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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




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Mostrando postagens com marcador ROCK AND ROLL. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 3 de maio de 2011

Jornalista resume história do rock e seus representantes

da Livraria da Folha
O rock é um dos gêneros musicais que nunca envelhece e está sempre associado à juventude. A cada nova geração o estilo se renova e passa atender as demandas destes jovens.
Se nos anos 1970 era a campanha contra a guerra do Vietnã, hoje é a liberdade de expressar seus sentimentos. Essa reciclagem faz com que o rock nunca perca seu frescor e ar de novidade.
Todas essas mudanças fazem do gênero um dos mais múltiplos e com mais divergências. "Breve História do Rock", escrito por um pesquisador e ex-integrante de algumas bandas, faz um panorama década a década desde o nascimento do rock.

Divulgação
White Stripes é uma das bandas representantes dos anos 2000 no rock
White Stripes é uma das bandas representantes dos anos 2000 no rock
Das influências da década de 1950 ao grunge dos anos 1990, tudo que foi agregado e modificado na música é apresentado, juntamente com seus principais representantes.
Veja o que mudou no rock nos anos 2000:
*
"Me chame quando você estiver sóbrio"
Na primeira década do século XXI, o rock continua vivo, mesmo que continue se reciclando; às vezes, como resumiu um jornalista inglês, é possível misturar qualquer elemento sonoro ou visual desde os anos 1940 e estar na moda. Periodicamente, a humanidade passa por um período de pastiche, onde todo mundo recicla e copia todo mundo - e percebe-se que até para plagiar é preciso talento.
Aqui estão alguns novos gêneros que se definiram até agora neste terceiro milênio.
Pop-punk: Combina o descompromisso do punk-rock (podendo chegar a nem incluir contrabaixo) com a melodiosidade do pop. Alguns exemplos são os grupos norte-americanos White Stripes (na verdade, uma dupla) e Yeah Yeah Yeahs.
Reggaeton: O nome vem de "reggae" e "marathon", e o estilo é uma fusão de reggae, rap e ritmos centro-americanos.
Emo: Na verdade, tem suas raízes mais remotas em meados dos anos 1980. O termo é diminutivo de "emocore", por sua vez abreviatura de "emotional hardcore", variação mais melodiosa do punk-rock, com melodias pegajosas. Os primeiros grupos emo surgiram em Washington, com grupos como Rites of Spring; nos anos 1990, houve uma segunda onda emo, cujo representante mais famoso é o Fugazi; uma terceira onda emo começou em 2000, destacando grupos como Death Cab For Cutie, Sunny Day Real Estate e Panic! At The Disco.
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Breve História do Rock
Autor: Ayrton Mugnaini Jr.
Editora: Claridade
Páginas: 80
Quanto: R$ 19,00
Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

segunda-feira, 25 de abril de 2011

O negócio (ainda) é rocão antigo por Luiz Rebinski Junior

Luiz Rebinski Junior
http://www.digestivocultural.com/ 

Comecei a escutar música com doze anos. Até os vinte, não lembro de ter escutado nada que tivesse sido gravado depois de 1980. Dissequei o rock inglês dos anos 1960 e 70, era alucinado pelos caras que estiveram em Woodstock e pela psicodelia californiana de bandas como The Doors, Grateful Dead e Jefferson Airplane. Adorava a fase viajandona dos primeiros anos do Pink Floyd, com Syd Barrett à frente. Só depois percebi que Barrett era mais maluco do que gênio, mas por um bom período eu achei o contrário. O Pink Floyd pós-Barrett é muito melhor. Tudo o que importa na banda foi feito depois que eles saíram dos clubinhos de jazz e foram tocar para as massas, aí viram grandes. Havia as bandas menos conhecidas, como Blue Cheer, que sempre é lembrada como uma espécie de lado B dos anos 1960. O disco de estreia deles, Vincebus Eruptum, é pesado como o Led Zeppelin seria um ano depois, no debute de 1969. E ainda havia as duas bandas mais influentes do mundo ― Beatles e Stones ― que, sozinhas, monopolizam a atenção de qualquer piá pançudo que está começando a escutar música.

Mas o fato é que, depois de um longo período dedicado à velharia, fiquei meio cansado do rocão clássico. Então passei metade dos anos 1990 afinado com o que foi produzido pelos meus contemporâneos. Escutei tudo que pude dos 90, do grunge ao britpop. Me apaixonei por bandas como Smashing Pumpkins ― quase comi o disco duplo mais foda dos anos 1990, o imbatível Mellon collie and infinite sadness. Ainda hoje me penitencio por não ter encarado o Hollywood Rock de 1996, quando a banda tinha acabado de lançar seu melhor disco e tocou na mesma noite do The Cure.

Também me embrenhei na barulheira do Sonic Youth. Até hoje, meu álbum preferido da banda é dos 90: Washing Machine, aquele disco com dois carinhas com máquinas de lavar estampadas na camiseta, é a união perfeita do noise com o pop. Sim, sei que eles têm discos mais aclamados, que a crítica pegou Daydream Nation pra Cristo, e o elegeu a obra-prima da banda. Mas, para mim, Washing Machine continua insuperável.

No Brasil, a música viveu nos anos 1990 uma espécie de ressaca pós-80. Poucos vingaram, e um número menor ainda continua por aí. Ainda assim, confesso que tive boa vontade com as bandas do meu tempo de pós-adolescente, quando também fui mais a fundo na história musical brasileira, me embrenhando na fase áurea de Jorge Ben ― A tábua de esmeraldas, África Brasil e Samba esquema novo ―, descobrindo Cartola, Chico, Nelson Cavaquinho, Zé Ramalho, Raul Seixas, Walter Franco, etc.

Sempre lutei contra certo sentimento de nostalgia que, vez ou outra, se apoderava de mim. E nostalgia de um tempo que não se viveu, é uma coisa bem idiota. Cultuar um passado que não se conhece é uma forma de desprezar a própria existência. Então nunca quis me tornar aquele chato que em um churrasco solta frases como "hoje não tem mais música que preste", "antigamente é que se fazia música de verdade" e coisas do gênero, que denunciam não a preferência por uma música diferente, mas, na maioria dos casos, apenas a ignorância cega daquilo que é feito embaixo do seu nariz.

Então foi com um pouco de receio que dei o título para este texto. Há sempre a possibilidade de um leitor mais preguiçoso associar meu nome a um tipo de fã anacrônico de música. Bem, mas ser mal compreendido é um risco corriqueiro para quem está disposto a revelar suas limitadas preferências artísticas. Mas, ainda que meio enganoso, o título não é de todo mentiroso. Depois desse nariz-de-cera que cometi para dizer que sou uma pessoa aberta a novas experiências musicais, me sinto mais à vontade para admitir que depois do final dos anos 1970 a música nunca mais tocou a mesma nota.

Os dez anos que separam 1965 de 1975, provavelmente foram os mais férteis da história do rock (mas não só). Os artistas daquele período que hoje estão canonizados, gravaram a parte mais substancial de seu repertório nesses dez anos. Claro que esses artistas não pararam de fazer bons discos depois de 1975, mas talvez não fossem o que são se não houvesse esse período mágico em suas carreiras.

Bob Dylan, que em 2011 completa 70 anos, poderia desmentir minha tese de araque com dois ou três discos sensacionais gravados em 1989 (Oh Mercy) e 1997 (Time out of mind), longe o bastante dos anos 1970. O judeu fanhoso, apesar de ter passado por períodos de ostracismo, nunca esqueceu como se faz uma boa canção. Suas pérolas musicas e poéticas residem até mesmo em discos mais fracos. Mas, ainda assim, mesmo tendo um repertório fantástico, com quase mil músicas, Dylan, ainda que seja um artista genioso, que só toca o que quer, nunca poderá escapar do conteúdo que produziu em Highway 61 revisited, Blonde on Blonde, Bringing all it back home, Planet Waves e Blood on the tracks, álbuns gravados em sua juventude, a fase mais brilhante de sua carreira. Se o violão de Woody Guthrie era uma máquina de matar fascistas, o de Dylan não parou de produzir clássicos durante uma década.

Os anos de glória dos Stones também estão entre os anos 1960 e 70. Ainda que os anos de Londres ― quando a banda gravou bons discos e seu som se baseava mais no blues americano ― tenham rendido alguns clássicos que sobreviveriam a muitas décadas ― "Satisfaction", "Stoned", "Paint in Black", "Play with fire" e "Under my Thumb" são dessa leva ―, foi entre 1968 e 1974 que a banda concebeu seus clássicos. Uma sequência arrebatadora que começou no final dos anos 1960 com Beggars Banquet (1968) e Let it bleed (1969) e terminou na primeira metade dos anos 1970 com Sticky Fingers (1971), Exile on Main Street (1972), Goats head soup (1973) e It's only rock'n'roll (1974). Depois disso, bons álbuns vieram (Tattoo you e Black and blue são os meus preferidos), mas a fase genial tinha ficado para trás.

É claro que os Stones e Bob Dylan, sozinhos, não provam nada. Não podem, com suas carreiras, certificar uma década como a mais brilhante da história do rock. Mas os discos lançados entre 1960 e 1970 podem. Nesse período Jimi Hendrix lançou todos os seus álbuns, incluindo a estreia com Are you experienced (1967) e o magistral Electric Ladyland (1968), o Cream nasceu e morreu, os Doors e o Velvet Underground viraram imortais com suas estreias (1967), o Jefferson Airplane lançou Surrealistic Pillow (1967), os Kinks fizeram seus melhores álbuns, a The Band gravou Music from the big Pink (a mesma casa rosa em que gravaram os Basement Tapes com Dylan) , Van Morrison pirou com Astral Weeks (1968) e Neil Young dava início a uma carreira-solo espetacular ― Harvest veio na esteira de Everybody knows this is nowhere, tá bom assim?). O começo dos anos 1970 também deu o norte para dois estilos que se tornariam febre entre jovens décadas depois: o punk com os Stooges e o metal com o Black Sabbath. Mas há muito mais. O que falar dos discos que Bowie fez antes e depois de sua androginia? Joni Mitchell, Nick Drake, Lynyrd Skynyrd, Marvin Gaye, Pink Floyd, All Green, Yes, Rush, os anos 70 são uma mina de ouro musical que se mostra inesgotável a quem se propõe a escavá-la.

Mas, o mais incrível não é apenas a profusão de grandes artistas que tiveram seus momentos mais criativos nos anos 1970, mas o que essas bandas fizeram com as gerações que lhe sucederam. De certa forma, esses artistas eclipsaram as gerações seguintes, que não conseguiram criar uma música tão idiossincrática e poderosa quanto a de seus ídolos. E hoje, o que se valoriza e se espera não é mais um tipo de música que se pareça única, singular, mas um tipo de música que consiga se relacionar com o que foi feito no passado, que dialogue com a matriz. É como se a música de hoje estivesse em um patamar artístico inferior. E, o que é pior, parece que tanto o público quanto a crítica já se conformaram com isso.

O Led Zeppelin é uma das minhas bandas preferidas, apesar de não ser a número um em minha galeria. Mas, com certeza, foi a banda de rock mais perfeita de todos os tempos. Todos os seus integrantes eram fantásticos e a banda tinha uma sinergia que, depois da morte de Bonhan, nunca mais foi alcançada e o grupo se desfez. O Led foi uma coisa tão mágica, que até o mais cético dos céticos é levado a acreditar naquelas bobagens de astrologia e zodíaco que a banda fazia questão de disseminar, com aqueles símbolos que eles mesmos não sabiam direito o que representavam. Em menos de dez anos, o Led Zeppelin construiu um discografia comparável a dos Beatles. Não há um disco falho em sua trajetória. Presence e Coda, os discos menos comentados do grupo, são petardos bem acima da média, de qualquer média. Os seis primeiros discos do Led convertem qualquer piá, de qualquer parte do mundo, em um fã fervoroso de rock. Não há como escapar. Se o destino realmente ronda a vida, ele se materializou no Led Zeppelin. Depois do fim da banda, nenhum integrante conseguiu fazer algo que se aproximasse da relevância do Led, ainda que a carreira-solo de Robert Plant tenha bons momentos. A impressão que se tem é que rolou algo como "as pessoas certas no momento certo". Cada integrante tinha a mesma importância (Page&Plant tinham mais holofote, mas Jones&Bonhan estavam longe de serem apenas coadjuvantes), o que é bastante difícil de acontecer em uma banda de rock, onde a disputa por espaço quase sempre é selvagem.

Mas e depois dessa onda criativa, o que aconteceu com a música? Por que não há uma banda contemporânea com a força e a magia do Led Zeppelin? E essa situação não se restringe ao rock. Não sou grande conhecedor de jazz, mas sei que todos os mitos do gênero estão no passado. Até onde sei, não há um Charlei Parker no cenário. É claro que há boa música sendo feita, o Radiohead é um clássico contemporâneo, mas não me parece que vai conseguir alcançar a relevância de bandas de outrora. Os mais céticos costumam dizer que, na música, tudo já foi feito. Prefiro não acreditar nisso e achar que a criatividade está entre nós e um dia uma nova hecatombe musical vai ser deflagrada. Assim espero.

Luiz Rebinski Junior
Curitiba, 20/4/2011

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Uriah Heep quebrando tudo com Into The Wild (2011)

http://futebolmusicaetc.blogspot.com



Surpreendente!

Não há outro adjetivo para falar de "Into The Wild" o vigésimo terceiro albúm de estúdio da banda britânica no final dos anos 60, Uriah Heep. A formação da banda hoje só conta com um membro original, Mick Box, um dos vocais e guitarrista da banda desde 1969.

Em "Into The Wild" esqueça a possibilidade de faixas que soem adequadas ao atual momento do rock. O rock tradicional britânico tem como principal característica não mexer na receita do bolo: não há misturas, influências ou referências ao presente.

É impressionante que a banda apresente um disco com tanto vigor e qualidade para quem gosta do bom e velho rock and roll.

Se você já teve oportunidade de escutá-lo e teve a impressão de estar escutando o Deep Purple em seus melhores momentos, você não está de todo errado. Afinal os riffs matadores e o hammond tradicional são a cama das faixas da banda que já teve dezenas de formações. Só de bateristas foram seis!

A banda não lançava material inédito desde 2008 - "Wake The Sleeper", pois "Celebration" (2009) na verdade trazia regravações de algumas canções do próprio UH. Portanto a banda praticamente não parou uma vez que lançou 22 albúns de estúdio!

A primeira faixa Nail on the Head é rock inglês 60/70 sem que a auto-referência seja uma cópia descarada daquilo que a banda londrina produziu nos últimos 40 anos. O que é um grande alívio para fã. Quem curte Deep Purple, Cream, Led Zeppellin achará a faixa um espetáculo. Lá estão todas as características: hammond, guitarra suja e bateria veloz.

Depois temos a impressionantemente jovem I Can See You no melhor estilo Deep Purple/The Who e aqui faço um pedido de desculpas ao leitor mas as semelhanças entre a banda de Gillan e Mick Box é muito grande. Talvez seja por isso, que embora com fãs no mundo inteiro, a sombra do Purple tenha sido maior que a necessária. Faixa com vocal grudento. Música fantástica.

Depois temos a faixa que dá título ao disco, com grande peso e intro hammond, no melhor estilo Jon Lord, aqui pilotado pelo hábil Phil Lanzon, músico experiente que já tocou em diversos projetos entre eles o Sweet e Lionheart. Acordes simples mais bastante envolventes. O vigor e a alegria do vocalista Bernie Shaw ajudam muito a faixa, mais uma vez destacanto as intervenções de Lanzon.

Em Money Talk o peso setentista vai groveando por toda a faixa. Baixo "gordo" e "pesado". Sem qualquer espécie de exagero, parece que a banda está (re)começando sua carreira e é uma pena, que não tenhamos (ao menos no Rio de Janeiro) rádios que cedam espaço para bandas tradicionais e importantes para contarem a história do rock. Convenções mais uma vez muito semelhantes aos trabalhos do Purple em Fireball e Machine Head. Parece que o tempo não passou. Mais uma faixa - como gostam de dizer e escrever - matadora. Final apoteótico.

I´m ready mostra todo o potencial da banda (e de Bernie Shaw) para comporem uma canção que não menospreza uma excelente melodia, bons vocais e um arranjo pesado. Curioso que ouvimos alguns discos contemporâneos que 'pretendem' ter o som sujo e grave para emularem uma atmosfera setentista. Nunca será a mesma coisa sem a presença de um hammond e de uma história que envolva uma banda que realmente pertenceu ao movimento setentista inglês, fundamental para o entendimento e prazer de quem gosta de rock. A banda realmente parece pronta para retornar com muita força ao cenário.

Trail of Diamonds traz leveza e delicadeza para o disco. Até então pesado, somos envolvidos pelos falsetes e solfejos de Shaw, que a cada faixa surpreende pela versatilidade e por conta da tranquilidade com que entoa cada canção, sem fazer da sua voz um elemento destacado das canções mas sim parte da canção. Quando com 2:26 a canção se transforma, você tem plena certeza de que está escutando um grande disco de 2011. Embora uma faixa longa, não dá vontade de dar pause ou pular.

Agora temos Southern Star. Não há nada de muito complicado na combinação dos arranjos do UH mas existe uma sofisticação nas camadas musicais. A banda soa muitas vezes como o Queen - e a comparação não é nenhuma heresia - com bons arranjos vocais, timbres bem colocados. O disco é muito pra cima e bem perceptível para ouvidos menos acostumados com o som cru de 30 anos atrás.

Believe mantem o ritmo do disco com muito destaque para os teclados de Lanzon e o jeito "Toto" de fazer canções. Refrões com segundas vozes, guitarras muito agudas e peso. É a faixa com menos atenção recebida e talvez por isso a menor.

Lost é para você que gosta de fraseados conjuntos entre guitarra, baixo e teclado. As melodias escolhidas pela banda passam por um pleno bom gosto, porque o peso da canção não despreza em momento algum as possibilidades melódicas e vocais. Excelente faixa. Ouça como as frequencias médias/agudas de um hammond podem dar um ar assustador e fantástico a uma canção. Chover no mohado: mais uma grande faixa.

A canção T-Bird Angel talvez seja a faixa mais "comum" do disco, mas vale a conferida por todo o ambiente e que não destoa em nenhum momento do conceito do disco.

Temos em seguida Kiss of Freedom, mais um show de Bernie Shaw, com uma belíssima canção e um refrão apaixonante. Com arranjos muito condizentes com todo o disco, uma delicadeza e um serviço muito bem executado. A sinergia entre as faixas fazem com que o disco soe como uma enorme suíte. Destaque impecável (mais uma vez) para Phil Lanzon que "destrói" no solo final da canção.

O disco conta ainda com a faixa extra Hard Way To Learn, uma quase balada do UH que trabalha com os mesmos elementos do disco, muito peso, hammond e um entrosamento muito próximo do ideal, entre melodias e harmonias.

Disco que entra fácil na lista de melhores lançamentos do ano. Uma enorme e agradável surpresa.

01. Nail on the Head
02. I Can See You
03. Into The Wild
04. Money Talk
05. Trail of Diamonds
06. Lost
07. Believe
08. Southern Star
09. I'm Ready
10. T-bird Angel
11. Kiss of Freedom
12. Hard Way to Learn (Bonus Track)

Nota, 9,5


Daniel Junior - Música
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quinta-feira, 31 de março de 2011

AC/DC: os sinos anunciam o retorno de preto

por Maximiliano P.
Fonte: Blog rockrevista
http://whiplash.net
No mundo do rock não se fala em outra coisa. No dia 10 de maio acontece o lançamento do esperadíssimo DVD “AC/DC Live at River Plate”, gravado nos shows dos caras na Argentina, em 2009. Me enche de felicidade dizer que estava lá e que este foi o mais espetacular momento roqueiro que pude presenciar.
Ao assistir um dos trailers que circulam na internet o arrepio correu minha espinha inteira. Na hora me senti na obrigação de voltar a escrever sobre esses escoceses/ australianos que simbolizam o que é o rock’n roll.
“Hell’s Bells” é, na minha modesta opinião, a música mais importante da carreira deles, e “Back in Black” o seu maior disco, por várias circunstâncias. Talvez o desenho do cenário da época de seus lançamentos ajude a entender suas importâncias...
Estamos em 1980, mais precisamente em 19 de fevereiro. Neste dia faleceu Bon Scott, então vocalista do AC/DC, aos 33 anos. Causa da morte: ingestão excessiva de álcool e sufocamento com o próprio vômito. A banda havia acabado a turnê do disco “Highway to Hell” e vivia seu melhor momento.
Bon era um dos líderes da banda, talvez o pilar mais sólido. Era o cara mais experiente na vida e mesmo dentro do rock, o “tio” que trazia os discos para os meninos ouvirem. Sua perda foi descrita como irreparável por Malcolm, Angus, Phill e Cliff, que cogitaram até acabar com a banda. Só não o fizeram por insistência dos amigos, em especial do pai de Scott, Sr. Chick, e porque entendiam que Bon iria querer que eles continuassem.
Após cogitar alguns nomes, a maioria conhecidos no cenário australiano, a banda resolveu fazer uma audição com Brian Johnson, na época vocalista da banda inglesa Geordie. Brian era um grande fã do AC/DC e sua “indicação” já havia sido feita aos garotos pelo próprio Bon Scott, que falara coisas legais dele alguns anos antes.
Ao receber a ligação Brian ficou tão pasmo que acabou desligando o telefone, achando ser um trote. Ele estava sem cantar havia cinco anos, já que a música não garantia o sustento de sua família. Felizmente Malcolm refez o contato e Johnson marcou seu teste. Cantou “Nutbush City Limits”, de Ike e Tina Turner, e depois “Whole Lotta Rosie” e “Highway to Hell”, duas das canções preferidas de Bon. O fato de Brian ter executado as músicas do seu jeito, sem querer imitar Scott, foi decisivo para um final feliz, anunciado rapidamente, no dia 08 de abril de 1980.
Brian é um grande vocalista, de muito mais feeling do que técnica. Adora whisky e fuma, mas compensa qualquer fragilidade vocal advinda dos vícios cantando com muita paixão em qualquer oportunidade. Um de seus grandes ídolos é o notável Eric Burdon, vocalista do Animals, em quem Johnson se inspirou para ser um cantor de rock.
Menos de um mês depois Brian já se juntava à banda em um estúdio nas Bahamas para a conclusão de “Back in Black”.
E foi nesse contexto de substituição do ídolo, do primeiro álbum após a tragédia e da expectativa dos fãs e de toda a crítica sobre o novo vocalista, que “Back in Black” foi finalizado, em apenas seis semanas.
Antes do lançamento (25 de julho de 1980) a banda estava receosa com a reação das pessoas sobre o trabalho e tudo o que envolvia o álbum. Imaginem o impacto de um disco cuja abertura seria uma música chamada “Hell’s Bells", feita em homenagem ao recém-falecido Bon, cujo último trabalho se chamou “Highway to Hell”.
Na cabeça de muitos poderia soar como “toquem os sinos do inferno para o cara que pegou a estrada pra casa do demônio...” Completamente insano, certo?
Todavia, os caras bancaram (Angus: “Nós poderíamos ter dito ‘Era isso.’, podíamos ter parado, mas ainda sentíamos que tínhamos algo a terminar”), a gravadora aplaudiu (declarou que o álbum era “magnífico”), a imprensa elogiou (o exigente crítico David Fricke, da Rolling Stone, disse que esse álbum era o primeiro a resgatar a essência do gênero desde o disco "Led Zeppelin II", de 1969) e os fãs entraram em êxtase.
O disco preto do AC/DC já superou a marca de 50 milhões de cópias ao redor do mundo. A contagem oficial era de 48 milhões até o início de 2008, e sua média anual de vendas desde o 2000 supera um milhão de unidades. Ainda durante a década de 90 “Back in Black” passou à frente do mítico “Dark Side of The Moon”, do Pink Floyd, na corrida pelo título de álbum roqueiro mais comercializado de todos os tempos.
“Back in Black” é uma obra prima do rock’n roll, talvez um dos seus cinco discos mais importantes, qualificados e influentes. Dele saíram hinos instantâneos como “Hell’s Bells, Back in Black” e “You Shook Me All Night Long”, e faixas preciosas como “Shoot to Thrill” e “Shake a Leg”, para ficarmos apenas em metade de suas músicas.
O disco foi produzido por Robert John "Mutt" Lange, que já havia trabalhado com o AC/DC no excepcional “Highway to Hell”, de 1979. Ele ficou com a banda por mais um álbum (“For Those About to Rock”, de 1981), e depois foi rumando gradativamente para o pop (até Celine Dion e os Backstreet Boys o cara produziu...). Apesar desses pesares, o trabalho dele em “Back in Black” foi impecável, assim como o resultado final.
Brian Johnson, ao falar da qualidade do álbum, comentou: “Estava no avião para casa pensando se o álbum era bom mesmo. Foi um choque quando recebi uma cópia e eu coloquei no meu toca-discos. Eu não acreditava que era eu. Não achei que podia fazer coisas daquele nível."
Dentro de um disco com essa expectativa e desse nível, a tarefa de “Hell’s Bells” era árdua. Abriria o álbum, teria que impactar... Malcom, então, teve a idéia de iniciá-la com toques de sino, passando uma idéia completamente fúnebre. Essa idéia funesta era realmente a intenção da banda, a fim de homenagear Bon Scott.
Após aprovar o lance do sino a banda pressupôs que o melhor resultado viria da captação do som em uma igreja. Depois de muita pesquisa a escolha recaiu sobre um pesadíssimo modelo “Denison” existente no Monumento Carillon, em Leicestershire/ Inglaterra. Apesar de todo o aparato tecnológico montado para a gravação (24 microfones foram usados), o eco do local e o som dos pássaros frustraram a idéia.
Então a banda partiu para o plano “b”. Mandou fazer uma réplica de meia tonelada do “Denison” (que é usada nos shows até hoje) e acabou gravando as badaladas dentro da própria fábrica. Quem deu as marretadas para a captação do som foi o funcionário que produziu a peça. A partir de então, tanto na gravação de estúdio quanto nos shows, “Hell’s Bells” inicia com 13 lentos toques de sino, mesclando o som da banda a partir da quarta badalada.
A base instrumental de Hell’s Bells já havia sido montada por Angus e Malcolm durante a tour de “Highway to Hell”, mas ainda não havia texto. Apesar dos créditos fazerem remissão à co-autoria de Angus Young, Malcolm Young e Brian Johnson, a letra é do vocalista. Rumores de que esta poderia ser de Bon Scott foram oficialmente rechaçados pela banda em 2005.
Brian Johnson nunca foi muito claro sobre sua inspiração para escrever a totalidade da letra. Quase sempre se esquiva do assunto, apesar de admitir que ela foi feita em um curtíssimo espaço de tempo.
Em duas entrevistas, entretanto, Brian vazou alguns detalhes. Para o canal VH1, revelou que “ao rezar por uma inspiração para escrever a letra, vivenciei uma experiência sobrenatural com relação a Bon”, negando-se a ser mais específico. Já para a “Q Magazine”, Johnson foi mais aberto: "Eu não acredito em Deus, ou no Céu ou no Inferno, mas algo diferente aconteceu. Não tínhamos TVs nos quartos. Só havia uma grande folha de papel e eu precisava escrever algumas palavras. Eu tinha uma garrafa de Whisky e fui, com goles generosos... Aí eu comecei a escrever e não parei mais. E estava lá: "Hell’s Bells". Depois mantive a luz acesa durante toda a noite, cara...” .
A verdade é que existem pouquíssimas referências para investigação do significado real de “Hell’s Bells”. A própria banda evita o assunto, preservando-se de polêmicas a respeito. Eles apenas dizem tratar-se de uma letra comum de rock’n roll.
Procurei interpretá-la dentro de minha percepção e conhecimento sobre a banda, além de fazer uso das evidências que encontrei em minhas pesquisas.
Na minha visão a letra tem duas partes, basicamente, que acabam interligadas dentro de um mesmo contexto.
Os primeiros versos tratam de tempestades, trovões e raios (“Sou um trovão motorizado, vertendo chuva. Estou chegando como um furacão. Meus relâmpagos clareiam pelo céu”). Até aqui não há nada demais... Brian admitiu que as frases referem-se às inúmeras tempestades que eles enfrentaram nas Bahamas. De qualquer forma, a descrição dos fenômenos naturais acabaram por auxiliar a banda no que eles realmente queriam: dão uma idéia de poder e onipotência, perfeitamente entendíveis a partir da seqüência da música.
A partir dos versos seguintes a letra começa a falar em Satã, de sua força e de quão inútil seria resistir ao seu chamado através dos toques dos sinos do inferno.
Mesmo com essas explícitas citações, a canção só é maligna para os fundamentalistas. Muita gente interpreta a letra literalmente e prega haver “glorificação do mal” na música. Todavia, nada de plausível é apresentado para sustentar essa tese. Chega a ser hilário o que li a respeito…
Quem conhece a discografia do AC/DC e entende o humor e a linha mestra das letras dos caras sabe que o AC/DC, em especial Bon Scott, sempre brincou com os temas satânicos. Antes e depois de “Hell’s Bells” existiram outras músicas deles falando do diabo ou do inferno: “Hell Ain’t a Bad Place to Be”, “Highway to Hell”, “C.O.D. (Care Of the Devil)”, “Landslide” e “Hell or High Water”. Todas abordam o andar de baixo e seu anfitrião dentro de um contexto metafórico, provocativo ou debochado.
Angus, por exemplo, declarou ao Los Angeles Times, no alto de seu bom humor: “Durante os anos 70 ficamos quatro anos em tour, sem folga. Um cara perguntou qual era a melhor forma de descrevermos nossas tours. Eu respondi: ‘A Highway to Hell’, que acabamos usando em nosso disco de 79... Não somos satanistas. Posso usar até uma cueca preta de vez em quando, mas é só...”
A letra de "Hell’s Bells" pretendeu, na verdade, contextualizar a morte de Bon dentro de um cenário de inevitabilidade. A justificativa para a tragédia que o envolveu, nesse contexto, seria uma intimação lá do subsolo, um “convite” que não aceitaria resposta negativa (“Não faço prisioneiros, não poupo vidas. Ninguém vai lutar. Eu tenho meu sino, vou te levar para o inferno...”)
Para o AC/DC pouco importava qual entidade tenha levado Bon. A banda acabou usando o diabo dentro de uma situação que já era comum para eles. É óbvio que a letra jamais iria fazer referência a Deus, tampouco a música poderia se chamar “Heaven’s Bells”, e menos ainda iria fazer parte de um disco chamado “Back in White”. Isso não seria o AC/DC, certo?
Você já ouviu esse disco inteiro e com volume alto? Se não fez, faça agora. Nunca sabemos quando os sinos (do céu ou do inferno, você decide) podem tocar para nós...
Abaixo, grande performance de “Hell’s Bells”. A gravação é em Castle Donington/Inglaterra, no dia 17 de agosto de 1991. Trata-se de um dos maiores shows da história do rock, amplamente recomendado a roqueiros virgens ou experientes.
Matéria original: Blog rockrevista

sábado, 15 de janeiro de 2011

GREEN DAY DIVULGA REPERTÓRIO DO NOVO DISCO AO VIVO



O Green Day divulgou nesta quarta-feira (12) o repertório de 'Awesome as F**k' (imagem), seu próximo disco ao vivo. O trabalho será lançado nos Estados Unidos no dia 22 de março, trazendo também um DVD-bônus.

Cada formato terá diferenças nos repertórios. O CD compila registros feitos ao longo da turnê de promoção de '21st Century Breakdown'entre 2009 e 2010. Há faixas gravadas em diversas partes do mundo. Já o DVD traz material gravado em uma única apresentação, realizada em Tóquio.

Veja as canções de 'Awesome as F**k':

CD
01. 21st Century Breakdown (Londres, Inglaterra)
02. Know Your Enemy (Manchester, Inglaterra)
03. East Jesus Nowhere (Glasgow, Escócia)
04. Holiday (Dublin, Irlanda)
05. Gloria (Dallas, EUA)
06. Cigarettes and Valentines (Phoenix, EUA)
07. Burnout (Irvine, EUA)
08. Pasalaqua (Chula Vista, EUA)
09. JAR (Detroit, EUA)
10. Holden Caulfield (New York, EUA)
11. Geek Stink Breath (Saitama-shi, Japão)
12. When I Come Around (Berlin, Alemanha)
13. She (Brisbane, Austrália)
14. 21 Guns (Mountain View, EUA)
15. American Idiot (Montreal, Canadá)
16. Wake Me Up (Nickelsdorf, Áustria)
17. Good Riddance (Nickelsdorf, Áustria)

DVD
01. 21st Century Breakdown
02. Know Your Enemy
03. East Jesus Nowhere
04. Holiday
05. Static Age
06. Gloria
07. Boulevard of Broken Dreams
08. Burnout
09. Geek Stink Breath
10. Welcome to Paradise
11. When I Come Around
12. She
13. 21 Guns
14. American Eulogy
15. Jesus of Suburbia
16. Good Riddance



http://guitarplayer.uol.com.br/?area=detalheNoticia&id=1638

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Lynyrd Skynyrd: duas apresentações no Brasil este ano

O Lynyrd vem para o Brasil nesse Ano de 2011 pessoal.
Além da clássica banda americana, Creed, The Human League, Anvil e Accept marcam shows no país



"Sweet Home Alabama", um dos maiores clássicos do rock, será visto pela primeira vez no Brasil com a banda que o consagrou. O Lynyrd Skynyrd finaliza as negociações para se apresentar no país no final de junho ou início de julho.

Sim a banda estará no Brasil pela primeira vez no segundo semestre de 2011 e fará somente 2 shows em Sao Paulo, não haverá shows em outras cidades no Brasil, devido as varias opções de shows para o segundo semestre deste ano no Rock in Rio. A empresa organizadora é a "Alive"

Versão completa desta matéria: Brazil Rock Society

Nazareth: iniciando turnê do disco novo no Brasil


banda escocesa NAZARETH  divulgou, em seu site oficial, mais uma turnê que passará pelo Brasil. Em fevereiro, os expoentes do hard rock europeu vão lançar o novo disco “'BIG DOGZ' nos estados do Paraná e Santa Catarina.
A turnê começará no dia 18 de fevereiro em Chapecó (SC) e segue para Jaraguá do Sul (SC). No dia 24, a banda se apresenta em Curitiba (PR) e no dia seguinte em Criciúma (SC). A última cidade da turnê será Balneário Camboriú (SC). Em março, o NAZARETH continuará a turnê mundial com várias datas na Rússia.
Seguem as datas brasileiras:
18/02 Chapecó, Santa Catarina
19/02 Jaraguá do Sul, Santa Catarina
24/02 Curitiba, Paraná
25/02 Criciúma, Santa Catarina
26/02 Balneário Camboriú, Santa Catarina
Foto chamada: Makila Crowley
Fonte desta matéria: Nazareth

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Dia 8 de janeiro ELVIS completaria 76 anos


Elvis Presley

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Elvis Aaron Presley (East Tupelo, 8 de janeiro de 1935 — Memphis, 16 de agosto de 1977) foi um famoso músico e ator, nascido nos Estados Unidos da América, sendo mundialmente denominado como Rei do Rock. É também conhecido pela alcunha Elvis The Pelvis, apelido pelo qual ficou conhecido na década de 50 por sua maneira extravagante e ousada de dançar. Uma de suas maiores virtudes era a sua voz, devido ao seu alcance vocal, que atingia, segundo especialistas, notas musicais de difícil alcance para um cantor popular. A crítica especializada reconhece seu expressivo ganho, em extensão, com a maturidade; além de virtuoso senso rítmico, força interpretativa e um timbre de voz que o destacava entre os cantores populares, sendo avaliado como um dos maiores e por outros como o melhor cantor popular do século 20.
Acompanhado pelo guitarrista Scotty Moore e pelo baixista Bill Black, Presley foi um dos criadores do rockabilly, uma fusão de música country e rhythm and blues.
Elvis tornou-se um dos maiores ícones da cultura popular mundial do século XX. Entre seus sucessos musicais podemos destacar "Hound Dog", "Don't Be Cruel", "Love me Tender", "All Shook up", "Teddy Bear", "Jailhouse Rock", "It's Now Or Never", "Can´t Help Falling In Love", "Surrender", "Crying In The Chapel", "Mystery Train", "In The Ghetto", "Suspicious Minds", "Don't Cry Daddy", "The Wonder Of You", "An American Trilogy", "Burning Love", "My Boy" e "Moody Blue". Na Europa, canções como "Wooden Heart", "You Don't Have To Say You Love Me", "My Boy" e "Moody Blue" fizeram sucesso. Particulamente no Brasil, foram bem-sucedidas as canções "Kiss Me Quick", "Bossa Nova Baby", "Bridge Over Troubled Water".
Após sua morte, novos sucessos advieram, como "Way Down" (logo após seu falecimento), "Always On My Mind", "Guitar Man", "A Little Less Conversation" e "Rubberneckin". Trinta anos depois de morrer, Presley ainda é o artista solo detentor do maior número de "hits" nas paradas mundiais e também é o maior recordista mundial em vendas de discos em todos os tempos com mais de 1 bilhão e meio de discos vendidos em todo o mundo.

Discografia

Década de 1950


Década de 1960


Década de 1970


  • Filmografia selecionada
  • This is Elvis (1981)
  • Elvis in Concert (1977)
  • Aloha from Hawaii (1973)
  • The Alternate Aloha (1973)
  • Elvis on Tour (1972)
  • That's The Way It Is (Special Edition)
  • That's The Way It Is (1970)
  • Elvis NBC TV Special (1968)
  • Roustabout (1964)
  • Viva Las Vegas (1964)
  • Kid Galahad (1962)
  • Follow That Dream (1962)
  • Wild in the Country (1961)
  • Flaming Star (1960)
  • Welcome Home Elvis (1960)
  • King Creole (1958)
  • Jailhouse Rock (1957)
  • Loving You (1957)
  • Love me Tender (1956)


Outros

  • The Great Performances 1, 2 e 3
  • The Lost Perfomances
  • He Touched Me (documentário)
  • One Night With You

Vídeos





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