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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Paul McCartney: mensagem aos brasileiros em vídeo


Em vídeo postado no YouTube nesta terça-feira (2), PAUL MCCARTNEY mandou uma mensagem para os fãs brasileiros. A informação é do G1.
O ex-BEATLE, que tem três apresentações marcadas para este mês no Brasil, se mostrou bastante empolgado com os shows no país. "Ei, todos vocês aí no Brasil! Nós estamos indo pegar vocês! Iremos a Porto Alegre, iremos a São Paulo... Então, nos vemos aí! Até logo!", diz McCartney no vídeo. Nas imagens, o cantor até cantarola "Aquarela do Brasil", canção de Ary Barroso, lançada no ano de 1939.
A turnê "The Up and Coming" desembarca no próximo domingo (7), no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. E nos dias 20 e 21 a excursão passa por São Paulo, no Estádio do Morumbi.
Assista abaixo o vídeo gravado por PAUL MCCARTNEY:

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

HOJE ANIVERSÁRIO DE ANTHONY KIEDIS

Anthony Kiedis (Grand Rapids, 1 de Novembro de 1962) é o vocalista da banda norte-americana Red Hot Chili Peppers desde sua formação em 1983. Filho de John Kiedis e Peggy Noble, ele possui três meios-irmãos: Julie, Jennifer e James, e também é pai de Everly Bear Kiedis, nascido em 2 de outubro de 2007. Em 2004, Kiedis lançou sua autobiografia intitulada Scar Tissue, e em 2009, foi homenageado pela 5th Annual MusiCares MAP Fund Benefit Concert em Los Angeles, Califórnia.

Primeiros anos

Anthony nasceu em Grand Rapids, Michigan no dia 1 de Novembro de 1962, tendo como seus pais John Kiedis e Margaret "Peggy" Noble. Ele tem ascendência lituana, alemã, irlandesa, indígena e francesa. Seus pais se divorciaram em 1965, quando ele tinha apenas 3 anos. Anthony é vegetariano e possui duas meio-irmãs por parte de mãe, Julie e Jennifer, e um meio-irmão por parte de pai, James. Kiedis viveu em Grand Rapids com sua mãe até os 11 anos, quando então se mudou para Los Angeles, a fim de viver com o pai. Kiedis foi um rockeiro que levou a serio o lema "sexo drogas e rock and roll" em sua juventude gostava de ouvir Sly & the Family Stone, Iggy Pop, Led Zeppelin, What Is This? (da qual os futuros membros de sua banda, Hillel Slovak e Jack Irons faziam parte) e Stevie Wonder - artistas que influenciariam a música dos Red Hot Chili Peppers. Aos 15 anos, enquanto estudava naFairfax High School, ele conheceu os futuros colegas de banda Michael Balzary (Flea), Hillel Slovak e Jack Irons. Em sua autobiografia, Scar Tissue, Kiedis fala sobre sua posição como "protetor" dentro das escolas, defendendo outras crianças que eram discriminadas pelos colegas. Quando ele viuFlea dando uma "gravata" em um de seus amigos ─ que inclusive, era amigo dele também ─, Kiedis disse a ele para se afastar e não fazer aquilo novamente, ou iria se ver com ele. No entanto, após o mal-entendido, os dois sentaram-se lado a lado na aula teórica de direção e acabaram tornando-se amigos inseparáveis.


Formação dos Red Hot Chili Peppers

Após o colégio, Kiedis foi estudar na UCLA. Um ano depois, ele abandonou os estudos após perder o interesse, parte pelo uso abusivo de drogas fortes como cocaína e heroína. Este ciclo de vício e sobriedade nos anos 1980 foi a base para muitas de suas letras. Depois de sair da UCLA, Kiedis teve a oportunidade de abrir o show da banda de um amigo seu, então juntou-se a Flea, Hillel Slovak e Jack Irons. Inicialmente, o grupo chamava-se Tony Flow and the Miraculous Majestic Masters of Mayhem, mas quando a banda foi convidada a apresentar-se novamente no mesmo clube, o grupo mudou o nome para Red Hot Chili Peppers. Pouco tempo depois, Slovak e Irons deixaram os Chili Peppers para se dedicarem à outra banda, What Is This?, pois eles consideravam a Red Hot Chili Peppers como uma banda paralela que não era viável à indústria musical. A formação original do grupo no primeiro CD, então, acabou tendo Anthony Kiedis, Flea, Jack Sherman e Cliff Martinez. Após o álbum de estréia, The Red Hot Chili Peppers, Jack Sherman saiu, Hillel Slovak voltou e o álbum Freaky Styley foi gravado. Para o terceiro CD, Cliff Martinez se demitiu e Jack Irons pôde voltar, fazendo com que os Peppers voltassem à sua formação original e gravassem o terceiro álbum da banda, The Uplift Mofo Party Plan. Infelizmente, em 1988, Hillel Slovak sofreu uma overdose de heroína e faleceu aos 25 anos. Logo depois, Jack Irons também deixou o grupo devido à morte de Hillel e os problemas que Kiedis vinha enfrentando com o mesmo problema que matou seu amigo. Jack alegou que não queria estar em uma banda onde seus amigos estavam morrendo. Desde então, os Chili Peppers passaram por pelo menos doze formações diferentes, realizou a gravação de nove álbuns de estúdio e está na estrada há mais de 25 anos.


Dependência química

Kiedis batalhou sem descanso contra seu vício em drogas, que incluíam heroína e cocaína. Tudo começou quando ele era bem jovem. Seu pai era um traficante e também viciado, então, Kiedis passava boa parte de seu tempo vendo seu pai preparar drogas para vendê-las, bem como os amigos dele que freqüentavam sua casa e praticavam as mesmas atividades. Algumas de suas primeiras experiências com drogas aconteceram dentro de sua própria casa, através das drogas do pai. O primeiro cigarro de maconha que ele fumou foi dado pelo pai. Ele abusou das drogas durante muitos anos, até mesmo enquanto estava trabalhando em sua banda que, em suas várias formações, teve muitos usuários de drogas assim como ele. Anthony tentou livrar-se do vício após a morte prematura de seu melhor amigo, Hillel Slovak, devido a uma overdose de heroína. Ele chegou a dizer que nunca mais as usaria, e conseguiu ficar totalmente sóbrio por cinco anos, mas, teve uma recaída em 1994 quando precisou ir ao dentista extrair um dente do ciso. O dentista precisou aplicar novocaína, um não-narcótico, para a extração do dente. No entanto, o dente precisou ser serrado, e Kiedis se submeteu a uma dose de Valium. Foi o ápice para fazê-lo voltar às drogas. Depois disso, ele ficou entrando e saindo de várias reabilitações por alguns anos, mas conseguiu livrar-se de uma vez novamente em 24 de Dezembro de 2000. "É fácil ser um marginal", disse Kiedis na edição de Março/2007 da revista Blender, "Difícil é ser um dos melhores guitarristas do mundo, ou um dos melhores compositores".


Sua Participação nos Red Hot Chili Peppers

Antonie Kiedis é o autor da maioria das músicas dos Chili Peppers. Em 1989, com o álbum Mother's Milk, John Frusciante e Flea passaram a fazer parte da composição das letras, mas Anthony teve grande participação em todas elas. Algumas de suas idéias para as melodias, inclusive, foram tiradas enquanto ele ouvia seus amigos tocando improvisos. Kiedis disse, em 2006: "Às vezes encontrou músicas… Na grandeza do que eles estão fazendo". Seu estilo lírico se variou com o passar dos anos. Durante os primeiros anos da banda, Anthony escrevia bastante sobre sexo, drogas e a vida em Los Angeles. Conforme seus gostos musicais se expandiram e sua visão geral de tudo amadureceu, ele começou a escrever sobre espiritualidade, problemas da vida e perdas de amigos, incorporando um grande senso de realismo social e pensamentos em suas canções.
Seu estilo vocal inicial consistia em cantar raps por que era o unico jeito que ele conseguia fazer com facilidade e manter sempre o mesmo ritmo. No álbum Mother's Milk (1989), Kiedis escreveu canções mais melódicas e um pouco fora do padrão funk. A primeira música na qual Anthony incorporou seu novo estilo foi "Knock Me Down". A melodia foi, na verdade, moldada e reformulada por John Frusciante. Após entrar na banda, John passou a fazer parte de muitos back vocals com Anthony Kiedis. Blood Sugar Sex Magik, de 1991, ainda apresenta algumas canções onde Anthony canta rap com acordes de rock, mas ele apostou também em canções mais melódicas tais como Under the Bridge, Breaking the Girl e I Could Have Lied. Com o passar dos anos, Kiedis foi abandonando seu jeito de cantar como rapper e passou a cantar o seu estilo de música rock, . Anthony teve muitos instrutores vocais, mas nenhum deles o ajudou a cantar "bem". Na verdade, ele não conseguia tomar controle total de sua voz até o álbum Californication, de 1999.
Anthony sempre foi a figura principal dos Chili Peppers, até que John Frusciante entrou para a banda e tornou-se conhecido por seu incrível talento como guitarrista. Embora os Peppers tenham enfrentado muitos problemas, Kiedis sempre lutou para manter a banda unida e não precisar trocar de membros muitas vezes. Ironicamente, ele mesmo chegou a ser expulso do grupo em 1986, mas foi aceito de volta no ano seguinte para a gravação do terceiro álbum, Uplift Mofo Party Plan.


Outros projetos

Usando o nome artístico Cole Dammett (adaptado do nome artístico de seu pai, Blackie Dammett), Kiedis fez algumas pequenas participações na televisão e no cinema quando era adolescente, nos anos 1970. Sua filmografia inclui o filme F.I.S.T., com Sylvester Stallone. Resumindo seu trabalho como ator nos anos 1990, Anthony apareceu no filme Caçadores de Emoção, de 1991, tendo como protagonistas Keanu Reeves e Patrick Swayze, e interpretando um surfista chamado Tony. Em 1994, ele e Flea fizeram uma breve participação no filme protagonizado por Charlie Sheen, Rotação Máxima.
Em 2004, Kiedis lançou sua autobiografia intitulada Scar Tissue, que ficou em 17ª posição na New York Times Bestseller List. Anthony também fez parte da organização do New American Music Union, um festival musical de verão que dura dois dias e foi marcado para Agosto de 2008 em Pittsburgh, Pensilvânia.
Séries televisivas
O canal pago HBO levará ao ar em breve uma série baseada na vida de Anthony Kiedis em Los Angeles, na época em que vivia com seu pai. Aparentemente, a idéia principal da série é "a vida de um jovem adolescente cujo pai é traficante de drogas, e a relação entre os dois". Provavelmente, a série levará o mesmo nome que a autobiografia lançada por Anthony: Scar Tissue.


Vida pessoal

Heather Christie, atualmente ex-namorada de Anthony, deu à luz ao primeiro filho dele, Everly Bear, no dia 2 de outubro de 2007. Kiedis e Christie terminaram o relacionamento em junho de 2008. Além de Heather, também passaram pelo currículo amoroso de Anthony Kiedis: Ione Skye, Sofia Coppola, Jessica Stam, Sinéad O'Connor, Heidi Klum, Nina Hagen, Yohanna Logan (cujo nome foi mudado para "Claire Essex" em edições posteriores de Scar Tissue), Jaime Rishar, Jennifer Bruce, Carmen Hawk e Haya Handel. Anthony possivelmente também teve relacionamentos casuais comMadonna e Mel C, das Spice Girls .


Homenagem

Em maio de 2009, Anthony Kiedis foi homenageado por sua sobriedade das drogas pela 5th Annual MusiCares MAP Fund Benefit Concert no dia 08 de maio de 2009 em Los Angeles, Califórnia. O evento homenageou Kiedis e levantou fundos para a recuperação de dependentes. Segundo Neil Portnow, Presidente da 'The Recording Academy® and MusiCares', "Anthony é um forte apoiante da luta contra as drogas e esta é uma oportunidade perfeita para reconhecer e homenagear o seu empenho."
Durante a celebração, o baterista Chad Smith, o baixista Flea e o vocalista Anthony Kiedis tocaram juntamente com Ron Wood e Ivan Neville dos Neville Brothers, também com Iggy Pop. Chad Smithdisse que tocaram músicas covers dos Kinks, Yardbirds.




terça-feira, 26 de outubro de 2010

Paul McCartney: estrada longa e virtuosa

Via: Whiplash
Matéria que traça um perfil da discografia solo de Paul McCartney, originalmente publicada no jornal gaúcho Zero Hora, em 18/10/2010, e gentilmente cedida pelo jornalista Luís Bissigo (luis.bissigo@zerohora.com.br) para publicação no site Whiplash!


Depois do fim dos Beatles, Paul McCartney seguiu a carreira solo mais produtiva do quarteto, lançando no caminho 22 discos de estúdio. Entre 1970 e 1980, por exemplo, ele empilhou 10 discos de inéditas, mais um ao vivo e um projeto alternativo, superando numericamente os ex-companheiros – no mesmo período, John Lennon e Ringo Starr lançaram sete álbuns de estúdio cada um, e George Harrison, seis. No total, Paul assina pelo menos outros 18 álbuns – incluindo aquele que é considerado seu trabalho individual mais antigo (a trilha sonora do filme “Lua-de-Mel ao Meio-Dia”, lançada em 1967) e o mais recente (“Good Evening New York City”, ao vivo, de 2009). Não entram na conta coletâneas, DVDs e versões alternativas de discos ao vivo.

EEste solo tem dono

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Alguns dos títulos mais importantes da discografia de Paul McCartney são projetos em que ele trabalhou praticamente sozinho, cantando e tocando todos os instrumentos, ou quase isso. Um exemplo é seu primeiro lançamento pós-Beatles: “McCartney” saiu em abril de 1970. Algumas das faixas são rascunhos de ideias que, mais trabalhadas, poderiam virar canções propriamente ditas. Nada, no entanto, que soe mal – há belos momentos (“That Would Be Something”, “Every Night”, “Momma Miss América”) e também um dos grandes hits de Paul, “Maybe I’m Amazed” – que ele andou citando como sua favorita em entrevista no ano passado.
O passo seguinte foi “Ram” (1971), em que Paul teve a colaboração da esposa Linda e de músicos recrutados meio às pressas – entre eles, o baterista Denny Seiwell, depois integrante da primeira formação da banda Wings, que acompanhou Paul nos anos seguintes. Com produção bem mais cuidadosa, “Ram” (“carneiro”, em inglês) tem melodias belas e suaves (“Uncle Albert”, “Back Seat Of My Car”), mas o destaque é uma canção mais áspera, “Too Many People”. A letra trazia uma farpa para John Lennon (‘Foi seu primeiro erro / Você pegou seu golpe de sorte e o partiu em dois’) – respondida pelo ex-parceiro meses depois em “How Do You Sleep?” ('“Como você dorme?”), no álbum “Imagine”.
O conflito em “McCartney II” (1980) seria de ordem estética. Já sem os Wings, Paul voltou a se aventurar sozinho no estúdio, disposto a incorporar um pouco da estética new wave da época – leia-se sintetizadores e baterias eletrônicas. A experiência não deu muito certo: algumas faixas ficaram muito repetitivas, e as canções normais não chegam a empolgar.
Talvez por isso, o ‘Bloco do Paul Sozinho’ tenha demorado 25 anos para reaparecer – mas com ótimos resultados. “Chaos And Creation In The Backyard” (2005) e “Memory Almost Full” (2007) mostram o ex-beatle tocando quase todos os instrumentos em boa parte das canções – e ambos estão entre os melhores momentos de toda a obra dele. O primeiro, mais introspectivo, teve produção de Nigel Godrich (colaborador do Radiohead) e gerou um primoroso espetáculo, “Chaos And Creation At Abbey Road” (infelizmente, indisponível em DVD), em que Paul chega a gravar uma canção sozinho diante da plateia. O segundo pende mais para rock – uma das músicas, “Only Mama Knows”, tem aparecido nos shows da “Up And Coming Tour”.

  As próprias asas

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Em 1971, Paul resolveu montar seu grupo pós-Beatles: os Wings, com quem estaria constantemente na estrada e viria a produzir dois de seus melhores e mais vendidos álbuns, “Band On The Run” (1973) e “Venus And Mars” (1975). “Band”, gravado na Nigéria, reúne canções como “Jet, Let Me Roll It, Mrs. Vandebilt” e a faixa-título. Assim como muitas músicas de “Vênus”, álbum que chega a superar o antecessor em termos de regularidade e inspiração graças à singeleza da faixa-título, à energia de “Rock Show” e à sutileza classuda de “Letting Go”.
Menos inspirados, os demais LPs dos Wings também têm seus méritos. “Wild Life” (1971), o primeiro, traz experiências com reggae, ritmos africanos e flautas andinas. “Red Rose Speedway” (1973) é um aperitivo para “Band On The Run”, enquanto “Wings At The Speed Of Sound” (1976) e “London Town” são belos álbuns, embora um tanto arrastados. O último, “Back To The Egg” (1979), tem como curiosidade duas músicas gravadas pela Rockestra – combo que inclui os guitarristas David Gilmour (Pink Floyd) e Pete Townshend (The Who) e a cozinha do LED ZEPPELIN (John Paul Jones no baixo e John Bonham na bateria).

  Espinhos e flores

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A década de 1980 não foi das mais inspiradas para Paul McCartney. Embora tenha emplacado vários hits, como as baladas “No More Lonely Nights” e “Once Upon a Long Ago”, ele produziu álbuns que não disputam vaga entre seus melhores trabalhos, muito pelo flerte com a estética tecnopop daqueles tempos. Algo que aparece de leve em ”Tug Of War” (1982) e “Pipes Of Peace” (1983) e torna-se mais forte em “Press To Play” (1986). As curiosidades são os duetos com Stevie Wonder (“Ebony And Ivory”, 1982) e Michael Jackson (“Say, Say, Say”, 1983) e os LPs “Give My Regards To Broad Street” (trilha sonora do filme homônimo, dirigido por Peter Webb e com roteiro do próprio Paul, em 1984) e “Back In The USSR” (coleção de covers de rocks antigos, lançada inicialmente na antiga União Soviética em 1988). A redenção veio com “Flowers In The Dirt” (1989): Paul acertou a sonoridade e escreveu uma série de boas canções, algumas em parceria com Elvis Costello. Com hits como “This One”, “Put It There” e “My Brave Face” na manga, o ex-beatle embarcou em sua primeira turnê mundial desde os anos 1970 – e veio pela primeira vez ao Brasil, em 1990.

  Fora do roteiro

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Paul McCartney tem uma discografia paralela de projetos especiais e experiências inusitadas. Entram nessa lista, por exemplo, as trilhas sonoras que ele compôs para os filmes “Lua-de-Mel ao Meio-Dia” (o disco, lançado em 1967, foi seu primeiro trabalho extra-Beatles) e “O Cônsul Honorário” (1983). E também o instrumental “Thrillington” (1977), com refinadas versões big band para as canções do álbum “Ram”.
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O interesse pela eletrônica resultou no projeto The Fireman, em duo com o produtor Youth, com três curiosos álbuns: o mantra dançante “Strawberries Oceans Ships Forest” (1993), o viajandão “Rushes” (1998) e o explosivo “Electric Arguments” (2008), mais voltado para canções convencionais – tanto que duas delas, “Sing The Changes” e “Highway”, têm aparecido nos shows da “Up And Coming Tour”. Outros flertes com a eletrônica estão nos álbuns “Liverpool Sound Collage” (2000) e “Twin Freaks” (2005), colaborações com nomes como Super Furry Animals, Roy Kerry e o próprio Youth.

  Chama reacesa

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Os quatro álbuns seguintes, a “Flowers In The Dirt” (1989) mostram ‘Macca’ em boa forma, à vontade para fazer suas canções pop com simplicidade e qualidade. “Off The Ground“ (1993) apresentou novas e belas colaborações com Elvis Costello, além do hit “Hope Of Deliverance”. “Flaming Pie” (1997) trouxe um toque nostálgico – especialmente pela presença de Ringo Starr em “Really Love You” e “Beautiful Night” (esta, orquestrada por George Martin). Mais nostalgia veio com “Run Devil Run” (1999), voltado ao rock dos anos 1950, com covers e canções novas – o disco gerou um show especial no Cavern Club, com banda incluindo o guitarrista David Gilmour (Pink Floyd) e o baterista Ian Paice (Deep Purple). No final de 2001, a resposta de Paul ao 11 de Setembro foi o CD “Driving Rain”, outro bom álbum pop – temperado com alguma perturbação pacifista em canções como “Lonely Road” e “Freedom”.

  Paul está vivo

Emoção de palco e plateia não faltam nos registros de shows de Paul McCartney – desde o primeiro, lançado ainda nos anos 1970. “Wings Over América” (1976) registra a vitoriosa excursão do grupo pelos Estados Unidos naquele ano e mostra como o momento era importante para Paul afirmar sua própria identidade junto aos fãs: a maior parte do roteiro é de canções pós-Beatles.
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Paul só voltou a lançar discos ao vivo bem depois: “Tripping The Live Fantastic” (1990, em CD duplo e simples) é resultado da turnê mundial que trouxe ‘Macca’ ao Brasil pela primeira vez, naquele mesmo ano. Em 1991, Paul tornou-se um dos primeiros artistas pop a investir no formato acústico, com um belo “Unplugged” no qual releu clássicos do rock (“Be-Bop-A-Lula”) e temas do cancioneiro beatle (“We Can Work It Out”, “Here There And Everywhere”) com segurança e bom gosto.
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Seguem-se mais registros de turnês, como “Paul Is Live” (1993) e a dobradinha “Back In The U.S.” (2002) e “Back In The World” (2003). “Good Evening New York City” (2009), item mais recente da discografia ‘mccartneyana’, tem roteiro bem próximo do da turnê atual, enfatizando hits antigos e, claro, muitas canções dos Beatles.

  Verdadeiros clássicos

Prenunciado ainda nos BEATLES (nos arranjos camerísticos de “Yesterday” e “Eleanor Rigby”) e nos anos 1980 (na peça sinfônica “Eleanor’s Dream”, do disco “Give My Regards To Broad Street”), o interesse de Paul pela música erudita começou dar resultados mais concretos em 1991. Foi quando ele e o maestro Carl Davis compuseram “Liverpool Oratório”, obra de acento religioso e texto ligeiramente autobiográfico, gravada pela Royal Philharmonic de Liverpool com coro e solistas. A experiência seguinte foi o grandioso poema sinfônico “Standing Stone” (1997), para coro e orquestra. “Working Classical” (1999) foi mais pragmático – uma coleção de versões orquestrais para canções da carreira solo, como “My Love” e “Maybe I’m Amazed”. Paul incluiria um tema no disco-tributo “A Garland For Linda” (2000) e voltaria a lembrar a esposa falecida em 1998 no pungente oratório “Ecce Cor Meum” (2006) – o título significa, em latim, “eis meu coração”.
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Rob Halford faz única apresentação no Brasil neste final de semana

Por: www.sonzeira.com.br
Rob Halford vocalista da lendária banda de Heavy Metal, Judas Priest chega neste final de semana ao Brasil. O músico faz apresentação única no país, neste domingo, dia 24 de outubro, às 20h, no Carioca Club, em São Paulo.
O vocalista trás para o Brasil a turnê de divulgação do álbum “Halford IV – Made Of Metal”, que foi lançado em outubro do ano passado, após sete anos sem lançar nenhum material inédito. Rob Harford vem acompanhado dos músicos s Roy Z (guitarra), Metal Mike Chlasciak (guitarra), Mike Davis (baixo) e Bobby Jarzombek (bateria).
Os ingressos para o evento custam R$: 120,00 (pista) e R$: 200 (camarote), confira abaixo o clipe “Made Of Metal” lançado recentemente.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Festival Planeta Terra 2010

Consolidado como um dos maiores eventos de música do Brasil, o Planeta Terra Festival acontece no dia 20 de novembro no Playcenter, em São Paulo. Assim como foi na edição 2009, o festival contará com dois palcos: o Sonora Main Stage e Gillette Hands Up \o/ Indie Stage.
Promovido pelo Terra, Planeta Terra Festival terá no Sonora Main Stage as atrações Smashing Pumpkins, Pavement, Phoenix, Mika, Of Montreal, Novos paulistas e Mombojó. Já no Gillette Hands Up \o/ Indie Stage, quem se responsabiliza pela festa são os nomes Girl Talk 3rd band, Empire of the Sun, Hot Chip, Passion Pit, Yeasayer, Holger, Hurtmold e República.
Os ingressos para o festival estão esgotados desde o dia 7 de setembro. Para quem quiser acompanhar os shows, a Terra TV irá transmitir na íntegra todo o evento em três canais simultâneos ao vivo.
Confira os horários:
Sonora Main Stage:
16:00 / 17:00 - Mombojó
17:30 / 18:30 - Novos paulistas
19:00 / 20:00 - Of Montreal
20:30 / 21:30 - Mika
22:00 / 23:00 - Phoenix
23:30 / 01:00 - Pavement
01:30 / 03:00 - Smashing Pumpkins
Gillette Hands Up \o/ Indie Stage:
16:00 / 16:40 - República
17:00 / 18:00 - Hurtmold
18:30 / 19:30 - Holger
20:00 / 21:00 - Yeasayer
21:30 / 22:30 - Passion Pit
23:00 / 00:00 - Hot Chip
00:40 / 01:40 - Empire of the Sun
02:00 / 03:30 - Girl Talk 3rd band
O Festival
Organizado pelo Terra, o evento ocupará os 80 mil m² do famoso parque de diversões da capital paulista e tem previsão de abrigar cerca de 20 mil pessoas em suas 10 horas de música ao vivo. Com a abertura dos portões marcada para as 13h, os fãs dos grupos poderão conferir os dois palcos montados no Playcenter (Main Stage e Indie Stage) e ainda se divertir nos brinquedos abertos ao público.
Brinquedos
Além das 10 horas de música, o Planeta Terra Festival ainda contará com os brinquedos do Playcenter funcionando para todos os fãs. Cataclisma, Wave Swinger, Barco Viking, Swing Dance, Waimea, Sky Coaster, Monga e Windstorm funcionarão entre 13h e 21h.
Para quem quiser seguir durante a madrugada se divertindo e curtindo as bandas em alto e bom som, Boomerang, Evolution, Auto Pista, Double Shock, Looping Star, Turbodrop e Magic Motion irão funcionar das 14h até 5h.
Planeta Terra Festival
Reservado na agenda dos fãs de música, o Planeta Terra Festival se consolidou como um dos maiores festivais do Brasil. Em suas edições anteriores, o grupo já trouxe nomes como Lily Allen, Kasabian, The Foals, Jesus and Mary Chain, Kaiser Chiefs, The Breeders, Spoon, The Offspring e Bloc Party.
Só na edição de 2009, o line up do evento teve Iggy and the Stooges, Sonic Youth, Primal Scream, Metronomy, The Ting Tings e outros.
Serviço - Planeta Terra Festival 2010
Quando: 20 de novembro
Onde: Playcenter - São Paulo
Censura do evento: 18 ano
Passion Pit
Pavement
Mika
Phoenix
Passion
monbojó

Smashing Pumpkins
 

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Encerrada venda online de ingressos para show de Paul McCartney

As entradas para a apresentação que acontece em 21 de novembro, em São Paulo, continuam sendo comercializadas nas bilheterias do Pacaembu
A venda online de ingressos para o show que Paul McCartney realiza em 21 de novembro, em São Paulo, foi encerrada por volta das 10:30 desta segunda, 18. Ela começou pouco depois das 8h da manhã da mesma data. De acordo com a assessoria da Plan Music, empresa responsável pela vinda do ex-beatle ao Brasil, apesar das entradas comercializadas por meio do site www.ingresso.com estarem esgotadas, as bilheterias do Estádio do Pacaembu continuam as vendas, mas com esquema de distribuição de senha, ou seja, só quem está com uma senha em mãos tem a garantia de que vai conseguir efetuar a compra.

O início da venda de ingressos para este show de Paul na capital paulista foi antecipado depois que a pré-venda terminou rapidamente. Ainda não há informações acerca da segunda apresentação, que acontecerá no dia 22 de novembro.

Paul McCartney em São Paulo
21 de novembro
Estádio do Morumbi (Praça Roberto Gomes Pedrosa, s/nº)
Ingressos (há meia entrada para todos os setores):
Pista prime: R$ 700
Pista: R$ 300
Cadeira inferior: R$ 600
Cadeira coberta vermelha: R$ 450
Cadeira coberta laranja: R$ 400
Cadeira premium laranja: R$ 450
Cadeira premium azul: R$ 450
Cadeira coberta azul: R$ 450
Arquibancada especial vermelha: R$ 180
Arquibancada vermelha: R$ 160
Arquibancada laranja: R$ 140
Arquibancada azul: R$ 160
Venda para público em geral: dia 18, agora só nas bilheterias do Pacaembu - pelo menos inicialmente, as bilheterias do Morumbi serão somente para sócios do clube.

domingo, 17 de outubro de 2010

U2 volta ao Brasil, mas Rio fica fora do roteiro

 Depois de Paul McCartney confirmar sua vinda ao Brasil, o país já pode contar com mais um show internacional para o ano que vem. Os fãs de Bono Vox e seus companheiros podem comemorar. Segundo o jornal “Folha de S.Paulo”, a banda irlandesa U2 retorna ao Brasil em março de 2011.
Os cariocas que quiserem assistir ao show terão que viajar para a terra da garoa. A cidade de São Paulo está confirmada para receber o grupo de rock, mas o Rio de Janeiro ficará de fora do roteiro da banda. O motivo é a reforma no estádio do Maracanã, único capaz de receber a parafernália do grupo.
As datas para as apresentações devem ser confirmadas na próxima semana.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

The Cranberries comemoram 20 anos em show simples, direto e cheio de hits em SP


Com quase duas horas de duração, Dolores O’Riordan e sua trupe fizeram show na capital Paulista, na noite desta quinta-feira (14), e colocaram a platéia lotada do Credicard Hall para dançar e cantar. De forma simples e direta, a turnê que comemora os 20 anos da banda mostra todo o repertório de hits dos irlandeses.
Sucesso nos anos 90, The Cranberries mostraram que ainda têm bastante fôlego e carisma para encantar o público. A vocalista Dolores é um show à parte: conversa com a platéia – muitas vezes em português -, faz dancinhas engraçadas, se veste como se fosse a uma balada (depois troca de roupa e põe um quase vestido de gala), pega os presentes que os fãs levam até a grade de proteção, faz solos de guitarra e, claro, canta lindamente como 20 anos atrás!
Apesar de alguns escorregões como o deslize do baterista, Fergal Lawler, no início de “Free”, ou o tropeço de Dolores com a guitarra em “Daffodil”, os fãs não se importam e continuam dançando e cantando. E para levar a galera ainda mais ao delírio, Dolores ainda joga purpurina azul sobre o palco em “Electric Blue” e, coloca um cocar (?) para cantar “Salvation” e saúda a platéia com uma bandeira do Brasil.
Depois do final apoteótico com “Zombie”, a banda faz uma pausa para o bis e é ovacionada, voltando depois de alguns minutos para tocar mais quatro músicas. O show termina com “Dreams” e Dolores agradece num “Obrigado”, bastante carregado de sotaque, e emenda em inglês: “ Vejo vocês no ano que vem”. Será?
A tour brasileira do Cranberries ainda segue por mais três cidades: Florianópolis (16/10), Brasília (19/10) e Recife (22/10).
Confira o set list do show:
Analyse
How
Animal Instinct
Dreaming my Dreams
Linger
Ode to my Family
Wanted
Just my Imagination
Desperate Andy
When You’re Gone
Daffodil Lament
Can’t be With You
Waltzing Back
Electric Blue
Free
Salvation
Ridiculous Thoughts
Zombie
***
Shattered
Astral
Promises
Dreams
por Taiz Dering
http://mtv.uol.com.br/noticias/cranberries 

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

GRANDES SHOWS - PARTE I - RUSH - SP 22 de Novembro de 2002




MEU INGRESSO

Em vista a volta dos canadenses do RUSH ao Brasil, resolvi criar esta postagens dos vários shows que nós que fazemos o SÃO ROCK, já presenciamos.
Começarei com o maravilhos show do RUSH que tive a felicidade de assistir em novembro de 2002, no morumbi, de cara meu primeiro show internacional, e até hoje o melhor que já assisti, me desculpe o U2 que também assisti em 2006 no morumbi e IRON MAIDEN em Recife. Mais esse show foi espetacular.
Não fiz planos para ir a esse show, apesar das insistentes ligações de Walásse de Brasilia, tentando me convencer. Mais pra mim estava inviável sair daqui pra Brasilia, depois ir pra São Paulo pro show.
mais depois de um problema particular, Walásse teve que vir aqui no Brejo, e veio de carro mais Zé Podão e Meireles, 10 dias antes do show Aí não teve o que pensar, depois de resolvido seus problemas, pegamos a estrada, eu, Walásse, Zé Podão e Meireles. Saimos daqui as 7 da manhã, chegamos em Brasilia as 13 horas do outro dia. Foi uma maravilhosa viagem, sem falar que foi o último contato que tive com o amigo Zé Podão, fomos rindo daqui até chegar lá com as mungangas de Zé. Dormimos numa cidade na Bahia chamada Bom Jesus da lapa, quando acordamos tomos o café, perguntaram se nós iamos conhecer a gruta que é o ponto turistico de lá. Fomos lá conhecer, fiquei impresionado com abeleza do lugar, uma igreja dentro de uma montanha, muito bonito o lugar, tiramos várias fotos.
MEUS COMPANHEIROS DE VIAGEM


Chegando em Brasília, fomos procurar o Herlone, responsável pela excursão de Brasília pro show.
Saimos de Brasilia na quinta dia 21, de cara eu fui a atração da excursão, todos queriam conhecer o cara que saiu do interior do ceará para ir para o show do Rush. Me perguntavam como conhecia, era pra eles algo extraordinário. Conheci fãs de todas as idades nesse ônibus, tinha um senhor, oficial do exercito, conversei muito com ele, dizia ele que a maior decepção dele era que o filho era pagodeiro. A viagem foi regada a cerveja e muito rock ´n roll.
EXCURSÃO BRASÍLIA/ SP - SHOW DO RUSH 2002
HERLONE UM DOS ORGANIZADORES DA EXCURSÃO

Chegamos em São Paulo por volta de meio dia, e só conseguimos chegar na Galeria do Rock, lá pelas duas da tarde. Impresionante aquela galeria, você fica meio que perdido, sem saber aonde vai primeiro, se compra, cd, dvd, camisa é de mais.
GALERIA DO ROCK - LOJA DA STAMP
WALÁSSE E ALEXANDRE
AEXANDRE E EU

Ligamos pra alexandre de Zuila, que foi nos pegar na galeria para almoçarmos no seu apartamento, depois voltamos a galeria e nos reunimos com a turma da excursão e fomos pro estádio.
ÚNICA FOTO DO SHOW QUE TIRAMOS

Nunca tinha entrado em um estádio, e de cara conhecer logo o morumbi, foi impresionante. Já no estádio nos reunimos numa peguena turma e começamos a tomarmos cervejas ao precinho salgadinho de 4 reais o copo, faziamos um rodizio para não perdemos nenhum detalhe. Como não tinha banda de abertura a trilha sonora era feita por uma rádio local, cada música agitava o enorme público de 60 mil pessoas presente.



A banda canadense Rush entra no palco do estádio do Morumbi, às 21h50, o show estava previsto para começar 20 minutos antes, com a música "Tom Sawyer", do álbum Moving Pictures, de 1981, este é o maior sucesso do Rush no Brasil, pois a música foi usada pela Globo na abertura do seriado "Profissão Perigo", na década de 80.  Valeram a pena as mais de duas décadas de espera. O show  mesclou todas as fases dos 33 anos de carreira da banda, pirotecnia e, principalmente, ótima música, o que agradou o público de todas as idades. O trio canadense também se mostrou bastante carismático e profissional. Foi um espetáculo para ficar na memória das mais de 62 mil pessoas que foram ao estádio do Morumbi. O som estava ótimo. 

Depois de "Tom Sawyer", vieram "Distant Early Morning", do disco Grace Under Pressure, de 1984, "New World Man", de 1982, e "Roll the Bones", do álbum homônimo, de 1991. O telão do estádio mesclava cenas futuristas com imagens do palco.

Banda e público entraram em sintonia a partir da instrumental "YYZ", também do disco Moving Pictures. Ao final da música, o vocalista, tecladista e baixista do Rush, Geddy Lee, arriscou um "muito obrigado", em português. Na sequência, o trio canadense executou "The Pass", que, segundo Lee, é uma dos sons favoritos da banda.

Mas o melhor estava guardado para o final da primeira parte do set list. O trio canadense tocou clássicos, como "Freewill", do álbum Permanent Waves (1980), "Closer to the Heart", do disco Farwell to Kings (1977), e "Natural Science", também do Permanent Waves. 




No intervalo acenderam as luzes, ainda estavamos extasiados com tamanha porrada musical, era inacreditável o que estavamos presenciando, simplesmente perfeito o show. Depois repentinamente apagam-se as luzes e ouvimos passos, eram um estrondo no estádio e no telão aparecia o dragão que olhava profundamente para todos e soltava aquela labareda de fogo e no palco em meio as labaredas surgia a banda novamente. EXPETACULAR é a palavra.

O Rush voltou ao palco do Morumbi com "One Little Victory", o primeiro single do novo disco, Vapor Trail. Na sequência, viéram "Driven", do Test For Echo álbum símbolo da banda na década de 90, "Gosth Rider" e "Secret Touch", ambas do Vapor Trail.

Mas o ponto alto do show, como não podia ser diferente, foi o solo do lendário baterista Neil Peart, intitulado "The Rhythm Method". Diferentemente do que faz no resto do mundo, o músico incluiu ritmos "latinos" na sua apresentação, que durou mais de 10 minutos. Durante o solo, a plataforma da bateria se movimentava, mudando o músico de posição.

No fim do segundo set list, a banda tocou uma versão acústica de "Resist" _diferente da original_, duas partes de "2112 (Overture e Temples of Syrinx)", "Limelight", do álbum Moving Pictures, e finalizou com "Spirit of Radio", do disco Permanent Waves. Antes da última música, porem, Geddy Lee arriscou um trecho de "Garota de Ipanema" no baixo. O público adorou a brincadeira.

A eufórica platéia de São Paulo foi brindada com um bis composto pela primeira parte de "By-Tor & the Snow Dog", do álbum Fly by Night (1975), pelos três primeiros minutos de "Cygnus X-1" e por "Working Man", do primeiro álbum, Rush, de 1974.


É isso, agora só me resta lembra desse dia especial, mágico e inesquecível que foi esse 22 de Novembro de  2002.




Dia 08 de outubro, novamente teremos o RUSH no Brasil e nós do SÃO ROCK seremos representado em São Paulo, por Alexandre e Weyne e no Rio com Walásse e George. Teremos brevemente aqui fotos dos dois show.   





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