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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




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terça-feira, 7 de junho de 2011

Dio Disciples: começam os ensaios de banda tributo a Dio


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O Metal Assault conferiu ontem um dos primeiros ensaios do DIO DISCIPLES, realizado em Hollywood, Califórnia. Na sequência, conversou com o vocalista Tim ‘Ripper’ Owens e o baterista Simon Wright. Confira alguns trechos do bate-papo.Ensaios
Simon: Está indo bem. Óbvio que, no começo, foi um pouco estranho, mas estamos fazendo o trabalho. Está começando a soar muito bom. É diferente, nunca será a mesma coisa sem Ronnie, mas estamos nos tornando uma banda. São os primeiros ensaios realmente fortes. Está sendo estranho e excitante ao mesmo tempo.
A idéia de formar o Dio Disciples
Simon: Foi uma combinação. Falávamos há um tempo e se tornou claro que não poderíamos simplesmente deixar essa história para trás. Estivemos na banda de Ronnie por tantos anos, ele nos ensinou muito, foi uma inspiração. Chegamos à conclusão que não devíamos abandonar isso, precisávamos fazer por nós e pelos fãs. Não estamos de brincadeira. Queremos, de coração, manter esse legado.
Sobre o setlist
Simon: O problema de várias bandas é possuir um monte de hits. Temos que tocar “Heaven and Hell”, “Rainbow In The Dark”, “Holy Diver”, We Rock”… Então, vamos fazer essas, mas também tentaremos algumas coisas diferentes. A medida que progredirmos, buscaremos mais coisas no catálogo, algumas surpresas, talvez músicas que nunca tenham sido tocadas ao vivo. Queremos fazer algo especial para os fãs.
Tim: Para qualquer banda é difícil montar um repertório. Quando se trata de um artista como Ronnie, nunca se irá satisfazer a todos. Mas a cada dia de ensaio acrescentamos uma ou outra música diferente.
As músicas favoritas
Tim: Tive sorte de cantar algumas durante minha carreira, como “Neon Knights”, que tocamos até na turnê do Beyond Fear. Agora estou curtindo “We Rock”, que nunca havia cantado antes. Há algo nela, posso sentir a platéia cantando junto.
Simon: Mesmo após tantos anos tocando “Rainbow In The Dark”, quando os fãs começam a cantar, emociona. Gosto de todas elas.
Matéria original: Blog Van do Halen

quarta-feira, 6 de abril de 2011

COREDUMP - Videos dos Show de Ozzy Osbourne em São Paulo - Arena Anhembi - 02/04/2011

Ozzy Osbourne veio à São Paulo novamente e fez mais um showzaço. Se você não pode ir ou gostaria de relembrar os melhores momentos desse showzaço, assista abaixo os videos que os nossos colaboradores Joel "Tilico" e Edu "Topo" gravaram.

Videos By Tilico e Topo
























terça-feira, 5 de abril de 2011

Primeiro Sabbath Negro - dia 23 de abril em Iguatu



 

SABBATHAGE - Black Sabbath Tribute Band - Brazil
A Sabbathage foi criada em 2000 com o objetivo de homenagear a melhor banda de heavy de todos os tempos. Tocando nas noites de Fortaleza-CE, a banda conseguiu a admiração de um público por sua fidelidade nos covers. Atualmente, na sua quarta formação, conta com Marnúzio Lopes nos vocais, Reginaldo Freitas no baixo, Dyego Teles na batera e Felipe Albuquerque na guitarra.













segunda-feira, 4 de abril de 2011

INSTITUTO CULTURAL GALERIA DO ROCK, COMENTA SHOWS DE OZZY

COMPRE UM SHOW, LEVE TRÊS

http://www.galeriadorock.org.br/ 


texto por Gleydson Alves - @geneydson
APOTEÓSE: elevar ou endeusar uma pessoa devido a alguma circunstância excepcional. Quando se atribui exageradamente a alguém honrarias ou qualidades.
APOTEÓTICO é como defino o show de sábado (02/04/2011), no Anhembi, em São Paulo. Vimos um Ozzy Osbourne, de 62 anos de idade, fazendo um show que muitos de 20 e poucos não conseguem fazer. Acompanhado de uma banda que merece todas as honrarias possíveis de quem gosta, e entende de música, e mais, de Heavy Metal.
Pra quem comprou seu ingresso esperando assistir a um show do Madman, saiu boquiaberto. A produtora não avisou, mas o pacote foi 2 por 1. De brinde, tivemos um mini-show do Black Sabbath, com Ozzy no vocal. Os músicos que o acompanham tocaram à perfeição os clássicos da famosa banda da qual Osbourne fez parte. E a chuva que caiu, só serviu pra esquentar ainda mais o espetáculo, com público delirando e músicos no palco fazendo valer a pena.
Gus G., um show à parte. Mostrou porque hoje ocupa um lugar que já foi de Randy Rhoads e Zakk Wylde. Riffs, notas, perfomance, carisma. O cara mostrou a que veio.
Entre as homenagens, por que não falar de Ozzy enrolado a uma bandeira do Brasil – que passou o show inteiro, exposta à frente da bateria – ou ainda, Gus G. tocando “Brasileirinho” em meio ao seu show particular, durante o seu momento-solo no palco.
E, já que o momento é para exaltar a qualidade brasileira, nada melhor do que falar do show de abertura, SEPULTURA!!
A banda mineira de origem e internacional por história, entrou no palco e despejou rock de primeira. Mostrou ao público presente o motivo pelo qual ganhou respeito aqui e pelo mundo afora.
Clássicos da banda aos montes, música do novo disco e Derrick Green soltando alguma frases (e palavrões) em português. Como muitos gritaram na pista: “foi du caralho!!”.
Quero ressaltar mais uma coisa. A organização está de parabéns. É o primeiro show deste porte que vou e vejo uma produção extremamente organizada. Desde a entrada, até os serviços de banheiro e vendas de bebidas e lanches. Tudo muito bem feito e posicionado. Parabéns à Produção.
Depois de tudo isto, só restou ir pra casa com a certeza: VALEU A PENA!!
Set List SEPULTURA:
  1. Arise
  2. Refuse/Resist
  3. Dead Embryonic Cells
  4. Convicted In Life
  5. Choke
  6. Seethe
  7. Troops Of Doom
  8. Septic Schizo
  9. Escape To The Void
  10. Meaningless Movements
  11. Territory
  12. Inner Self
  13. Roots Bloody Roots

Set List OZZY OSBOURNE:
  1. Bark at the Moon
  2. Let Me Hear You Scream
  3. Mr. Crowley
  4. I Don’t Know
  5. Fairies Wear Boots ((Black Sabbath cover)
  6. Suicide Solution
  7. Road to Nowhere
  8. War Pigs (Black Sabbath cover)
  9. Shot in the Dark
  10. Rat Salad (Black Sabbath cover) (Drums & Guitar Solo)
  11. Iron Man (Black Sabbath cover)
  12. I Don’t Want to Change the World
  13. Crazy Train
  14. Mama, I’m Coming Home
  15. Paranoid (Black Sabbath cover)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

“Não tenho nenhum interesse! Só Rock n’ Roll”, diz Ozzy Osbourne

Foto: Orlando Oliveira/AgNews
Em passagem pelo Brasil,  Ozzy Osbourne participou de uma coletiva de imprensa em São Paulo no começo da tarde de hoje, 1º de abril. A entrevista teve cobertura do Reduto do Rock.
O cantor está no país para mostrar em cinco shows a turnê que promove o disco “Scream”, de 2010. Ozzy se apresentou em Porto Alegre na última quarta-feira (30) e canta ainda em São Paulo (2), Brasília (5), Rio de Janeiro (7) e Belo Horizonte (9).
Com mais de quarenta anos de carreira, o príncipe das trevas contou sobre alguns momentos de sua carreira, sua fase mais pesada e ainda disse sua opinião sobre alguns artistas atuais.
Confira a entrevista abaixo:
Com 40 anos de carreira, o que mais você quer fazer para se realizar?
“Quero fazer o que sei fazer, produzir discos. E mesmo com a indústria da música em declínio devido a internet, a facilidade de downloads, eu acredito na música, nos shows ao vivo”.
Essa é realmente sua última turnê?
“Não! Vou continuar a fazer shows mesmo morto”.
Você tem interesse em fazer algum trabalho em televisão? (atualmente Sharon, esposa do cantor, e Kelly Osbourne, filha, trabalham como apresentadoras na tv norte americana)
“Não tenho nenhum interesse! Só Rock n’ Roll. Dane-se a TV”.
Que recordação você tem do Brasil, na primeira vez que você se apresentou aqui no Rock in Rio em 1995?
“Me lembro perfeitamente, foi um dos maiores palcos da minha vida. Vejo que os brasileiros gostam de música e têm paixão por ela. Amo vir ao Brasil”.
Existe a possibilidade de você voltar ao Black Sabbath?
“Existe sim. Mas não sei quando”.
Qual o melhor e o pior momento de sua carreira? Algum momento você gostaria de apagar?
“Eu ter sobrevivido já foi importante, não bebo, não fumo e estou longe das drogas. Mas os “crazy years” foram inesquecíveis. Agora eu sei controlar minha loucura. Eu apagaria vários momentos, mas não me lembro”.
Por que você costuma escolher jovens para compor sua banda?
“Escolho amadores por que eles têm fome de crescer e ser campeões. Coisa que muitos artistas renomados não tem”.
Como conciliar a carreira de rock star e pai de família?
“Quando estou em casa só recolho merd* de cachorro, já no palco, sou o Rei. Sou um cara normal, e respeito meus fãs”.
Você acha que a música e o Rock em geral ficaram caretas?
“Não… Já fiz tanta coisa e com certeza tem espaço para o rock e para quem quer tocar. Mas não acho que Justin Bieber estará aqui daqui há 40 anos”.
Como foi a experiência no seriado The Ozzbournes, transmitido pela MTV americana? Você se arrepende?
“Começou com um episódio no “The Cribs” e logo veio a proposta do seriado. Mas isso me deixou louco, estavamos passando por momentos complicados, as crianças estavam com problemas com drogas, Sharon estava com câncer, e câmeras 24 horas por dia em casa. Fiquei louco”.
Para finalizar, Ozzy não adiantou nenhuma novidade sobre o repertório dos shows no país, mas os fãs podem aguardar uma surpresa a qualquer momento. Quando questionado sobre os artistas atuais, ele também foi bem direto na resposta: “Não ouço Justin Bieber. Uma época fiquei com a Lady Gaga na cabeça, mas hoje ela está chata. Ouço de tudo um pouco“, concluiu.
Para informações sobre o show de Ozzy Osbourne é só acessar o site da T4F.
Camila Vila Franca para Reduto do Rock

quinta-feira, 31 de março de 2011

Ozzy Osbourne (Gigantinho, Porto Alegre, 30/03/2011)

Por Lucas Steinmetz Moita
VIA http://whiplash.net/materias/shows/127528-ozzyosbourne.html

Após três anos de sua última visita ao Brasil, OZZY OSBOURNE, ex-vocalista da lendária banda BLACK SABBATH, retorna ao solo tupiniquim na turnê de seu álbum mais recente, “Scream”.

O texto representa a opinião do autor e não necessariamente a opinião do Whiplash! ou de seus editores.

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Num total de cinco datas marcadas no país, o “Madman”, como é carinhosamente chamado pelos fãs, iniciou suas apresentações com um show em Porto Alegre, na noite da última quarta-feira (30). Com ingressos esgotados, o Ginásio de esportes Gigantinho abrangia uma média de 14 mil pessoas que aguardavam a visita do cantor há muito tempo, levando em consideração que a capital gaúcha não estava na rota de shows em sua última turnê na América do Sul, em 2008.
A conhecida pontualidade do músico fez com que a apresentação iniciasse exatamente às 21 horas. Sem introduções nem muitos mistérios, “Bark At The Moon” foi o primeiro de muitos clássicos que fez inesquecível a noite dos fãs das mais variadas gerações: de jovens próximos a 10 anos de idade até os cinquentões, que tiveram o privilégio de acompanhar a trajetória de Ozzy ainda no início da carreira, com o BLACK SABBATH, no final dos anos 60. Além dessa, também foram tocados outros grandes sucessos que não ficaram desgastados com o passar dos anos, como “Mr. Crowley”, “Suicide Solution”, “Shot In The Dark”, “I Don’t Wanna Change The World” e “Crazy Train”.
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Como divulgação do seu último trabalho, apenas a música “Let me Hear You Scream” esteve presente no setlist. Mesmo com diversas outras canções em alta, o “Principe das Trevas” do rock n’ roll optou por clássicos infalíveis que se tornaram atemporais e onipresentes.
Carisma e humor jamais abandonam Ozzy. Aos 62 anos, ele não faz questão nenhuma de poupar energia: pula, corre, comanda o público, joga baldes de água e faz gestos e expressões de interação, encantando e cativando a todos – um exemplo vivo de que jovialidade é um estado de espírito. Agradeceu presentes jogados ao palco, incluindo uma bandeira do Estado e uma do time do Grêmio (que colocou sobre os ombros e a nuca, usando como capa por alguns instantes). Recebeu, até mesmo, miniaturas de morcegos, satirizando o episódio onde mordeu um morcego vivo, pensando se tratar de um brinquedo, em 1982.
Quem prefere a fase do cantor no BLACK SABBATH não saiu decepcionado. Puderam contar com “Fairies Wear Boots”, “War Pigs” e “Iron Man”, canções marcantes daquela que é considerada a primeira banda de heavy metal do mundo.
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Após deixar o palco em falso encerramento, o músico retorna a pedidos (ou melhor, a gritos) da platéia. Fecha a noite com mais dois grandes clássicos. “Mama I’m Comming Home”, considerada uma das mais belas baladas da carreira solo de Ozzy Osbourne, e a insana e sempre bem recebida “Paranoid”, hino do BLACK SABBATH.
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Anos de espera compensados em uma hora e meia. Já na primeira apresentação do país, um público satisfeito em sua grande maioria e impressionado com a qualidade da banda que acompanha o “Madman”, formada por Tommy Clufetos (bateria), Blasko (baixo), Adam Wakeman (teclado) e Gus G. (guitarra). Além da satisfação, ficam os bons momentos na memória e uma promessa, do próprio Ozzy, para uma nova visita em breve.
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Gary Moore teria se sufocado com o próprio vômito


Tablóide apurou bebedeira na noite anterior

garymooreO tablóide britânico “The Sun” publicou nota na edição desta segunda (7/1) segundo a qual o o guitarrista Gary Moore teria morrido sufocado pelo próprio vômito, após uma noite de bebedeira. Moore estava de férias na Costa Del Sol, na Espanha. O corpo dele foi encontrado no hotel em torno das 4 da madrugada de domingo (6/2), pela namorada. Os médicos disseram que quando chegaram ao local encontraram o corpo do guitarrista com as roupas de baixo, e, segundo o “The Sun”, um funcionário da ambulância avaliou que “uma grande bebedeira deve ter rolado”. Ainda de acordo com o tablóide, uma outra fonte teria visto Gary Moore com vida e em bom estado, em torno das 11 da noite de sábado. Uma necrópsia será feita na cidade de Málaga para determinar a causa da morte. O guitarrista tinha 58 anos.

Gary Moore: funeral será em Málaga, na Espanha


Tal como noticiado mais cedo pelo WHIPLASH!, o lendário guitarrista do THIN LIZZY, GARY MOORE, faleceu em um quarto de hotel em Estepona, Espanha, no começo do dia 6 aos 58 anos. A [agência de notícias] Reuters afirma que um funeral seria realizado na cidade próxima de Málaga.
Uma porta-voz do ministro das relações exteriores em Londres disse: "Estamos cientes (de morta de Moore), e nos colocamos de prontidão para fornecer assistência consular. Sentimos muito pela perda da família dele."
Fonte desta matéria (em inglês): Brave Words Bloody Knuckles

Gary Moore: Geezer Butler comenta morte de guitarrista


Geezer Butler, baixista da formação original do BLACK SABBATH foi um dos artistas que se pronunciou sobre o guitarrista GARY MOORE, que foi encontrado morto na Espanha aos 58 anos.
Butler fala: “Fiquei muito triste ao saber o falecimento de um dos maiores guitarristas de todos os tempos. ‘Still Got The Blues’ foi um dos grandes álbuns, certamente um dos meus favoritos. Sua maneira de tocar não pode ser ensinada - ela vem da alma. R.I.P. Gary”.
Fonte desta matéria: Blabbermouth

Nightwish: vocalista comenta morte de Gary Moore


Anette Olzon, do NIGHTWISH, declarou em seu blog sobre o falecimento do Gary Moore:
“Um super guitarrista, para mim, um homem que me deu maravilhosas canções para escutar e dançar as minhas primeiras músicas lentas, ele foi encontrado morto esta manhã na Espanha. Ele tinha apenas 58 anos e foi uma grande perda na música. O Nightwish gravou um cover de uma de suas músicas-'Over The Hills and Far Away '-uma ótima canção que ele fez. Eu espero que você possa descansar em paz, Gary, e obrigada por todas as canções que adoro”.
Fonte desta matéria: Blabbermouth

Billy Corgan: revelando seus álbuns favoritos de Metal

O guitarrista, vocalista e fundador dos SMASHING PUMPKINS, Billy Corgan, listou seus dez álbuns favoritos de metal para o Musicradar.com. Confira a lista abaixo.
10. THE STOOGES - Fun House (1969): "Esse colocou o punk no metal ou vice-versa. Audição essencial".
9. LED ZEPPELIN  - Physical Graffiti (1975): "É difícil chamar o Zep de 'metal', mas eles criaram modelos diferentes que ainda estão sendo usados na terra dos riffs. Eu amo esse disco porque ele é tão malditamente sombrio. 'In My Time of Dying' é tão pesada quanto qualquer coisa lançada. (...) Talvez não seja pesada no sentido de 'heavy', mas emocionalmente... total esquecimento."
8. ACCEPT - Restless And Wild (1982): " Eu acho que o ACCEPT era uma banda de metal terrivelmente subestimada. À frente demais de seu tempo. 'Fast As A Shark' é uma das grandes canções de metal de todos os tempos. (...) Talvez muito esquisito para a América, mas a Europa nunca teve medo do ACCEPT."
7. SLAYER - God Hates Us All (2001): "Esse é o meu disco do tipo 'não é possível ser mais pesado que isso'. Eu achava que o SLAYER nunca conseguiria superar o Reign In Blood (1986). Eu estava enganado. Mortalmente enganado".
6. RAINBOW - On Stage (1977): "Eu amo esse álbum porque isso é o que acontece quando você pega uma grande banda, um grande repertório de canções ao vivo e apenas vai em frente. Celestial e grandioso, e tem um peso que é mais peculiar do que o blues do DEEP PURPLE. Confira o show ao vivo na Alemanhha em 1978, se você puder (foi lançado em CD). Ainda melhor que este show."
5. PANTERA - Far Beyond Driven (1994): "Eu tive o privilégio de ver o PANTERA três vezes nessa turnê, e uma vez parei no backstage como um fã nerd e declarei, 'Rapazes, vocês agora são a melhor banda de metal do mundo!' (...) Dimebag era um de uma espécie, e esse é o auge da visão dele e de Vinny para o que o PANTERA poderia ser, que era uma máquina que você podia acreditar que tinha pulmões."
4. JUDAS PRIEST - Unleashed In The East (1979): "Eu amo as músicas do início da carreira do PRIEST, mas parte da produção nos primeiros álbuns soa um pouco leve em retrospecto. (...) Esse álbum captura o peso verdadeiro deles, e a dança de navalhas que acontece toda noite entre Glenn [Tipton] e KK [Downing]. Incrível. Eu vi PRIEST tocar no ano passado e eles estavam MELHORES do que em 1982. Eu fiquei completamente atordoado."
3. MERCYFUL FATE - Melissa (1983): "Esse álbum assustava tanto o baterista da minha banda na época da escola que ele me proibiu de ouvi-lo em sua presença. (...) Performances de guitarra incríveis, super progressivas, e o trabalho vocal do céu-ao-inferno de KING DIAMOND é incrível e, na verdade, bastante à frente de seu tempo."
2. METALLICA - Master Of Puppets (1986): "O perfeito combo de riffs rápidos e violentos mais o princípio da descoberta de [James] Hetfield de que melodias não eram apenas algo no caminho de sua robótica mão direita. (...) Isso é metal esperto e elegante em seu nível mais alto."
1. BLACK SABBATH - Sabbath Bloody Sabbath (1973): "Assustador, fantasmagórico e mais pesado que Deus em momentos breves, fugazes. Esse álbum sempre me faz pensar na trilha sonora que o SABBATH seria para o dia final na Terra."

Fonte desta matéria: MusicRadar

Heaven and Hell: Rob Halford cotado para assumir os vocais?


Em entrevista realizada pelo Brave Words, o baterista Vinny Appice falou sobre a continuidade do HEAVEN AND HELL. E deixou bem clara qual a sua preferência para assumir os vocais, revelando que o nome já foi citado como possibilidade nas conversas com os outros remanescentes do grupo.
Sobre o Heaven and Hell, parece que vocês vão continuar, mas com outro nome.
Está no ar. Vamos colocar da seguinte forma: estamos conversando sobre continuar de alguma maneira. Não pensamos em acabar com a banda.
O que você diz para os fãs que insistem que a banda deveria chamar Tony Martin?
Poderia ser legal. Tony esteve no Black Sabbath, trabalhou com os caras antes, mas já faz um certo tempo. Gostaria de alguém como Rob Halford. Já tocou conosco antes, comentamos a possibilidade. Isso funcionaria.
É uma boa sugestão. Rob substituiu Ozzy e Dio em shows do passado. O Judas Priest está se despedindo. Os fãs iam gostar.
E ele é uma lenda. Tony Martin é Tony Martin. Fez sua parte, mas não é grande como Rob Halford, não tem a mesma história. Rob traria nova vida à banda. O Sabbath nasceu com Ozzy. Reviveu com Ronnie. Com Rob seria outro renascimento, meu Deus! Mas é claro, também podemos escolher um cara desconhecido.
Há duas opções: trazer um total desconhecido ou um nome grande o suficiente para se comparar ao passado, como Rob ou Bruce Dickinson.
Sim. Seria algo como uma super-banda. Mas o Journey encontrou um cara novo e ele trouxe algo novo. Então, não sei o que vai acontecer. Há comunicação, mas nada está definido e ninguém se comprometeu.
Matéria original: Blog Van do Halen

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Alívio: Ozzy Osbourne melhora e volta aos palcos hoje



Músico confirma apresentação no twitter

De acordo com uma nota lançada no twitter oficial, Ozzy Osboune se recuperou e volta aos palcos hoje (1/2) na Califórnia. O show que ele faria no último domingo, em Reno, Nevada, teve que ser cancelado devido a uma “doença súbita”. “Me sinto bem melhor hoje. O show de amanhã vai acontecer. Vejo todos lá!”, diz o post, lançado ontem à noite. Ozzy volta ao Brasil no final de março/início de abril. 

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Ozzy Osbourne cancela show nos EUA por problema de saúde



Segundo a CNN.com, Ozzy Osbourne cancelou um show em Reno, Nevada, na noite de domingo devido a uma "doença súbita", disse o promotor do concerto.
"Com base em pareceres dos médicos, é com grande pesar que Ozzy Osbourne irá adiar seu show no Centro de Eventos Reno", disse Chris Martinez à Live Nation em um comunicado. "O astro do Rock & Roll Hall of Fame não poderá tocar ... devido a uma doença súbita."
O comunicado não deu mais detalhes sobre o que afligia Osbourne. O show foi remarcado para abril.
Fonte: Whiplash

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Quarenta anos do início do Heavy Metal

VIA: WHIPLASH

1969. Um ano de vários fatos marcantes, como a chegada do homem à lua. No mundo da música, mais especificamente no rock, os Beatles terminariam definitivamente sua existência, com o lançamento de sua última obra-prima, “Abbey Road” (posteriormente ainda sairia “Let It Be”, mas já com a banda dissolvida); o The Who nos entregava sua magistral ópera-rock “Tommy”; os Rolling Stones, que ainda enfrentavam a ressaca após a misteriosa morte de Brian Jones, realizaram o fatídico show gratuito no autódromo de Altamont e lançavam “Let It Bleed”. Tivemos o acontecimento do antológico festival de Woodstock, marcando o auge e também o início da decadência do movimento flower-power da contracultura hippie. No Vietnã, batalhas cada vez mais sangrentas, ao mesmo tempo em que a guerra fria vivia seus dias mais austeros. Em meio a dias tão turbulentos, despontam no cenário musical algumas bandas com uma sonoridade mais agressiva, que são tidas até hoje como os pilares do heavy metal. Dentre elas destaque para Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple, autoras de discos que se tornariam as “bíblias” da mais pesada vertente do rock and roll.
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O termo heavy metal ganhou força definitiva na década de 1980, com o surgimento da “New Wave Of British Heavy Metal”, mas a história do gênero é bem mais antiga. Com relação à mídia, embora o termo “música pesada” (“heavy music”, em inglês) já houvesse sido usado antes (para se classificar o som do Iron Butterfly, por exemplo), a primeira vez que se tem conhecimento que a expressão heavy metal foi realmente usada foi em um review de Mike Saunders sobre o álbum “Safe As Yesterday Is”, do Humble Pie, publicado na revista Rolling Stone em sua edição de novembro de 1970. Musicalmente, o metal começou ainda um pouco antes, com algumas opiniões controversas a respeito disso.
O marco inicial do metal para muitos se deu em 1968, quando os BEATLES  gravaram “Helter Skelter” em seu famoso e controverso Álbum Branco. Os motivos que dão base a esta tese são muitos: as guitarras saturadas e estridentes, o vocal “berrado”, a própria levada da música... Como se não bastasse, a canção composta por sir Paul McCartney (cujo título pode ser traduzido como confusão, algo fora de controle) foi citada pelo famoso Charles Manson como sua fonte de inspiração (?) para cometer o assassinato de Sharon Tate, esposa grávida do cineasta Roman Polanski, diretor de “O Bebê de Rosemary” – dentre outros disparates que o levaram gradativamente a chegar ao crime, ele acreditava que o quarteto de Liverpool eram os quatro cavaleiros do apocalipse (!!!), e que a letra de “Helter Skelter” representava a batalha do juízo final (!!!!!). Na verdade, a música se refere a um tobogã popular nos parques da Inglaterra, onde se escorregava de forma meio descontrolada, e foi uma espécie de resposta ao The Who, cujo guitarrista Pete Townshend havia dito em uma entrevista que sua canção “I Can See For Miles” era a mais barulhenta já gravada. Mas isso já é assunto para uma outra longa história...
Outros clamam que a semente do metal tem outra origem. Ainda naquele ano, pela primeira vez se usou o termo heavy metal em uma música, na letra da lendária “Born To Be Wild”. Inicialmente, a canção escrita por Mars Bonfire (nome real do guitarrista Dennis Edmonton), quando ainda integrava o The Sparrows, chegou a ser oferecida a outros artistas, como o grupo The Human Expression, mas a honra de gravá-la acabou ficando mesmo para sua nova banda, o Steppenwolf. Tornou-se famosa ao ser escolhida como música tema do filme “Sem Destino” (1969), com Peter Fonda, Dennis Hopper e Jack Nicholson, e seus versos comparavam o barulho da motocicleta a um trovão de metal pesado, “heavy metal thunder”. Relatos do próprio Mars dão conta de que sua inspiração para compor foi um pôster visto em uma vitrine de uma loja em Hollywood, com uma Harley Davidson na estrada e a expressão “Born To Ride” cravada no asfalto.
Há ainda uma terceira corrente, que recai sobre um power trio que tocava mais alto e era mais barulhento do que qualquer banda da época, o Blue Cheer, cujo nome foi retirado de um poderoso tablete de LSD que circulava pela Califórnia naqueles dias. Originalmente um sexteto, após a debandada de metade da banda, os três membros remanescentes Leigh Stephens (guitarra), Paul Whaley (bateria) e Dickie Peterson (baixo e vocal) decidiram aumentar o volume no máximo, para nas apresentações preencher o vazio deixado pelos ex-companheiros. Seu blues-rock extremamente amplificado fez sucesso com uma versão de “Summertime Blues”, de Eddie Cochran, registrada em seu álbum de estréia de 1968, que levava o curioso nome de “Vinceptus Eruptum”, que continha ainda a ótima “Rock Me Baby” e a longa e chapadona “Doctor Please”. Curiosamente, com o decorrer de sua carreira o Blue Cheer foi polindo seu som e diminuindo o volume cada vez mais, num caminho inverso à tendência que o rock seguiria. Alguns hoje classificam o estilo como “stoner rock” (se formos traduzir, rock “chapado”), outros como metal.
Se formos voltar ainda mais um pouco no tempo, temos outros momentos que são lembrados e citados também, como a primeira música a apresentar distorção nas guitarras, “You Really Got Me”, do The Kinks, de 1964 (aquela mesma posteriormente regravada pelo VAN HALEN  em seu disco de estréia). Muitos especialistas chegam até mesmo a elencar o lendário Cream, de Eric Clapton, Jack Bruce e Ginger Baker, como pais do som pesado (hipótese a ser considerada, principalmente com relação às elétricas performances ao vivo do trio), bem como o próprio The Who, que além de tocar alto, quebrava tudo no palco, literalmente. Mas, por fim, todos os caminhos acabam sempre levando ao mesmo denominador comum, apontando para as três bandas que dão título a esta matéria como os grupos seminais do estilo.
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LED ZEPPELIN

O LED ZEPPELIN foi uma banda que desde o início já tinha cara de super grupo, afinal era formado pelo ex-guitarrista dos Yardbirds, Jimmy Page, junto ao polivalente e conceituado músico de estúdio John Paul Jones, tendo ainda o exímio John Bonham nas baquetas (com sua incrível capacidade de conciliar peso e swing na medida certa) e a grande revelação Robert Plant nos vocais. Vale lembrar, como curiosidade, que o Zeppelin recebeu seu nome após uma piada dos eternos e saudosos Keith Moon e John Entwistle, do The Who – certo dia, os dois estavam junto a Jimmy Page e Jeff Beck, cogitando a possibilidade de fazerem um som juntos, e em certo momento Moon disse que essa banda decolaria tão bem quanto um balão pesado, onde completou Entwistle: “um zepelim de chumbo”.
Contratados pela Atlantic Records, lançam em 1969 seu début, que levava o nome do próprio grupo e fora produzido pelo próprio guitarrista Jimmy Page (com assistência de Glyn Johns, como engenheiro de som). Já tínhamos nele uma boa amostra do que viria pela frente em sua brilhante carreira: alternavam-se canções com guitarras pesadas e uma forte pegada de bateria, como em “Communication Breakdown”, “Good Times, Bad Times” e “Dazed And Confused”, com belas dobradas de guitarra e baixo, tal qual se ouve na fantástica faixa de encerramento, “How Many More Times”, belos temas acústicos, como “Black Mountain Side”... Havia ainda regravações de temas de blues, como “You Shook Me” e “I Can’t Quit You”, de Willie Dixon. O álbum foi gravado em uma mesa de quatro canais, com os quatro tocando ao mesmo tempo, aproveitando-se do reverb e eco que o estúdio produzia, gerando um som único. Num tom de total reverência, Tom Hamilton, baixista do AEROSMITH, disse certa vez: “na primeira vez que ouvi o primeiro álbum do Zeppelin, tive a sensação de que Deus estava saindo pelas caixas de som”. Embora a crítica especializada da época não tenha dado muita bola, foi grande sucesso de vendas.
Como se não bastasse, no mesmo ano ainda chegava às prateleiras outra pedra preciosa que daria continuidade a tudo: “Led Zeppelin II”, produzido novamente por Jimmy Page (agora com Eddie Kramer como engenheiro, notório colaborador de Jimi Hendrix). Alguns seguidores da banda preferem este álbum ao primeiro, afinal ele trazia de cara “Whole Lotta Love”, e tinha ainda no decorrer do disco “Heartbreaker”, “The Lemon Song”, “Living Lovin’ Maid”, “Moby Dick” (com direito ao fantástico solo de bateria de John Bonham), a belíssima balada “Thank You”, “Ramble On”, e “Bring It On Home”, que fechava com chave de ouro. Fã confesso da banda, STEVE VAI conta que decidiu tomar aulas para aprender a tocar guitarra quando ouviu pela primeira vez “Heartbreaker”. O álbum foi gravado em vários estúdios diferentes, nos intervalos entre um ou outro show da turnê de seu primeiro trabalho. John Paul Jones cita que muitas das idéias e riffs surgiam no palco, principalmente nos longos improvisos de “Dazed And Confused”. Foi também o primeiro álbum a atingir simultaneamente o número um das paradas nos EUA e na Inglaterra.
O Zeppelin fez história. Praticamente toda sua discografia é tratada como obra-prima. Sobre os músicos, o que mais dizer? Com seus grandes e exóticos arranjos e sua extensa exploração de afinações alternativas, Page logo galgou seu lugar junto aos deuses da guitarra – quem nunca ficou embasbacado ao ouvir seus riffs e solos inspirados, ou ao vê-lo empunhando um arco de violino para tirar sons inimagináveis de seu instrumento? John Paul Jones é admirado cada vez mais por sua versatilidade e capacidade musical, Robert Plant é, sem dúvidas, uma das maiores vozes da história do rock, e John Bonham até hoje é referência para qualquer cidadão que ouse segurar uma baqueta – uma pena que nos tenha deixado tão cedo.
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BLACK SABBATH

Após alguns anos tocando blues em clubes locais sem muito dinheiro ou repercussão, o quarteto da cidade industrial de Birmingham chamado Earth dá uma guinada em sua carreira em 1969. Mudam seu nome para BLACK SABBATH, inspirados em um filme de terror com Boris Karloff que levava este nome, e passam a apostar numa sonoridade mais arrastada e assustadora. Com sua guitarra SG saturada e cortante, Tony Iommi já demonstrava, desde o início, ser o mestre dos riffs. Ozzy Osbourne podia não ser o melhor vocalista do mundo, mas já era dono de um carisma inigualável. A cozinha formada por Terry “Geezer” Butler e Bill Ward era ainda bastante coesa e inspirada. Foi apenas questão de tempo então até conseguirem se firmar no cenário. Após algumas apresentações com o novo nome e a divulgação de um single (“Evil Woman”), conseguem um contrato com a gravadora Vertigo para lançar seu primeiro trabalho, que fora gravado e mixado em, acreditem, apenas três dias, tendo a produção assinada por Rodger Bain.
Para dar uma atmosfera mais sombria, o ótimo disco de estréia, que levava o próprio nome da banda, foi lançado em uma sexta-feira 13, em fevereiro de 1970. A capa do play já era extremamente assustadora para a época (na época, muitos juravam ser uma foto real de uma bruxa). Ao colocar o vinil para rolar, então, muitos já sentiam todos os calafrios possíveis: a introdução da faixa “Black Sabbath”, que dava início a tudo, com aquele barulho de sino ao fundo de uma chuva torrencial, precedia um riff magistral de guitarra (tocando o que no mundo medieval era chamado de “a escala proibida”, pois se acreditava que aquela sequência de acordes o demônio era invocado). Era de arrepiar até os mais céticos. E quando Ozzy começa a cantar “O que é isso que se depara diante de mim?”... Mas o álbum não se resume apenas a isso, afinal ele tinha ainda outros grandes momentos, como a clássica “N.I.B.” (alguém se arrisca sobre o que significa a sigla?), “The Wizard”, “Wicked World”... A produção crua ajudava ainda mais no clima. A crítica especializada, entretanto, caiu matando. O famoso Lester Bangs (o mesmo que foi retratado no filme “Quase Famosos”) citava em sua resenha: “parece com o Cream, só que muito piorado”. De qualquer forma, conseguiu boa repercussão.
Após alguns shows, o Sabbath voltaria a estúdio ainda naquele mesmo ano. Com várias canções prontas, compostas durante a turnê (como era praxe na época), reúnem-se com o produtor Rodger Bain e, em poucos dias novamente, gravam seu segundo álbum e aquele que, para muitos, é sua melhor obra até hoje. Inicialmente o vinil levaria o nome de “War Pigs”, a clássica faixa que abre o trabalho, num protesto claro contra a guerra do Vietnã – tanto que a capa trazia um soldado estilizado, de capacete, espada e escudo nas mãos. Com medo de alguma represália ou censura, atendem aos pedidos da gravadora e mudam o nome, batizando-o com o título de uma nova canção que, segundo o baterista Bill Ward, foi totalmente composta em pouco mais de vinte minutos no próprio estúdio: “Paranoid”. Compõem o registro, ainda, a psicodélica “Planet Caravan”, a antológica “Iron Man” (e um dos riffs de guitarra mais tocados até hoje na história), a instrumental “Rat Salad”, “Electric Funeral”, “Fairies Wear Boots”... Que discaço, não? Não é à toa que Billy Corgan, do Smashing Pumpkins, declarou: “ouvir os primeiros discos do BLACK SABBATH foram os momentos mais sublimes da minha vida”. Como não poderia deixar de ser, a carreira do Sabbath daí pra frente engrenou de vez, tendo criado ainda outras grandes obras, seja com Ozzy ou sem ele, até os dias atuais – mesmo usando outro nome, para evitar conflitos judiciais.
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DEEP PURPLE

Embora só tenha conhecido de fato o sucesso em 1970, oDEEP PURPLE já tinha uma boa história pra contar. Formado em 1966, o quinteto trazia em sua formação nos primeiros trabalhos de estúdio os fundadores Ian Paice na bateria, Jon Lord nos teclados e Ritchie Blackmore nas seis cordas, tendo o time completado pelo vocalista Rod Evans e pelo baixista Nick Simper. O nome do grupo, como se sabe, foi retirado de uma antiga canção romântica que a avó de Blackmore gostava bastante. Contratados pela Harvest, gravadora subsidiária da gigante EMI, lançaram três álbuns de estúdio, “Shades Of Deep Purple”, “The Book Of Talesyn” e “Deep Purple”. Tiveram um único e modesto hit, a regravação de “Hush”, de Joe South, que fazia parte de seu primeiro trabalho – que continha ainda covers de “Help!”, dos Beatles, e “Hey Joe”, popularizada por Jimi Hendrix.
Em 1969 ocorre uma mudança crucial no histórico da banda: a entrada dos ex-membros do Episode Six, o vocalista Ian Gillan e o baixista Roger Glover, substituindo Evans e Simper. Lançam o ousado álbum ao vivo “Concert For Group And Orchestra”, gravado no Royal Albert Hall, já com a nova formação, mas não conseguem muito êxito comercial. Porém nos palcos que sua reputação era cada vez mais elogiada, com comentadas performances elétricas e contagiantes – em especial Blackmore, cada vez mais alucinado e influenciado por JIMI HENDRIX, trocando de vez sua velha Gibson Semi-Acústica pela Fender Stratocaster e desenvolvendo gradativamente sua “atuação” nos extensos improvisos instrumentais, onde girava, pisava e jogava para o alto o instrumento. Como estavam prestes a lançar um novo trabalho, com a nova formação, que tal então tentar levar toda essa energia para o estúdio?
Trabalhando junto a jovens engenheiros de som, como Andy Knight, Phil McDonald e Martin Birch (que se tornaria colaborador fixo da banda naquela década, bem como do Rainbow, Whitesnake e IRON MAIDEN anos depois), o Purple passa a tocar e gravar “ao vivo em estúdio” e aposta suas fichas numa sonoridade mais agressiva e pesada (onde, inclusive, o órgão Hammond de Lord passou a ser ligado simultaneamente em uma caixa Leslie e em um amplificador de guitarras Marshall – ganhando seu som característico e o carinhoso apelido de “A Besta”). Destaque também para as notas altíssimas que podiam ser atingidas por Gillan, além de seu timbre espetacular, e para a ótima cozinha formada por Glover e Paice, fazendo um ótimo pano de fundo para os solos intrincados da dupla Blackmore/Lord. O resultado foi “Deep Purple In Rock”, que veio ao mundo em junho de 1970 e foi uma verdadeira porrada na cara dos mais conformistas.
A abertura ensurdecedora com “Speed King” já era garantia absoluta para incomodar qualquer vizinhança. A épica “Child In Time” até hoje é considerada uma de suas melhores músicas. Isso tudo sem falar em “Bloodsucker”, “Into The Fire”, a empolgante “Flight Of The Rat”, “Living Wreck” e a pesadíssima “Hard Lovin’ Man” (“dedicada” a Birch). Complementando tudo, uma capa inesquecível, com os rostos dos integrantes da banda substituindo os presidentes americanos no monte Rushmore. Ah sim, faltou ainda falar de “Black Night”, que havia sido lançada paralelamente como single e foi um hit absoluto, mas ficou de fora do álbum por causa da limitação de espaço enfrentada em tempos de vinil. “In Rock” merece o status de obra-prima, sem dúvida. BRUCE DICKINSON, por exemplo, já afirmou diversas vezes que este é seu disco favorito de todos os tempos. Jon Lord sempre cita-o como o melhor trabalho do Purple.
Mas o álbum não é uma unanimidade como o melhor disco da banda entre os fãs do quinteto: para a maioria o título fica com “Machine Head”, lançado dois anos depois (entre eles houve ainda o ótimo “Fireball”). O famigerado álbum gravado no saguão de um hotel abandonado em Montreux, na Suíça, com um estúdio móvel dos ROLLING STONES, traz uma relação de sete músicas que falam por si próprias: “Highway Star”, “Pictures Of Home”, “Maybe I’m a Leo”, “Never Before”, “Smoke On The Water”, “Space Truckin’” e “Lazy”. Clássico absoluto e incontestável do rock and roll. Existe alguém no mundo que já teve uma guitarra nas mãos e nunca tentou tocar o riff de “Smoke On The Water”? O curioso é que a canção, uma espécie de diário de bordo resumido das gravações, inicialmente não foi a grande aposta do disco. Tanto que o primeiro single foi “Never Before”, que trazia em seu lado B a bela “When a Blind Man Cries”, executada até hoje nos shows da banda. Produção da própria banda, mais uma vez, sob a tutela de Martin Birch. Foi nesta turnê que o Purple gravou o antológico álbum ao vivo “Made In Japan”, outro álbum obrigatório de sua extensa discografia.
40 ANOS DE METAL
40 anos. Mesmo não sendo mais criança e já tendo cabelos grisalhos, o heavy metal continua aí, incomodando muita gente e sendo fonte de alegrias e inspiração para os seus milhões de fãs e seguidores ao redor do mundo. E mesmo com sua data de aniversário correta ainda gerando divergências e debates, é um fato a ser celebrado, com o volume bem alto, e com as mãos para o alto, fazendo os indefectíveis “chifres” do “mallochio”, tão difundido por Ronnie James DIO (essa já é mais uma outra história...).
Para encerrar, fica uma sugestão ao leitor: caso ainda não tenha assistido, vale a pena ver o excelente documentário “Metal – Uma Jornada Pelo Mundo do Heavy Metal”, de Sam Dunn e Scot McFadyen, que traça e explora uma verdadeira árvore genealógica do gênero. E aos leitores mais jovens: se por um acaso você ainda não tem nenhum dos citados registros em sua humilde coleção, ou nunca sequer ouviu nenhum deles, trate de recuperar este tempo perdido... Compre, empreste, grave, faça um download, mas não fique jamais sem conhecer estas verdadeiras enciclopédias do rock.
P.S.: Pra matar de vez a dúvida, a sigla “N.I.B.” não significa “Nativity In Black”, como a maioria acha que seja, principalmente depois do lançamento de dois tributos ao BLACK SABBATH levando este nome. De acordo com Tony Iommi, o título foi simplesmente uma referência à barbicha que Bill Ward tinha, e que se parecia com a ponta de um pincel fino, daqueles usados pelos artistas plásticos para assinar seus quadros, cujo nome em inglês é “pen-nib”. Como o “tinhoso” popularmente é conhecido por ostentar um cavanhaque parecido, e a canção é escrita do ponto de vista dele, criou-se a misteriosa sigla para atiçar as mentes dos ouvintes.
Fontes de pesquisa para a matéria: Wikipedia, Whiplash, Rolling Stone, LedZeppelin.com, BlackSabbath.com, Deep-Purple.com

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Tony Iommi: "Guitarristas bons tentam se exibir um pouco!"

Traduzido por Nathália Plá 
VIA: WHIPLASH:



A edição 210 da revista britânica Total Guitar (à venda a partir de 24 de dezembro), traz o lendário guitarrista doBLACK SABBATH  Tony Iommi na capa e contém 11 páginas de matéria com Iommi, incluindo uma entrevista intimista e uma cifra completa da "Planet Caravan". Seguem alguns trechos da segunda parte da conversa.
Total Guitar: Músicas novas influenciam sua forma de tocar ou compor de algum modo?
Iommi: "Suponho que devem haver coisas que você pega, mas eu não poderia lhe dizer de onde. Eu tendo a tocar o que eu penso. Há álbuns que eu gostaria de ouvir, mas eu não ouço. Eu não escuto outros guitarristas tanto assim. Há alguns grandes guitarristas por aí, realmente há, mas, de novo, sendo um grande guitarrista, você também tem de ser um grande compositor. Não importa o quão bom seja, você só é bom o tanto quanto for sua música. Algumas pessoas tendem a exagerar nas músicas. É minha opinião. Quando o guitarrista é bom, eles geralmente tenta se exibir um pouco."
Total Guitar: "Paranoid" é indiscutivelmente seu riff mais famoso. Reza a lenda que a música foi uma inclusão de última hora ao álbum?
Iommi: "Naquela época não tínhamos gravadores. Você tinha de tocar riffs, continuar tocando-os e lembrar deles. Nós estávamos gravando o álbum ['Paranoid', 1970] e a gravadora de repente disse 'Vocês não têm músicas o suficiente!' Nós não sabíamos o que fazer e eles nos pediram para arrumar outra música. Em poucos minutos eu criei o riff da 'Paranoid', toquei para os outros caras, eles gostaram, e então prosseguimos. É o quão simples a 'Paranoid' foi - nós a compusemos e a gravamos em um dia."
Total Guitar: Ainda simples assim, essa música veio para ser um de seus maiores sucessos.
Iommi: "Sim, ela foi. Nós não queríamos realmente um single para fazer sucesso com a 'Paranoid' porque naquela época single era feito para vender. Não queríamos um single e não esperávamos que ela fosse um single. Nós apenas a fizemos como uma faixa para completar (o álbum). A maioria das faixas no álbum eram longas e muitas pessoas não as tocaria porque eram muito longas, então a 'Paranoid' era uma faixa ideal para lançar, já que era curta e rápida. Ela simplesmente decolou. Nós ficamos tão chocados quanto qualquer um quando ela chegou às paradas. Nós pensamos 'Diabos, tem esse tanto de coisa aqui que estávamos tentando fazer musicalmente e então algo simples como a 'Paranoid' entra para as paradas e todos se lembram dela!'"
Leia mais no site da revista Total Guitar.
Fonte desta matéria (em inglês): Blabbermouth.net



terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Randy Rhoads, o mago que salvou Ozzy Osbourne por ANDREAS KISSER

Andreas Kisser

Por Andreas Kisser 




Quem sabe um pouco da história do Black Sabbath, deve saber que, quando o vocalista Ozzy Osbourne saiu da banda em 1979, ele caiu na desgraça total, ficou abandonado e desacreditado, se afundou nas drogas e no álcool. Quem o salvou foi a sua futura esposa Sharon, que o tirou de um quarto escuro, cheio de garrafas vazias e apostou no talento deste mestre do metal. A partir daí, Ozzy se tornaria um dos maiores nomes do metal mundial, sendo inclusive mais importante e conhecido do que seu antigo grupo Black Sabbtah.
Mas não foi somente Sharon que foi importante na carreira solo de Ozzy. Outra pessoa foi tão ou mais importante que Sharon, esta pessoa foi o grande guitarrista Randy Rhoads, um mestre magnífico que deu um rumo novo pra carreria de Ozzy e que, consequentemente, criou esta fórmula que Ozzy seguiu fielmente depois da morte prematura de Randy em um acidente de avião, em 1982.  A fórmula foi a de ter um mago da guitarra a seu lado. Isto deu uma nova direção na música de Ozzy e se tornou uma característica dos grupos que o acompanharam pelos palcos do mundo.
Randy Rhoads tinha um grupo que se chamava Quiet Riot e já fazia um burburinho pelo underground americano. Ele ficou sabendo que o antigo vocalista do Black Sabbath estava fazendo audições para uma nova banda e foi lá fazer o seu teste. Para a bateria e o baixo, Ozzy recorreu a dois consagrados músicos: Lee Kerslake e Bob Daisley do Uriah Heep, mas para a guitarra ele queria alguém novo, com sangue nos olhos, um músico que tivesse uma energia pra fazer a banda ter um som diferente de tudo e de todos. Ozzy fez testes com vários guitarristas mas quando Randy entrou no estúdio de ensaio e tocou seus primeiros acordes, Ozzy não teve mais dúvidas, tinha achado o seu mago e este mago revolucionaria sua vida.
Com Randy a seu lado, Ozzy se sentiu forte novamente e assim  criou o seu som e sua imagem pós Black Sabbath. Randy gravou dois discos com Ozzy, o primeiro “Blizzard of Ozz” e o segundo “Diary of a Madman”, dois clássicos do Heavy Metal e que, até hoje, considero os melhores trabalhos da carreira solo de Ozzy. O sucesso foi imediato e a causa disto foi a incrível química que Ozzy e Randy tinham juntos, foram feitos um para o outro. O som do Sabbath estava no passado e este novo Ozzy contagiava todo mundo. Randy Rhoads tinha um som único, melódico e poderoso, agressivo e suave, um verdadeiro mestre que mesclou influências do heavy metal do Black Sabbath e do Quiet Riot junto com a música clássica.
Aliás, Randy tinha planos de sair da banda de Ozzy para se dedicar exclusivamente ao violão clássico. Isto, inclusive, já estava decidido. Quando a turnê do segundo disco chegasse ao fim ele estudaria e se aprimoraria no instrumento. Mas não deu tempo já que em 1982 ele foi uma das vítimas fatais de um estúpido acidente de avião, em um dia que a banda estava livre, descansando durante a turnê do “Diary”. Um pequeno avião dava uma volta por cima da casa onde estavam hospedados, dando piruetas e vôos rasantes. Em um destes rasantes o avião bateu no tourbus desviando o seu caminho e culminando com a queda em cima de um dos cômodos da casa, todos os tripulantes morreram.
Foi uma perda irreparável. Bem que Ozzy tentou, e ainda tenta, achar um outro Randy Rhoads para a sua banda e, nesta procura, acabou achando outros grandes mestres da guitarra que o acompanharam e o ajudaram a seguir uma grande carreira de sucesso. Ozzy nos mostra ainda hoje que tem um grande tato para guitarristas e com o seu aval o mundo conheceu mestres como Jake E Lee, Brad Gillis, Joe Holmes, Zakk Wylde e agora, mais recentemente, o seu novo escudeiro, o grego Gus.G.
Pra mim, o guitarrista que chegou mais perto de Randy foi o Zakk Wylde, que era um grande fã de Randy e foi o guitarrista que mais tempo ficou ao lado de Ozzy. O disco “No More Tears” é, na minha opinião, tão bom quanto os dois primeiros trabalhos e apesar de suas idas e vindas ele é o successor legítimo de Randy, o cara que Ozzy tanto procurou depois de sua morte.
Ozzy Osbourne confirmou alguns shows no Brasil para abril do ano que vem e vai ser uma bela oportunidade de ver Gus.G. em ação, bem de perto. Eu conheci o Gus na Europa, no ano passado durante a turnê do Sepultura. Nós tocamos juntos num festival em Portugal com a banda dele, a grega “Firewind”. A confirmação de sua  entrada na banda de Ozzy ainda era recente e era contagiante ver a alegria dele por conta disso. Também não é pra menos, que guitarrista não gostaria de acompanhar Ozzy Osbourne pelo mundo tocando todos aqueles clássicos imortalizados por Randy Rhoads? Eu, como guitarrista, certamente gostaria muito!
Boa sorte ao Gus e vamos esperar abril para vê-los de perto, com certeza serão muito bem recebidos pelo público brasileiro, como sempre. Graças a Randy Rhoads temos a oportunidade de ver grandes metres da guitarra ao lado de Ozzy. We love you Ozzy!
Thanks Randy, you are the best, still!
Abraço, play it loud!
Andreas Kisser

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