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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Green Day no Brasil

Green Day no Brasil \\ Vocalista diz que shows terão entre 2h30 e 3h de duração


O trio norte-americano Green Day desembarcou no Brasil nesta semana para uma série de quatro apresentações no mês de outubro. A banda toca nesta quarta (13) no Gigantinho, em Porto Alegre, na sexta (15) no HSBC Arena, no Rio de Janeiro, no domingo (17) no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília e, por fim, na quarta-feira (20) na Arena Anhembi, em São Paulo.

Já são 12 anos desde a última visita do Green Day ao país, mas o vocalista e guitarrista Billie Joe Armstrong parece não ter sentido os efeitos do tempo. "Este é o final da turnê, será uma grande celebração. Estamos no Brasil e isso faz com que eu me sinta jovem. Vamos arrebentar", disse durante coletiva de imprensa na tarde desta quarta em São Paulo.

A banda, que classifica o show de 1998 por aqui como "selvagem", não sabe o que esperar desta vez, mas avisa que a apresentação será longa, com duração entre 2h30 e 3h. "É um set comprido. Tocamos um pouco de tudo. Claro, terá 'Basket Case', mas também músicas do 'Kerplunk', 'Nimrod', 'Insomniac', além de coisas do 'American Idiot' e '21st Century Breakdown', é claro", disse o vocalista.

Billie Joe também confirmou que o Green Day está registrando todos os shows da turnê para o lançamento de um futuro álbum ao vivo e que as apresentações brasileiras não serão exceção. "No final de turnê, vamos ouvir tudo e escolher uma música de cada país".

Juntos desde 87 e com os mesmos integrantes desde o começo da década de 90, o grupo que ainda conta com Mike Dirnt (baixo) e Tré Cool (bateria) comparou a um casamento o fato de estarem em uma banda, embora não atribua o sucesso à sua duradoura formação. "Estou casado com minha mulher há 17 anos, mas não sei se é por isso que dá certo", disse Billie Joe. "Você deve manter o sexo sujo e as brigas limpas", brincou.

O vocalista comentou ainda sobre a pulverização da música nos dias de hoje. "Pessoas querem ouvir canções de formas direfentes. A indústria musical ainda não sabe direito o que fazer e, embora tenhamos uma preferência pelo vinil, não ligamos para o formato, desde que a música seja lançada".
http://diariodorock.blogspot.com

Green Day no Brasil \\ Banda já está no país para 4 shows


O Green Day já está no Brasil. O grupo norte-americano recebeu a imprensa para uma entrevista coletiva na tarde dessa quarta-feira, num hotel nos jardins, na capital paulista.

Com pressa para não perder o vôo para Porto Alegre, onde a banda se apresenta esta noite, o trio posou para fotos e conversou brevemente com jornalistas.

Billie Joe Armstrong (voz e guitarra), Mike Dirnt (baixo) e Tre Cool (bateria) pareciam um pouco cansados - talvez tenha sido por isso que não dispensaram o cafezinho brasileiro antes e depois da coletiva - mas foram simpáticos e brincalhões. À pergunta sobre a longevidade da banda, não hesitaram em mandar: "Uma banda é como um casamento, então é preciso manter o sexo apimentado". A palavra 'Sex' [sexo] fazia uma espécie de trocadilho com 'success' [sucesso].

Há 12 anos sem se apresentar em palcos brasileiros, o trio promete um grande show: "Esse é o final da turnê então essa é uma celebração", contou Billie Joe Armstrong. O Green Day irá tocar seus 'hits' mesclando canções do início da carreira com músicas do mais recente álbum, "21st Century Breakdown". A apresentação deverá ser longa: "Faremos entre 2h30 e 3 horas de show", completou o vocalista.

Sobre o concurso para selecionar uma banda de abertura para os shows, o Green Day contou que isso só foi feito aqui no Brasil e que a intenção era abrir espaço para um artista local. Billie brincou que não gostaria que o 30 Seconds to Mars abrisse o show: "Não que eu tenha nada contra eles, só prefiro uma banda local".

O vocalista, que afirmou querer fazer música até morrer, também contou que gostaria de apresentar o musical "American Idiot" aqui no Brasil, ele disse que seria bom que o musical pudesse ser traduzido para diversas línguas. No entanto isso não foi nenhuma promessa, apenas um desejo do trio.

Confira o serviço da turnê do Green Day pelo Brasil em 2010:

13/10/2010 - Porto Alegre/RS
Gigantinho - Av. Padre Cacique, 891
Abertura dos Portões: 17h00
Horário do Show: 22h00
Ingressos: R$ 120,00 (arquibancada e pista), R$ 150,00 (cadeiras locadas)
Postos de vendas: 4003-1527 / Bilheteria Shopping Bourbon Country
Vendas online: www.livepass.com.br
Classificação etária: 14 anos

15/10/2010 - Rio de Janeiro/RJ
HSBC Arena - Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3.401
Abertura dos Portões: 18h00
Horário do Show: 22h30
Ingressos: R$ 300,00 (pista premium), R$ 180,00 (pista), R$ 200,00 (nível 1), R$ 100,00 (arquibancada), R$ 300,00 (suites)
Postos de vendas: 4003-1527 / HSBC Arena
Vendas online: www.livepass.com.br
Classificação etária: 14 anos

17/10/2010 - Brasilia/DF
Ginásio Nilson Nelson
Abertura dos Portões: 18h30
Horário do Show: 21h00
Ingressos: R$ 170,00 (Premium, meia entrada), R$ 120,00 (pista e cadeira, meia entrada), R$ 100,00 (arquibancada, meia entrada). Meia entrada para: estudantes, maiores de 65 anos
Vendas online: www.livepass.com.br
Classificação etária: 16 anos

20/10/2010 - São Paulo/SP
Arena Anhembi - Av. Olavo Fontoura, 1.209
Abertura dos Portões: 16h00
Horário do Show: 22h00
Ingressos: R$ 250,00 (pista premium), R$ 180,00 (pista)
Postos de vendas: 4003-1527 / Morumbi Shopping (Estacionamento Piso G1)
Vendas online: www.livepass.com.br
Classificação etária: 14 anos
 http://diariodorock.blogspot.com

SWU music & Arts Festival \\ Duas bandas cotadas para edição de 2011



Com um balanço final de 150 mil pessoas, 50 horas de música, muitos problemas de organização e uma ação pela sustentabilidade que não convenceu, o SWU sem dúvida deixou sua marca na história dos shows no Brasil.

Em entrevista ao Estadão, o publicitário Eduardo Fischer, idealizador do evento, afirmou que fará uma segunda edição do SWU em outubro de 2011, muito provavelmente na mesma Fazenda Maeda, em Itu. Fischer já esboça o que quer em um próximo evento. "Não temos o compromisso com o rock, então penso em dividir as noites por gêneros musicais. Seria um dia para o hip hop, outro para o rock, outro para o pop, por exemplo." Outro ponto que quer crescer são os fóruns sobre sustentabilidade, aumentando capacidades nas tendas de 1 mil pessoas para 3 mil.

Sobre o acesso, muito criticado por fãs que andaram por horas para chegar ao local, Fischer tem planos de usar uma linha de trem que passa ao lado da fazenda e de disponibilizar até 40 trenzinhos para o transporte do estacionamento até o local dos shows. Ainda assim, relativizou: "No festival de Glastonbury (Inglaterra) as pessoas também andam muito." Para Fischer, a Fazenda Maeda foi aprovada para continuar sediando o SWU.

O SWU já subiu no YouTube um vídeo onde promete para a segunda edição as bandas Alice In Chains e System Of A Down.

http://diariodorock.blogspot.com/

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Sudden Death - música nova do MEGADETH


Conforme já noticiado, Dave Mustaine preparou uma nova música do MEGADETH chamada "Sudden Death" especialmente para o jogo "Guitar Hero: Warriors Of Rock" que foi oficialmente lançado hoje. Para vencer o jogo, após o jogador ter passado por todo os estágios, "Sudden Death" terá que ser tocada. Confira a música em MP3 pelo iTunes, ou ouça no player abaixo



SOUNDGARDEN: RELEASE E VÍDEOS DE SHOW NO STUDIO PARAMOUNT 27/09/10

Guitar Hero: Warriors Of Rock w festa de lançamento / Soundgarden @ Studio Paramount - 09/27/10

Fontes:
Whiplash
Blabbermouth.net 
Blog: YouTellConcerts.com

Traduzido por Nathália Plá


A lenda recém-reunida do grunge, SOUNDGARDEN, fez um show especial ‘secreto’ na noite de segunda-feira, 27 de setembro, no evento exclusivo da Activision de lançamento do Guitar Hero: Warriors of Rock nos fundos da Paramount Studios em Los Angeles, California. Os convidados tiveram uma experiência memorável quando o galpão se transformou em uma festa de quarteirão em Nova Iorque e surgiu uma réplica da histórica locação da CBGB para uma mistura única de música, arte, comida e diversão, culminando com uma performance especial “única” de uma das bandas de rock mais influentes de todos os tempos, o SOUNDGARDEN.
O setlist do SOUNDGARDEN foi o seguinte:

01. Hands All Over
02. Spoonman
03. Rusty Cage
04. Outshined
05. Burden In My Hand
06. Black Hole Sun
07. Black Rain
08. Gun
 Foi o dia mais quente já registrado na cidade de Los Angeles, CA (113 graus Fahrenheit) e estava prestes a ficar mais quente!  Soundgarden fez um show secreto no Paramount Studios em Hollywood para celebrar o lançamento de seu novo álbum "Telephantasm" eo lançamento do novo jogo Guitar Hero "Warriors Of Rock".
A performance teve lugar na cidade do estúdio de Nova York em uma pequena barraca em que foi feito para se parecer com Nova York CBGB boate. A night club that was a staple for emerging punk artist from the late 70s till it closed in 2006. A boate, que foi um grampo para emergentes artista punk do final dos anos 70, até que se encerrou em 2006. The entire theme was very cool and added a lot to the atmosphere of the party. Todo o tema foi muito legal e acrescentou muito para o clima de festa. The tent was air conditioned, but nonetheless, was still a sweet box. A tenda era o ar condicionado, mas mesmo assim, ainda era uma caixa de doces.
Eles tocaram 8 músicas, que incluiu hits como "Spoonman", "Burden In My Hand" e "Black Hole Sun". Eles também tocaram seu novo single "Black Rain". Ficou de fora de a canção de seu novo álbum. ("Far Beyond The Wheel", foi cortado do jogo devido a limitações de tempo).
Antes de tocar "Black Rain" Chris Cornell explicou que não tinha praticado a canção muito.  Ele também informou ao público que esta foi a primeira vez que tinha tocado a música ao vivo e pode muito bem ser a última.
Eu pessoalmente achava que a música soou bastante bom e apto como todas as outras canções que o grupo actuou neste show.

Considerações finais: Eu sou mais do que felizes em finalmente ver ao vivo Soundgarden No entanto, houve alguns problemas de áudio!.  vocais de Chris não foram devidamente mista, devido ao local, por isso tornou um pouco difícil para desfrutar plenamente a sua voz.  Eu tenho visto várias vezes Chris Cornell e sei que ele é capaz de muito melhor do que o que se ouviu neste concerto.  No entanto, esse show foi o primeiro show e eu não posso esperar para ver o Soundgarden novamente! Esperando por um tour 2011 :)

Filmagem feita por um fã do show pode ser vista abaixo (cortesia de Christy Borgman).




terça-feira, 28 de setembro de 2010

Nick Mason: torcendo por uma reunião do Pink Floyd




Roger Waters está atualmente revivendo "The Wall" do Pink Floyd em tournê, e o guitarrista David Gilmour se uniu a ele no palco recentemente. Agora o baterista do Floyd, Nick Mason diz que ele gostaria que o grupo fizesse sua última reunião.
Em uma entrevista para o Sky News, Mason disse que os membros sobreviventes do grupo não estão realmente prontos, mas completou que seu relacionamento agora está "relativamente maduro."
Pink Floyd se reuniu em 2005, quando o tecladista Rick Wright ainda estava vivo, e o baterista torce para que isso tenha preparado o terreno para o que mais vier. "Nós tocamos no Live 8, que espero que seja um modelo do que poderíamos fazer novamente," Mason disse. "Poderia ter sido ainda melhor se nós tivéssemos realmente mantido como algo a ser usado para o bem. Eu acho que aquela poderia ser uma ótima forma de encerrar a existência do Pink Floyd... apenas fazendo um show pelas razões corretas."



segunda-feira, 27 de setembro de 2010

III SÃO ROCK - VOID.mpg

BLACK COUNTRY - postagem sugerida por Wálasse

UM SUPER-GRUPO INSPIRADO: BLACK COUNTRY COMMUNION - "BLACK COUNTRY"
Os "super-grupos" são "coisa" criada no final dos anos 60 (Cream, Blind Faith ou CSN&Y) e que tiveram o seu auge na década seguinte (ELP, BBA ou Bad Company). No entanto, este "fenómeno" foi quase varrido da face da terra aquando do advento Punk e da New Wave e poucos foram os artistas que arriscaram e conseguiram criar alguma coisa útil ou douradora. Na maioria dos casos, e como é sabido o conflito de super-egos é aquilo que normalmente arruína este tipo de super-projectos. Veja-se o caso de bandas mais recentes como os Audioslave ou os Velvet Revolver (ainda à espera de vocalista) que ao fim de dois ou três discos se esgotaram em ideias e energia. Nunca é fácil aguentar os pés no "topo da montanha"!
Mas também há o caso de quem consiga conter o seu ego e arranje maneira de extrair da "experiencia" algum gozo "da coisa". Foi o caso dos "Chickenfoot" formado por ex-membros dos Van Halen (Sammy Haggar, Michael Anthony) coadjuvados por uma pitada de Red Hot Chilli Peppers  (Chad Smith) e dos talentos do mago Joe Satriani. Ou até num patamar ainda mais elevado dos Them Crooked Voltures (Jones, Grohl e Homme). Em ambos os casos, o primeiro disco vendeu razoavelmente, a digressão acolheu boas críticas, mas ninguém sabe quais serão as probabilidades de continuar.
É precisamente o caso dos Black Country Communion, criação do astuto produtor Kevin "The Caveman" Shirley (Rush, Iron Maiden, etc) que um belo dia assistiu a uma "jam" entre o ex-Deep Purple, Glenn Hughes e um dos melhores guitarristas da actualidade: Joe Bonamassa. A química entre os dois músicos era demasiado preciosa para ser desperdiçada. Vai daí, não tardou que Shirley convidasse o baterista Jason Bonham, filho do lendário John dos Led Zeppelin a juntar-se aos "Black Country".
Mais tarde surgiu o nome de Derek Sherenian (ex-Dream Theater) para o lugar de teclista por recomendação de Bonamassa que achava que faltava algo ao "power-trio" inicial. Com uma super- formação destas, o quarteto passou uma boa parte do ano passado a ensaiar e a grava sob a supervisão. Um disco, que quase nem esteve para ver a "luz do dia".
Primeiro foi a designação de "Black Country" (termo de baptismo da zona industrial das "Midlands", Inglaterra, dos quais Bonham e Hughes são naturais) que teve de ser retirada pois já havia uma banda com esse nome e que os ameaçou com um processo litigioso em tribunal. Depois foram os habituais super-egos e os conflitos entre os diversos managers de cada membro a "fazer das suas" com variadíssimos conflitos a emergir entre as sessões de gravação. Um stress que fez com que Shirley escrevesse há alguns meses no seu blog: que o projecto teria muito poucas hipóteses de continuar!
Superadas as questões egoísticas (como quem diz, dinheiro e percentagens de lucro), os Black Country Communion editam agora o seu primeiro disco. E pode-se dizer que valeu a pena o esforço, o sofrimento e o egoísmo. Com um som que é no fundo uma amálgama dos diferentes estilos de cada membro, "Black Country" (o disco) é uma obra bem esgalhada que irá fazer as delícias de todos os apreciadores do género hard-rock!
Oiça-se o tema de abertura, o pesado e rápido "Black Country" (a música) com um Glenn Hughes (do alto dos seus 59 anos), a evidenciar uma excelente forma vocal e Joe Bonamassa a transformar os seus habituais Blues em algo muito mais imediato e pujante!
Segue-lhe o mais melódico "One Last Soul", um tema perfeitamente talhado para as rádios e MTV se estas tivessem coragem de pegar num tema com um grande solo de guitarra. Mas, a honra para a melhor canção do disco é sem dúvida: "The Great Divide". Uma grande Música (com "M" grande) que contêm todos os melhores elementos que um grupo com este calibre consegue entregar: emoção, paixão, melodia e grandiosidade. Sem dúvida: um dos grande "momentos" do Rock neste principio século!
Outro grande momento de inspiração roqueira é "Sista Jane" cantado por Hughes e Bonamassa e que ao vivo deverá ser pretexto para uma longa jam épica à boa moda dos velhos Deep Purple.
Falando nos bons velhos Purple, para os fãs da famigerada "MK IV", da qual Hughes fez parte há também aqui motivos para sorrir. Temas como "Down Again", "Beggarman" e "Stand (at the Burning Tree)" transpiram um pouco a esse aroma "soul n´ funky" dessa curta mas importante fase da história dos Purple. Até o "Hammond" de Derek Sherenian tem algumas reminiscências ao "velho" Jon Lord.
Falando no passado, há também uma surpresa sob a forma de "Medusa" dos Trapeze (o grupo "pré-Purple" de Hughes). Uma revigorante nova versão, com um Bonamassa electrizante no seu trabalho de guitarra. É ele que também assina os vocais uns dos temas mais pesados do disco: "The Revolution in Me". Com um cheirinho a Hendrix e Zeppelin pelo caminho.
A fechar, mais duas composições sublimes: o orquestral "Songs of Yesterday" e o épico "Too Late for the Sun". Esta última com 11 minutos de pura desbunda cósmica/progressiva, com destaque para o trabalho de Sherenian.
Com estes argumentos é impossível escapar a um disco que tem tudo para dar certo. É Rock é Soul, é Funk, é Blues, é Heavy, é épico, é apaixonante, é um disco do caraças! Um "daqueles" que já se pensava que não se faziam! Tudo muito bem doseado e sem excessos. Um novo Clássico do Rock assinado por velhos músicos de Rock Clássico.
Uma saga que deverá conhecer novos capítulos, embora com algum termo de reserva quanto à sua longevidade. Ou não fosse este mais um super-grupo...
http://blitz.aeiou.pt 
Artigo escrito por Bolin1976







sábado, 25 de setembro de 2010

hoje 30 anos da morte de JOHN BONHAM, baterista do LED ZEPPELIN

Em 25/09/1980: John Bonham (Led Zeppelin) morre aos 32 anos de idade. O baterista havia deixado Worcestershire no dia anterior para encontrar com a banda nos Bray Studios, com objetivo de planejar a tour pelos Estados Unidos que iria acontecer. Ele consumiu vodka com suco de laranja durante a viagem. Depois da reunião a banda seguiu para a casa de Page em Windsor, onde Bonham continuou bebendo. Por volta de 1h45 da tarde do dia 25 de setembro o técnico de som Benji Le Fevre foi procurar por Bonham e verificou que ele não tinha pulso. Um médico foi chamado e confirmou a morte de Bonham. A autópsia revelou que a causa da morte foi um acidente: Bonham morreu sufocado no próprio vômito após beber o equivalente a 40 doses de vodka. Em 4 de dezembro de 1980 o Led Zeppelin confirmou oficialmente o fim da banda, visto ser impossível prosseguir sem o baterista original.





VÍDEO - SCORPIONS COM ANDREAS KISSER - SUN ROCK

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

GRANDES SHOWS - PARTE I - RUSH - SP 22 de Novembro de 2002




MEU INGRESSO

Em vista a volta dos canadenses do RUSH ao Brasil, resolvi criar esta postagens dos vários shows que nós que fazemos o SÃO ROCK, já presenciamos.
Começarei com o maravilhos show do RUSH que tive a felicidade de assistir em novembro de 2002, no morumbi, de cara meu primeiro show internacional, e até hoje o melhor que já assisti, me desculpe o U2 que também assisti em 2006 no morumbi e IRON MAIDEN em Recife. Mais esse show foi espetacular.
Não fiz planos para ir a esse show, apesar das insistentes ligações de Walásse de Brasilia, tentando me convencer. Mais pra mim estava inviável sair daqui pra Brasilia, depois ir pra São Paulo pro show.
mais depois de um problema particular, Walásse teve que vir aqui no Brejo, e veio de carro mais Zé Podão e Meireles, 10 dias antes do show Aí não teve o que pensar, depois de resolvido seus problemas, pegamos a estrada, eu, Walásse, Zé Podão e Meireles. Saimos daqui as 7 da manhã, chegamos em Brasilia as 13 horas do outro dia. Foi uma maravilhosa viagem, sem falar que foi o último contato que tive com o amigo Zé Podão, fomos rindo daqui até chegar lá com as mungangas de Zé. Dormimos numa cidade na Bahia chamada Bom Jesus da lapa, quando acordamos tomos o café, perguntaram se nós iamos conhecer a gruta que é o ponto turistico de lá. Fomos lá conhecer, fiquei impresionado com abeleza do lugar, uma igreja dentro de uma montanha, muito bonito o lugar, tiramos várias fotos.
MEUS COMPANHEIROS DE VIAGEM


Chegando em Brasília, fomos procurar o Herlone, responsável pela excursão de Brasília pro show.
Saimos de Brasilia na quinta dia 21, de cara eu fui a atração da excursão, todos queriam conhecer o cara que saiu do interior do ceará para ir para o show do Rush. Me perguntavam como conhecia, era pra eles algo extraordinário. Conheci fãs de todas as idades nesse ônibus, tinha um senhor, oficial do exercito, conversei muito com ele, dizia ele que a maior decepção dele era que o filho era pagodeiro. A viagem foi regada a cerveja e muito rock ´n roll.
EXCURSÃO BRASÍLIA/ SP - SHOW DO RUSH 2002
HERLONE UM DOS ORGANIZADORES DA EXCURSÃO

Chegamos em São Paulo por volta de meio dia, e só conseguimos chegar na Galeria do Rock, lá pelas duas da tarde. Impresionante aquela galeria, você fica meio que perdido, sem saber aonde vai primeiro, se compra, cd, dvd, camisa é de mais.
GALERIA DO ROCK - LOJA DA STAMP
WALÁSSE E ALEXANDRE
AEXANDRE E EU

Ligamos pra alexandre de Zuila, que foi nos pegar na galeria para almoçarmos no seu apartamento, depois voltamos a galeria e nos reunimos com a turma da excursão e fomos pro estádio.
ÚNICA FOTO DO SHOW QUE TIRAMOS

Nunca tinha entrado em um estádio, e de cara conhecer logo o morumbi, foi impresionante. Já no estádio nos reunimos numa peguena turma e começamos a tomarmos cervejas ao precinho salgadinho de 4 reais o copo, faziamos um rodizio para não perdemos nenhum detalhe. Como não tinha banda de abertura a trilha sonora era feita por uma rádio local, cada música agitava o enorme público de 60 mil pessoas presente.



A banda canadense Rush entra no palco do estádio do Morumbi, às 21h50, o show estava previsto para começar 20 minutos antes, com a música "Tom Sawyer", do álbum Moving Pictures, de 1981, este é o maior sucesso do Rush no Brasil, pois a música foi usada pela Globo na abertura do seriado "Profissão Perigo", na década de 80.  Valeram a pena as mais de duas décadas de espera. O show  mesclou todas as fases dos 33 anos de carreira da banda, pirotecnia e, principalmente, ótima música, o que agradou o público de todas as idades. O trio canadense também se mostrou bastante carismático e profissional. Foi um espetáculo para ficar na memória das mais de 62 mil pessoas que foram ao estádio do Morumbi. O som estava ótimo. 

Depois de "Tom Sawyer", vieram "Distant Early Morning", do disco Grace Under Pressure, de 1984, "New World Man", de 1982, e "Roll the Bones", do álbum homônimo, de 1991. O telão do estádio mesclava cenas futuristas com imagens do palco.

Banda e público entraram em sintonia a partir da instrumental "YYZ", também do disco Moving Pictures. Ao final da música, o vocalista, tecladista e baixista do Rush, Geddy Lee, arriscou um "muito obrigado", em português. Na sequência, o trio canadense executou "The Pass", que, segundo Lee, é uma dos sons favoritos da banda.

Mas o melhor estava guardado para o final da primeira parte do set list. O trio canadense tocou clássicos, como "Freewill", do álbum Permanent Waves (1980), "Closer to the Heart", do disco Farwell to Kings (1977), e "Natural Science", também do Permanent Waves. 




No intervalo acenderam as luzes, ainda estavamos extasiados com tamanha porrada musical, era inacreditável o que estavamos presenciando, simplesmente perfeito o show. Depois repentinamente apagam-se as luzes e ouvimos passos, eram um estrondo no estádio e no telão aparecia o dragão que olhava profundamente para todos e soltava aquela labareda de fogo e no palco em meio as labaredas surgia a banda novamente. EXPETACULAR é a palavra.

O Rush voltou ao palco do Morumbi com "One Little Victory", o primeiro single do novo disco, Vapor Trail. Na sequência, viéram "Driven", do Test For Echo álbum símbolo da banda na década de 90, "Gosth Rider" e "Secret Touch", ambas do Vapor Trail.

Mas o ponto alto do show, como não podia ser diferente, foi o solo do lendário baterista Neil Peart, intitulado "The Rhythm Method". Diferentemente do que faz no resto do mundo, o músico incluiu ritmos "latinos" na sua apresentação, que durou mais de 10 minutos. Durante o solo, a plataforma da bateria se movimentava, mudando o músico de posição.

No fim do segundo set list, a banda tocou uma versão acústica de "Resist" _diferente da original_, duas partes de "2112 (Overture e Temples of Syrinx)", "Limelight", do álbum Moving Pictures, e finalizou com "Spirit of Radio", do disco Permanent Waves. Antes da última música, porem, Geddy Lee arriscou um trecho de "Garota de Ipanema" no baixo. O público adorou a brincadeira.

A eufórica platéia de São Paulo foi brindada com um bis composto pela primeira parte de "By-Tor & the Snow Dog", do álbum Fly by Night (1975), pelos três primeiros minutos de "Cygnus X-1" e por "Working Man", do primeiro álbum, Rush, de 1974.


É isso, agora só me resta lembra desse dia especial, mágico e inesquecível que foi esse 22 de Novembro de  2002.




Dia 08 de outubro, novamente teremos o RUSH no Brasil e nós do SÃO ROCK seremos representado em São Paulo, por Alexandre e Weyne e no Rio com Walásse e George. Teremos brevemente aqui fotos dos dois show.   





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