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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK
Nossa História
Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!
CARIRI VEÍCULOS
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Iron Maiden: assista o vídeo oficial da tour brasileira
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Iron Maiden: Relato de BSB de fã que acompanhou a banda
VIA: http://whiplash.net
Imagine você se preparar dois anos para realizar um grande sonho e, na semana anterior dele se concretizar, descobrir que algo deu muito errado. Desde que o IRON MAIDEN anunciou as datas para a turnê brasileira de The Final Frontier, eu sabia em que hotel a banda se hospedaria em Brasília. Ainda demorei dois meses para fazer minha reserva, somente em 15 de janeiro. Em 1º de março descobri um site interessante para reserva de hotéis, o booking.com. Por incrível que pareça, tinha preços ainda menores do que das reservas que eu já tinha, feitas nos sites de cada um dos seis hotéis que eu sabia que o IRON MAIDEN ia ficar. Cancelei algumas delas, e remarquei com os novos preços. Em Recife, por exemplo, ficou por menos da metade do que eu pagaria originalmente. Em Brasília, foram R$200,00 a menos. Mas não me atentei a um detalhe: por engano, agendei Brasília para as datas do Rio de Janeiro. Pior: só fui perceber faltando uma semana para estar lá. Pior ainda: a última vaga do hotel foi reservada nas últimas 12 horas. Pra terminar de estragar, eu iria dividir o quarto com um amigo, que a essa altura com certeza ia querer me matar! Me senti o pior dos piores..
Após um vôo bastante tranquilo com a Webjet, cheguei à Brasília. O avião parou relativamente próximo de onde estava o Ed Force One, e as comissárias de bordo fizeram a festa. Abriram a porta traseira da aeronave e me chamaram para ve-lo mais de perto. Quase surtaram quando uma aeronave da TAM se colocou entre o nosso avião e o do IRON MAIDEN. Eu já o tinha visto pousando em Manaus, em 2009, mas é sempre lindo ve-lo novamente, ainda mais com a pintura da nova turnê. Mas não havia tempo a perder, pois Tadeu, colaborador do Whiplash e produtor de shows internacionais em Brasília (que já levou para a cidade bandas como Ozzy Osbourne, Megadeth, Guns'n'Roses + Sebastian Bach, A-Ha, Cranberries, Seal, Moby, Lauryn Hill, Motorhead e Tarja Turunen), estava me esperando. Eu ainda não o conhecia pessoalmente, mas temos amigos em comum e ele fez a gentileza de me recepcionar e me dar uma carona até o hotel. Paliativamente, eu havia conseguido me hospedar em um que fica literalmente grudado ao do IRON MAIDEN e é gerenciado pelo mesmo grupo hoteleiro. Em tese, isso garantiria e mim e ao meu colega de quarto, Júlio, acesso ao hotel onde estava a banda.
Mas ainda era cedo, e tentar ir lá a essa hora provavelmente apenas queimaria nosso filme com a segurança. Júlio geralmente se veste com roupas normais, e não é cabeludo. Provavelmente conseguisse entrar sem grandes questionamentos. Já eu posso tentar até mesmo sem camiseta de banda, mas o cabelão certamente me entregaria. Era melhor passear, conhecer a cidade e, a noite, que é quando as coisas acontecem, colocar nosso plano em ação. Perto do hotel há um shopping, e resolvi ir até lá para comer alguma coisa. Boa parte da equipe do Maiden estava por lá, incluindo o fotógrafo oficial John McMurtrie e o onipresente Todd, certamente a figurinha mais carimbada do crew do Maiden, já que podia ser facilmente encontrado em qualquer lugar. Lá encontrei meio sem querer a Natália, uma amiga do Espírito Santo que veio à cidade para ver o show. Saímos juntos do shopping, enquanto estava entrando o Ashley Groon (roadie do Nicko, aquele careca engraçado do "Flight 666"). Ao me ver, Ashley balançou a cabeça, como quem diz "não acredito que esse cara está aqui de novo". Mas isso não foi algo negativo. Eu e Ashley já conversamos muito em 2009, e no dia seguinte também conversaríamos demais, até porque somos fumantes e vivemos saindo do hotel para fumar.
Eu e a Natália seguimos pro hotel onde eu e o Júlio estávamos hospedados e, com ele, esperamos anoitecer. Após tormarmos banho e nos arrumarmos, seguimos para o hotel onde "os hómi" estavam. Paramos na frente e fumei um cigarro, observando na tentativa de descobrir quem, entre aquele monte de segurança que estava na porta, era o chefe. Era com ele que eu queria falar, pois os outros não seriam capazes de resolver nosso problema. Ao nos aproximarmos, formos abordados e nos identificamos como hóspedes do hotel ao lado. Dissemos que sabíamos que isso nos daria acesso mas, como previsto, ele explicou que "aquele era um dia especial" e que por isso não poderíamos entrar. Expliquei que apesar da aparência, não estávamos atrás da banda, queríamos apenas ir ao restaurante comer alguma coisa - o que nos é direito, já que estamos hospedados no hotel do lado e blá blá blá. Expliquei também o que havia acontecido com minha reserva, argumentando que já estive hospedado com a banda em São Paulo e no Rio, que seguiria de lá para Belém e demais cidades brasileiras da turnê e que já havia abordado a banda em ocasiões anteriores, que já tinha foto com todos, e que não estava lá pra dar trabalho, nem encher o saco. Ele nos liberou. Atravessamos toda a recepção do hotel e, ao chegarmos ao elevador, outro segurança tentou nos barrar, mas recebeu instruções do segurança-chefe para nos deixar em paz.
No restaurante, pedi alguma coisa para comer e os demais pediram coca-cola. É evidente: se não somos hóspedes, temos que consumir alguma coisa para ficar ali. Eu estava sentado atrás de uma coluna. A Natália estava na minha frente e o Júlio, do lado dela. Um pouco depois, chegou o Tadeu, a paisana (é como chamamos quem não está vestido caracterizado como fã). De repente, a Natália começou a tremer: o Adrian havia acabado de chegar, e era a primeira vez que ela estava vendo um Maiden cara a cara. Como em São Paulo com a Mariana, tive que conte-la para que ficasse ali quieta. Ele sentou em um lugar onde eu não podia ver e pediu algo para comer. Mais uma vez, usei a tática que deu certo em São Paulo com o Janick: deixei fotos em cima da mesa. Se ele quisesse, viria nos atender. Se não, nos contentaríamos em poder acompanhar a cena, até para não nos queimar com o segurança que confiou em nós. A única outra hipótese possível é se ele fosse abordado por outro fã e fosse receptivo: isso seria um sinal de que poderíamos tentar a sorte também.
Após terminar de comer, Adrian pediu um jornal e leu por um bom tempo. Ao se levantar, dois fãs o abordaram, e ele os atendeu. Instruí a Natália e o Júlio para que chegassem junto, que eu e o Tadeu chegaríamos depois (ver dois fãs chegando deve ser menos traumático do que ver quatro). Foi tudo absolutamente civilizado: a maioria que estava lá sabia inglês e o Adrian parou para conversar conosco, especialmente com o Júlio, que lhe contou possuir uma guitarra igual à dele, mostrando fotos da mesma, e pedindo em seguida uma palheta, no que foi prontamente atendido. Aos poucos, um a um foi tirando foto com ele. Quando só faltava eu, Júlio pediu mais uma foto, Tadeu também, e foram atendidos. Na minha vez, o flash simplesmente falhou e, a única foto que tenho somente eu e o Adrian está bem escura. Nem deu tempo de tirar outra, pois ele se despediu e saiu. Mais tarde chamei a atenção dos dois, pois eles tentaram a segunda foto sem que eu tivesse conseguido a primeira. Se o Adrian tirasse as fotos com eles e se despedisse, eles teriam duas fotos e eu nenhuma (ao menos este ano mas, até aí, o Júlio também já tinha foto com ele em anos anteriores). Se vamos abordar banda juntos, é assim que tem que ser. Quer 30 fotos?! Tenta a sorte! Mas tenha certeza que todos já conseguiram antes!
Pouco após resolvido nosso pequeno problema, chegou a Camila, amiga do Tadeu, também a paisana. Nos unimos aos dois hóspedes que haviam abordado o Adrian a princípio e ficamos conversando por um bom tempo. Mas deu a hora do restaurante fechar, e naquele dia não rolaria mais nada lá - somente no bar do térreo. Eu, Júlio e Natália resolvemos sair do hotel, não sem antes agradecer novamente o segurança. Camila e Tadeu ficaram no bar e conseguiram foto com o Bruce. Mais tarde voltamos para tentar uma foto da Natália com o Janick, que já tinha atendido todos os fãs em São Paulo e no Rio. Não demorou muito e ela também conseguiu. Eu e o Júlio nem tentamos, pois já tínhamos conseguido em São Paulo.
Eu posso conseguir fotos e autógrafos de muitas bandas. Posso conseguir coisas incríveis, como falar com Paul McCartney (sim, já fiz isso). Mas uma coisa que não aprendi a fazer é conseguir palhetas, baquetas, munhequeiras e outros souvenirs que os fãs tanto gostam. Sei lá, eu acho chato pedir esse tipo de coisa, não tenho a manha. No dia seguinte, por volta das 07:30, eu estava dormindo. Sonhei que o Janick veio até mim e me deu uma caixa cheia de palhetas. Todas iguais mas, uau, eu tinha uma caixa com um monte de palhetas do Janick! Então, abri a caixa, peguei uma, e ia olhar para ela, conhecer seus detalhes quando... eu abro o olho e vejo uma bolinha vindo em minha direção. Me atingiu em cheio! Era o Júlio tentando me acordar, me jogou um maço de cigarro (que achei ser uma bolinha). Eu já levantei bravo! "Seu FDP!!! Me fez perder as palhetas me jogando uma bolinha!". Hahahahahahaha
Às 08:00 hs, voltei com o Júlio à recepção do hotel correto. Mais uma vez, os seguranças vieram chatear (ok, estavam apenas fazendo o trabalho deles, mas eu devia estar lá dentro, e não lá fora, isso enche o saco!). Expliquei que gostaria apenas de ir até a recepção. Chegando, perguntei se por acaso havia algum cancelamento para aquele dia. A moça que me atendeu disse, sem dar muita atenção, que infelizmente não. A atendente do lado, entretanto, disse que o hóspede do 419 havia acabado de cancelar, e eu não bobeei: reservei o quarto imediatamente! Com o comprovante de reserva em mãos, troquei uma idéia com os seguranças, que passaram a não nos incomodar mais, nem mesmo à Natália, que não estava hospedada, mas estava ali com a gente. Mas nada muito interessante ocorreu até a hora do show que, por sinal, foi tão perto do hotel, que deu pra ir andando de boa.
Eu geralmente chego em cima da hora, não apenas por estar com a banda no hotel, mas porque não tenho saco para banda de abertura em dia de show do IRON MAIDEN. Dia de show do IRON MAIDEN é dia de show do IRON MAIDEN, ponto! Em 85, no Rock in Rio 1, cheguei no meio do show do Whitesnake e saí assim que terminou o show do Maiden. Não vi o Queen, nem me arrependo - eu estava ali para ver IRON MAIDEN. Em 92, xinguei pra caramba a tal banda Thunder. Em 96, o Maiden tocou no Monsters of Rock, mas para mim, era dia de show do IRON MAIDEN, ignorando qualquer outra banda que estivesse lá. Não fui cedo para não cometer o sacrilégio de xingar o Lemmy ou o King Diamond. Adoro Motorhead, mas dia de show do IRON MAIDEN, repito, é dia de show do IRON MAIDEN. Quando o Maiden subiu no palco, eu já não tinha mais voz de tanto xingar o Sebastian, do Skid Row. Em 98, xinguei o Helloween do começo ao fim. Até o Max eu xinguei em São Paulo este ano - e já fui muito fã de Sepultura em sua época com ele. A única que escapa de minha ira é a Lauren Harris. Primeiro, porque a conheço, é uma fofa, totalmente atenciosa. Segundo porque mesmo que não a conhecesse, seu pai, pra mim, é Deus - e eu respeito a filha de Deus. Terceiro porque ela, Faye e Kerry são as 3 mulheres que podem me dar o que nenhuma outra pode: o sogrão. Já imaginou a festa de natal na casa do sogro?! Perto da meia noite, ainda chegam seus amigos Bruce, Dave, Nicko, Janick e Adrian (sonho)... É, eu sei, fã xiita de Iron é uma merda, mas sou, e assumido. Mas em Brasília, cheguei no meio do show da banda de abertura, Khallice, que me surpreendeu profundamente. Guardadas as devidas proporções, parecia Dream Theater. Curti tanto os músicos como o vocal e, desta vez, não xinguei ninguém...
O show do Maiden foi bacana, mas me decepcionei ao constatar que o Big Eddie "ficou no Rio". Eu tinha certa esperança de ve-lo em Brasília mas, infelizmente, mais uma vez apenas as grandes capitais do sudeste tiveram o privilégio de ve-lo. O setlist foi o mesmo, mas quem liga?! Impossível não se emocionar como se fosse a primeira vez. Chorei como criança em "Blood Brothers". Fui à loucura vendo as músicas do novo álbum ao vivo. "Satellite 15/The Final Frontier" é a única música que não curto em 15 álbuns de estúdio do IRON MAIDEN. Tem as que gosto mais, tem as que gosto menos, mas a única que pulo quando vou ouvir um álbum é essa. Entretanto, ao vivo, com aqueles efeitos de telão, até ela estava perfeita. Por mim, tocariam todas do "The Final Frontier", assim como fizeram com "A Matter of Life and Death", cuja turnê infelizmente não chegou ao Brasil - o IRON MAIDEN nunca tocou uma música desse álbum em solo brasileiro, sei lá porque. Por mim, dos clássicos, deixaria só “The Trooper” e “Hallowed Be Thy Name”, tiraria todas as outras (“2 Minutes to Midnight”, “The Number of the Beast”, “Running Free”, “The Evil That Men Do”, “Fear Of The Dark” e até mesmo a IRON MAIDEN [utopia]) e completaria com músicas dos dois últimos álbuns. Dane-se que tem fãs novos que nunca viram essas ao vivo. Quem mandou nascer antes? Quem mandou não ir na “Somewhere Back in Time”, quando eles só tocaram essas? Ok, eu sei, estou sendo chato... Mas é que já cansei de ver essas músicas ao vivo. São ótimas? São perfeitas! Mas o Maiden tem tantas músicas tão boas quanto ou ainda melhores, que nunca foram tocadas ao vivo... Enfim, se eu insistir nesse assunto, a discussão será interminável. Vou resumir: o show foi perfeito! Ponto!
No meio da “The Number”, saí apressado, rumo ao hotel. Devido às particularidades do terreno plano de Brasília, ouvi o som com perfeição, até o término da última nota de “Running Free”, mesmo estando praticamente na porta do hotel. Não demorou muito e a banda chegou. Nem sinal de Steve e Nicko, mas Dave, Adrian, Bruce e Janick, além de Michael Kenney, sentaram-se em um canto do saguão principal e ficaram lá, de boa, conversando entre eles e com a equipe. Nós, fãs, também estávamos sentados lá, mas em outro canto, e apenas observávamos. Não íríamos interromper aquilo por nada pois, já disse, ainda melhor do que conseguir uma foto ou um autógrafo, é poder acompanhar esses momentos, como se estivéssemos assistindo a um DVD que contasse a história da banda. Óbvio que não ficamos olhando fixamente para eles, como se fossem animais enjaulados. Somos, na verdade, um grupo grande de fãs.
Não pense que sou o único a fazer isso. Estava acompanhado do Júlio, que não foi ao Rio, mas foi a São Paulo e iria a Curitiba. Tem o Ricardo e a Fátima, um casal cinquentão incrível, que já acompanhou o Maiden este ano em Jacarta, Bali e Singapura, em toda a turnê brasileira, na Argentina, no Chile, e ainda vai a 10 shows na Europa, fechando na Rússia (o Ricardo foi citado na resenha do Todd no site oficial da banda, sobre o Rio de Janeiro). Também estava com a gente o Bruno "The Crying Man", que foi apresentado no "Flight 666" como colombiano, na cena em que chorou porque conseguiu a baqueta do Nicko, mas é brasileiro, curitibano. Havia também o Guilherme, um "moleque" de 16 anos que foi aos 6 shows do Brasil acompanhado de sua mãe - mas que não se hospedou nos mesmos hotéis da banda. Além disso, em cada cidade, acabamos nos unindo a outros fãs ilustres, como o Rafael Serrante, que invadiu o palco do IRON MAIDEN no Rock in Rio III e é um dos maiores colecionadores de material do Maiden do Brasil; Pedro, ou Padro, o "moleque" que há 3 anos, com apenas 15 de idade, viajou no Ed Force One, pilotado pelo Bruce Dickinson, e repetiu a tarefa no ano passado, sempre acompanhado de sua mãe Elaine, carinhosamente chamada de "Iron Mother" pelo Rod Smallwood; Felipe, Humberto e Luís, que também voaram com Padro em 2010, e muitos outros. Ou seja, entre nós, o mais bobinho já voou no avião do IRON MAIDEN. Óbvio que sabemos nos comportar, e não nos tornamos inconvenientes para a banda. Dividimos o mesmo espaço que o IRON MAIDEN, mas conversamos muito entre nós - sobre IRON MAIDEN, é claro. Deixamos os caras em paz, e eles nos atendem quando querem, simples.
Links de referência:
Bruce Dickinson: anúncio do "Bruce Air" para agosto
Rafael Serrante - Ele invadiu o palco do Maiden no Rock In Rio
Em determinada hora, Bruce, Janick e Adrian subiram, e Dave Murray resolveu ir para o bar - e nós estávamos ali, 7 fãs ao total, vendo que teríamos uma chance de tentar, pois ele estava caminhando em nossa direção. Um de nós o abordaria, se a resposta fosse positiva todos conseguiríamos. Mas ele foi chamado por um segurança da banda, parou e começaram a conversar. O tempo foi passando, mais um segurança chegou, mais uns dois ou três membros da equipe, e até o Adrian Smith, que voltou. Todos estávamos ali, de pé, a três metros de tudo isso, aguardando pacientemente. Vez por outra, o Dave olhava pra gente, como se dissesse "se vocês esperarem eu atenderei a todos". Uma hora e meia se passou. De repente, sem mais nem menos, ele deu as costas, tomou o elevador, e simplesmente foi embora. Ficamos ali os sete, sem reação, não acreditando que fomos trollados pelo Dave, tradicionalmente um dos membros mais legais de se abordar. Dave é, na minha opinião, o membro mais difícil de se conseguir alguma coisa, porque ele simplesmente se tranca no quarto e ninguém o vê - eu mesmo só tenho uma única foto com ele. Porém, se abordado, ele te trata super bem. Esse ano, em Brasília, não foi o que aconteceu. Apesar de tudo, não houve entre nós sensação de frustração, pois sabemos que estamos tentando a sorte, e que ele nos atende se quiser, sem obrigação nenhuma. Fomos trollados, mas ainda assim é o Dave, o mestre da guitarra, um dos principais motivos de todos nós estarmos fazendo aquela loucura toda. Mas, depois dessa, todos fomos dormir.
No dia seguinte, mais uma vez acompanhei a saída da equipe do hotel. Mas eu tinha um alvo na cabeça: Kerry Harris. Em 2009, consegui fotos com a Lauren e com a Faye, duas das filhas do Steve Harris. A única que não consegui, Kerry, foi incorporada à equipe a partir desta turnê. Não sei fazendo o que, mas ela é definitivamente parte da família IRON MAIDEN agora. E estava ali, sozinha, dando sopa na recepção. Meio sem graça, pedi a foto, e ela foi super simpática. Mas não havia tempo a perder: nosso vôo para Belém partiria às 11:00 hs. E, desta vez, parecia que só tinha fã do IRON MAIDEN no avião. Foi um vôo bem legal. Em breve, voltarei a escrever, desta vez sobre o que aconteceu em Belém.
Matérias relacionadas à matéria acima:
Iron Maiden: Relato de SP de fã que acompanhou a banda
Iron Maiden: Relato do Rio de fã que acompanhou a banda
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Iron Maiden Review: 30/03/2011 - Brasília/DF por JUST KILL THE TIME
| Escrito por Arthur Matos |
| Sáb, 02 de Abril de 2011 14:31 |
| Essa situação foi inclusive curiosa, visto que as vendas para o show de Brasília (que é perto do local onde moro) começaram bem depois de São Paulo por exemplo, o que só fez com minha ansiedade aumentasse. Passado a espera, os bilhetes começaram a ser vendidos. E ai começaram os problemas. Como não moro no DF, a minha principal opção era comprar pela internet. O problema é que o site da LivePass simplesmente ferrava tudo. Tentei comprar inúmeras vezes a pista premium, e não dava certo (curiosamente muita gente conseguiu, o que me faz pensar que era apenas um azar da p***a), porém prossigamos. A minha opção era "aproveitar" a boa vontade de uma tia que mora na cidade. E foi justamente essa boa vontade que fez com que eu conseguisse o meu ingresso (comprado em Brasília mesmo, porém pista normal, visto que a vip já tinha ido pro s**o). E ai era só esperar. Nesse meio tempo, aqueles acertos necessários, hospedagem - (na casa da garotinha citada acima - mais boa vontade...), grana, entre outros fatores foram acertados. Até que, perto do show, cerca de 15 dias antes, um evento extremamente importante ameaçou os meus planos. Digamos que esse evento (que curiosamente foi marcado pro MESMO dia do show), realmente precisava de mim - como de muitas outras pessoas. E dessa forma o desânimo começou a bater novamente. Não era exatamente simples, conseguir uma dispensa do trabalho por dois dias, ainda mais nessas circunstâncias, porém novamente a boa vontade de duas pessoas me ajudaram nessa jornada (apesar de ser um fã de Iron a muitos anos, e ter gastado rios de dinheiro com coleções, nunca tinha os visto ao vivo). Óbvio que para isso, tive que trabalhar dois turnos na segunda e na terça feira - nada mais justo. Bom, dia 30 chegou e eu e mais dois amigos meus, saímos as 4 da manhã em direção a capital federal. Detalhe - como havia saído do trabalho cerca de 10 da noite preferi não dormir, visto que provavelmente não acordaria a tempo... E assim, prosseguimos. Digamos que a viagem de ida não poderia ter sido mais tranquila, sendo que cerca de 10 da manhã, chegamos ao DF. Passamos pela casa da minha tia, e em um mercado. para comprarmos alguma coisa para comer, e logo nos dirigimos ao local do show. Mais ou menos 11 horas da manhã chegamos na fila. Não havia muita gente, e cerca de 5 minutos depois de estar lá, eu já havia conseguido uma entrada premium - sim, isso teve seu preço (o meu antigo ingresso, mais duas centenas de reais!). Compramos algumas camisetas como é de praxe esperamos. O tempo era pra ser de chuva, como previsto, porém o que se passou foi um calor infernal e um sol simplesmente insuportável. Obviamente tive uma insolação (estou parecendo um camarão até hoje), já que como um "cara prevenido", não me protegi de forma alguma contra os raios solares do capeta. E as horas se passaram e os problemas começaram. Algumas pessoas extremamente educadas, começaram a furar fila, e como a organização era excelente (!?) não havia um mísero segurança para organizar a mesma. Dessa forma o "efeito nuca tostada", começou a surgir, e eu e mais alguns camaradas começamos a ficar exaltados, digamos assim. No final das contas tudo em vão, diga-se de passagem (como vocês perceberão logo mais). Algumas horas se passaram e as entradas foram finalmente liberadas. Ao todo foram quatro barreiras de seguranças: Uma bem na entrada, outra logo depois, uma terceira para que os ingressos fossem entregues e enfim a revista. Até ai tudo bem (apesar dos portões terem sido abertos com mais de meia hora de atraso). Depois disso, foi simplesmente uma correria desenfreada para o que o melhor lugar fosse obtido. Porém, como havia dito antes, os "fura-fila" fizeram com que toda a nossa espera (muitas horas), fosse em vão já que a tão cobiçada grade já havia sido ocupada. Ficamos logo na segunda fila, porém alguns fatores complicaram a situação. O calor era intenso e as queimaduras (do sol), incomodavam bastante. Preferimos então ir algumas fileiras para trás, onde o movimento era menor. Essa decisão foi a mais acertada no nosso caso. Bem, cerca de oito horas se não me falha a memória a banda Khallice começou sua apresentação. Confesso que não conhecia a banda, e por esse motivo a surpresa foi grande. Técnicamente falando a banda é simplesmente impecável, sendo que em vários momentos o público reagiu como se fosse um show próprio do banda. Palmas para o vocalista que é simplesmente incrível. Terminado a apresentação (bem curta), os preparativos para o show do Maiden começaram, sendo que cerca de 21:10, a música Doctor Doctor ecoa dos autofalantes. A expectativa simplesmente foi a mil. Terminada a música, "Satellite 15..." começa. Com vídeos incríveis nos telões e um palco impressionante a faixa serve de preparativo para "The Final Frontier" que simplesmente destruiu o local (no bom sentido). Confesso que estava em êxtase. Parecia um menino de cinco anos que acabará de ganhar um brinquedo novo. "El Dorado" proseguiu o massacre, até que "2 Minutes to Midnight" começou. Era a primeira clássica, o que obviamente significou loucura generalizada. Não sou exatamente fã dessa música, porém ao vivo a sensação é inexplicável. Excelente. Chegamos a quarta música, sendo mais uma do úlltimo álbum. "The Talisman" é simplemente uma obra prima, cantada por Bruce Dickinson de forma simplesmente soberba. Os cabelos do meu braço que o digam. Simplemente arrepiante o momento. "Coming Home" e "Dance Of Death" prosseguiram a apresentação, todas elas tocadas magistralmente. Vale a ressalva para a empolgação do público. Não deveram em nenhum momento, muito menos quando a pano de fundo anunciava "The Trooper". Imagine um terremoto. Então, quem estava lá presenciou exatamente isso. Massacrante o momento, sem mais. "The Wicker Man" e "Blood Brothers" manteram o nível lá em cima. Esta última inclusive foi dedicada aos prejudicados pelas recentes tragédias no Japão, e na Líbia por exemplo. Momento mais emocionante do show com toda a certeza. A gigantesca "When the Wild Wind Blows" foi tocada magistralmente, para depois "The Evil That Men Do" dar as caras. Até ai tudo era perfeito até que "Fear Of The Dark" começa. Eu simplesmente não aguento mais ouvir essa música, mesmo a mesma sendo excelente. Porém é digno de ressalva o que a mesma representa ao vivo. Na verdade essa música parece ter sido feita com esse objetivo. Arrebatar quem presencia uma aprensentação do Maiden. Simplesmente magnifica a participação do público. Esse talvez tenha sido o ponto alto do show. "Iron Maiden" começa, e algumas rodas de mosh também. Nada mais natural, visto que a música é bem violenta. O problema talvez se dê pelas "crianças" que ali estavam. Enfim, nada de grave acontece e o monstruoso Eddie aparece no palco. Não aquele de 8 metros mais o tradicional. Muito legal a articulação do mesmo. Perfeito. Pausa para o bis. A multidão grita "Six, Six, Six, The Number Of The Beast" e a famosa introdução dá as caras. Monstruoso o efeito da mesma, que na minha opinião só perde para a que vem depois, a clássica "Hallowed Be Thy Name". Pra mim a melhor música de todos os tempos. Ouvi-lá ao vivo então...Sem palavras. Cerca de duas horas depois a banda encerra a apresentação com "Running Free", que é muito bem recebida pelos fãs. Missão cumprida. Algumas baquetas, palhetas e munhequeiras jogadas depois - Uma garotinha pegou uma baqueta do meu lado (risos) - , chegava ao fim a melhor apresentação que já presenciei na vida. Digamos que não foi nada fácil pelas circunstâncias, mas valeu cada momento - Inclusive a insolação. Sempre ouvi que um show do Iron é quase uma celebração religiosa. Parece estranho, mas não consigo expressar a sensação de uma forma melhor. UP THE IRONS! Set List: 1. Satellite 15... The Final Frontier 2. El Dorado 3. 2 Minutes to Midnight 4. The Talisman 5. Coming Home 6. Dance of Death 7. The Trooper 8. The Wicker Man 9. Blood Brothers 10. When the Wild Wind Blows 11. The Evil That Men Do 12. Fear of the Dark 13. Iron Maiden Bis: 14. The Number of the Beast 15. Hallowed Be Thy Name 16. Running Free Créditos das fotos: Iron Maiden Official Facebook & Comunidade Iron Maiden em Brasília 2011 |
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Brasília: Iron Maiden reúne 15 mil fãs!
Logo na primeira música, o recado para os fãs: "aê Brasília!", saudou Dickinson ao cantar The Final Frontier. E não parou por aí: a interlocução com o público teve destaque antes da balada Coming Home "É bom ver vocês de novo em Brasília. E o Final Frontier? Gostaram? Que tal irmos para casa?", brincou o vocalista com os fãs.
Bruce Dickinson, lembrou dos percauços durante a turnê. "Tivemos uma turnê interessante até aqui. Passamos por um tremor na Nova Zelândia e não pudemos tocar no Japão. Os fãs não nos viram, mas o pior foi a tragédia", lamentou Dickinson, que foi ovacionado pelos presentes.
O setlist foi o mesmo das outras apresentações e no show de Brasília, o Iron Maiden não apresentou o tão comentado Eddie de 8 metros. Será que o teremos em Belém, Recife e Curitiba?
CONFIRAM AS FOTOS DO SHOW DE BRASILIA por http://www.correiobraziliense.com.br
quarta-feira, 30 de março de 2011
BRASÍLIA 2011: FOTOS E VÍDEO DO ED FORCE ONE NA CAPITAL FEDERAL
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| Por Laís Romero |
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| Por Laís Romero |
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| Por Diego Corrêa |
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| Por Diego Corrêa |
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| Por Diego Corrêa |
sexta-feira, 25 de março de 2011
Iron Maiden: primeira web rádio no Brasil com Maiden 24h
http://www.ironmaidenbrasil.com.br
Fãs acampam no Morumbi para show do Iron Maiden
Banda inglesa se apresenta em São Paulo neste sábado (26).
Show faz parte da turnê The Final Frontier, que passa por seis cidades.
| Fãs da banda inglesa Iron Maiden acampam na tarde desta sexta-feira (25) na entrada do Morumbi, para o show que o grupo fará em São Paulo neste sábado (26). (Foto: Nelson Antoine/Fotoarena/AE) |
O Iron Maiden já está no Brasil!
Os integrantes da banda chegaram acompanhados por cerca de 60 pessoas da equipe de produção e mais de 12 toneladas de equipamentos para o show. O grupo vinha de Lima no Peru a bordo do famoso Ed Force One, um Boeing 757 personalizado com o mascote do grupo pintado na fuselagem e não raro pilotado pelo próprio Bruce Dickinson. O Iron Maiden se apresenta no próximo sábado (26) no Estádio do Morumbi em São Paulo.
Confira no vídeo abaixo, a comunicação de Bruce Dickinson (Ed Force One) com a Torre de Comando de Guarulhos, solicitando autorização de pouso.
Iron Maiden volta ao Brasil para celebrar relação de 26 anos
DE SÃO PAULO
| Robson Ventura - 3.mar.2008/Folhapress | ||
| O músico Steve Harris, baixista do Iron Maiden, em show da banda no parque Antártica, em SP, em 2008 |
Steve Harris - Não sei ao certo. Uma razão é que nós estamos sempre em turnê. É uma questão de fidelidade, a gente se dedica. Todo mundo na banda faz isso, gravamos os álbuns e saímos em turnê, sem projetos paralelos.
Quando vejo tantos jovens nos nossos shows, muitos pais e filhos juntos, é realmente difícil de acreditar.
É um namoro fiel. Nós não excursionamos tanto porque nosso público é fiel. É o contrário. Nós temos um público fiel justamente porque não paramos de viajar e tocar.
"The Final Frontier" foi rápido, levou uns dois meses.
[Gargalhadas] Não, embora ajude. Quando gravamos, ninguém liga para a duração das músicas. Chegamos a pensar neste como um álbum duplo, mas não rolou.
Não. Na verdade, soltamos a faixa só para satisfazer a curiosidade das pessoas, não para vender como um single.
Nunca fomos uma banda de singles. Nós nunca tocamos no rádio mesmo, por que se preocupar em lançar um música fora do álbum?
Sim. É o nosso jeito de trabalhar, não gravamos 20 canções para escolher o que entra. Ali no estúdio já pensamos no que vai entrar no álbum, só gravamos essas.
Sim, eu prefiro excursionar a gravar. Nos shows, tenho o mesmo prazer depois desses anos todos.
AC/DC, sem dúvida, mas será difícil. Cada um é sempre a atração principal. Não vai ser fácil convencê-los a tocar antes de nós [risos].
Tocar em lugares diferentes é o que move o grupo. Nesta turnê tocamos na Coreia do Sul pela primeira vez. Vamos tocar na China um dia. Enfim, a conquista do mundo, mais ou menos isso.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Iron Maiden inicia sua nona turnê pelo Brasil neste sábado - por iG
"Podem esperar uma boa mistura de músicas antigas e novas", promete o vocalista Bruce Dickinson
http://ultimosegundo.ig.com.brNeste sábado, começa mais uma turnê do Iron Maiden pelo Brasil. A banda britânica, formada em 1975, detém o título de atração internacional de grande porte que mais vezes tocou por aqui. A atual série de shows marca a nona passagem do grupo pelo país. O caso de amor com o Brasil começou em 1985, quando o Iron tocou no primeiro Rock in Rio. A frequência das visitas aumentou nos últimos anos, com turnês em 2008, 2009 e agora em 2011.
02. "El Dorado"
03. "2 Minutes do Midnight"
04. "The Talisman"
05. "Coming Home"
06. "Dance of Death"
07. "The Trooper"
08. "The Wicker Man"
09. "Blood Brothers"
10. "When the Wind Blows"
11. "The Evil That Men Do"
12. "Fear of the Dark"
13. "Iron Maiden"
15. "Hallowed Be thy Name"
16. "Running Free"
O Iron Maiden em números! - por iG
Formada em 1975, banda já vendeu mais de 85 milhões de discos em todo o mundo
22 é o número de shows que a banda já fez no Brasil, entre 1985 e 2009
6 é o número de shows que serão feitos em 2011 no Brasil
16 é o número de canções que o Iron Maiden deve tocar em cada um dos shows no Brasil
250 mil é o público reunido no show que o Iron Maiden fez no Rock in Rio 3, em 2001
63 mil é o público do show de 2009 em São Paulo, o maior do grupo fora de festivais
193 é o número de shows da World Slavery Tour (1984-1985), a mais longa da banda
15 é o número de álbuns de estúdio lançados entre 1980 e 2010
14 milhões é o número de cópias vendidas do disco "The Number of the Beast", de 1982
85 milhões é o número de discos vendidos pelo grupo em todo o mundo
26 é o número que integrantes que o Iron Maiden teve desde sua criação, em 1975
1 o baixista Steve Harris é o único integrante que está na banda desde sua fundação
1 a banda ganhou um Grammy em 2011, por melhor performance de metal
1 a banda tem uma aeronave para transportá-la durante as turnês, um Boeing 757-200
terça-feira, 22 de março de 2011
Iron Maiden em Brasília - Khallice fará as honras da casa
Para fazer as honras da casa, foi escalada a banda de prog-metal Khallice, mais uma vez abrindo um show internacional na cidade (já abriram para o Guns´n Roses). O show da banda brasiliense está marcado para começar pontualmente às 19h30.






