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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Os Dinossauros estão vivos!

João Barone ganha Prêmio Multishow (06 de setembro de 2011)


Apesar da bagaceira que se encontra a "música brasileira", João Barone se surpreende ao receber o prêmio Multishow 2011 como MELHOR INSTRUMENTISTA. Aplausos para "As baquetas mais rápidas da América Latina"... O Galo Magro merece!!!


Obrigado e "o que eu não disse"
(por João Barone)

Caramba! Esse prêmio caiu de surpresa mesmo! Eu não tinha a menor idéia de recebê-lo. Achava que era uma das categorias que foram encaminhadas para a votação do conselho do prêmio e nem pensava que se tratava de uma votação popular. No caso, acho que o pessoal do NX Zero e do Restart relaxou um pouco na votação de seus integrantes e sobrou aqui para os fãs dos Paralamas que votaram em mim... Muito obrigado galera!

Na hora de subir lá, não estava preparado e só pude me lembrar dos parceiros de banda para agradecer o prêmio, mas agora fico naquele "efeito retardado" sobre o que deveria ter dito nesta hora. Longe do velho clichê de agradecer a família, filhos, mulher, mas aproveitar a chance de falar alguma coisa que prestasse. Por exemplo, em 2002, ao receber um prêmio do Multishow, aproveitei para falar como o Rio de Janeiro estava largado pelas autoridades, como Roma que pegava fogo enquanto imperador Nero tocava sua harpa e dediquei o prêmio à memória do jornalista Tim Lopes, que fora assassinado quando fazia uma reportagem numa comunidade aqui do Rio.

Acabou que deixei de convocar todos que participaram da votação para dedicar seu tempo e ajudar numa mobilização muito mais importante pela internet: o movimento contra a corrupção que envergonha o país. Ou mesmo a ajuda humanitária para a população do Sudão, que está enfrentando o flagelo da fome em massa, em pleno Sec XXI... Pode parecer piegas mesmo, lembrar do Pelé dedicando seu milésimo gol às criancinhas, mas quem sabe isso consiga trazer mais um pouco de gente em prol de uma boa causa.

No final, eu fiquei muito feliz em receber o prêmio mas me sinto extremamente frustrado ao pensar que poderia ter convocado todo mundo presente naquela ocasião para mandar uma VAIA com toda a força para os políticos corruptos de plantão. Não que isso fosse mudar muita coisa, mas ao menos diminuiria um pouco nossa indignação. Bem, vou ficar mais esperto na próxima...

Fonte:http://osparalamas.uol.com.br/artigo-blog/obrigado-e-o-que-eu-nao-disse

João Barone recebendo o prêmio:

http://www.youtube.com/watch?v=u2qC-7MmjuU

Melhor Instrumentista: João Barone

http://multishow.globo.com/Premio-Multishow-2011/Videos/_1622078.shtml:

João Barone fala sobre a emoção de receber um prêmio:

http://multishow.globo.com/Premio-Multishow-2011/Videos/_1622095.shtml

Paulinho Oliveira, do Jota Quest, se diz emocionado por concorrer com o ídolo João Barone:

http://multishow.globo.com/Premio-Multishow-2011/Videos/_1621858.shtml

Altos e baixos do Prêmio Multishow 2011 – Por Jamari França

Como todo prêmio, cabem elogios e criticas à 18ª edição do Prêmio Multishow. As premiações de um júri especializado, em primeira adoção, contrabalançou o vox populi juvenil que vota em massa nas bandas da hora.


Assim sendo, o público consagrou Di Ferrero, do NX Zero, como melhor cantor e o júri rebateu com Marcelo Camelo, ausente para receber o microfone dourado. O apresentador Bruno Mazzeo disse que ele foi dormir cedo porque tinha que levar a Mallu Magalhães para a escola amanhã (hoje) cedo.

A melhor música pela massa foi Onde Estiver, do NX Zero, ao que o júri rebateu com Felicidade, de Marcelo Jeneci, bom compositor e cantor passável, que lançou álbum de estreia e vem se destacando em parcerias recentes, como na empolgante Borboleta, do DVD Em Cena, de Zélia Duncan, composta por ele, Zélia, Alice Ruiz e Arnaldo Antunes.


O júri consagrou a novata Tulipa Ruiz como melhor cantora enquanto o público preferiu Paula Fernandes, também premiada como melhor artista sertaneja. Num dos agradecimentos, ela se confessou feliz de ser “representante da música brasileira nesta festa”. Como assim? Os demais premiados, todos brasileiros, são o quê, Musica Popular Javanesa? A vitória de Paula como cantora quebrou a supremacia de Ana Carolina, vitoriosa todo ano desde 2006. Não que a sertaneja cante melhor que Ana, mas pelo menos deu uma variada.

Claro que a tonica do prêmio foi consagrar bandas populares. Os fãs presentes na arquibancada na parte de trás da Arena HSBC não sabiam quem eram Marcelo Jeneci e Tulipa Ruiz. No twitter vi também gente perguntando a mesma coisa. Instigar a curiosidade foi saudável por parte do júri, espera-se que muitos procurem saber quem são estes e outros desconhecidos para acrescentá-los, ou não, às suas preferências.

Dois premiados se mostraram bastante surpresos. Marcelo Jeneci disse que nem sabia que estava indicado e João Barone, dos Paralamas, também levou de melhor instrumentista no susto. Como o prêmio é de voto popular e concorriam músicos de bandas da geração atual, ele achou que não ialevar. Mas o povo bateu cabeça para ele e para os Paralamas, aplaudidos quando Bruno gritou um viva para o trio.

Os números musicais padeceram de um mal comum em encontros ensaiados às pressas. Passavam falta de segurança no que estavam fazendo. Papai Me Empresta o Carro e Formula do Amor, com Leo Jaime, Fiuk, Paula Fernandes e Di Ferrero devia ser o número rock da noite, mas foi uma mistura de jaca com caviar. As vozes se chocaram, mudaram a melodia, entraram errado, um caos. A mais interessante reuniu o grupo Cidadão Instigado com Pitty e Odair José em Uma Vida Só, do repertório dele, e Me Adora, de Pitty. A interpretação de Odair nesta última ficou muito legal, ele adaptou a música ao seu estilo romântico e deu novo significado até mesmo ao verso “Que me acha foda.”

O soulman Hyldon se juntou ao Jota Quest e a Monique Kessous em As Dores do Mundo, de Hyldon gravado pelo JQ, e Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda. Boa performance. Jota Quest e Cidadão Instigado são boas bandas, se tivessem um vocalista de verdade melhorariam muito.

A concepção do prêmio, por Manuel Falcão, de reviver os antigos programas de auditório, funcionou muito bem. Bela cenografia kitsch, por Abel Gomes, inspirada no Cassino do Chacrinha, Silvio Santos, Sergio Malandro e Xuxa, com Bruno devidamente caracterizado e cercado de Brunettes (as Chacretes) deu dinâmica ao programa. Não foi muito longo, teve um bom texto, de Fábio Porchat, e apresentação. Tudo correu nos conformes sob a direção de Oscar Rodrigues Alves e direção musical de Alexandre Kassin.

O grande Lincoln Olivetti comandou a banda que acompanhou os cantores e cantoras, formada por Pedro Sá (guitarra), Guto Wiirti (baixo), Cesinha (bateria), Altair Martins (trompete), Sérgio Galvão (sax) e Marlon Sette (trombone).


A festa da premiação bombou como sempre num verdadeiro festival de egos. O prêmio é da música brasileira, mas tinha globais demais e músicos de menos. Na abertura, houve um clipe, inspirado no que se faz no Oscar, com efeitos digitais em que Bruno contracena com bandas da geração 80, ausentes da festa. Leo Jaime e Barone levavam a bandeira dos anos 80, Henrique Portugal, do Skank, a dos anos 90 e nada mais. Será que na festa de premiação da TV tem mais músicos que atores?

Como admirador da forma física feminina fiquei impressionado com a magreza das cantoras que foram ao palco. Apenas Ivete Sangalo mostrava “sustança”, as demais, nada. Esse povo não come não? Pra que tanta anorexia? Maria Gadu é tão magra que se pega uma ventania de banda vai parar longe. Tanta gente sem comer no Brasil e quem pode comer vive de dieta. Na festa tinha até gostosonas anônimas, mas a tônica mesmo, como sempre, era a bonfire of vanities, a fogueira das vaidades. A maioria de na

riz em pé, especialmente as mulheres, muita gente em constante movimento pelos ambientes, olhando para todos lados em busca de sabe-se lá o que. Nesses lugares sempre lembro da fala final do satã vivido por Al Pacino em Advogado do Diabo: “Vanity, my favourite sin”.

A produção da festa estava impecável. Duas pistas, de música gringa dentro e de música brasileira fora, risotos, massas, pastinhas, bebida à vontade muito disputada nos bares. Afinal, hoje é feriado e a maioria encomendou uma bela ressaca para o dia da pátria. Como não bebo e já tive minha cota de badalações nesta encarnação, enchi o bucho e me mandei.

Prêmio Multishow hoje e há 16 anos – Por Jamari França

Na próxima terça acontece a 18ª edição do Prêmio Multishow. Em 12 categorias valerá a escolha popular pela internet. Artistas com um grande fã-clube mobilizado para a votação saem vencedores, por isso a boa e tardia idéia de usar pela primeira vez um júri especializado que terá suas escolhas limitadas a cinco categorias (devia votar em tudo). Uma comparação entre a lista de concorrentes das primeiras edições e a atual mostra uma deterioração sensível do mainstream nos anos 00.

Na segunda edição, em 1995, com a escolha feita pelo telefone, os concorrentes a melhor grupo nacional eram Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Cidade Negra e Skank, o vencedor. Na atual edição concorrem Restart, NX Zero, Eva, Cine, Cw7, Exaltasamba, Fresno, Strike, Hori e Skank. Maior número de concorrentes e queda expressiva de qualidade: só o Skank empunha a bandeira da boa música.

Na categoria de melhor cantor concorreram em 1995 Lulu Santos (vencedor), Djavan, Ney Matogrosso e Milton Nascimento. Claramente a vitória deum artista mais popular com o público naquele momento, porque cantar melhor que os demais Lulu não canta. Este ano são 10 candidatos, entre eles um corpo estranho, Caetano Veloso, possivelmente pelo DVD com Maria Gadu. E as "grandes estrelas" do pop nacional Fiuk, Pe Lanza, Luan Santana, Lucas Silveira, Michel Teló e Di Ferrero. Noutro patamar Seu Jorge e Dinho Ouro Preto. Perigas Pe Lanza ganhar pela enorme mobilização de seus fãs, já que a banda é cria da web.

Vamos às outras categorias. Melhor cantora nos idos de 95 eram Cássia Eller, Marina Lima, Daniela Mercury (vencedora) e Zizi Possi. Nada mal. As 10 atuais são Sandy Leah, Ivete Sangalo, Maria Gadú, Paula Fernandes, Pitty, Claudia Leitte, Ana Carolina, Wanessa, Lu Alone, Vanessa da Mata. Ana Carolina devia ser considerada hors concours, porque já é hexacampeã: levou em 2000 e, desde 2006, só dá ela. Também, com essa concorrência...

Na categoria Revelação em 95 concorreram Lenine e Suzano (pelo disco Olho de Peixe, de 1993), Zélia Duncan (pelo disco de 1994 do hit Catedral), Banda Mel (vencedora) e Paulo Miklos, dos Titãs (pelo disco solo de 1994). Este ano, revelam-se Cw7, Michel Teló, Manu Gavassi, Johnny And The Hookers, Marcelo Jeneci, Tulipa Ruiz, Monique Kessous, Luisa Maita, Emicida e Roberta Spindel. Tenho que fazer um mea culpa. Não conheço lhufas desse povo, alô you tube.

Last but no least em 95 a última categoria era de melhor clipe nacional: Cássia Eller (Malandragem), Skank (É Proibido Fumar - vencedor), Djavan (Sem Saber) e Barão Vermelho (Meus Bons Amigos). Uma seleção que dá de 10 na atual. A saber: Strike (A Tendência), Sandy Leah (Quem Eu Sou), Restart (Pra Você Lembrar - Devia ser Pra Voce Esquecer), NX Zero (Onde Estiver), Hori (Diga Que Me Quer – deixa pra lá), Pitty (Só Agora), Fresno (Eu Sei), Victor e Leo (Boa Sorte Pra Você – Pra voce também com a Xuxa, Victor), Capital Inicial (Depois da Meia Noite – tem música melhor no disco) e Só os Loucos Sabem (Charlie Brown Jr - de louco ele entende). Até terça vou fazer um esforço e ver todos.

Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/jamari/



Jamari França, repórter e crítico musical atuante desde o começo dos anos 70 no jornalismo carioca, é autor da Biografias Oficial dOs Paralamas do Sucesso "Vamo Bate Lata", lançada em outubro de 2003. Jamari possui ainda um blog, hospedado no Globo, onde interage com o internauta a respeito das novidades da música.


João Barone subindo ao palco para descer a lenha. Show dOs PDS em Barbalha - CE, 12 de junho 2006.

Show em Barbalha - CE, em 12 de junho de 2006.

Heloísa, João Barone e Eu no aeroporto em Juazeiro do Norte - CE, 01 de fevereiro de 2009.

Bi, Barone e Herbert, num show em Juazeiro do Norte - CE, 01 de fevereiro de 2009.

Hérlon, Eu e Paulo Henrique entre a baterias de João Barone e Charles Gavin. Show dos Titãs e Paralamas "Juntos Ao Vivo - 25 Anos" em Juazeiro do Norte - CE, 12 de julho de 2009.

João Barone e Charles Gavin arrebentando no solo de "Cabeça Dinossauro", Juazeiro do Norte - CE, 12 de julho de 2009.

Batera pronta para a apresentação dOs PDS em Sousa - PB, 15 de novembro de 2009.



Rodrigo, roadie de João Barone, montando a bateria para a apresentação dOs PDS em Brejo Santo - CE, 23 de janeiro de 2011.


Danielle e João Barone no camarim, momentos antes do show dOs PDS em Brejo Santo - CE, 23 de janeiro de 2011.
João Barone, Bi Ribeiro e Carlos Henrique no camarim, momentos antes do show dOs PDS em Brejo Santo - CE, 23 de janeiro de 2011.


João Barone se apresentando no show dOs PDS em Brejo Santo - CE, 23 de janeiro de 2011.



Tive o privilégio de ganhar essa baqueta usada por João Barone no show dOs PDS realizado em Brejo Santo - CE, 23 de janeiro de 2011.

Divirtam-se!!!

Bruno Yacub



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Os Paralamas do Sucesso lançam Curta-Doc gravado durante a turnê acústica no Uruguai, por Bruno Yacub



“Uma banda de Rock, vestida de Fraque”

Curta-doc "Uruguay a dentro"
Os mais ligados já assistiram ao lançamento no UOL, mas quem ainda não tá ligado, Os Paralamas lançaram, o curta-doc "Uruguay a Dentro", gravado durante a turnê que fizeram no mês de junho pelo país hermano.

Nele, dá pra acompanhar de perto o esforço da banda para conseguir chegar a Montevidéu na semana em que as cinzas do vulcão chileno fecharam aeroportos em todo o continente, mas também mostra como tudo valeu a pena.

O filme foi feito pela 14 Filmes e a direção é de Bruno Maia.
Está confirmado o terceiro show para o Acústico Paralamas em espanhol. Serão certamente três apresentações incríveis, diante de um público que correu para garantir os ingressos em menos de uma semana...
Os shows na capital uruguaia aconteceram nos dias 15 e 16 de junho:

15 de junho - 20:30 h
16 de junho – 20:30 h
16 de junho – 23:00 h
Paralamas castelhanamente acústicos em Montevidéu. Pra quem tava no Brasil morrendo de inveja dos vizinhos ao sul, fica aqui um pouquinho da aventura uruguaia: o Teatro Solis, palco histórico que tá sendo pequeno pra tanto som.

A história dOs Paralamas é cheia de lindos capítulos pelos países da América do Sul. Todo mundo sempre cita a relação com nossos vizinhos ao se referir à história da banda. Mas sem conhecer de perto o comportamento e, principalmente, a generosidade e o afeto das pessoas nestes países, fica difícil imaginar o que se passa em um show do grupo por lá sem estar presente.
Diz a norma do bom jornalismo que os seus textos devem evitar o excesso de adjetivação. Mas como isso não é exatamente um relato jornalístico, as linhas vão entorná-los. Cate-os quem se habilitar e tenha um quinhão da emoção de todos da equipe Paralamas nesses dois dias.

É importante começar dizendo que os shows no Uruguai foram, antes de mais nada, show dos uruguayos. Uma plateia festiva, acolhedora, reverente e cúmplice lotou as três sessões em dois dias no esplendoroso Teatro Solís.

As apresentações acústicas foram pensadas a partir de una invitación dos uruguaios e formatadas especialmente para retribui-lhes. Ao contrário do que tivemos no Acústico MTV (1999), em que havia uma preocupação em jogar luzes sobre músicas não tão conhecidas, o repertório deste show trouxe hits aos borbotões.

Desde a ida ameaçada pelas cinzas do vulcão chileno que cobriam o céu sulamericano, passando pela não prevista presença de um time uruguaio na final da Libertadores - justo no mesmo dia do concerto -, a viagem foi épica. E como um bom filme, a tensão se impôs de início. Onze horas no aeroporto esperando o céu cinza quedar-se em azul celeste novamente. Já era madrugada quando os Paralamas chegaram a Carrasco, o aeroporto cujo nome atribui tons ainda mais dramáticos às terras que apresenta, mas não confirma-se no gentil tratar da sua população.

Pela margem do Rio da Prata, que no distante horizonte nos escondia outras terras portenhas também conhecidas, a trupe cruzou a madrugada, cansada e feliz hasta Las Ramblas e muy acerca do teatro. A manhã de montagem e preparos foi intensa, pero trazendo o novo sabor de, enfim, ver o que de fato aguardava a todos no interior daquele suntuoso palco. Sim, ele era tudo o que se imaginara e ainda um poco más. A vibe elevava-se.

A cidade orgullosa se vestia oro-negro para conduzir o Peñarol à vitória. A memória de Artigas, o histórico general herói, haveria de comandar-los em mais um êxito centenário. O espírito de Gighia, o histórico jogador herói, se multiplicava em seus conterrâneos. Apesar disso, todas as entradas para o Solís já estavam esgotadas há semanas - o que dava confiança de casa cheia apesar da noite que já era histórica independente do que se passaria no Teatro.

Eram 21hs quando o oro-negro imperou no Solís e a história se fez ali também. No breu imponente daquela sala, pequenas luzes se acendiam ao redor das bancadas como prenúncio da voz que não tardaria: "Señoras e señores, com usted, Los Paralamas do Sucesso". Ao anunciar os principais coadjuvantes da noite, o nosso filme nos apresentaria os nossos heróis. Sentados nas poltronas, mirando e aplaudindo. Cantando e solando. No contraluz, foco nele: o vibrante povo uruguaio.

E gol! Mas ao contrário do que se passou no Maracanazzo, de 1950, ou se passaria no Centenário aquela noite, no Solís, Brasil e Uruguai comemoravam abrazados aquele score conjunto. Natural que também ninguém tenha vencido à partida tampouco no Centenário. Não era noite para derrotas em Montevidéu. Aquele gol que ainda seria marcado mais duas vezes na noite seguinte.

Então… É assim que nascem as memórias. ¡Gracias por todo!


SETLIST

Dos Margaritas
Vamo Bate Lata
Novidade
O Beco
Óculos
Bora Bora
Cuide bem do seu amor
La Bella Luna
A lhe esperar
Mormaço
Nebulosa do Amor
Hablando a Tu Corazón (Charly Garcia)
Lanterna dos Afogados
Caleidoscópio
Calibre
Meu Erro
Trac Trac 
Uma brasileira
Lourinha Bombril
Alagados
*BIS
Melô do Marinheiro
Mi Bandeira (Sumo)
Que país é este
Carro Velho
Fonte: http://osparalamas.uol.com.br/
Link para ver o Curta-Doc “Os Paralamas do Sucesso - Uruguay a dentro”: http://www.14prod.com.br/2011/07/25/os-paralamas-do-sucesso-doc-uruguai/
Divirtam-se!!!
Bruno Yacub

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Nós do blog São Rock Brejo, desejamos muitas felicidades e muita saúde e paz ao grande mestre do nosso ROCK BRASILEIRO, HERBERT VIANA.

GLADJA(minha esposa) com HERBERT, no show que eles fizeram aqui em Brejo Santo

Biografia

Herbert nasceu em João Pessoa, mas devido à vida militar de seu pai, o brigadeiro Hermano Viana, mudou-se ainda criança para Brasília, onde conheceu Bi Ribeiro. Ao se mudarem para o Rio de Janeiro fundaram os Paralamas (mas alguns consideram os Paralamas parte da "turma de Brasília", como Capital Inicial e Legião Urbana) com o amigo Vital Dias na bateria.
Após substituírem Vital por João Barone, Herbert compôs a música "Vital e Sua Moto", em homenagem ao amigo, a qual se tornou o primeiro sucesso dos Paralamas e que renderia o contrato com a EMI.
Depois de 10 anos de sucesso da banda, Herbert gravou o disco-solo Ê Batumarê (1992). Mais dois seriam gravados, Santorini Blues (1997) e O Som do Sim (2000), cheio de participações como Cássia Eller, Fernanda Abreu, Nana Caymmi, Sandra de Sá e Marcos Valle.
Herbert namorou por anos Paula Toller, do Kid Abelha, e posteriormente casou com a inglesa Lucy Needham, com quem teve os filhos Luca, Hope e Phoebe.
Herbert desde cedo gostou de pilotar helicópteros e ultraleves. Em 2001, Herbert passou pelo momento mais crítico de sua vida. No dia 4 de fevereiro, sofreu um acidente aéreo em Mangaratiba, RJ, quando o ultraleve que pilotava caiu no mar, devido a um problema de fabricação  na baía de Angra dos Reis. No acidente, Lucy morreu e Herbert ficou internado durante 44 dias, parte deles em estado de coma. O músico ficou paraplégico e perdeu parte da memória depois do acidente, porém, em um processo de recuperação gradual, retomou sua carreira, voltando aos palcos, e já tendo gravado quatro álbuns após o acidente: Longo Caminho (2002, preparado antes do acidente), Uns Dias ao Vivo (2004, ao vivo), Hoje (2005) e Brasil Afora (2009).
Herbert Vianna é amigo de Jimmy Page, lendário guitarrista do Led Zeppelin. Quando sofreu o acidente a partir do qual ficou paraplégico, Page veio da Inglaterra visitá-lo no Rio de Janeiro e vê-lo como estava, pessoalmente. Herbert, numa situação anterior, havia lhe dado uma guitarra de presente.

Discografia

Solo

  • 1992: Ê Batumaré
  • 1997: Santorini Blues
  • 2000: O Som do Sim (com participações de vários convidados, como Fernanda Takai, Zélia Duncan, Cássia Eller, entre outros)

Com Os Paralamas do Sucesso

Nacional

Ano Título Tipo Vendas
1983 Cinema Mudo Estúdio 90 mil
1984 O Passo do Lui Estúdio 250 mil
1986 Selvagem? Estúdio 750 mil
1987 D Ao Vivo 170 mil
1988 Bora-Bora Estúdio 250 mil
1989 Big Bang Estúdio 200 mil
1990 Arquivo Coletânea 420 mil
1991 Os Grãos Estúdio 100 mil
1994 Severino Estúdio 55 mil
1995 Vamo Batê Lata Ao Vivo / EP Bônus 900 mil
1996 Nove Luas Estúdio 550 mil
1998 Hey Na Na Estúdio 300 mil
1999 Acústico MTV Ao Vivo 500 mil
2000 Arquivo II Coletânea Sem dados
2002 Longo Caminho Estúdio 300 mil
2003 Uns Dias Ao Vivo Ao Vivo 150 mil
2005 Hoje Estúdio 100 mil (estimativa)
2007 Rock in Rio 1985 Ao Vivo Sem dados
2009 Brasil Afora Estúdio -

Foto: Dimang Kon Beu.

Estrangeira

  • Os Paralamas do Sucesso (1986) - coletânea portuguesa
  • Paralamas (1992) - dois álbuns distintos: uma coletânea latino-americana em espanhol e uma coletânea inglesa, com músicas em português e espanhol.
  • Dos Margaritas (1994) - versão argentina de Severino
  • Nueve Lunas (1996)- Nove Luas, com 7 faixas em espanhol
  • Hey Na Na (1998)- 5 faixas em espanhol
  • O Melhor 83-99 (2000) - coletânea portuguesa
  • Portrait (2000) - coletânea francesa

Vídeos/DVDs

  • V, O Vídeo (1986)- videoclipes, entrevistas, primeiras apresentações e shows no Ibirapuera e Montreux.
  • Vamo Batê Lata (1995) - show do álbum (relançado em DVD em 2005)
  • Acústico MTV (1999) - gravado para o especial da MTV Brasil, entre 1999.
  • Longo Caminho (2002) - documentário sobre a produção do disco.
  • Arquivo de Imagens (2003) - 16 videoclipes, com algumas ausências (como os clipes feitos para o Fantástico e "Busca Vida")
  • Uns Dias ao Vivo (2004) - show gravado em fins de 2003 no Olympia, em São Paulo, com vários convidados.
  • Brasil Afora Ao Vivo - Multishow (2011) - show gravado em fins de 2010 no Rio de Janeiro, com participação de Pitty e Zé Ramalho

Outros

  • Pólvora (1997) - os 8 primeiros CDs remasterizados em uma lata, acompanhados de um livro. Tiragem de 5000 edições.
  • De A a Z - dois boxes com 3 CDs. Um lançado em 2002 (O Passo do Lui, Cinema Mudoe Selvagem?); outro em 2004(Nove Luas, Hey Na Na e Bora-Bora)
  • Sempre Livre Mix com Titãs (1999)- show com os Titãs.
  • Série Perfil (2006) - Coletânea com dois volumes.
  • Paralamas e Titãs - Juntos e Ao Vivo (2008) - show com os Titãs, gravado na Marina da Glória, Rio de Janeiro, em comemoração aos 25 anos de carreira de ambas as bandas.
  • Legião Urbana e Paralamas Juntos (2009) - traz a íntegra do especial gravado no Teatro Fênix e exibido pela Rede Globo em 1988, em que as duas bandas se revezam no palco. Herbert Vianna e Renato Russo gravaram sozinhos a música Nada por mim, e as duas bandas gravaram juntas Ainda é cedo, do repertório da Legião Urbana.

 Composições para outros artistas

  • Ana Carolina: "Pra Terminar"
  • Cidade Negra: "Soldado da Paz" (mais tarde gravada pelos Paralamas)
  • Daniela Mercury: "Milagres", "Só pra te Mostrar" e "Sempre Te Quis" (mais tarde gravada pelos Paralamas)
  • Dulce Quental: "Caleidoscópio" (mais tarde gravada pelos Paralamas)"Fui Eu"
  • Ivete Sangalo: "Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim", "A Lua Que Eu Te Dei"
  • Kid Abelha: "Seu Espião", "Por Que Não Eu?", "Educação Sentimental II", "A Moto"
  • Marina Lima: "Nada Por Mim"
  • Marisa Monte: "O Amor Não Sabe Esperar"
  • Paulo Ricardo: "Amor em Vão" (mais tarde gravada pelos Paralamas)
  • RPM: "Vem Pra Mim"
  • Titãs: "O Caroço da Cabeça" (mais tarde gravada pelos Paralamas)
50, um novo ciclo!

Antes de mais nada, parabéns Senhor Herbert Vianna! Acho que a essa altura, vale o "senhor" ali na frente. Nada a ver com idade. Por trás desses anos tem um cara legal. Um, aí sim, senhor ídolo, senhor guitarrista, senhor compositor, senhor referência.

Ah, se as palavras não tivessem sempre mais de um sentido pra nos mostrar que pra tudo há de se olhar com mais atenção. Qual o sentido de meio século de vida? Sr Herbert Vianna, um senhor exemplo pra todos, seguindo também o destino inescapável da metade já cinquentenária paralâmica. Zé Fortes, o famoso quarto paralama, senhor empresário, 50 anos. Bi RIbeiro, senhor baixista, senhor carisma, 50 anos. E agora, Herbert. Só falta um. Deixa o caçula dar os parabéns dele também, né? Barone, respeite os mais velhos, viu?


por João Barone

Quando a gente começou com Os Paralamas, nunca pensávamos em ir tão longe. Todo mundo ao redor nos alertava para as efemeridades de ser músico no Brasil. Hoje, chegamos aos 50 anos, vivenciando mais da metade de nossas vidas com a música. De onde estamos, num pit stop rápido para não esfriar os pneus, avaliamos um monte de coisas que víamos quando éramos apenas moleques. Passamos por poucas e boas, vivemos e sobrevivemos na corda bamba entre a realização pessoal, a ambição artística e o sucesso comercial.

Crescemos como indivíduos, depois de muitos momentos de ternura e terror. Deixamos longe as antigas questões familiares, para depois ver na prática como é esse negócio de "usar um sapato da mesma maneira por influência do meu pai", que tão bem falou Nando Reis. Depois dos filhos, ganhamos alguns novos medos, renovada coragem e novas certezas. Vimos muitos dos nossos ídolos de infância e os "angry young men" quando começamos se tornarem respeitáveis senhores cinquentões, sem perder a pose e - mais importante - sem perder o espírito.

Olhamos para Gil, Caetano, Clapton, Tom Zé, Pete Townshend, Paul McCartney, U2, Stones, para reafirmar que a juventude está na alma. Vemos muitos companheiros de jornada chegando nesse marco temporal: Titãs, Arnaldo, Nando Reis, Kid, Leoni, Roger, Frejat... Temos uma certeza com a chegada dos 50 anos: estivemos muito ocupados todo esse tempo para contar os grãos da areia da ampulheta descendo. Isso nos deixa com uma estranha sensação de que atingimos essa marca com uma certa precocidade.

Como sempre diz Herbert - que emplaca os 50 com a sapiência de um Mestre Jedi e o gás de um guri - estamos começando um novo ciclo de 50 anos.

 


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

JÁ ASSISTIU OS PARALAMAS NO LUAL MTV? POIS CONFIRAM ESTÁ IMPERDÍVEL.


OS PARALAMAS NO LUAU MTV!

Nessa semana está sendo exibido o último Luau MTV inédito com ninguém mais, ninguém menos do que Os Paralamas do Sucesso. Claro que o programa está imperdível, e se você ainda não viu, confira abaixo: 
Os Paralamas em: Cuide bem do seu amor (Herbert Vianna)


LUAU MTV PARALAMAS DO SUCESSO - PARTE 1

LUAU MTV PARALAMAS DO SUCESSO - PARTE 2

LUAU MTV PARALAMAS DO SUCESSO - PARTE 3

LUAU MTV PARALAMAS DO SUCESSO - PARTE 4

 




Os Paralamas em: Cuide bem do seu amor (Herbert Vianna)
Reprises do programa na TV: Sexta, 17h / Sábado, 20h30 / Domingo, 0h

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Moda de tocar álbum completo ao vivo vai chegar ao Brasil

THALES DE MENEZES
DE SÃO PAULO

VIA: FOLHA ILUSTRADA: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/868386-moda-de-tocar-album-completo-ao-vivo-vai-chegar-ao-brasil.shtml



Quando o Echo and the Bunnymen esteve no Brasil em outubro passado, abriu seu show com a execução de "Ocean Rain", seguindo a ordem das faixas desse LP de 1984, da primeira à última.
Isso foi só o começo.
Onda do momento no pop mundial, a ideia de dedicar uma apresentação a um dos álbuns marcantes da carreira pegou forte. De veteranos como Def Leppard a mais novos como Stereophonics, a agenda de shows lá fora está repleta de "albuns in concert", como definem os gringos.
Alguns defendem o valor artístico da empreitada. Black Francis, do Pixies, disse que os shows que vão reproduzir o álbum "Doolittle" (1989), a partir de junho, são necessários para que o público e a própria banda "sintam mudanças orgânicas que o tempo impõe às canções". Seja lá o isso queira dizer.
Já Bobby Gillespie, do Primal Scream, foi honesto ao extremo: montou uma turnê de "Screamadelica" (1991) para este ano porque não tem nada novo para apresentar. Simples assim.
As gravadoras entram pesado nesse tipo de show, porque associam as turnês a lançamentos de reedições especiais dos álbuns. Como a molecada não compra mais CD, o alvo continua sendo o fã das bandas antigas.
Divulgação
Integrantes da banda galesa Stereophonics
Integrantes da galesa Stereophonics, uma das bandas estrangeiras que aderiram à moda dos "albuns in concert"
O Tears For Fears vai lançar a turnê de seu disco mais bem-sucedido, "Songs from the Big Chair" (1986), porque seu selo vai financiar todo o projeto. E, claro, lançar um CD triplo comemorativo.
Outro ponto favorável: álbuns mais antigos, do tempo do LP, são curtos, têm mais ou menos 40 minutos. Essa duração muitas vezes bate com o tempo que as bandas têm em suas apresentações nos festivais de verão.
Um dos pilares do britpop, o Suede entra na jogada por atacado. Vai fazer em maio, em Londres, três dias seguidos de shows, cada um dedicado a um de seus primeiros álbuns: "Suede" (1993), "Dog Man Star" (1994) e "Coming Up"(1996). Depois segue em turnê internacional.
Se alguma parada da excursão tiver apenas uma ou duas datas, a prioridade será reproduzir o primeiro álbum.
Os fãs brasileiros podem se preparar. Em seus sites, Suede e Primal Scream sinalizaram shows por aqui em outubro, provavelmente nas novas edições dos festivais que recentemente se concentraram nesse período, como SWU e Planeta Terra.
O Tears For Fears toca na Argentina em setembro, o que sempre pode facilitar incluir o Brasil no pacote.
Para sentir as chances que esse tipo de show tem de emplacar junto aos artistas nacionais, a Folha perguntou a integrantes de Paralamas, Titãs e Skank como enxergam a possibilidade de retomar álbuns clássicos em shows.
Pelas respostas de João Barone, Sérgio Britto e Samuel Rosa, a semente pode vingar.
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Ouça comentários do repórter sobre a moda os "albuns in concert":

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