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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Os Dinossauros estão vivos!

João Barone ganha Prêmio Multishow (06 de setembro de 2011)


Apesar da bagaceira que se encontra a "música brasileira", João Barone se surpreende ao receber o prêmio Multishow 2011 como MELHOR INSTRUMENTISTA. Aplausos para "As baquetas mais rápidas da América Latina"... O Galo Magro merece!!!


Obrigado e "o que eu não disse"
(por João Barone)

Caramba! Esse prêmio caiu de surpresa mesmo! Eu não tinha a menor idéia de recebê-lo. Achava que era uma das categorias que foram encaminhadas para a votação do conselho do prêmio e nem pensava que se tratava de uma votação popular. No caso, acho que o pessoal do NX Zero e do Restart relaxou um pouco na votação de seus integrantes e sobrou aqui para os fãs dos Paralamas que votaram em mim... Muito obrigado galera!

Na hora de subir lá, não estava preparado e só pude me lembrar dos parceiros de banda para agradecer o prêmio, mas agora fico naquele "efeito retardado" sobre o que deveria ter dito nesta hora. Longe do velho clichê de agradecer a família, filhos, mulher, mas aproveitar a chance de falar alguma coisa que prestasse. Por exemplo, em 2002, ao receber um prêmio do Multishow, aproveitei para falar como o Rio de Janeiro estava largado pelas autoridades, como Roma que pegava fogo enquanto imperador Nero tocava sua harpa e dediquei o prêmio à memória do jornalista Tim Lopes, que fora assassinado quando fazia uma reportagem numa comunidade aqui do Rio.

Acabou que deixei de convocar todos que participaram da votação para dedicar seu tempo e ajudar numa mobilização muito mais importante pela internet: o movimento contra a corrupção que envergonha o país. Ou mesmo a ajuda humanitária para a população do Sudão, que está enfrentando o flagelo da fome em massa, em pleno Sec XXI... Pode parecer piegas mesmo, lembrar do Pelé dedicando seu milésimo gol às criancinhas, mas quem sabe isso consiga trazer mais um pouco de gente em prol de uma boa causa.

No final, eu fiquei muito feliz em receber o prêmio mas me sinto extremamente frustrado ao pensar que poderia ter convocado todo mundo presente naquela ocasião para mandar uma VAIA com toda a força para os políticos corruptos de plantão. Não que isso fosse mudar muita coisa, mas ao menos diminuiria um pouco nossa indignação. Bem, vou ficar mais esperto na próxima...

Fonte:http://osparalamas.uol.com.br/artigo-blog/obrigado-e-o-que-eu-nao-disse

João Barone recebendo o prêmio:

http://www.youtube.com/watch?v=u2qC-7MmjuU

Melhor Instrumentista: João Barone

http://multishow.globo.com/Premio-Multishow-2011/Videos/_1622078.shtml:

João Barone fala sobre a emoção de receber um prêmio:

http://multishow.globo.com/Premio-Multishow-2011/Videos/_1622095.shtml

Paulinho Oliveira, do Jota Quest, se diz emocionado por concorrer com o ídolo João Barone:

http://multishow.globo.com/Premio-Multishow-2011/Videos/_1621858.shtml

Altos e baixos do Prêmio Multishow 2011 – Por Jamari França

Como todo prêmio, cabem elogios e criticas à 18ª edição do Prêmio Multishow. As premiações de um júri especializado, em primeira adoção, contrabalançou o vox populi juvenil que vota em massa nas bandas da hora.


Assim sendo, o público consagrou Di Ferrero, do NX Zero, como melhor cantor e o júri rebateu com Marcelo Camelo, ausente para receber o microfone dourado. O apresentador Bruno Mazzeo disse que ele foi dormir cedo porque tinha que levar a Mallu Magalhães para a escola amanhã (hoje) cedo.

A melhor música pela massa foi Onde Estiver, do NX Zero, ao que o júri rebateu com Felicidade, de Marcelo Jeneci, bom compositor e cantor passável, que lançou álbum de estreia e vem se destacando em parcerias recentes, como na empolgante Borboleta, do DVD Em Cena, de Zélia Duncan, composta por ele, Zélia, Alice Ruiz e Arnaldo Antunes.


O júri consagrou a novata Tulipa Ruiz como melhor cantora enquanto o público preferiu Paula Fernandes, também premiada como melhor artista sertaneja. Num dos agradecimentos, ela se confessou feliz de ser “representante da música brasileira nesta festa”. Como assim? Os demais premiados, todos brasileiros, são o quê, Musica Popular Javanesa? A vitória de Paula como cantora quebrou a supremacia de Ana Carolina, vitoriosa todo ano desde 2006. Não que a sertaneja cante melhor que Ana, mas pelo menos deu uma variada.

Claro que a tonica do prêmio foi consagrar bandas populares. Os fãs presentes na arquibancada na parte de trás da Arena HSBC não sabiam quem eram Marcelo Jeneci e Tulipa Ruiz. No twitter vi também gente perguntando a mesma coisa. Instigar a curiosidade foi saudável por parte do júri, espera-se que muitos procurem saber quem são estes e outros desconhecidos para acrescentá-los, ou não, às suas preferências.

Dois premiados se mostraram bastante surpresos. Marcelo Jeneci disse que nem sabia que estava indicado e João Barone, dos Paralamas, também levou de melhor instrumentista no susto. Como o prêmio é de voto popular e concorriam músicos de bandas da geração atual, ele achou que não ialevar. Mas o povo bateu cabeça para ele e para os Paralamas, aplaudidos quando Bruno gritou um viva para o trio.

Os números musicais padeceram de um mal comum em encontros ensaiados às pressas. Passavam falta de segurança no que estavam fazendo. Papai Me Empresta o Carro e Formula do Amor, com Leo Jaime, Fiuk, Paula Fernandes e Di Ferrero devia ser o número rock da noite, mas foi uma mistura de jaca com caviar. As vozes se chocaram, mudaram a melodia, entraram errado, um caos. A mais interessante reuniu o grupo Cidadão Instigado com Pitty e Odair José em Uma Vida Só, do repertório dele, e Me Adora, de Pitty. A interpretação de Odair nesta última ficou muito legal, ele adaptou a música ao seu estilo romântico e deu novo significado até mesmo ao verso “Que me acha foda.”

O soulman Hyldon se juntou ao Jota Quest e a Monique Kessous em As Dores do Mundo, de Hyldon gravado pelo JQ, e Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda. Boa performance. Jota Quest e Cidadão Instigado são boas bandas, se tivessem um vocalista de verdade melhorariam muito.

A concepção do prêmio, por Manuel Falcão, de reviver os antigos programas de auditório, funcionou muito bem. Bela cenografia kitsch, por Abel Gomes, inspirada no Cassino do Chacrinha, Silvio Santos, Sergio Malandro e Xuxa, com Bruno devidamente caracterizado e cercado de Brunettes (as Chacretes) deu dinâmica ao programa. Não foi muito longo, teve um bom texto, de Fábio Porchat, e apresentação. Tudo correu nos conformes sob a direção de Oscar Rodrigues Alves e direção musical de Alexandre Kassin.

O grande Lincoln Olivetti comandou a banda que acompanhou os cantores e cantoras, formada por Pedro Sá (guitarra), Guto Wiirti (baixo), Cesinha (bateria), Altair Martins (trompete), Sérgio Galvão (sax) e Marlon Sette (trombone).


A festa da premiação bombou como sempre num verdadeiro festival de egos. O prêmio é da música brasileira, mas tinha globais demais e músicos de menos. Na abertura, houve um clipe, inspirado no que se faz no Oscar, com efeitos digitais em que Bruno contracena com bandas da geração 80, ausentes da festa. Leo Jaime e Barone levavam a bandeira dos anos 80, Henrique Portugal, do Skank, a dos anos 90 e nada mais. Será que na festa de premiação da TV tem mais músicos que atores?

Como admirador da forma física feminina fiquei impressionado com a magreza das cantoras que foram ao palco. Apenas Ivete Sangalo mostrava “sustança”, as demais, nada. Esse povo não come não? Pra que tanta anorexia? Maria Gadu é tão magra que se pega uma ventania de banda vai parar longe. Tanta gente sem comer no Brasil e quem pode comer vive de dieta. Na festa tinha até gostosonas anônimas, mas a tônica mesmo, como sempre, era a bonfire of vanities, a fogueira das vaidades. A maioria de na

riz em pé, especialmente as mulheres, muita gente em constante movimento pelos ambientes, olhando para todos lados em busca de sabe-se lá o que. Nesses lugares sempre lembro da fala final do satã vivido por Al Pacino em Advogado do Diabo: “Vanity, my favourite sin”.

A produção da festa estava impecável. Duas pistas, de música gringa dentro e de música brasileira fora, risotos, massas, pastinhas, bebida à vontade muito disputada nos bares. Afinal, hoje é feriado e a maioria encomendou uma bela ressaca para o dia da pátria. Como não bebo e já tive minha cota de badalações nesta encarnação, enchi o bucho e me mandei.

Prêmio Multishow hoje e há 16 anos – Por Jamari França

Na próxima terça acontece a 18ª edição do Prêmio Multishow. Em 12 categorias valerá a escolha popular pela internet. Artistas com um grande fã-clube mobilizado para a votação saem vencedores, por isso a boa e tardia idéia de usar pela primeira vez um júri especializado que terá suas escolhas limitadas a cinco categorias (devia votar em tudo). Uma comparação entre a lista de concorrentes das primeiras edições e a atual mostra uma deterioração sensível do mainstream nos anos 00.

Na segunda edição, em 1995, com a escolha feita pelo telefone, os concorrentes a melhor grupo nacional eram Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Cidade Negra e Skank, o vencedor. Na atual edição concorrem Restart, NX Zero, Eva, Cine, Cw7, Exaltasamba, Fresno, Strike, Hori e Skank. Maior número de concorrentes e queda expressiva de qualidade: só o Skank empunha a bandeira da boa música.

Na categoria de melhor cantor concorreram em 1995 Lulu Santos (vencedor), Djavan, Ney Matogrosso e Milton Nascimento. Claramente a vitória deum artista mais popular com o público naquele momento, porque cantar melhor que os demais Lulu não canta. Este ano são 10 candidatos, entre eles um corpo estranho, Caetano Veloso, possivelmente pelo DVD com Maria Gadu. E as "grandes estrelas" do pop nacional Fiuk, Pe Lanza, Luan Santana, Lucas Silveira, Michel Teló e Di Ferrero. Noutro patamar Seu Jorge e Dinho Ouro Preto. Perigas Pe Lanza ganhar pela enorme mobilização de seus fãs, já que a banda é cria da web.

Vamos às outras categorias. Melhor cantora nos idos de 95 eram Cássia Eller, Marina Lima, Daniela Mercury (vencedora) e Zizi Possi. Nada mal. As 10 atuais são Sandy Leah, Ivete Sangalo, Maria Gadú, Paula Fernandes, Pitty, Claudia Leitte, Ana Carolina, Wanessa, Lu Alone, Vanessa da Mata. Ana Carolina devia ser considerada hors concours, porque já é hexacampeã: levou em 2000 e, desde 2006, só dá ela. Também, com essa concorrência...

Na categoria Revelação em 95 concorreram Lenine e Suzano (pelo disco Olho de Peixe, de 1993), Zélia Duncan (pelo disco de 1994 do hit Catedral), Banda Mel (vencedora) e Paulo Miklos, dos Titãs (pelo disco solo de 1994). Este ano, revelam-se Cw7, Michel Teló, Manu Gavassi, Johnny And The Hookers, Marcelo Jeneci, Tulipa Ruiz, Monique Kessous, Luisa Maita, Emicida e Roberta Spindel. Tenho que fazer um mea culpa. Não conheço lhufas desse povo, alô you tube.

Last but no least em 95 a última categoria era de melhor clipe nacional: Cássia Eller (Malandragem), Skank (É Proibido Fumar - vencedor), Djavan (Sem Saber) e Barão Vermelho (Meus Bons Amigos). Uma seleção que dá de 10 na atual. A saber: Strike (A Tendência), Sandy Leah (Quem Eu Sou), Restart (Pra Você Lembrar - Devia ser Pra Voce Esquecer), NX Zero (Onde Estiver), Hori (Diga Que Me Quer – deixa pra lá), Pitty (Só Agora), Fresno (Eu Sei), Victor e Leo (Boa Sorte Pra Você – Pra voce também com a Xuxa, Victor), Capital Inicial (Depois da Meia Noite – tem música melhor no disco) e Só os Loucos Sabem (Charlie Brown Jr - de louco ele entende). Até terça vou fazer um esforço e ver todos.

Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/jamari/



Jamari França, repórter e crítico musical atuante desde o começo dos anos 70 no jornalismo carioca, é autor da Biografias Oficial dOs Paralamas do Sucesso "Vamo Bate Lata", lançada em outubro de 2003. Jamari possui ainda um blog, hospedado no Globo, onde interage com o internauta a respeito das novidades da música.


João Barone subindo ao palco para descer a lenha. Show dOs PDS em Barbalha - CE, 12 de junho 2006.

Show em Barbalha - CE, em 12 de junho de 2006.

Heloísa, João Barone e Eu no aeroporto em Juazeiro do Norte - CE, 01 de fevereiro de 2009.

Bi, Barone e Herbert, num show em Juazeiro do Norte - CE, 01 de fevereiro de 2009.

Hérlon, Eu e Paulo Henrique entre a baterias de João Barone e Charles Gavin. Show dos Titãs e Paralamas "Juntos Ao Vivo - 25 Anos" em Juazeiro do Norte - CE, 12 de julho de 2009.

João Barone e Charles Gavin arrebentando no solo de "Cabeça Dinossauro", Juazeiro do Norte - CE, 12 de julho de 2009.

Batera pronta para a apresentação dOs PDS em Sousa - PB, 15 de novembro de 2009.



Rodrigo, roadie de João Barone, montando a bateria para a apresentação dOs PDS em Brejo Santo - CE, 23 de janeiro de 2011.


Danielle e João Barone no camarim, momentos antes do show dOs PDS em Brejo Santo - CE, 23 de janeiro de 2011.
João Barone, Bi Ribeiro e Carlos Henrique no camarim, momentos antes do show dOs PDS em Brejo Santo - CE, 23 de janeiro de 2011.


João Barone se apresentando no show dOs PDS em Brejo Santo - CE, 23 de janeiro de 2011.



Tive o privilégio de ganhar essa baqueta usada por João Barone no show dOs PDS realizado em Brejo Santo - CE, 23 de janeiro de 2011.

Divirtam-se!!!

Bruno Yacub



terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Moda de tocar álbum completo ao vivo vai chegar ao Brasil

THALES DE MENEZES
DE SÃO PAULO

VIA: FOLHA ILUSTRADA: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/868386-moda-de-tocar-album-completo-ao-vivo-vai-chegar-ao-brasil.shtml



Quando o Echo and the Bunnymen esteve no Brasil em outubro passado, abriu seu show com a execução de "Ocean Rain", seguindo a ordem das faixas desse LP de 1984, da primeira à última.
Isso foi só o começo.
Onda do momento no pop mundial, a ideia de dedicar uma apresentação a um dos álbuns marcantes da carreira pegou forte. De veteranos como Def Leppard a mais novos como Stereophonics, a agenda de shows lá fora está repleta de "albuns in concert", como definem os gringos.
Alguns defendem o valor artístico da empreitada. Black Francis, do Pixies, disse que os shows que vão reproduzir o álbum "Doolittle" (1989), a partir de junho, são necessários para que o público e a própria banda "sintam mudanças orgânicas que o tempo impõe às canções". Seja lá o isso queira dizer.
Já Bobby Gillespie, do Primal Scream, foi honesto ao extremo: montou uma turnê de "Screamadelica" (1991) para este ano porque não tem nada novo para apresentar. Simples assim.
As gravadoras entram pesado nesse tipo de show, porque associam as turnês a lançamentos de reedições especiais dos álbuns. Como a molecada não compra mais CD, o alvo continua sendo o fã das bandas antigas.
Divulgação
Integrantes da banda galesa Stereophonics
Integrantes da galesa Stereophonics, uma das bandas estrangeiras que aderiram à moda dos "albuns in concert"
O Tears For Fears vai lançar a turnê de seu disco mais bem-sucedido, "Songs from the Big Chair" (1986), porque seu selo vai financiar todo o projeto. E, claro, lançar um CD triplo comemorativo.
Outro ponto favorável: álbuns mais antigos, do tempo do LP, são curtos, têm mais ou menos 40 minutos. Essa duração muitas vezes bate com o tempo que as bandas têm em suas apresentações nos festivais de verão.
Um dos pilares do britpop, o Suede entra na jogada por atacado. Vai fazer em maio, em Londres, três dias seguidos de shows, cada um dedicado a um de seus primeiros álbuns: "Suede" (1993), "Dog Man Star" (1994) e "Coming Up"(1996). Depois segue em turnê internacional.
Se alguma parada da excursão tiver apenas uma ou duas datas, a prioridade será reproduzir o primeiro álbum.
Os fãs brasileiros podem se preparar. Em seus sites, Suede e Primal Scream sinalizaram shows por aqui em outubro, provavelmente nas novas edições dos festivais que recentemente se concentraram nesse período, como SWU e Planeta Terra.
O Tears For Fears toca na Argentina em setembro, o que sempre pode facilitar incluir o Brasil no pacote.
Para sentir as chances que esse tipo de show tem de emplacar junto aos artistas nacionais, a Folha perguntou a integrantes de Paralamas, Titãs e Skank como enxergam a possibilidade de retomar álbuns clássicos em shows.
Pelas respostas de João Barone, Sérgio Britto e Samuel Rosa, a semente pode vingar.
-
Ouça comentários do repórter sobre a moda os "albuns in concert":

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Arnaldo Antunes terá um programa mensal na MTV

De acordo com a coluna Outro Canal, do jornal A Folha de São Paulo, o cantor Arnaldo Antunes terá um programa mensal na MTV.
A atração, que ainda não tem data para estrear, não será gravada em estúdios e promoverá encontro entre grandes nomes da música brasileira e artistas novos.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

.Há 52 anos nascia uma grande voz do Rock nacional.Paulo Roberto de Souza Miklos dos Titãs

No dia 21/01/1959 nasceu em São Paulo, Paulo Roberto de Souza Miklos.Músico e ator brasileiro, vocalista da banda de rock Titãs.
Desde garoto Paulo Roberto de Souza Miklos tem uma fina sintonia com a música. Nascido em São Paulo em 21 de janeiro de 1959, ele ainda na infância estudou piano, sax e flauta transversa. Aos 12 anos, ganhou o primeiro violão e avisou aos pais que tinha decidido seu futuro profissional: queria ser músico. Paulo desbravava precocemente cada instrumento que caía na sua frente, enquanto bebia na fonte de Beatles, Led Zeppelin, Deep Purple e da Tropicália.

Foi no colégio Equipe que começou a cristalizar o que era ainda um sonho. Ao lado do colega de classe Arnaldo Antunes, passou a fazer música sem parar, nas primeiras parcerias do que adiante seriam os Titãs. A estréia profissional aconteceu num festival da TV Tupi, em 1979, quando fez um arranjo para um reggae de Chico Evangelista. A partir dali não ficou mais distante dos palcos. Percorreu o circuito de bares paulistanos fazendo shows solo, tocou com a banda Bom Quixote, foi crooner da big band Sossega Leão e integrou a eclética Banda Performática, capitaneada pelo artista plástico José Roberto Aguilar, que chegou a lançar um disco independente em 1982. Considerado um curinga musical, passou a ser convocado com freqüência para tocar com nomes já estabelecidos em São Paulo, como Arrigo Barnabé.

Depois que completou o Segundo Grau no Equipe, Paulo fez vestibular e passou para Filosofia na PUC e para Psicologia em Mogi Mirim. Assistiu a algumas aulas, mas notou que era um forasteiro naquele ambiente e abandonou ambos. Resolveu entrar na Escola de Comunicações e Arte da USP, mas o curso excessivamente voltado para a música erudita o fez desistir dois anos depois.

Considerado pela crítica uma das melhores vozes de sua geração, Miklos canta desde o primeiro hit dos Titãs, "Sonífera Ilha", até outras canções que a banda transformou em sucesso nacional, como "Bichos Escroto" (1986), "Diversão" (1987) e "Pra Dizer Adeus" (que estourou no "Acústico", em 97). Desde os primórdios do grupo, ele sempre foi uma espécie de regra três da banda, trocando de instrumento conforme a música: sax, baixo, teclado, bandolim, gaita...

Em 1994, depois que os Titãs terminaram a turnê de seu disco mais pesado, "Titanomaquia", Miklos lançou seu primeiro álbum solo, que trazia uma sonoridade acústica e canções de sua autoria repletas de lirismo. Em 2001, depois de cantar "É Preciso Saber Viver", que se tornou hit no Brasil inteiro na regravação dos Titãs, Miklos emplacou seu segundo disco, "Vou Ser Feliz e Já Volto", produzido por Dudu Marote.

Consagrado nos palcos, Miklos acabou roubando a cena também no cinema. Em 2002, sob a direção de "Beto Brant", ele estreou com sucesso na telona, estrelando o filme "O Invasor". No papel do assassino Anísio, ganhou o prêmio de ator revelação no Festival de Cinema de Brasília e se tornou uma das gratas surpresas do cinema nacional. Algumas semanas depois, botou na estante mais um troféu de sua breve carreira cinematográfica: foi eleito o melhor ator coadjuvante no Festival de Miami.

Miklos mora em São Paulo, é casado com Rachel Salém e com ela teve Manoela, nascida em 1983.



http://www.titas.net/titas/pm/index.php


VÍDEOS - CARREIRA SOLO




Uma noite bem dormida

Uma boa refeição
Abrir os olhos de novo
Depois de tirar o sabão
Roupa de cama brancas
Toalha sobre a mesa
No branco dos olhos o encanto
De um olhar da maior pureza
Hoje eu vou ficar com você
Hoje até amanhã de manhã
Hoje eu vou ficar com você
Hoje até amanhecer
Um amor prá toda vida
Uma grande afeição
Fechar os olhos sabendo
Aonde as coisas estão
Roupa de cama brancas
Toalha sobre a mesa
No branco dos olhos o encanto
De um olhar da maior pureza
Hoje eu vou ficar com você
Hoje até amanhã de manhã
Hoje eu ficar com você
Hoje até amanhã
Hoje eu vou ficar com você
Hoje até amanhã de manhã
Hoje eu ficar com você
Hoje até amanhecer

Longe depois de tanto tempo
Hoje continua sendo
Doce, viver com você
Hoje eu quero ter

Roupa de cama brancas
Toalha sobre a mesa
No branco dos olhos o encanto
De um olhar da maior pureza
Hoje eu vou ficar com você
Hoje até amanhã de manhã
Hoje eu ficar com você
Hoje até amanhã
Hoje eu vou ficar com você
Hoje até amanhã
Hoje eu vou ficar com você
Hoje até amanhã de manhã
Hoje eu ficar com você
Hoje até amanhecer
Hoje eu vou ficar com você




Esse video não é original da música e sim criado por um fã.


esse video não é original do Paulo Miklos e sim de um fã.(montagem)
Musica de Odair José versão de Paulo Miklos

VÍDEOS - TITÃS



Música gravada no show de Chapecó-SC, em 04 de maio de 2007.
Nesse dia a música foi cantada por Paulo Miklos, já que o Branco não pode fazer o show por problemas de saúde.





segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O peso dos Titãs agora em vinil de 180 gramas

TITÃS[br]CABEÇA DINOSSAURO, JESUS NÃO TEM DENTES NO PAÍS DOS BANGUELAS E Õ BLÉSQ BOM [br]Preço: R$ 85 cada LP[br]ÓTIMO


Lauro Lisboa Garcia - O Estado de S.Paulo
A onda dos relançamentos em vinil cresce e passa a ganhar títulos de peso no mercado brasileiro visando aos colecionadores. A Polysom, que mais tem investido no setor desde 2010, bombou a nova era do vinil brasileiro com artistas e grupos contemporâneos, e na segunda fase tem-se voltado para o acervo de clássicos. A Som Livre acaba de entrar nessa seara, também equilibrando títulos novos e antigos.
O problema é o preço. Em 2008/2009, a Sony fracassou ao investir na coleção Meu Primeiro Disco, com os datados álbuns de estreia de Engenheiros do Hawaii, Inimigos do Rei e Vinicius Cantuária, além do mediano de João Bosco, reunidos em LP e CD na mesma embalagem, por R$ 90. Claro que isso não interessou a ninguém e a ideia de quem confundiu velharia com raridade foi abortada. Daquele único pacote só valia a pena mesmo Da Lama ao Caos, de Chico Science e Nação Zumbi.
Agora a Som Livre faz o mesmo com a enjoativa Maria Gadú, juntando vinil e CD por R$ 224,90. Surpreendentemente, também lança o primeiro álbum da promissora Orquestra Contemporânea de Olinda, por R$ 144,90. Os outros, que custam o mesmo preço, são de seu precioso acervo: Barão Vermelho (estreia do grupo, de 1982), o clássico Acabou Chorare (1972), dos Novos Baianos, e A Voz, o Violão e a Música de Djavan (1976). A nova edição da boa estreia do compositor alagoano (com tudo idêntico ao original, até o selo, mas com vinil mais pesado) tem qualidade de som superior à primeira versão.
O mesmo se dá com os Titãs. Depois de ótimos álbuns da década de 1970 (Jorge Ben, Tom Zé, Secos & Molhados), a Polysom lança três da formação clássica da banda paulistana - Arnaldo Antunes, Nando Reis, Paulo Miklos, Charles Gavin, Tony Bellotto, Branco Mello, Marcelo Fromer e Sérgio Brito - em versões remasterizadas diretamente dos tapes originais e vinis de 180 gramas com prensagem de alta fidelidade.
Cabeça Dinossauro (1986), Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas (1987), e Õ Blésq Blom (1989) formam a melhor sequência de trabalhos da banda, em seu auge criativo e de popularidade. A tiragem é limitada, o preço é razoável (R$ 85 no site www.7polegadas.com/polysom) e, para quem gosta do grupo e tem o fetiche de manusear belos álbuns de vinil com material gráfico de luxo, vale a pena o investimento. O peso dos discos é equivalente à potência sonora. 


Vejam os principais discos de Rock dos anos80 brasileiro que completarão este ano 1/4 de século.

o primeiro do Capital Inicial

o segundo álbum de Lobão "O Rock Errou" 

o primeiro álbum do Biquini Cavadão "Cidades em Torrente" completará 25 anos...o disco teve as ilustres participações de Renato Russo e Herbert Vianna...

o "Radio Pirata ao Vivo" completará 25 anos. Segundo álbum do RPM. É um dos discos mais vendidos da história da indústria fonográfica do Brasil, com 2,5 milhões de cópias vendidas.

o "Selvagem?" do Paralamas completará 25 anos... considerado o álbum mais crítico e politizado de toda a carreira da banda...

o "Cabeça Dinossauro" completará 25 anos... Terceiro disco de estúdio dos Titãs... o primeiro a levar Disco de Ouro...

o segundo álbum da Legião Urbana o "Dois" completará 25 anos... Está entre os 100 maiores discos da música brasileira de acordo com a Rolling Stone...

o "Longe Demais das Capitais" completará 25 anos... é o primeiro álbum dos Engenheiros do Hawaii. HumbertoGessinger promete comemorar!!!

o "Declare Guerra" completará 25 anos é o quarto álbum do Barão Vermelho, é o primeiro sem Cazuza

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Arnaldo Antunes e Erasmo Carlos farão dupla no Rock in Rio


Os dois foram incluídos na programação do palco Sunset, que promoverá encontros entre músicos

Rafael Lemos, do Rio de Janeiro
A lista de atrações para o Rock in Rio 2011 ganhou dois novos nomes nesta quinta-feira. Foram confirmados os roqueiros Arnaldo Antunes e Erasmo Carlos, que vão se apresentar juntos no Palco Sunset. A parceria dos dois começou com uma participação do Tremendão no recém-lançado DVD do ex-vocalista dos Titãs, Ao Vivo Lá em Casa.

Com capacidade para 25 mil pessoas, o Palco Sunset é uma espécie de segunda força do evento, atrás apenas do Palco Mundo. A ideia é que ele promova encontros inusitados, renovando os ares do festival, cujos artistas de peso anunciados até agora são velhos conhecidos do público: Metallica, Red Hot Chilli Peppers, Coldplay. 

A maioria dos artistas escolhidos para o Sunset deve ser de brasileiros, mas também haverá pelo menos duas atrações de Portugal, duas da Espanha e duas dos Estados Unidos. Entre os já confirmados estão: Sepultura, Angra, Tulipa Ruiz, Cidadão Instigado, Marcelo Camelo, Orkestra Rumpilezz e Céu. No entanto, ainda não foram divulgados os parceiros com quem eles farão dupla.

Na quarta-feira, já havia sido anunciada a banda Slipknot para o Palco Mundo. Os norte-americanos vão se apresentar no Dia Metal, no qual já estão confirmados nomes como Metallica, Coheed and Cambria e Motörhead, além dos brasileiros Angra e Sepultura.

Completam ainda o line-up, por enquanto, Snow Patrol, Skank, Capital Inicial e NX Zero. O Rock In Rio acontece nos dias 23, 24, 25 e 30 de setembro e 1º e 2 de outubro, no Parque Olímpico Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Já foi colocada à venda uma primeira carga de 100 mil ingressos, que deve se esgotar nos próximos dias. O ‘Rock In Rio Card’ custa 190 reais (inteira) ou 95 reais (meia), e pode ser adquirido no site oficial do evento. 

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