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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Black Country Communion, mesmo apressado, acerta em cheio de novo

http://blogs.estadao.com.br/combate_rock

Marcelo Moreira
Já era esperado, mas os caras exageraram. Quando o supergrupo Black Country Communion lançou o seu primeiro álbum, autointitulado, no ano passado, a obra rapidamente foi considerada uma obra-prima do rock e foi eleita por leitores de diversas revistas e sites como um dos melhores trabalhos de 2010.
“Black Country Communion 2”, recém-lançado, superou muito as expectativas. O primeiro foi excelente, o segundo está maravilhoso. Mais pesado, mais feroz e bluesy, com um feeling absurdo e uma descontração desconcertante. É nítido que os quatro músicos estão felizes e satisfeitos.
O futuro da banda esteve sob risco neste 2011. Não houve brigas, não houve problemas jurídicos nem administrativos. O problema eram as agendas.
Joe Bonamassa (guitarra e vocais) e Glenn Hughes (baixo e vocais, ex-Deep Purple e Black Sabbath), os líderes do projeto, mantêm sua carreiras solo e tinham compromissos no primeiro semestre deste ano.
O guitarrista começou uma turnê solo por Estados Unidos e Europa no segundo semestre de 2010, interrompida em março deste ano para gravações a jato de seu novo álbum solo, “Dust Bowl”, lançado há dois meses.
A turnê foi retomada, para ser novamente interrompida por conta da finalização das gravações e mixagem do álbum do Black Country Communion.

Já Glenn Hughes também engatou pequenas turnês na Inglaterra no final do ano passado e no começo deste ano, além de estar ocupado com o lançamento de seu pacote CD/DVD “Live in Wolverhampton”, que sai em breve.
A ginástica para acomodar as agendas deu certo e os dois, mais Jason Bonham (bateria) e Derek Sherinian (teclados, ex-Dream Theater), se reuniram em Los Angeles para terminar o trabalho de forma apressada.
Apesar disso, nem parece que houve correria. “Black Country Communion 2” tem uma produção primorosa de Kevin Shirley (Dream Theater, Iron Maiden, entre outros) e tem um equilíbrio raro de peso, melodiam blues e toques funk.
O disco abre com a pegada heavy e urgente de “The Outsider”, lembrando a força de “Fireball”, do Deep Purple. O que muitos vocalistas sofreriam horrores para fazer Hughes faz brincando, o que mostra todo o seu talento.
“Man in the Middle” é outra que remete ao Deep Purple, com baixo gordo e pulsante e guitarras na cara, pesadíssimas. O clima bastante em “The Battle of the Hadrian’s Wall”, que começa como uma balada épica ao melhor estilo Led Zeppelin, com violões dobrados, na voz suave de Bonamassa, para depois descambar em uma pauleira contagiante com os vocais pontuais de Hughes.
A funkeada “Save Me” quebra um pouco o clima, apesar dos vocais extraordinários de Hughes, para cair no hard rock estupendo “Smokestack Woman”, outra de inspiração puramente zeppeliniana.
“Faithless” retoma o clima bluesy, com um acento um pouco mais pop, preprando o terreno para o terreno para outro maravilhoso dueto de vozes entre Bonamassa e Hughes em “An Ordinary Son”.
O quarteto após apresentação na Inglaterra em 2010
“I Can See Your Spirit” volta ao hard’n heavy vigoroso do começo do trabalho, com solos inspirados de Bonamassa, para cair no bluesaço pesado e denso de “Little Secret”, a melhor música do álbum. Mais uma vez é impossível não remeter ao Led Zeppelin, na maravilhosa “Since I’ve Been Loving You”.
O final leve e contagiante fica por conta do funk dançante “Crossfire” e da bela balada “Cold”. Aguarda-se agora nova negociação mirabolante das agendas dos músicos para que seja possível a realização de uma turnê mundial. O grupo já negocia pelo menos dez datas na Inglaterra e na Europa ainda em 2011.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Glenn Hughes, a voz do Rock, foi entrevistado recentemente pela Classic Rock Revisited. Confira trechos abaixo:

Jeb: Seu estilo de voz continua a me impressionar. Você tem a fonte da juventude quando solta a voz e está atacando com grandes vocais nesse novo álbum. Como você continua produzindo resultados tão impressionantes?

Glenn: "Tenho que te contar a verdade; nunca estive tão inspirado e ambicioso como agora. Não darei nomes, mas alguns de meus companheiros tiraram o pé do acelerador e não estão compondo como antigamente. Eu estou como 'Foda-se isso cara, me dê a bandeira e vamos continuar seguindo com isso baby'."

"Tenho um técnico vocal. Todos os grandes atletas contam com técnicos, assim como Stevie Wonder também tem. Tenho que aquecer a voz, descansar, beber muita água e assistir o que estou fazendo porque é como se faz, e os resultados são bons. Se não cuidar de si próprio, você pode ter problemas."

Jeb: Fale sobre o baterista Jason Bonham. Ele soa muito como seu pai no novo álbum.

Glenn: "Eu te disse isso quando conversamos no ano passado, John Bonham era um importante componente do Led Zeppelin, não só como baterista mas como arranjador. Temos um denominador comum. Jason Bonham está tocando as melhores linhas de bateria de sua vida agora. Kevin (Shirley, produtor) sabe o que faz. Tiramos o estilo de som Bonham."

Novo clipe do Black Country Communion

quarta-feira, 30 de março de 2011

Black Country Communion: capa do segundo álbum da banda

O baixista Glenn Hughes (Black Country Communion, Black Sabbath, Deep Purple, Trapeze) divulgou em sua página oficial no Facebook a capa do novo e segundo álbum do Black Country Communion, simplesmente denominado "2". Em breve comentário, ele simplesmente diz: "Eis a capa do BCC 2... Rock 'n Roll... GH".

sexta-feira, 18 de março de 2011

Black Country Communion: nome e data de lançamento de álbum

O BLACK COUNTRY COMMUNION, o supergrupo de rock anglo-americano que conta com os talentos do baixista/vocalista Glenn Hughes (DEEP PURPLE, TRAPEZE, BLACK SABBATH), guitarrista/vocalista de blues rock Joe Bonamassa, baterista Jason Bonham (LED ZEPPELIN), e tecladista Derek Sherinian (DREAM THEATER), vai lançar seu segundo álbum, intitulado simplesmente "2", nos Estados únicos em 14 de junho de 2011 pelo selo J&R Adventures.
Em 9 de junho a banda vai dar partida em uma turnê de verão nos EUA em San Diego, California.
O BLACK COUNTRY COMMUNION uniu forças com a Planet Rock, a clássica estação de rock líder no Reino Unido, para ofertar aos fãs de rock a oportunidade de baixar duas faixas ao vivo exclusivas do BLACK COUNTRY COMMUNION.
As músicas, "Black Country" e "One Last Soul", foram originariamente gravadas ao vivo em frente de uma platéia especialmente convidada no John Henry's em Londres, Inglaterra, em 20 de setrembro de 2010. As gravações ao vivo foram exclusivamente mixadas para a Planet Rock pelo produtor do BLACK COUNTRY COMMUNION, Kevin Shirley.

Para poder baixar as faixas ao vivo, os fãs de rock estão sendo convidados a se tornarem membros VIP do site da Planet Rock acessando o endereço www.planetrock.com/vip. Assim que a associação é ativada, os fãs também poderão comprar ingressos para os shows do BLACK COUNTRY COMMUNION que acontecerão no Reino Unido em julho.
O auto-intitulado álbum de estréia do BLACK COUNTRY COMMUNION vendeu 7.100 cópias nos Estados Unidos em sua primeira semana de lançamento para estrear na posição de n. 54 na tabela The Billboard 200. O CD, que foi disponibilizado na Europa em 20 de setembro de 2010 pela Mascot Records e na América do Norte em 21 de setembro pela J&R Adventures, foi produzido e mixado por Kevin Shirley (BLACK CROWES, AEROSMITH, LED ZEPPELIN), e masterizado pelo lendário Bob Ludwig. Foi gravado no Shangri-La Studios no início de 2010.
Fonte desta matéria (em inglês): Blabbermouth.net

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Joe Bonamassa lança ‘Dust Bowl’ em março


Novo álbum tem participação de Glenn Hugues

joebonamassaO novo álbum de Joe Bonamassa, “Dust Bowl”, vai ser lançado no dia 21 de março. O disco foi gravado em vários estúdios, em cidades como Santorini, na Grécia, e Nashville e Los Angeles, nos Estados Unidos. O CD chega às lojas quase um ano depois de “Black Rock”, o disco anterior do guitarrista. “Dust Bowl” tem participações de Vince Gill e John Hiatt, lendas da música interiorana americana, e de Glenn Hughes, parceiro de Bonamassa no Black Country Communion. Veja o track list completo:


1- Slow Train
2- Dust Bowl
3- Tennessee Plates (com John Hiatt)
4- The Meaning of The Blues
5- Black Lung Heartache
6- You Better Watch Yourself
7- The Matador Of Bayonne
8- Heartbreaker (com Glenn Hughes)
9- No Love On The Street
10- The Whale That Swallowed Jonas
11- Sweet Rowena (com Vince Gill)
12- Prisoner

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Novo do Black Country Communion sai em junho


Segundo CD ainda não tem título

blackcountryO segundo álbum do Black Country Communion está confirmado para ser lançado em junho. O supergrupo, formado por Glenn Hughes (Deep Purple, Black Sabbath), Jason Bonham (Led Zeppelin), Derek Sherinian (ex-Dream Theater) e Joe Bonamassa, não perdeu tempo e lança o novo álbum menos de um ano após a estreia, em 2010. Uma turnê subsequente ao lançamento do CD, ainda sem título, está acertada.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Glenn Hughes em Goiânia, mais um show com a presença do SÃO ROCK, por Walásse

Data: 16/12/2010
Local: Bolshoi Pub
Fone: (62) 3285-6185 e (62) 3274-1309
Site: www.bolshoipub.com.br

Gênero: Rock, Blues.

Integrantes: Glenn Hughes (baixo e vocal), Søren Andersen (guitarra), Anders Olinder (teclados), Pontus Engborg (bateria).


Release:
Glenn Hughes nasceu em uma família de músicos na Inglaterra. Foi batizado em homenagem ao jazzista Glenn Miller. Em 1968, formou o Trapeze, com Mel Galley e Dave Holland. Além de exímio baixista, ele assumiu os vocais.

O trio chamou a atenção do guitarrista Ritchie Blackmore, que, em 1973, convidou Glenn para entrar no Deep Purple. Ele ocupou a vaga de Roger Glover. Foram cinco discos oficiais com uma das bandas mais importantes e influentes de sua época. Com o fim do Purple, Glenn seguiu carreira solo. Desenvolveu um estilo soul music misturado com rock'n roll.

Acrescenta mais de 20 álbuns pessoais a incontáveis participações em projetos paralelos. Incluindo Black Sabbath. Acaba de lançar um disco com o Black Country Communion. Glenn veio pela primeira vez ao Brasil em 1994. Apaixonou-se pelo país e retornou outras vezes. Em Goiânia, estréia somente agora, no Bolshoi.

- Maiores informações pelo site ou pelos telefones!

Tour Completo:

11/12/10 - São Paulo
12/12/10 - Porto Alegre
16/12/10 - Goiânia
17/12/10 - Rio de Janeiro

A LENDA VIVA, GLEN HUGHES ESTÁ NO BRASIL

Glenn Hughes, baixista e excelente vocalista que já fez parte de bandas como Trapeze, Deep Purple, Black Sabbath, Phenomena e trabalhou com os guitarristas Gary Moore e Yngie Malmsteen, está em turnê no Brasil.
Tocou no dia 11 no Carioca Club em São Paulo e no dia 12 no Beco em Porto Alegre. Amanhã estará no Bolshoi Pub em Goiânia, e na sexta na Ilha dos Pescadores na Barra da Tijuca (RJ).
No Rio de janeiro, um dos postos de venda com ingressos promocionais a R$60,00 (golpe pra não vender meia entrada) é a loja Rock and Roll no shopping Via Parque. Também podem ser adquiridos no site: /www.ticketbrasil.com.br.
Já estou com os meus, e poderei ver pela primeira vez em ação essa lenda, que parece cantar melhor a cada dia, como pode ser conferido nesse vídeo de sua última passagem pelo Brasil em 2009, quando fez uma participaçao no programa do Ronnie Von na TV Gazeta, cantando o clássico "Mistreated" em versão acústica.
A canção foi lançada originalmente no maravilhoso LP "Burn" (1974), onde estreiou nos vocais do Deep Purple, ao lado do também fera David Coverdale.

Glen Hughes é um grande vocalista, dos melhores da história, muito influenciado por cantores de soul music como Stevie Wonder, Wilson Picket, Marvin Gaye e Al Green, ele une os improvisos e floreios vocais ao peso do Hard Rock, conquistando fãs ardorosos como Ed Motta, que já declarou publicamente sua admiração pelo "The Voice Of Rock".
O SÃO ROCK, marca presença em mais um show internacional, com o nosso amigo Walásse e os parceiros de Brasilia da ROCK TOTAL, Erlone e Luis, vejam as fotos:







sábado, 27 de novembro de 2010

Glenn Hughes: shows com set list renovado em dezembro


Glenn Hughes está de volta ao Brasil, e os brasileiros vão ter mais uma oportunidade de conferir de perto a belíssima voz desse que é considerado The Voice of Rock.
Glenn Hughes preparou um presente para os brasileiros, e vem com um set list totalmente revisado e bemdiferente de tudo que ele já tocou no Brasil, fazendo um apanhado de sua enorme carreira solo e com uma super banda. Esses shows devem superar a fantástica tour do ano passado.
Abaixo, o provável set list.
01 Intro
02 Muscle And Blood
03 Touch My Life
04 Orion
05 Sail Away
06 Medusa
07 You Kill Me
08 Can't Stop The Flood
09 Crave
10 Don't Let Me Bleed
11 Keepin' Time
12 Steppin' Over
13 Soul Mover
Encores:
14 Addiction
15 Burn
Glenn ainda toca aleatoriamente a música "Jury" do Trapeze e "Beg, Borrow Or Steal" do Hughes & Thrall.
Glenn tem 4 datas confirmadas em Dezembro: 11 em São Paulo, 12 Porto Alegre, 16 Goiânia e 17 Rio de Janeiro.
Informações e vendas para os Shows de São Paulo e Rio de Janeiro no site www.awo-mkt.com, além de informações e pontos de vendas de todos os estados.
Fonte desta matéria: AWO Produções

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Glenn Hughes: informações sobre o show em Porto Alegre


12 dezembro – 22h
Quanto: 1º lote R$60 / 2º lote R$70 / 3ºe R$80
Imagem


Press-release: Abstratti Produtora
Pela primeira vez em Porto Alegre, a lenda do DEEP PURPLE, GLENN HUGHES! O local é o Beco 
(Av. Independência, 936) e o show será no domingo, 12 de novembro, às 22h, contando com a abertura da Venus Attack.

Histórico: No fim dos anos 1960 Glenn Hughes criou a banda Trapeze, que em sua formação 
clássica contava com Mel Galley na guitarra e Dave Holland na bateria. Lançaram os álbuns 
"Trapeze" (1969), "Medusa" (1971), e o excelente "You Are The Music... We're Just The Band" 
(1972).
Em 1973 ocupou o lugar de Roger Glover no DEEP PURPLE, enquanto David Coverdale assume 
o posto de Ian Gillan – forma-se aí um dos mais poderosos ‘duos’ vocais da história do rock. 
Com a participação de Glenn Hughes e Coverdale o Purple lança o espetacular ‘Burn’, 
seguido de ‘Stormbringer’ e ‘Come Taste the Band’. 
Este último é um dos menos conhecidos e mais criticados trabalhos do Purple, com Tommy Bolin, 
grande amigo de Glenn Hughes assumindo o lugar de Ritchie Blackmore na guitarra. 
É o que tem maior influência de Glenn Hughes, inserindo elementos do funk no som da banda. 
Para alguns é um grande álbum, apesar de não ter a "cara" do DEEP PURPLE.
Em 1977, após o fim desta formação do Purple, Glenn Hughes lança seu primeiro álbum solo – 
Play Me Out – em que demonstra de forma mais livre seu ecletismo musical, misturando jazz, soul, 
funk e pop ao rock. A partir daí, passa a colaborar com vários músicos como Pat Thrall, 
Gary Moore, Tony Iommi (gravando também um disco com o BLACK SABBATH chamado 
‘Seventh Star’), John Norum (Europe) e Joe Lynn Turner (também ex Deep Purple).
Glenn Hughes é um dos mais prolíficos músicos do Rock. Apesar disso, é pouco conhecido pelas 
novas gerações. É difícil pensar em alguém que esteja produzindo com tanta qualidade, consistência 
e gosto pelo que faz como ele. Este ano lançou uma nova super banda chamada Black Country 
Communion que conta com Jason Bonham (bateria), Derek Sherinian (teclado) e Joe Bonamassa 
(guitarra). Fácil é constatar que, com mais de 50 anos, conta-se nos dedos de uma mão os 
vocalistas do rock em atividade cujas vozes comparem-se à sua. Alguns dizem que está cantando 
melhor que nunca. Não é à toa que é conhecido como The Voice of Rock.
Abertura - Venus Attack
Formada no inicio de 2009 por Michael Polchowicz e o guitarrista Jairo Borba, que já conhecia 

Daniel Mueller (baixista) e Renato Larsen (baterista), ambos convidados para integrar a banda, 
logo depois. O grupo faz um heavy metal potente e promete aquecer o público para o show 
principal.
Cronograma
20h abertura da casa
21h Venus Attack
22h GLENN HUGHES
Ingressos antecipados
1º lote R$60
2º lote R$70
3º lote R$80
Pontos de venda
A Place – Rua Voluntários da Pátria 294/150
Back in Black – Shopping Total - 2º andar
Zeppelin – Rua Marechal Floriano, 185 – loja 209
Links relacionados
Glenn Hughes – www.glennhughes.com
Venus Attack – www.venusattack.com.br
Informações:(51) 3026-3602 - abstratti@abstratti.com.br
http://www.abstratti.com.br
http://twitter.com/abstratti
Assessoria de imprensa: info@emanuelseagal.com
Resumo
O quê: Glenn Hughes
Onde: Beco – Av. Independência, 936 - Porto Alegre/RS
Quando: domingo, 12 dezembro – 22h
Quanto: 1º lote R$60 / 2º lote R$70 / 3º lote R$80

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Tecladista do DREAM THEATER, JORDAN RUDESS, homenageia JOHN LENNON

Em honra ao 70º aniversário de John Lennon, o tecladista Jordan Rudess, dos gigantes do metal progressivo Dream Theater, em um momento inspirado, tocou “Imagine”. Ele disse: “Uma música tão bonita, composta por alguém que teve uma vida tão significativa. Essa mensagem é eterna...”
O vídeo da performance, que foi filmado com a câmera Zoom Q3 de Rudess e tocada em seu Steinway D, pode ser visto abaixo.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

BLACK COUNTRY - postagem sugerida por Wálasse

UM SUPER-GRUPO INSPIRADO: BLACK COUNTRY COMMUNION - "BLACK COUNTRY"
Os "super-grupos" são "coisa" criada no final dos anos 60 (Cream, Blind Faith ou CSN&Y) e que tiveram o seu auge na década seguinte (ELP, BBA ou Bad Company). No entanto, este "fenómeno" foi quase varrido da face da terra aquando do advento Punk e da New Wave e poucos foram os artistas que arriscaram e conseguiram criar alguma coisa útil ou douradora. Na maioria dos casos, e como é sabido o conflito de super-egos é aquilo que normalmente arruína este tipo de super-projectos. Veja-se o caso de bandas mais recentes como os Audioslave ou os Velvet Revolver (ainda à espera de vocalista) que ao fim de dois ou três discos se esgotaram em ideias e energia. Nunca é fácil aguentar os pés no "topo da montanha"!
Mas também há o caso de quem consiga conter o seu ego e arranje maneira de extrair da "experiencia" algum gozo "da coisa". Foi o caso dos "Chickenfoot" formado por ex-membros dos Van Halen (Sammy Haggar, Michael Anthony) coadjuvados por uma pitada de Red Hot Chilli Peppers  (Chad Smith) e dos talentos do mago Joe Satriani. Ou até num patamar ainda mais elevado dos Them Crooked Voltures (Jones, Grohl e Homme). Em ambos os casos, o primeiro disco vendeu razoavelmente, a digressão acolheu boas críticas, mas ninguém sabe quais serão as probabilidades de continuar.
É precisamente o caso dos Black Country Communion, criação do astuto produtor Kevin "The Caveman" Shirley (Rush, Iron Maiden, etc) que um belo dia assistiu a uma "jam" entre o ex-Deep Purple, Glenn Hughes e um dos melhores guitarristas da actualidade: Joe Bonamassa. A química entre os dois músicos era demasiado preciosa para ser desperdiçada. Vai daí, não tardou que Shirley convidasse o baterista Jason Bonham, filho do lendário John dos Led Zeppelin a juntar-se aos "Black Country".
Mais tarde surgiu o nome de Derek Sherenian (ex-Dream Theater) para o lugar de teclista por recomendação de Bonamassa que achava que faltava algo ao "power-trio" inicial. Com uma super- formação destas, o quarteto passou uma boa parte do ano passado a ensaiar e a grava sob a supervisão. Um disco, que quase nem esteve para ver a "luz do dia".
Primeiro foi a designação de "Black Country" (termo de baptismo da zona industrial das "Midlands", Inglaterra, dos quais Bonham e Hughes são naturais) que teve de ser retirada pois já havia uma banda com esse nome e que os ameaçou com um processo litigioso em tribunal. Depois foram os habituais super-egos e os conflitos entre os diversos managers de cada membro a "fazer das suas" com variadíssimos conflitos a emergir entre as sessões de gravação. Um stress que fez com que Shirley escrevesse há alguns meses no seu blog: que o projecto teria muito poucas hipóteses de continuar!
Superadas as questões egoísticas (como quem diz, dinheiro e percentagens de lucro), os Black Country Communion editam agora o seu primeiro disco. E pode-se dizer que valeu a pena o esforço, o sofrimento e o egoísmo. Com um som que é no fundo uma amálgama dos diferentes estilos de cada membro, "Black Country" (o disco) é uma obra bem esgalhada que irá fazer as delícias de todos os apreciadores do género hard-rock!
Oiça-se o tema de abertura, o pesado e rápido "Black Country" (a música) com um Glenn Hughes (do alto dos seus 59 anos), a evidenciar uma excelente forma vocal e Joe Bonamassa a transformar os seus habituais Blues em algo muito mais imediato e pujante!
Segue-lhe o mais melódico "One Last Soul", um tema perfeitamente talhado para as rádios e MTV se estas tivessem coragem de pegar num tema com um grande solo de guitarra. Mas, a honra para a melhor canção do disco é sem dúvida: "The Great Divide". Uma grande Música (com "M" grande) que contêm todos os melhores elementos que um grupo com este calibre consegue entregar: emoção, paixão, melodia e grandiosidade. Sem dúvida: um dos grande "momentos" do Rock neste principio século!
Outro grande momento de inspiração roqueira é "Sista Jane" cantado por Hughes e Bonamassa e que ao vivo deverá ser pretexto para uma longa jam épica à boa moda dos velhos Deep Purple.
Falando nos bons velhos Purple, para os fãs da famigerada "MK IV", da qual Hughes fez parte há também aqui motivos para sorrir. Temas como "Down Again", "Beggarman" e "Stand (at the Burning Tree)" transpiram um pouco a esse aroma "soul n´ funky" dessa curta mas importante fase da história dos Purple. Até o "Hammond" de Derek Sherenian tem algumas reminiscências ao "velho" Jon Lord.
Falando no passado, há também uma surpresa sob a forma de "Medusa" dos Trapeze (o grupo "pré-Purple" de Hughes). Uma revigorante nova versão, com um Bonamassa electrizante no seu trabalho de guitarra. É ele que também assina os vocais uns dos temas mais pesados do disco: "The Revolution in Me". Com um cheirinho a Hendrix e Zeppelin pelo caminho.
A fechar, mais duas composições sublimes: o orquestral "Songs of Yesterday" e o épico "Too Late for the Sun". Esta última com 11 minutos de pura desbunda cósmica/progressiva, com destaque para o trabalho de Sherenian.
Com estes argumentos é impossível escapar a um disco que tem tudo para dar certo. É Rock é Soul, é Funk, é Blues, é Heavy, é épico, é apaixonante, é um disco do caraças! Um "daqueles" que já se pensava que não se faziam! Tudo muito bem doseado e sem excessos. Um novo Clássico do Rock assinado por velhos músicos de Rock Clássico.
Uma saga que deverá conhecer novos capítulos, embora com algum termo de reserva quanto à sua longevidade. Ou não fosse este mais um super-grupo...
http://blitz.aeiou.pt 
Artigo escrito por Bolin1976







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