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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




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Mostrando postagens com marcador GUNS N ROSES. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 7 de abril de 2011

No Rio, Slash lembra clássicos do Guns N'Roses e traz anos 90 de volta

Guitarrista também fará shows em São Paulo e Curitiba.
Turnê divulga álbum solo, com músicas de toda a carreira.

Carla Meneghini Do G1 RJ
O guitarrista Slash, ex-integrante da banda de rock Guns N’Roses, subiu ao palco do Vivo Rio, no Rio, pontualmente às 21h15 desta quarta-feira (6), e levou o público a uma viagem nostálgica ao início dos anos 1990, com clássicos de sua antiga banda cantados em coro. Com um repertório inteiro de hard rock, Slash também mostrou o repertório de seu álbum solo, homônimo, e fez um passeio por sua carreira, com hits das bandas Velvet Revolver e Slash's Snakepit.
show slash (Foto: Alexandre Durão/G1)Slash apareceu com sua lendária cartola, farta cabeleira e longos dedilhados (Foto: Alexandre Durão/G1)
Durante a apresentação de cerca de duas horas, Slash mostrou que tem talento não só para tocar guitarra, mas também para escolher os músicos com quem divide o palco. Ele foi esperto ao escalar um time competente o suficiente para animar o público, mas sem deixar de ser o centro das atenções. E assim foi: o ex-Guns esbanjou energia com as mesmas dancinhas de 20 anos atrás e satisfez a multidão de fãs aparecendo com sua lendária cartola, sua farta cabeleira cobrindo o rosto, e, é claro, seus longos solos, dedilhados na Gibson Les Paul de sempre.
O vocalista Myles Kennedy, também conhecido como líder do Alter Bridge, cumpriu sua função, um tanto delicada considerando os tantos fãs de Axl Rose presentes, e adicionou carisma à banda, que também traz Toddy Kerns (baixo), Bobby Schnek (guitarra) e Brent Fitz (bateria, ex-Alice Cooper). Com um timbre de voz que lembra o de Axl em sua melhor fase (isto é, antes da rouquidão crônica), Kennedy entregou uma performance de qualidade e conquistou o público.

RepertórioCom a plateia lotada de fãs do Guns, o guitarrista agradou ao mostrar logo nos primeiros minutos de show a sequência "Nightrain", "Rocket queen" e "Civil war". Também tiveram os hits "Sweet child o' mine", e "Patience", além de "My Michelle" e "Mr. Brownstone". As canções do Guns foram misturadas com outras novas, como “Back from Cali” e "Starlight", do disco solo, além de "Slither", “Sucker train blues” e “Fall to pieces”, do Velvet Revolver.
A noite encerrou com "Paradise city" e um simpático obrigado de Slash, que disse: "Desde que vim aqui pela primeira vez, em 1991, é minha cidade preferida, um paraíso".
Slash se apresenta em São Paulo na quinta (7) e em Curitiba na sexta (8).
Confira o repertório da apresentação:
- "Ghost"
- "Mean bone" (Slash´s Snakepit)
- "Sucker train blues" (Velvet Revolver)
- "Been there lately" (Slash´s Snakepit)
- "Nightrain" (Guns N´Roses)
- "Rocket queen" (Guns N´Roses)
- "Civil war" (Guns N´Roses)
- "Back from Cali"
- "Starlight"
- "Nothing to say"
- "Doctor alibi"
- "Watch this"
- "Rise today" (Alter Bridge)
- "My Michelle" (Guns N´Roses)
- "Patience" (Guns N´Roses)
- Solo de guitarra/Godfather
- "Sweet child o’ mine" (Guns N´Roses)
- "Slither" (Velvet Revolver)
Bis:
- "By the sword"
- "Mr.Brownstone" (Guns N´Roses)
- "Paradise city" (Guns N´Roses)

 

'Tocar com o Guns era sempre incrível', diz Slash no Rio 

Ex-Guns N’ Roses faz shows no Rio, nesta quarta (6), e em SP, quinta (7).
Guitarrista divulga primeiro álbum solo, com músicas de toda a carreira.

Carla Meneghini Do G1 RJ
Slash fala com a imprensa brasileira nesta quarta (6). (Foto: Alexandre Durão/G1)Slash fala com a imprensa brasileira nesta
quarta (6) (Foto: Alexandre Durão/G1)
O guitarrista Slash, ex-integrante da banda de rock Guns N’ Roses, participou de coletiva para a imprensa na tarde desta quarta-feira (6), no Rio de Janeiro. Ele está no Brasil para três shows: nesta quarta, no Rio de Janeiro, na quinta (7), em São Paulo, e na sexta (8), em Curitiba.
Com sua lendária cartola e a farta cabeleira, o guitarrista falou sobre o passado com o Guns, a carreira solo e o uso de drogas. "Tocar com eles era sempre incrível", diz o guitarrista, que lembrou quando esteve no Brasil com a banda em 1991, tocando no Rock In Rio. "Foi uma dessas coisas que você nunca esquece, a emoção de tocar para 100 mil pessoas é muito boa", afirmou.
Com jeito tímido e poucos sorrisos, Slash evitou falar mais sobre sua experiência no Guns N'Roses ou sua relação com o líder do grupo, Axl Rose. Logo no início da entrevista, o assessor de imprensa do músico avisou aos jornalistas que eram proibidas perguntas a respeito dos conflitos entre Slash e Axl ou sobre a possibilidade de reunião da banda.

Carreira soloSlash está no país para mostrar o resultado de seu primeiro álbum solo, intitulado “Slash”, que reúne músicas de toda sua carreira e participações de nomes de peso como Ozzy Osbourne, Alice Cooper, Dave Grohl, do Foo Fighters, e Fergie, do Black Eyed Peas. "É uma honra ter gravado com esse time maravilhoso", afirma o guitarrista, que diz que hoje seu maior desejo seria fazer uma parceria com Stevie Wonder.
Slash durante coletiva no Rio (Foto: Alexandre Durão/G1) O ex-Guns N'Roses foi à entrevista com a lendária cartola sobre a farta cabeleira (Foto: Alexandre Durão/G1)
No palco, o ex-Guns promete um repertório que vai de clássicos de sua antiga banda, como “Sweet child o’ mine” e “Paradise city”, novas como “Back from Cali”, do próprio disco solo, além de “Sucker train blues” e “Fall to pieces”, do Velvet Revolver – grupo que o guitarrista teve com Scott Weiland, do Stone Temple Pilots. "A diferença entre tocar em uma banda e ter uma carreira solo é que agora eu posso fazer o que quiser, não tenho que responder a ninguém. Eu gosto de estar no comando", afirma o guitarrista.
Durante a entrevista, Slash também falou do uso de drogas, que ele afirma ter superado. "Já usei drogas e bebi o suficiente para perceber que estava de saco cheio disso. Hoje não preciso mais dessas coisas na minha vida", contou o músico.
Slash durante entrevista coletiva nesta quarta-feira (6). (Foto: Alexandre Durão/G1)Slash durante entrevista coletiva nesta quarta-feira (6). (Foto: Alexandre Durão/G1)
Brasil
O guitarrista diz que têm boas recordações de suas outras visitas ao Brasil, com o Guns N'Roses e o Velvet Revolver. "Sou o tipo de artista que fica muito no quarto do hotel, descansando ou praticando. Mas quando quero sair para fazer alguma coisa específica, gosto muito", afirma Slash. "Lembro que pulei de asa delta e fui à mata procurar cobras, foi realmente legal, mas foi marcante também visitar aquele museu de répteis", disse Slash, referindo-se à visita que fez ao Instituto Butantã, em São Paulo. "Vi muitas cobras, foi demais."
Desta vez, no entanto, ele diz que deve aproveitar o tempo vago no Brasil para descansar. "em todo lugar que eu visitava, costumava ir a bares, mas agora prefiro ficar relaxando", explica.
Slash no Brasil
Rio de Janeiro
Quando:
6 de abril, às 21h30
Onde: Vivo Rio - Av. Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo
Ingressos: R$ 280 (camarote A), R$ 180 (1º lote pista), R$ 200 (pista superior) ou R$ 220 (camarote B e 2º lote pista)
São Paulo
Quando: 7 de abril, às 21h30
Onde: HSBC Brasil - R. Bragança Paulista, 1281, Chácara Santo Antônio
Ingressos: R$ 180 (1º lote pista), R$ 220 (2º lote pista), R$ 240 (cadeira alta), R$ 260 (frisas), R$ 280 (camarote) e R$ 360 (pista Vip)
Curitiba
Quando:
8 de abril, às 21h30
Onde: Master Hall - Rua João Palomeque, 80, Novo Mundo
Ingressos: R$ 104 (pista Promocional com 1 kg de alimento). Os outros setores estão esgotados

 

segunda-feira, 21 de março de 2011

ROCK IN RIO 2011: Guns n’ Roses é a estrela do dia 2 de outubro. Pitty e Frejat também são confirmados

20 DE março DE 2011

Guns n’ Roses é a estrela do dia 2 de outubro. Pitty e Frejat também são confirmados

Uma história de amor que começou no Rock in Rio II, em 1991, passou por mais uma apresentação no festival no Brasil em 2001 e atravessou um oceano para o evento em Lisboa, em 2008. Atendendo a pedidos do público (só na enquete realizada no site oficial do festival, foram mais de 450 mil votos, além de diversas outras campanhas rapidamente abraçadas por diversas pessoas – entre elas, membros da própria banda). A mobilização tomou conta do twitter e do youtube, invadiu as caixas de comentários do  site oficial e de outras publicações, na maior mobilização feita por fãs para nessa edição. Agora, a organização anuncia um dos mais aclamados grupos da história do rock e dos 26 anos do festival: o Guns N’ Roses está de volta ao Rock in Rio e será a atração principal do Palco Mundo no dia 2 de outubro.
Os fãs disseram e a organização do evento assina embaixo: Rock in Rio sem Guns não é Rock in Rio!

A roqueira baiana Pitty fará o show de abertura da noite de 2 de outubro, mostrando porque é uma das cantoras que mais vendeu CDs nos anos 2000. Em sete anos de carreira, Pitty fez turnês que incluíram países como Portugal e Japão, vendeu mais de 1,5 milhão de cópias e tem um recorde de 51 prêmios ganhos. Esta será a segunda vez que a roqueira toca no evento: a primeira foi no Rock in Rio 2006, em Lisboa, quando abriu os shows de Roger Waters e Red Hot Chili Peppers.

Outro nome anunciado na mesma ocasião é o do roqueiro Frejat, que volta a se apresentar no Rock in Rio no dia 1° de outubro, mas pela primeira vez em carreira solo. Nas duas participações anteriores no festival, ele se apresentou junto com o Barão Vermelho, sendo a primeira ao lado de Cazuza, em 1985, e a segunda, em 2001, já como líder da banda. Para o Rock in Rio 2011, Frejat promete misturar novos e antigos sucessos, relembrando os melhores momentos da sua carreira.

http://www.rockinrio.com.br/

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Há dez anos começava o terceiro Rock in Rio

por Davi Rocha e Izadora Pimenta
Há dez anos atrás, o lendário Rock in Rio ocupava pela segunda vez a Cidade do Rock, mas já não encontrava a mesma realidade de seu pioneiro. Eram os primeiros dias do terceiro milênio, e as barreiras entre os países, a cada vez mais, pareciam ficar somente no mapa-múndi – a Internet começava a invadir a casa dos brasileiros.
A música também mudara. Os vinis haviam sido substituídos pelos CDs, que, por sua vez, já começavam a ser ameaçados pela sedução do download gratuito e ilegal. No Brasil, as bandas definiam suas identidades. Os Paralamas do Sucesso, novatos na edição de 1985, já estavam consagrados.
Assim como tudo, o Rock in Rio não poderia continuar igual. Pela primeira vez, além do palco principal (chamado de Palco Mundo), o evento teve quatro tendas alternativas, que traziam opções aos grandes headliners do evento: aTenda EletrônicaTenda Brasil (música brasileira), Tenda Raízes (música africana) e Tenda Mundo Melhor (world music).
E foi com o mote “Por Um Mundo Melhor”, que, no dia 12 de janeiro de 2001, aCidade do Rock abriu suas portas novamente. Seguindo o tema proposto, às 19h daquele dia o Brasil inteiro parou para pensar. Pelo menos, três mil rádios e 552 TVs ficaram em silêncio por três minutos. Mas depois do silêncio, veio o barulho, feito durante sete dias por mais de cem atrações.
Números dignos de um grande festival
Uma coisa que não mudou: os números gigantescos. Ao todo, um milhão e 235 mil pessoas estiveram presentes ao longo dos em sete dias, o que gerou 100% de ocupação dos hotéis no Rio de Janeiro e crescimento de 28% das viagens internacionais na cidade, com geração de 14 mil empregos diretos, e audiência estimada em 50 milhões de pessoas durante a exibição do festival na TV.
Ô Anna Julia...
Enquanto OasisRed Hot Chilli Peppers, Foo FightersGuns ‘n’ RosesREM,StingNeil YoungBeck Silverchair eram as atrações principais do Palco Mundo, o grande show da Tenda Brasil foi feito uma banda de cariocas que, na época, apresentava, além do grande sucesso Anna Julia, seu novo trabalho, o álbum Bloco do Eu Sozinho, e em breve sairia das rádios e viraria ícone na música independente brasileira.
Los Hermanos lotou a Tenda Brasil numa tarde de domingo, 14 de janeiro, com toda a plateia cantando a plenos pulmões o grande sucesso daquele verão. Críticos apontaram na época que eles deveriam até ter tocado no Palco Mundo. Eles estavam certos. A banda, de um jeito peculiar, cresceu tanto que mesmo depois de muito tempo em hiato, apareceu em um dos palcos principais do recém-chegado SWU, no ano passado.
No mesmo dia a tenda ainda trouxe como destaque a performance percussiva da Nação Zumbi e o repertório clássico do rock nacional dos anos 80 cantado por Sylvinho Blau Blau e os Pelúcias, que teve participação memorável do roqueiro Serguei.
Ali a música brasileira conquistava, mesmo que tímida, o seu espaço, sem vaias ou copinhos descartáveis, mas ainda longe dos grandes que causavam furor.
Pop toma conta do Rock in Rio
Em todos as edições o festival usou o rock no nome como carro chefe, mas nunca deixou de abrir seu line up para outros gêneros musicais. Os nomes que passavam longe do estilo já iam de Elba Ramalho, passando por George Michael e chegando até ao fenômeno pop New Kids On The Block.
Em 2001, porém, o pop apareceu com força. Uma noite inteira dedicada foi ao gênero com nomes que, na época, não saíam das estações de rádio, dos canais de videoclipes e da ponta da língua: Britney SpearsFiveN’Sync e a dupla Sandy & Junior. E mais: o Palco Brasil ainda recebia neste dia o cantorVinny, que fez sucesso com sua Heloísa, Mexe a Cadeira, o SNZ, grupo formado pelas filhas de Baby do Brasil, o LS Jack, donos da one hit wonder Carla, e os irmãos do KLB.
O rock ficou apenas no nome do evento. As performances de Britney Spears eSandy & Junior ficaram marcadas pelo uso de playback e por seus atrasos, que ocorreram devido a montagem dos palcos.
Como o Brasil assistiu na  TV
Enquanto um milhão de pessoas foram ao Rio de Janeiro, muitas outros milhões gostariam de ter ido, mas tiveram que acompanhar os shows pela TV.
A mesma TV Globo que transmitiu as outras edições foi a responsável por um compacto dos melhores shows do dia toda noite, apresentado pelo atorMárcio Garcia. Quem tinha TV a cabo podia assistir os shows na íntegra na extinta Directv, que transmitia todos os shows ao vivo em cinco canais diferentes, um para cada palco.
O que não ficou bem, de acordo com a censura e os bons costumes da família brasileira, foram as partes dos corpos dos músicos exibidas na TV. Isso porque, talvez graças ao calor do verão brasileiro, o baixista Nick Olivieri, doQueens Of The Stone Age, resolveu subir no palco vestindo apenas seu instrumento musical. O rapaz acabou sendo detido pelo juizado de menores e levado à delegacia, mas foi solto no mesmo dia.
Já Cássia Eller não ficou nua, mas resolveu mostrar seus seios para o público, e ainda teve a honra de acordar o vocalista do Foo FightersDave Grohl, de seu sono pré-show. Ele estava dormindo quando Cássia começou a cantar o clássico do NirvanaSmells Like Teen Spirit. A esposa do músico o acordou para que ele ouvisse, o que declarou ser um dos melhores covers de Nirvanade todos os tempos. Além deste cover, a cantora que morreria ainda naquele ano também tocou sua versão para Come Together dos Beatles, e contou com a participação de seu filho Chicão na percussão em um show memorável.
O polêmico Guns ‘n’ Roses
Centenas de garrafas, copos e outros objetos já tinham voado na plateia. Mas diretamente em direção ao cantor Carlinhos Brown, que foi ferozmente recepcionado pelos fãs ansiosos do Guns and Roses no Palco Mundo. “Por favor, parem de jogar essas coisas e se liguem no som”, pedia o cantor, em vão. “Aí, mermão, pára de jogar essa água que está dispersando toda a atenção do show. Vocês são do rock, aprendam a amar o Brasil”, disse o baiano, que não se intimidou e fez seu show inteiro.
Outra banda prejudicada foi o Oasis, dos esquentados irmãos Gallagher. “Os fãs do Guns, que estavam na frente do palco desde o descobrimento do Brasil, não queria arredar o pé, então os Gallagher tocaram prioritariamente pra fã do Guns. Resultado: a banda cortou seis músicas do set list e tocou exatamente uma hora, que era o tempo que eles precisam tocar para ganhar o cachê. Liam ia pro microfone, cantava e voltava para o lado da bateria, onde fica sentado. Um tremendo anti-show”, conta Marcelo Costa, do Scream & Yell.
Axl Rose, mais gordinho, estava de volta ao Rock in Rio. Era a segunda apresentação da banda depois de sete anos sem tocar. Com uma formação completamente diferente e “prestes” a lançar Chinese Democracy (algo que aconteceu somente em 2008), foi na madrugada do dia 14 de janeiro de 2001, de domingo para segunda-feira, que aconteceu um show de quase três horas, transmitido ao vivo e na íntegra para todo o Brasil.
Uma cidade suja no último dia de Rock in Rio no Brasil
“O último dia, apesar de ser um dos mais aguardados por causa do Red Hot Chilli Peppers, foi terrível.  Por ser o último dia, a Cidade do Rock estava destruída, tudo muito sujo e fedido”, conta Livia Michelazzo, 29 anos. A banda de Anthony Kiedis, que volta à Cidade do Rock em 2011, estava no auge, e acabou causando lotação máxima do lugar.
Precedidos pelos australianos do Silverchair, os americanos acabaram por não levar a mesma sorte.  “[O show foi] tão morno que o público, procurando alguma coisa mais emocionante pra fazer, começou uma guerra de garrafinhas d’água. A coisa ficou feia. Eram centenas de coisas voando pra lá e pra cá, o cenário tava mais parecido com praça de guerra, enquanto no palco os músicos chapados ficavam fazendo improvisos sem sentido”, lembra Fábio Martinelli, 38 anos, que acabou indo embora mais cedo quando levou uma garrafada.
Com 19 anos na época, ainda acha demais ter nadado – mesmo que desmaiada – nos braços da galera
Lívia Michelazzo
O Rock in Rio de 2001 foi, de várias maneiras, um evento marcante pra mim. Foi meu primeiro festival de música, e é sempre muito incrível ter esta experiência de passar várias horas de um dia (ou de vários dias) completamente imersa nessa atmosfera.
Eu e duas amigas organizamos um ônibus pra fazer um bate-e-volta-kamikaze de São Carlos pro Rio, pra dois dias do Rock in Rio. Só isso já foi o tipo de coisa maluca… várias horas de viagem, saindo de madrugada e passando o dia inteiro em pé debaixo do sol destruidor pra conseguir ficar na frente do palco onde os shows rolavam até meia noite, pra voltar logo na sequência. Mas, enfim, a coisa roots, cheia de perrengues, sempre torna a experiência mais divertida. Fomos ao segundo e ao último dia do evento.
O segundo foi o melhor dia na minha opinião. Tudo ainda estava – relativamente – limpo e no lugar! Não foi tão difícil de ficar perto do palco – tanto que lembro de assistir ao show do Beck muito perto da grade sem ser espremida por um zilhão de pessoas! Teve também o show do Foo Fighters, que foi um dos melhores da minha vida! Dave Grohl é o tipo de cara incrível no palco… e a energia da galera quando ele abriu o show com Breakout foi indescritível. A surpresa da noite ficou por conta do R.E.M., que era uma banda que eu nem estava muito afim de ver, e que fez um show animal, fechando com a interminável It’s the end of the world as we know it.
Teve a Cássia Eller cantando Smells Like Teen Spirit e mostrando a memorável peitola pra galera  e também a Fernanda Abreu que entrou – e ficou por um bom tempo – no palco ao som de vaias. Teve até um momento que o público virou de costas pro palco… foi quase o que aconteceu com o Carlinhos Brown, só que sem as garrafas.
Como em todo festival rola aquela extorsão no quesito comes e bebes. Lembro que uma garrafinha de água ridícula de pequena (devia ter menos de 200mL) custava uns R$ 5,00 no meio do povo. Isso é caro até hoje, imagina 10 anos atrás. A parte boa é que podia entrar com comidinhas.
O último dia, apesar de ser um dos mais aguardados por causa do Red Hot Chilli Peppers, foi terrível. A Cidade do Rock estava destruída, tudo muito sujo e fedido. Outra coisa é que este dia teve lotação máxima, era impossível sair do lugar e querer voltar. O resultado disso foi passar o dia todo debaixo do sol escaldante, em pé, aguardando os shows mais legais, que começavam depois das 7 da noite.
No meio da tarde, quando tava todo mundo derretendo, apareceram os bombeiros na passarela central e começaram a jogar água na galera.. isso foi lindo!!! Só que eles continuaram fazendo isso até o final da noite… e aqueles que estavam ali do lado, como eu, já estavam ensopados até a alma e não agüentavam mais levar aquele aguaceiro na cara! Daí toda hora que o bombeiro aparecia na passarela, o povo começava a gritar desesperado pra ele parar.
Em termos de show, foi bem legal! Capital Inicial estava retomando a carreira com o sucesso do acústico e fez um show muito bom, aquela coisa de todo mundo saber cantar as músicas e tudo mais. Teve uma banda absolutamente nada a ver, O Surto, que na época fez sucesso com aquela música A Cera (‘… e um jeitinho de falar que me pirou, que me pirou o cabeçããão’), só que eles só tinham essa música e tocaram ela umas 4 vezes – versão normal, versão reggae, versão metal e algum cover, foi ridículo!
O que eu queria mesmo era assistir Silverchair e Red Hot… só que depois que começou o Silverchair, comecei a me sentir muito mal, não tinha comido quase nada o dia todo e bebido muito pouca água. Decidi que ia assistir os shows lá pro fundo. Quando virei pra trás, quase entrei em pânico com a quantidade de gente que tinha. Desesperador!
Comecei a tentar sair, mas o pessoal estava empurrando muito… quando percebi, não estava mais conseguindo apoiar os dois pés no chão. E nesse empurra-empurra aconteceu o que toda mãe entra em pânico de imaginar quando a filha vai pruma muvuca dessas: desmaiei!
A sorte é que estava perto de vários caras, o pessoal me levantou e fui nadando nos braços da galera até a passarela, onde a equipe médica me pegou meio zonza e levou pra enfermaria.
E foi lá, tomando soro na veia e congelando no ar condicionado, que ouvi o final do show do Silverchair e parte do show do Red Hot.
Depois que sai de lá, estava sozinha, cansada e de mau humor. Decidi ir sozinha de volta pro ônibus. Chegando lá, tive a sorte de encontrar todo mundo que estava comigo e ficamos curtindo, mega à distância, o final do show e os fogos de artifício. Bem final de filme!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

MEMÓRIAS DO ROCK IN RIO – UMA MADRUGADA INESQUECÍVEL COM AXL ROSE



Nesta categoria você irá entrar num túnel do tempo do Rock in Rio, relembrando momentos marcantes do festival através de um prisma diferente, pois as histórias aqui narradas vêm diretamente das pessoas que fazem este evento acontecer há mais de 25 anos.
E inaugurando esta categoria está Axl Rose e seu retorno aos grandes espetáculos em pleno Rock in Rio 2001, para o delírio de mais de 200 mil pessoas presentes na Cidade do Rock na noite do dia 14 de janeiro. Afastado dos grandes shows havia sete anos, ninguém sabia o que esperar da performance do Guns n Roses, nem o público, nem os organizadores, e nem mesmo o próprio Axl.
Tudo começou com o interesse da própria banda em voltar a tocar no palco em que, dez anos antes, havia se consagrado com dois shows históricos. Este interesse logo se mostrou recíproco e, negociações feitas e tudo acertado, só faltava o “sim” final de Axl Rose para sacramentar uma volta em grande estilo. O tempo era curto e a organização precisava de uma resposta urgente para poder finalizar o line-up do festival, entretanto, antes de confirmar este regresso, Axl queria se consultar com seu “guru espiritual” para ver se seria positivo o seu retorno. Confusões e consultas à parte, no final tudo deu certo, e no dia 12 de Janeiro de 2001 Axl Rose já estava em solo brasileiro, e a contagem regressiva para seu show já havia iniciado.
Momentos antes da apresentação, dois pedidos testaram a competência da produção: o manager da banda solicitou que fosse mudado o esquema que já estava todo montado para a chegada de Axl, pedindo para que o ponto de aterrissagem do helicóptero fosse mais próximo ao palco; além disso, o chefe de segurança da banda resolveu proibir qualquer tipo de fotografia, inclusive do público, avisando que Axl e o grupo só entrariam após a remoção de todos os fotógrafos que já estavam posicionados próximos ao palco para fazerem as suas imagens.
Mudanças providenciadas e requisições atendidas dentro do possível, era só aguardar o início do espetáculo. O Rock in Rio estava pronto para receber Axl Rose e a volta do Guns n Roses. Mas será que Axl e o Guns estavam preparados para voltarem ao cenário musical em pleno Rock in Rio?
Alguns minutos após o fim da performance, já era possível responder esta questão, e de forma muito positiva. Foi um espetáculo marcante, não só por um desempenho memorável da banda e de seu frontman, mas também pela sintonia entre público e cantor, com uma sinergia capaz de transformar a apresentação em um show conjunto entre plateia e banda.
Milhares de pessoas se emocionaram – principalmente Axl Rose. Tanto que, ao final da apresentação, ele chamou ao palco a brasileira Elisabeth Lebeis, sua assistente pessoal (que vinha sendo “como uma mãe” para ele), para traduzir seu agradecimento à ela e ao público brasileiro.
E após se despedir da platéia, Axl levou um grande grupo de jornalistas ao hotel em que estava hospedado para um bate-papo. Chegando lá, todos se acomodaram à beira da piscina, onde Axl preparou uma caipirinha gigante, espremendo com as próprias mãos os limões em um balde de gelo para champagne. O astro contou toda a sua vida, carreira e dramas pessoais para os presentes, em uma conversa que durou até o amanhecer. O papo encerrou com chave de ouro uma madrugada que está guardada na memória de Axl, dos jornalistas e de todos espectadores que tiveram a oportunidade de participar deste momento histórico.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Axl Rose: em Abu Dhabi, a primeira entrevista desde 2006


Traduzido por Nacho Belgrande | Em 19/12/10 | Fonte: GulfNews


Uma rosa ainda é uma rosa
Ele é engraçado, ele é educado e ele é doce. O lendário roqueiro e notoriamente escaldado com a mídia AXL ROSE em uma conversa exclusiva com o [site] Tabloid! revela porque a banda resistiu ao teste do tempo.
Por Kelly Crane e Matt Wilson - visite este link para conferir a matéria original, acrescida de fotos.
Quando Axl Rose e os garotos adentraram o palco na quinta à noite em Abu Dhabi, você já poderia deduzir que eles iam arregaçar Abu Dhabi. O que você não poderia saber, é que apenas minutos antes deles iluminarem o palco, o lendário roqueiro ROSE estava bebericando chá enquanto batia papo com o Tabloid!.
“É melhor a gente ir lá antes que eles derrubem o lugar,” disse Rose erguendo a cabeça e dando-se conta da plateia agrupada aumentando de volume.
“Eu vou culpar você. Você sabe disso,” ele acrescentou enquanto todo grupo explodiu em risos e encaminharam-se para o show.
De acordo com seu empresário, DOC MCGHEE, Rose não dá entrevistas há 14 anos [nota do tradutor: informação não procede. Axl deu uma longa entrevista ao jornalista EDDIE TRUNK em 2006].
“Eu não sei o que você fez, mas você fez alguma coisa certa,” ele disse expressando sua legítima surpresa mediante o cantor de cabelos vermelhos estar disposto a conversar.
ESCALDADO COM A MÍDIA
O astro americano do rock tem estado notoriamente escaldado com a mídia (leia-se ‘anti-mídia’) desde a implosão da banda original – os fabricantes de sucessos por trás de clássicos do rock como "Sweet Child O’ Mine" e "Paradise City". Rose chegou a escrever a faixa "Get In The Ring" sobre seu desgosto para com a mídia e todas as mentiras que ele afirma que jornalistas e publicações imprimiram ao longo dos anos.
Mas essa semana foi diferente e ele educadamente pediu por “qualquer tipo de chá” para um membro de sua equipe, acomodou-se em sua cadeira e preparou-se para se abrir.
Como com toda boa história, há sempre um pouco de drama. Veja você que essa história quase não foi contada porque enquanto o [site] Tabloid! sabia que Rose estava na cidade, também foi deixado claro, inicialmente, que não haveria entrevistas (como tem sido o caso nos últimos 14 anos).
Você pode, portanto entender porque uma caçada desesperada pela Ilha de Yas [luxuosa ilha artificial em Abu Dhabi] (de chinelos) aconteceu quando “aquela” ligação tocou para dizer que ele havia dito “sim”.
“Tem uma multidão do caralho lá fora,” disse Rose parecendo quase nervoso. “Oops, pega mal dizer isso?” ele emenda rapidamente mudando de assunto.
“Eu toquei no Oriente Médio uma vez antes,” continuou Rose sem precisar de deixa. “Foi pra mais ou menos 50 mil pessoas. Foi insano. Temos estado tentando vir tocar de novo desde então e hoje à noite vai ser ‘wow’. Muitos roqueiros e bombas. Estamos muito excitados em darmos tudo de nós,” ele disse antes da apresentação de lotação esgotada, a última da série de concertos Yas Arena Show Weekends, organizada pela Flash Entertainment.
ORGULHO
“Pra mim uma das coisas realmente legais é que eu não tenho que cobrar ninguém na banda. Hey, faça isso, faça aquilo, você sabe. Porque eles estão animados. Todo mundo tem um certo orgulho no que faz. E eles todos se cobram uns aos outros de qualquer maneira. Todo mundo vai lá e tenta dar tudo que pode. E a gente fica umas duas horas a mais, você sabe, até que sentimos que a plateia está feliz. Ou até nós sentirmos que fizemos um bom trabalho. É meio que como ir à academia ou algo do tipo, você sabe, você não sai até que você sinta que você deva.”
Há uma breve pausa antes de todos os quatro membros se matarem de rir. “É tão difícil ir à academia,” Rose eventualmente admite. “Sim, eles não me deixam fumar na esteira,” adiciona o guitarrista DJ ASHBA ainda rindo.
América do Sul, Ásia e recém-saídos de 40 shows pela Europa, o GUNS N’ ROSES vai agora pra Rússia dizendo que a diversidade de uma plateia nunca para de fasciná-los. “Eu acho que tem muito a ver com o material antigo e muito a ver com o sentimento que foi posto naquilo naquela época,” disse Rose, com dedos cobertos com anéis gigantes, cada um com um esparadrapo cobrindo o dedo embaixo.
CORAÇÂO
“Mas, se não estivéssemos colocando coração nisso agora, se eu não estivesse pondo meu coração nisso, os fãs, eles não deixariam que eu saisse impune disso. Nós temos que viver atendendo a realizações anteriores, temos que trabalhar um pouco mais duro porque você está vivendo à sombra do legado ou de um mito ou o que quer que seja,” ele disse, pensativo. “É mais pressão quando você está tocando para igualar-se a um mito.”
O GUNS N’ ROSES foi formado em 1985, um tempo, uma época na qual Rose insiste em apontar que as coisas eram bem diferentes quando o assunto eram restrições sobre apresentações. “Nos dias de shows em casas noturnas, em idos de ’88 e ’89, você podia cair do palco e isso era OK. Daí veio que eu não podia dar um mergulho, mas as outras bandas podem. Eu fazia de tudo pra não cair do palco. Eu sempre vejo a fita de marcação no palco. O brilho na fita escura na beira do palco. Eu me lembro de quando não havia isso no [local de shows] LA Coliseum quando abrimos pros [Rolling] Stones. Quando as luzes se apagaram, eu pulei do palco.”
PLATEIA MULTI-CULTURAL
Parando para ouvir aos fãs ficando progressivamente mais barulhentos, Rose disse que ele estava ansioso para tocar para uma plateia multicultural. “O aspecto da plateia mista é na verdade a parte mais interessante pra mim porque eu acho que isso resume porque o catálogo do GUNS N’ ROSES resistiu ao teste do tempo,” ele disse, ainda com um ouvido nos fãs.
“Ele [o catálogo da banda] transcende gêneros, atravessa linhas religiosas, você entende. É música com a qual as pessoas podem se identificar. O fato de que há uma plateia tão diversificada lá fora torna isso muito divertido.”
Olhando para cima por detrás das lentes escuras de seus [óculos do modelo] Aviators, Rose sorriu. “Nós rompemos algumas fronteiras com certeza,” ele disse. “E continuaremos a fazê-lo.”
Fonte desta matéria (em inglês): GulfNews

sábado, 4 de dezembro de 2010

Slash: site anuncia três shows em abril no Brasil



O site oficial do guitarrista SLASH confirma três datas para apresentações no Brasil.
06/04 Rio de Janeiro, Brazil Circo Voador
07/04 Sao Paulo, Brazil HSBC HallInfo
08/04 Curitiba, Brazil TBA
Além destas, eis as outras datas e locais de shows na turnê sul americana.
04/04 Santiago, Chile Teatro Caupolican
10/04 Buenos Aires, Argentina Estadio Cubierto Islas Malvinas
13/04 San Juan, Puerto Rico Coliseo de Puerto Rico
Fonte desta matéria: Site Oficial de Slash

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