

O Scorpions demorou algumas décadas para vir a Brasília. Uma espera que foi recompensada à altura do amor dos fãs pela banda na noite de quarta.




Pedro Brandt
Correio Braziliense

Walásse nosso parceiro do São Rock em Brasília estave presente nesse histórico show em Brasília,  confiram as fotos.


Fotos by Maninho (Rochê Romão)

confiram os vídeos:
 









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