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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




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terça-feira, 7 de junho de 2011

AC/DC planeja turnê comemorativa para 2013



O AC/DC declarou que irá realizar uma turnê em comemoração aos 40 anos de banda, que serão comemorados em 2013. A data comemorativa também terá um novo álbum de inéditas.

O vocalista Brian Johnson, porém, afirmou, "Não existe uma data pré-estabelecida para entrar em estúdio. Se fizermos isso, estaremos sob constante pressão, e nunca trabalhamos assim".

quinta-feira, 31 de março de 2011

AC/DC: os sinos anunciam o retorno de preto

por Maximiliano P.
Fonte: Blog rockrevista
http://whiplash.net
No mundo do rock não se fala em outra coisa. No dia 10 de maio acontece o lançamento do esperadíssimo DVD “AC/DC Live at River Plate”, gravado nos shows dos caras na Argentina, em 2009. Me enche de felicidade dizer que estava lá e que este foi o mais espetacular momento roqueiro que pude presenciar.
Ao assistir um dos trailers que circulam na internet o arrepio correu minha espinha inteira. Na hora me senti na obrigação de voltar a escrever sobre esses escoceses/ australianos que simbolizam o que é o rock’n roll.
“Hell’s Bells” é, na minha modesta opinião, a música mais importante da carreira deles, e “Back in Black” o seu maior disco, por várias circunstâncias. Talvez o desenho do cenário da época de seus lançamentos ajude a entender suas importâncias...
Estamos em 1980, mais precisamente em 19 de fevereiro. Neste dia faleceu Bon Scott, então vocalista do AC/DC, aos 33 anos. Causa da morte: ingestão excessiva de álcool e sufocamento com o próprio vômito. A banda havia acabado a turnê do disco “Highway to Hell” e vivia seu melhor momento.
Bon era um dos líderes da banda, talvez o pilar mais sólido. Era o cara mais experiente na vida e mesmo dentro do rock, o “tio” que trazia os discos para os meninos ouvirem. Sua perda foi descrita como irreparável por Malcolm, Angus, Phill e Cliff, que cogitaram até acabar com a banda. Só não o fizeram por insistência dos amigos, em especial do pai de Scott, Sr. Chick, e porque entendiam que Bon iria querer que eles continuassem.
Após cogitar alguns nomes, a maioria conhecidos no cenário australiano, a banda resolveu fazer uma audição com Brian Johnson, na época vocalista da banda inglesa Geordie. Brian era um grande fã do AC/DC e sua “indicação” já havia sido feita aos garotos pelo próprio Bon Scott, que falara coisas legais dele alguns anos antes.
Ao receber a ligação Brian ficou tão pasmo que acabou desligando o telefone, achando ser um trote. Ele estava sem cantar havia cinco anos, já que a música não garantia o sustento de sua família. Felizmente Malcolm refez o contato e Johnson marcou seu teste. Cantou “Nutbush City Limits”, de Ike e Tina Turner, e depois “Whole Lotta Rosie” e “Highway to Hell”, duas das canções preferidas de Bon. O fato de Brian ter executado as músicas do seu jeito, sem querer imitar Scott, foi decisivo para um final feliz, anunciado rapidamente, no dia 08 de abril de 1980.
Brian é um grande vocalista, de muito mais feeling do que técnica. Adora whisky e fuma, mas compensa qualquer fragilidade vocal advinda dos vícios cantando com muita paixão em qualquer oportunidade. Um de seus grandes ídolos é o notável Eric Burdon, vocalista do Animals, em quem Johnson se inspirou para ser um cantor de rock.
Menos de um mês depois Brian já se juntava à banda em um estúdio nas Bahamas para a conclusão de “Back in Black”.
E foi nesse contexto de substituição do ídolo, do primeiro álbum após a tragédia e da expectativa dos fãs e de toda a crítica sobre o novo vocalista, que “Back in Black” foi finalizado, em apenas seis semanas.
Antes do lançamento (25 de julho de 1980) a banda estava receosa com a reação das pessoas sobre o trabalho e tudo o que envolvia o álbum. Imaginem o impacto de um disco cuja abertura seria uma música chamada “Hell’s Bells", feita em homenagem ao recém-falecido Bon, cujo último trabalho se chamou “Highway to Hell”.
Na cabeça de muitos poderia soar como “toquem os sinos do inferno para o cara que pegou a estrada pra casa do demônio...” Completamente insano, certo?
Todavia, os caras bancaram (Angus: “Nós poderíamos ter dito ‘Era isso.’, podíamos ter parado, mas ainda sentíamos que tínhamos algo a terminar”), a gravadora aplaudiu (declarou que o álbum era “magnífico”), a imprensa elogiou (o exigente crítico David Fricke, da Rolling Stone, disse que esse álbum era o primeiro a resgatar a essência do gênero desde o disco "Led Zeppelin II", de 1969) e os fãs entraram em êxtase.
O disco preto do AC/DC já superou a marca de 50 milhões de cópias ao redor do mundo. A contagem oficial era de 48 milhões até o início de 2008, e sua média anual de vendas desde o 2000 supera um milhão de unidades. Ainda durante a década de 90 “Back in Black” passou à frente do mítico “Dark Side of The Moon”, do Pink Floyd, na corrida pelo título de álbum roqueiro mais comercializado de todos os tempos.
“Back in Black” é uma obra prima do rock’n roll, talvez um dos seus cinco discos mais importantes, qualificados e influentes. Dele saíram hinos instantâneos como “Hell’s Bells, Back in Black” e “You Shook Me All Night Long”, e faixas preciosas como “Shoot to Thrill” e “Shake a Leg”, para ficarmos apenas em metade de suas músicas.
O disco foi produzido por Robert John "Mutt" Lange, que já havia trabalhado com o AC/DC no excepcional “Highway to Hell”, de 1979. Ele ficou com a banda por mais um álbum (“For Those About to Rock”, de 1981), e depois foi rumando gradativamente para o pop (até Celine Dion e os Backstreet Boys o cara produziu...). Apesar desses pesares, o trabalho dele em “Back in Black” foi impecável, assim como o resultado final.
Brian Johnson, ao falar da qualidade do álbum, comentou: “Estava no avião para casa pensando se o álbum era bom mesmo. Foi um choque quando recebi uma cópia e eu coloquei no meu toca-discos. Eu não acreditava que era eu. Não achei que podia fazer coisas daquele nível."
Dentro de um disco com essa expectativa e desse nível, a tarefa de “Hell’s Bells” era árdua. Abriria o álbum, teria que impactar... Malcom, então, teve a idéia de iniciá-la com toques de sino, passando uma idéia completamente fúnebre. Essa idéia funesta era realmente a intenção da banda, a fim de homenagear Bon Scott.
Após aprovar o lance do sino a banda pressupôs que o melhor resultado viria da captação do som em uma igreja. Depois de muita pesquisa a escolha recaiu sobre um pesadíssimo modelo “Denison” existente no Monumento Carillon, em Leicestershire/ Inglaterra. Apesar de todo o aparato tecnológico montado para a gravação (24 microfones foram usados), o eco do local e o som dos pássaros frustraram a idéia.
Então a banda partiu para o plano “b”. Mandou fazer uma réplica de meia tonelada do “Denison” (que é usada nos shows até hoje) e acabou gravando as badaladas dentro da própria fábrica. Quem deu as marretadas para a captação do som foi o funcionário que produziu a peça. A partir de então, tanto na gravação de estúdio quanto nos shows, “Hell’s Bells” inicia com 13 lentos toques de sino, mesclando o som da banda a partir da quarta badalada.
A base instrumental de Hell’s Bells já havia sido montada por Angus e Malcolm durante a tour de “Highway to Hell”, mas ainda não havia texto. Apesar dos créditos fazerem remissão à co-autoria de Angus Young, Malcolm Young e Brian Johnson, a letra é do vocalista. Rumores de que esta poderia ser de Bon Scott foram oficialmente rechaçados pela banda em 2005.
Brian Johnson nunca foi muito claro sobre sua inspiração para escrever a totalidade da letra. Quase sempre se esquiva do assunto, apesar de admitir que ela foi feita em um curtíssimo espaço de tempo.
Em duas entrevistas, entretanto, Brian vazou alguns detalhes. Para o canal VH1, revelou que “ao rezar por uma inspiração para escrever a letra, vivenciei uma experiência sobrenatural com relação a Bon”, negando-se a ser mais específico. Já para a “Q Magazine”, Johnson foi mais aberto: "Eu não acredito em Deus, ou no Céu ou no Inferno, mas algo diferente aconteceu. Não tínhamos TVs nos quartos. Só havia uma grande folha de papel e eu precisava escrever algumas palavras. Eu tinha uma garrafa de Whisky e fui, com goles generosos... Aí eu comecei a escrever e não parei mais. E estava lá: "Hell’s Bells". Depois mantive a luz acesa durante toda a noite, cara...” .
A verdade é que existem pouquíssimas referências para investigação do significado real de “Hell’s Bells”. A própria banda evita o assunto, preservando-se de polêmicas a respeito. Eles apenas dizem tratar-se de uma letra comum de rock’n roll.
Procurei interpretá-la dentro de minha percepção e conhecimento sobre a banda, além de fazer uso das evidências que encontrei em minhas pesquisas.
Na minha visão a letra tem duas partes, basicamente, que acabam interligadas dentro de um mesmo contexto.
Os primeiros versos tratam de tempestades, trovões e raios (“Sou um trovão motorizado, vertendo chuva. Estou chegando como um furacão. Meus relâmpagos clareiam pelo céu”). Até aqui não há nada demais... Brian admitiu que as frases referem-se às inúmeras tempestades que eles enfrentaram nas Bahamas. De qualquer forma, a descrição dos fenômenos naturais acabaram por auxiliar a banda no que eles realmente queriam: dão uma idéia de poder e onipotência, perfeitamente entendíveis a partir da seqüência da música.
A partir dos versos seguintes a letra começa a falar em Satã, de sua força e de quão inútil seria resistir ao seu chamado através dos toques dos sinos do inferno.
Mesmo com essas explícitas citações, a canção só é maligna para os fundamentalistas. Muita gente interpreta a letra literalmente e prega haver “glorificação do mal” na música. Todavia, nada de plausível é apresentado para sustentar essa tese. Chega a ser hilário o que li a respeito…
Quem conhece a discografia do AC/DC e entende o humor e a linha mestra das letras dos caras sabe que o AC/DC, em especial Bon Scott, sempre brincou com os temas satânicos. Antes e depois de “Hell’s Bells” existiram outras músicas deles falando do diabo ou do inferno: “Hell Ain’t a Bad Place to Be”, “Highway to Hell”, “C.O.D. (Care Of the Devil)”, “Landslide” e “Hell or High Water”. Todas abordam o andar de baixo e seu anfitrião dentro de um contexto metafórico, provocativo ou debochado.
Angus, por exemplo, declarou ao Los Angeles Times, no alto de seu bom humor: “Durante os anos 70 ficamos quatro anos em tour, sem folga. Um cara perguntou qual era a melhor forma de descrevermos nossas tours. Eu respondi: ‘A Highway to Hell’, que acabamos usando em nosso disco de 79... Não somos satanistas. Posso usar até uma cueca preta de vez em quando, mas é só...”
A letra de "Hell’s Bells" pretendeu, na verdade, contextualizar a morte de Bon dentro de um cenário de inevitabilidade. A justificativa para a tragédia que o envolveu, nesse contexto, seria uma intimação lá do subsolo, um “convite” que não aceitaria resposta negativa (“Não faço prisioneiros, não poupo vidas. Ninguém vai lutar. Eu tenho meu sino, vou te levar para o inferno...”)
Para o AC/DC pouco importava qual entidade tenha levado Bon. A banda acabou usando o diabo dentro de uma situação que já era comum para eles. É óbvio que a letra jamais iria fazer referência a Deus, tampouco a música poderia se chamar “Heaven’s Bells”, e menos ainda iria fazer parte de um disco chamado “Back in White”. Isso não seria o AC/DC, certo?
Você já ouviu esse disco inteiro e com volume alto? Se não fez, faça agora. Nunca sabemos quando os sinos (do céu ou do inferno, você decide) podem tocar para nós...
Abaixo, grande performance de “Hell’s Bells”. A gravação é em Castle Donington/Inglaterra, no dia 17 de agosto de 1991. Trata-se de um dos maiores shows da história do rock, amplamente recomendado a roqueiros virgens ou experientes.
Matéria original: Blog rockrevista

sexta-feira, 18 de março de 2011

Novo trailer do DVD do AC/DC é liberado; veja

“Live At River Plate” será lançado em maio

acdcriverUm segundo trailer do DVD “Live At River Plate”, com o show da show da “Black Ice World Tour”, do AC/DC, está disponível nesse endereço. O primeiro, lançado no início do mês, também pode ser visualizado aqui. O vídeo completo, a ser lançado no dia 10 de maio, foi gravado durante os três shows do grupo em Buenos Aires, em dezembro de 2009. Dirigido por David Mallet e produzido por Rocky Oldham, “Live At River Plate” foi filmado com 32 câmeras em “full HD”. Ao todo, são 19 músicas do set list padrão da turnê, somando 110 minutos de show, além de em documentário intitulado “The Fan, The Roadie, The Guitar Tech & The Meat”, e a animação usada na abertuta dos shows da turnê. Veja o track list completo do DVD:

1- Rock N Roll Train
2- Hell Ain’t A Bad Place To Be
3- Back In Black
4- Big Jack
5- Dirty Deeds Done Dirt Cheap
6- Shot Down In Flames
7- Thunderstruck
8- Black Ice
9- The Jack
10- Hells Bells
11- Shoot To Thrill
12- War Machine
13- Dog Eat Dog
14- You Shook Me All Night Long
15- T.N.T.
16- Whole Lotta Rosie
17- Let There Be Rock
18- Highway To Hell
19- For Those About To Rock (We Salute You)
Bônus
The Fan, The Roadie, The Guitar Tech & The Meat
AC/DC Tour Animation

 

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

AC/DC: confira os detalhes do DVD “Let There Be Rock”


Filme histórico é reeditado em junho.


A reedição do filme “AC/DC: Let There Be Rock”, em DVD/Blu-ray atrasou para o dia 7 de junho. O documentário foi registrado em dezembro de 1979, em Paris, e até hoje circula entre os piratas mais desejados entre os fãs.
O longa traz um dos últimos registros da banda com o vocalista Bon Scott, que viria a falecer em fevereiro de 1980. O pacote inclui documentário com estrleas do rock falando da importância do AC/DC na vida de cada um, incluindo Rick Allen (Def Leppard) e Matt Sorum (Guns N’Roses/Velvet Revolver); pequenos documentários com cada um dos integrantes do grupo; encarte de 32 páginas assinado pelo jornalista Anthony Bozza, autor do livro “Why AC/DC Matters”; palhetas de guitarra; e (ufa!) cards com fotos de shows da época.
Veja o track list completo:
1- Live Wire
2- Shot Down in Flames
3- Hell Ain’t a Bad Place to Be
4- Sin City
5- Walk All over You
6- Bad Boy Boogie
7- The Jack
8- Highway to Hell
9- Girls Got Rhythm
10- High Voltage
11- Whole Lotta Rosie
12- Rocker
13- Let There Be Rock
Fonte: Rock em Geral

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

ASSISTA O SHOW DO ACDC -- Black Ice Tour in Belgrade 2009, disponível no youtube

Os melhores da década no metal - por ANDREAS KISSER

http://colunistas.yahoo.net/posts/7468.html






Uma lista de melhores, ou piores discos, é sempre cheia de contorvérsias e polêmicas, elas nunca vão ser unânimes. Ainda bem. Mas é sempre bom fazer uma retrospectiva e um balanço, principalmente quando estamos fechando mais uma década de história na música. No metal a década foi muito movimentada, com altos e baixos, boas surpresas e grandes retornos, que mantiveram o estilo renovado e vivo.
Desde a revolução melódica e estrutural do System of a Down, passando pela melancólica decadência e a rápida volta ao topo do Metallica, os alemães do Rammstein conquistando o mundo, os irmãos Cavalera tocando juntos novamente, a democracia chinesa do Guns até os grandes retornos de Judas Priest e do AC/DC, a década foi cheia de mutações no estilo, consequência das misturas e ousadias dos músicos mais pesados.
No Brasil o público se firmou como o mais fanático do mundo, incrível notar a dedicação que o fã de Heavy Metal brasileiro tem com as bandas, elas mesmas fazem questão de falar em suas entrevistas pelo mundo, da qualidade diferenciada e maluca do fã brasileiro. É sempre bom tocar por aqui. As bandas brasileiras também cresceram muito e se profissionalisaram, foi a década em que o metal do Brasil mais evoluiu, tanto na qualidade como no gerenciamento de suas carreiras. O Krisiun virou realidade e hoje é referência mundial. O Angra se consoldiou e colocou o país no primeiro mundo do metal melódico. Claustrofobia, Torture Squad, Dr. Sin e os grandes trabalhos do Chakal, de Belo Horizonte, e do Korzus, que fez um magistral álbum pra fechar a década, também foram destaques.
Quanto ao Sepultura, foi uma década de muitas mudanças e muitas conquistas. Dois discos foram decisivos na manutenção de uma carreira que completou 26 anos em 2010: “Dante XXI”, último disco com Iggor Cavalera na banda e o “A-Lex”, primeiro trabalho com Jean Dolabella nas baquetas. Além desta grande mudança na formação nós também mostramos um caminho novo, o de buscar inspiração para a música nos livros. Foi um excelente caminho, que abriu várias novas possibilidades para a banda se manter atual e ativa. Isto nos levou a um mundo que o Sepultura não conhecia, literalmente. A Divina Comédia e A Laranja Mecânica foram fontes fantásticas de emoções e sentimentos que pudemos passar através da nossa música. Nós simplesmente não paramos. Desde 2001, o Sepultura visitou os seguinte países pela primeira vez: África do Sul, Filipinas, Ilhas Reunião, Cuba, Índia, Estônia, Ucrânia, Bielo-Rússia, Chipre, Uruguai, Paraguai, Guatemala, Costa Rica, Honduras, Colômbia, Peru, Corea do Sul, Marrocos, Bósnia, entre vários outros lugares aqui no Brasil que a gente nunca tinha ido, além do circuito tradicional que sempre fazemos.  Gostaria de destacar também que destes 10 anos que se passaram, cinco deles eu me dediquei ao meu primeiro trabalho solo, Hubris I&II, que finalmente saiu este ano. Foi um trabalho árduo mas que foi um período de muito aprendizado e prazer, o prazer de se fazer música.
Foi também uma década de grandes perdas, todas muito sentidas e irreparáveis: R.I.P.: Dimebag Darrel (Pantera), Kevin Dubrow (Quiet Riot), Paul Raven (Ministry, Prong), Paul Grey (Slipknot), Chuck Shuldiner (Death), Mooseman (Body Count), Randy Castillo (Ozzy), Layne Staley (Alice in Chains), Piggy (Voi-Vod), Ronnie James Dio (Rainbow, Black Sabbath), Pete Steel (Type O Negative), Jesse Pintado (Napalm Death).
Bom, aqui vai a listinha de quem se destacou nos anos de 2001 até 2010. São muitos trabalhos fantásticos que sairam, impossível citar todos mas aqui vai o que achei mais relevante e marcante. E pra você, qual foi o metal que mais te marcou nesta década que acaba agora?
2001
System Of A Down – Toxicity
Slipknot – Iowa
Rammstein – Mutter
2002
Queens Of The Stone Age – Songs For The Deaf
Audioslave – Audioslave
Shaman – Ritual
2003
Machine Head – Through The Ashes Of Empires
Anthrax – We’ve Come For You All
Sepultura – Revolusongs
Dimmu Borgir – Death Cult Armageddon
2004
Slipknot – Vol. 3: The Subliminal Verses
Mastodon – Leviathan
Velvet Revolver – Contraband
2005
Judas Priest – Angel Of Retribution
Trivium – Ascendancy
Meshuggah – Catch 33
Claustrofobia – Fulminant
2006
Lamb Of God – Sacrament
Sick Of It All – Death To Tyrants
Hatebreed – Supremacy
2007
Behemoth – The Apostasy
Andre Matos – Time to be free
Torture Squad – Hellbound
Dr. Sin – Bravo
2008
ACD/DC – Black Ice
Metallica – Death Magnetic
Gojira – The Way Of All Flesh
Krisiun – Southern Storm
Guns and Roses – Chinese Democracy
2009
Heaven and Hell – The Devil You Know
Alice in Chains – Black Gives Way to Blue
Kreator – Hordes of Chaos
Angra – Aqua
2010
Scorpions – Sting in the tail
Slash – Slash
Fear Factory – Mechanize
Korzus – Dicipline of Hate
Um grande 2011 pra todos, um muito obrigado à todos que participaram das colunas com comentários, críticas, sugestões e alguns absurdos. Tenho o privilégio de ter este espaço aqui o Yahoo! e a opinão de todos, seja ela qual for, é muito importante e saudável para mim. Valeu!
Grande abraço e até o ano que vem. Play it loud!
Andreas Kisser

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

MEMÓRIA DO ROCK IN RIO – AC/DC E O SINO DO INFERNO



http://www.rockinrio.com.br/memoria_acdc/
Vocês pediram e o segundo post da série MEMÓRIAS, publicada todas as quartas aqui no blog, irá contar uma história de bastidores da banda australiana AC/DC, que esteve no Rock in Rio em 1985.
Na ocasião, um “pequeno” detalhe, de 1,5 tonelada, quase inviabilizou a vinda dos roqueiros ao Brasil: o sino da canção Hell’s Bells. É que a verba do evento já estava completamente comprometida e o artefato, além de ser utilizado somente uma única vez em todo o show, precisaria ser transportado de navio por conta do peso, o que tornaria a operação ainda mais cara. No entanto, a banda não facilitou: os músicos afirmaram que não viriam para o festival caso o sino não viesse também. Sendo assim, a organização não teve escolha e arcou com as despesas de transporte do sino e, assim, garantiu a vinda da banda também.
O que ninguém podia imaginar – nem os irmãos Young, nem Roberto Medina – era que o sino seria pesado demais para o palco montado para o evento. No fim das contas, ele não foi utilizado no show, pois a estrutura do palco ficaria comprometida com 1.500 kg a mais que o previsto, e a banda não teve outra saída a não ser utilizar uma réplica cenográfica, feita de gesso. O badalo do sino foi disparado eletronicamente, num efeito especial.
Sino à parte, o AC/DC fez um show memorável e deu a sua tradicional badalada no início da música “Hell’s Bells”, mesmo que por meio de aparatos tecnológicos. Confira nesse vídeo feito na ocasião se o sino não parece mesmo de verdade:
Ouça esta e outras histórias aqui, no depoimento do próprio Roberto Medina:

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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Rock em Análise: roqueiros também curtem o Natal

Press-Release postado por Fábio Cavalcanti | Em 21/12/10 | 
Fonte: Rock em Análise
VIA: WHIPLASH

Período de Natal, o bom e velho clima de festa  e alegria - legítima ou não - está no ar... E apesar de quase todo mundo conhecer aquelas velhas canções tradicionais natalinas, creio que os mais leigos no grande universo do rock não descobriram algumas pérolas natalinas lançadas por artistas diversos de rock. De álbuns a músicas isoladas, os roqueiros mostram que também sabem curtir o Natal!
Começo citando uma divertida e pequena obra prima: "A Twisted Christmas", da banda de hard 'farofa' Twisted Sister. Sim, meus caros, chamo de "obra prima", pois o álbum é realmente excelente! Impossível não se divertir com a versão da banda para "Deck The Halls", e com a inspiradíssima letra de "Heavy Metal Christmas". Se você não curte hard rock... bem, confira de qualquer forma!
Para quem não resiste a algo mais dançante e retrô, recomendo "We Three Kings", da banda de psychobilly Reverend Horton Heat, assim como "Christmas Comes Alive!", da Brian Setzer Orchestra. Vista sua roupa de Papai Noel, e comece a dançar...

Aprecia um bom 'southern rock'? Ouça sem medo o alto astral e subestimado "Christmas Time Again", do Lynyrd Skynyrd. Aí está uma pequena pérola que te fará estampar um sorriso no rosto, ao mesmo tempo em que te levará a uma inevitável pergunta: onde foi parar o velho rock 'n' roll agitado do Skynyrd nos últimos 15 anos?
No lado mais alternativo do rock, a banda indie Weezer lançou um curioso EP intitulado "Christmas with Weezer". Ao longo daqueles 13 minutos de "rock fofinho", garanto que, pelo menos a comovente versão para "O Holy Night" conseguirá arrancar algumas lágrimas dos seus olhos.
No pop/rock temos inúmeros exemplos, mas fico com o peculiar álbum "Home for Christmas", de Sheryl Crow. Um pouco mais 'soul' e menos 'rocker' do que alguns dos seus primeiros trabalhos, mas ainda assim bastante competente!
Por fim, mas não menos importante, vale dar uma conferida na investida natalina do mestre do folk rock Bob Dylan, intitulada "Christmas in the Heart".
Quanto a músicas "soltas", aqui vão algumas recomendações:
Run Rudolph Run (Chuck Berry)
Merry Xmas Everybody (Slade)
Mistress for Christmas (AC/DC)
Little Drummer Boy (Joan Jett & the Blackhearts)
Peace On Earth (David Bowie, participação de Bing Crosby)
It's Christmas Time (Status Quo)
Christmas Time, Don't Let The Bells End (The Darkness)
Christmas Is Here (Buckcherry)
Back Door Santa (The Black Crowes)
Merry Christmas, I Don't Want to Fight Tonight (Ramones)
Don't Believe in Christmas (The Sonics)
Faixa bônus: "Papai Noel Filho da Puta" (Garotos Podres)
Então, caros visitantes, aí estão algumas dicas. Entrem no clima do Natal, e apreciem este agradável momento ao som do bom e velho rock 'n' roll! Se lembrarem de algo interessante que não foi citado na matéria, podem acrescentar na parte de comentários. Feliz Natal!

sábado, 11 de dezembro de 2010

Nickelback: disco de hard rock/metal mais vendido de 2010


Veja a lista com os 50 primeiros

nickelbackA versão americana da revista “Billboard” publicou ontem o levantamento com os 50 álbuns de hard rock/heavy metal mais vendidos de 2010, nos Estados Unidos. O primeiro colocado foi o Nickelback, com “Dark Horse”, lançado em 2008 - a lista não considerou apenas os lançamentos de 2010. O Linkink Park, com “A Thousand Suns”, ficou em segundo, e a coletânea de hits do AC/DC, “Iron Man 2″, em terceiro. Veja a lista completa:


1- Dark Horse - Nickelback
2- A Thousand Suns - Linkin Park
3- Iron Man 2 (Soundtrack) - AC/DC
4- The Oracle - Godsmack
5- Nightmare - Avenged Sevenfold
6- Asylum - Disturbed
7- Dear Agony - Breaking Benjamin
8- The Sound Of Madness - Shinedown
9- Them Crooked Vultures - Them Crooked Vultures
10- Valleys Of Neptune - Jimi Hendrix
11- Night Castle - Trans-Siberian Orchestra
12- War Is The Answer - Five Finger Death Punch
13- Life Starts Now - Three Days Grace
14- Greatest Hits - Foo Fighters
15- Scream - Ozzy Osbourne
16- Memento Mori - Flyleaf
17- Fever - Bullet For My Valentine
18- Black Gives Way To Blue - Alice In Chains
19- Backspacer - Pearl Jam
20- Cage The Elephant - Cage The Elephant
21- Full Circle - Creed
22- Greatest Hits - Mötley Crüe
23- Slash - Slash
24- Diamond Eyes - Deftones
25- Hellbilly Deluxe 2 - Rob Zombie
26- Korn III: Remember Who You Are - Korn
27- Scars & Souvenirs - Theory Of a Deadman
28- The Final Frontier - Iron Maiden
29- Stone Temple Pilots - Stone Temple Pilots
30- Mudvayne - Mudvayne
31- Tri-Polar - Sick Puppies
32- Audio Secrecy - Stone Sour
33- Greatest Hits - The Who
34- Greatest Hits - Bon Jovi
35- Powerless Rise - Aas I Lay Dying
36- All Hope Is Gone - Slipknot
37- Year Of The Black Rainbow - Coheed And Cambria
38- Stampede - Hellyeah
39- Chickenfoot - Chickenfoot
40- Swan Songs - Hollywood Undead
41- Order Of The Black - Black Label Society
42- Volume 4: Songs In The Key Of Love And Hate - Puddle Of Mudd
43- All Night Long - Buckcherry
44- For We Are Many - All That Remains
45- Desperate Measures - Hollywood Undead
46- Miss America - Saving Abel
47- Custom Built - Bret Michaels
48- Cold Day Memory - Sevendust
49- World Painted Blood - Slayer
50- Sonic Boom - Kiss

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Bon Jovi foi o grupo que mais faturou em turnês em 2010



U2 e AC/DC vêm em seguida

A revista “Billboard” americana elecou as 25 turnês que mais faturaram em 2010, e deu Bon Jovi na cabeça. O grupo americano lucrou mais de US$ 146 milhões, o equivalente a R$ 248 milhões. Dos artistas que aparecem na lista, apenas oito já passaram pelo Brasil (AC/DC, Paul McCartney) ou ainda vêm ao País em 2011, caso do U2. Veja a relação completa e o respectivo faruramento:
1- Bon Jovi: US$ 146.507.388
2- U2: US$ 131.502.369
3- AC/DC: US$ 122.633.027
4- Lady Gaga: US$ 116.227.987
5- Black Eyes Peas: US$ 81.579.114
6- James Taylor & Carole King: US$ 62.326.410
7- Eagles: US$ 62.166.344
8- Metallica: US$ 61.947.556
9- Dave Matthews Band: US$ 61.247.906
10- Paul McCartney: US$ 55.760.403
11- Michael Buble: US$ 52.887.642
12- Trans-Siberian Orchestra: US$ 47.395.108
13- Tim McGraw: US$ 44.782.598
14- Tom Petty & The Heartbreakers: US$ 44.696.605
15- Taylor Swift: US$ 40.312.810
16- André Rieu: US$ 39.992.285
17- Brad Paisley: US$ 38.638.839
18- George Strait & Reba McEntire: US$ 36.666.304
19- Justin Bieber: US$ 35.600.276
20- Nickelback: US$ 35.035.196
21- Phish: US$ 33.240.962
22- Miley Cyrus: US$ 33.126.226
23- Rascal Flatts: US$ 31.465.481
24- Carrie Underwood: US$ 29.743.522
25- Tiësto: US$ 28.626.366

sábado, 20 de novembro de 2010

Em pesquisa, leitores do O Globo querem AC/DC no Rock In Rio 4


"AC/DC Na Cabeça" aparece bem acima do título da notícia: "Nada de Lady Gaga: Leitores do Globo querem os clássicos e os impossíveis no Rock In Rio 4".
O jornal realizou uma pesquisa perguntando aos leitores "Se você pudesse escolher apenas uma banda para ver no Rock In Rio 4, qual seria?". E o resultado mostrou que os gigantes do rock 'n' roll AC/DC são os favoritos.
Com 57 votos, a banda ficou em primeiro lugar na enquete em que 700 leitores votaram. Na sequência, aparecem grandes nomes como Pearl Jam, U2, Pink Floyd e Guns 'n' Roses.
O mais curioso é que alguns leitores pediram Mamonas Assassinas, Legião Urbana, Beatles e Nirvana. Um outro leitor clamou por Carlinhos Brown: quer uma nova chance de acertar a garrafa que, em determinada ocasião, escapou do bahiano por "três dedinhos".
fonte: O Globo

Banda do Ano no Classic Rock Roll Of Honour Awards 2010



O AC/DC foi o vencedor na categoria "Banda do Ano" no Classic Rock Roll Of Honour Awards 2010. A banda concorria com Aerosmith, Rage Against The Machine, Kiss, Bon Jovi,  Slash & Friends e Jeff Beck Band.
A banda também concorria como  na categoria "Relançamento do ano" com o box Backtracks, que teve como vencedor os Rolling Stones com 'Exile On Main St'.
A cerimônia de entrega dos prêmios ocorreu no Roadhouse de Londres. Alice Cooper foi o Mestre de Cerimônias, juntamente com o apresentador de TV Sarah Cawood.







terça-feira, 16 de novembro de 2010

Gibson: elege "Back in Black" como o melhor riff dos 80s

Por Adelemberg Thiago
cia: Whiplash



A Gibson divulgou uma lista com os 10 maiores riffs da década de 80 do século passado. Embora tenha classificado apenas os riffs da década de 80, o site ressalta que os grandes riffs começaram a surgir já na década de 50 como na música “Susie Q“, do cantor e guitarrista Dale Hawkins (vale ressaltar que a música ganhou fama quando saiu no debut “Creedence Clearwater Revival!” do CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL em 1968), mas que foi na década seguinte, graças às mãos dos grandes Dave Davies (THE KINKS), Pete Townshend (THE WHO), Keith Richard (THE ROLLING STONE) entre outros nomes, na maioria vindos da terra da Rainha, que os riffs ganharam mais expressão.
Nos anos 70, relata o site, os riffs passaram a ser partes integrantes do rock “clássico”, citando como exemplos as músicas “Iron Man” do BLACK SABBATH, nas mãos de Tony Iommi, e “Sweet Home Alabama” do LYNYRD SKYNYRD, nas mãos de Ed King. Sendo assim os anos 80 mantiveram a tradição de grandes guitar heros com os já existentes de épocas passadas, como Keith Richards e Tony Iommi, como os da nova safra, como Slash e Viviam Campbell. Com base nisso o site listou os melhores riffs da década de 80, tarefa árdua diante de tantos monstros da guitarra como Van Halen, Tony Iommi e os “garotos” do IRON MAIDEN. Confira a lista.
10. RUSH, “Limelight”
Alex Lifenson consegue se destacar através de solos criativos fazendo o seu melhor desde “Passage to Bangkok., mesmo dividindo o palco com o melhor baixista e provavelmente o melhor baterista na Terra.

9. GUNS N´ROSES, “Sweet Child o’ Mine”
Mesmo o álbum “Appetite for Destruction” contando com pesos pesados como “Welcome to the Jungle” e “Mr. Brownstone” foi na balada do CD que estava o riff mais original e memorável. Créditos para SLASH e Izzy que fizeram uma balada se tornar um exercício tortuoso para as mãos.
8. THE CLASH, “Should I Stay or Should I Go”
As vezes só precisa de dois acordes para fazer algo memorável, e foi isso que Mick Jones e Joe Strummer fizeram e deixaram de exemplo para os novatos.
7. MICHAEL JACKSON (com Steve Lukather), “Beat It”
Nem heavy metal é, mas tinha nomes de peso. Embora a música embora tivesse um solo insano de VAN HALEN, foi o gênio Lukather quem a impulsionou.
6. JUDAS PRIEST, “Breaking the Law”
Os fãs do Priest poderão perguntar por “Livin’ after Midnight” ou “Heading Out to the Highway”, mas “Breaking” consegue unir simplicidade e brutalidade.
5. DEF LEPPARD, “Photograph”
Lembra a abertura de "A Hard Day's Night" dos BEATLES e há duas partes de guitarra entrelaçadas sobre esta explosão aparentemente simples de piromania.
4. SCORPIONS, “Rock You Like a Hurricane”
Talvez a mais pesada combinação de simples e poderosos acordes já feitos graças aos cinco acordes de Rudolph Schenker na música tornando-a instantaneamente memorável.
3. OZZY OSBOURNE (com Randy Rhoads), “Crazy Train”
Era difícil na década de 80 não encontrar algum garoto que não estivesse tocando isso. A agitação e a sinistra abertura a arremessam você para diante e cria uma dinâmica que nunca cessa.
2. The ROLLING STONES, “Start Me Up”
Doze anos depois de “Honky Tonk Women”, Keith Richards consegue criar outra jóia. Esse agitado clássico de 1981 ainda hoje é tocado nos estádios futebol na hora do ponta pé inicial, mesmo tendo se passado 30 anos de seu lançamento.
1. AC/DC, “Back in Black”
Talvez o maior álbum de todos os tempos repleto de clássicos riffs. Marca também a despedida do saudoso Bom Scott. Os irmãos Young fritaram alguns dos maiores riffs de suas carreiras neste álbum, uma obra prima (inclulem aí “You Shook Me All Night Long,” “Hell’s Bells” e “Have a Drink on Me”), mas o destaque maior, claro, vai para a hard/heavy faixa título.
OBS: você pode, por diversas razões, não concordar com a lista, mas só lembrando, ela foi feita pela Gibson e aqui apenas foi feito um resumo do que o site postou.
E você? Qual considera o melhor riff de guitarra dos anos 80? E das outras décadas? Comente no fórum abaixo.
Fonte desta matéria: Gibson

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