PATROCINADOR MASTER

PATROCINADOR MASTER

BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




CARIRI VEÍCULOS

CARIRI VEÍCULOS

Impacto Skate Shop

Impacto Skate Shop
Uma loja diferenciada pra você
Mostrando postagens com marcador chuck berry. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador chuck berry. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Rock em Análise: roqueiros também curtem o Natal

Press-Release postado por Fábio Cavalcanti | Em 21/12/10 | 
Fonte: Rock em Análise
VIA: WHIPLASH

Período de Natal, o bom e velho clima de festa  e alegria - legítima ou não - está no ar... E apesar de quase todo mundo conhecer aquelas velhas canções tradicionais natalinas, creio que os mais leigos no grande universo do rock não descobriram algumas pérolas natalinas lançadas por artistas diversos de rock. De álbuns a músicas isoladas, os roqueiros mostram que também sabem curtir o Natal!
Começo citando uma divertida e pequena obra prima: "A Twisted Christmas", da banda de hard 'farofa' Twisted Sister. Sim, meus caros, chamo de "obra prima", pois o álbum é realmente excelente! Impossível não se divertir com a versão da banda para "Deck The Halls", e com a inspiradíssima letra de "Heavy Metal Christmas". Se você não curte hard rock... bem, confira de qualquer forma!
Para quem não resiste a algo mais dançante e retrô, recomendo "We Three Kings", da banda de psychobilly Reverend Horton Heat, assim como "Christmas Comes Alive!", da Brian Setzer Orchestra. Vista sua roupa de Papai Noel, e comece a dançar...

Aprecia um bom 'southern rock'? Ouça sem medo o alto astral e subestimado "Christmas Time Again", do Lynyrd Skynyrd. Aí está uma pequena pérola que te fará estampar um sorriso no rosto, ao mesmo tempo em que te levará a uma inevitável pergunta: onde foi parar o velho rock 'n' roll agitado do Skynyrd nos últimos 15 anos?
No lado mais alternativo do rock, a banda indie Weezer lançou um curioso EP intitulado "Christmas with Weezer". Ao longo daqueles 13 minutos de "rock fofinho", garanto que, pelo menos a comovente versão para "O Holy Night" conseguirá arrancar algumas lágrimas dos seus olhos.
No pop/rock temos inúmeros exemplos, mas fico com o peculiar álbum "Home for Christmas", de Sheryl Crow. Um pouco mais 'soul' e menos 'rocker' do que alguns dos seus primeiros trabalhos, mas ainda assim bastante competente!
Por fim, mas não menos importante, vale dar uma conferida na investida natalina do mestre do folk rock Bob Dylan, intitulada "Christmas in the Heart".
Quanto a músicas "soltas", aqui vão algumas recomendações:
Run Rudolph Run (Chuck Berry)
Merry Xmas Everybody (Slade)
Mistress for Christmas (AC/DC)
Little Drummer Boy (Joan Jett & the Blackhearts)
Peace On Earth (David Bowie, participação de Bing Crosby)
It's Christmas Time (Status Quo)
Christmas Time, Don't Let The Bells End (The Darkness)
Christmas Is Here (Buckcherry)
Back Door Santa (The Black Crowes)
Merry Christmas, I Don't Want to Fight Tonight (Ramones)
Don't Believe in Christmas (The Sonics)
Faixa bônus: "Papai Noel Filho da Puta" (Garotos Podres)
Então, caros visitantes, aí estão algumas dicas. Entrem no clima do Natal, e apreciem este agradável momento ao som do bom e velho rock 'n' roll! Se lembrarem de algo interessante que não foi citado na matéria, podem acrescentar na parte de comentários. Feliz Natal!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Novo livro sobre Lennon traz depoimentos de Bono, Mick Jagger e outros

Os aniversários de morte e nascimento de John Lennon fizeram com que uma avalanche de livros sobre o músico e sua banda fosse publicada. Com diferentes abordagens, todos reúnem informações e histórias sobre o grupo inglês que marcou o rock e a história da música para sempre.
Agora, a Rolling Stone publicaMemórias de John Lennon. Os textos foram editados pela viúva, Yoko Ono, e escritos por outros grandes nomes da música. Bono (U2), Iggy Pop, Chuck Berry, Elton John, Alicia Keys, entre outros, colaboraram com depoimentos, poemas, fotos, entrevistas e desenhos.
Outro não tão famosos também participam da edição. O tecladista Billy Preston e o documentarista Albert Maysles, que trabalharam com John na época dos Beatles, narram as experiências que viveram ao seu lado. Até Mick Jagger contribui contando um pouco sobre a amizade entre os dois vocalistas e brincando com a rivalidade entre as bandas.
Escritores renomados, como Tariq Ali e Norman Mailer, dão sua visão da importância do músico, especialmente o impacto político do ativismo de John e Yoko pela paz no final dos anos 60.
Complementam a edição fotos tiradas para a última participação de Lennon para a revista “Rolling Stone”. Annie Leibovitz fotografou o casal em uma sessão que se tornou histórica.
Detalhes
Título: Memórias de John Lennon
Edição: 1
Apresentação: Yoko Ono
Editora: Rolling Stones
Ano: 2010
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 320 páginas
Fonte: Folha.com

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Revista Rolling Stone: Relembrando John Lennon


Há 30 anos, em 8 dezembro de 1980, o mundo perdia John Lennon, mas as lembranças que o Beatle deixou na humanidade continuam vivas entre as pessoas que tiveram, de alguma forma, sua vida tocada pelo músico

Foto: LENONO PHOTO ARCHIVE/DIVULGAÇA
Relembrando John Lennon
Lennon e Yoko em uma das muitas ações pacifistas que promoveram nos anos 70
 Total de fotos: 4
 Veja a Galeria Completa
Mick Jagger
O vocalista dos Rolling Stones lembra os momentos de sua amizade com Lennon

Meu primeiro encontro com John Lennon me deu um forte senso de humildade, o que, de certo modo, foi divertido. Eu não sabia o que dizer a ele. Os Beatles eram muito importantes na época - foi em 1963, antes de gravarmos - e nós realmente não éramos nada. Estávamos a um passo do sucesso quando eles vieram nos ver tocar. Quer dizer, eles eram tão grandes! Não eram só músicos, eram ídolos da juventude e maiores do que a vida. E usavam roupas de couro, o que ainda não podíamos comprar.

Uma noite, quando estávamos tocando em uma casa de Richmond - naquela fase só tocávanis rhythm & blues e algumas coisas músicas do Chuck Berry -, eles vieram e ficaram na lateral da plateia (usando capas de chuva de couro!) e eu nem quis olhar para eles. Eu estava com vergonha. Mas depois o John foi superlegal. Eu disse: "Você sabe tocar gaita, não é?" - ele tinha tocado gaita em "Love Me Do". Ele então disse: "Mas na verdade eu não sei tocar como vocês". Eu sopro e aspiro, só. Nós não sabemos tocar blues".

Era a primeira vez que eu os via. Eles vieram várias vezes nos ouvir tocar no Crawdaddy no West End, e John veio mais vezes que os outros. Eles costumavam circular por discotecas como a Ad-Lib - isso foi mais ou menos um ano depois (John gostava de casas noturnas) - e lembro que uma vez, quando todos nós estávamos marcando ponto em uma das boates, George ficou discursando para mim sobre quantos discos os Beatles tinham vendido a mais que nós. O que não estava em discussão! Ele estava superansioso para chamar atenção. John, depois de ouvir tudo, disse: "Bom... não se preocupe com George. Ele ainda não superou o fato de que consegue vender discos". Ele foi muito legal naquela hora. Nem sempre ele era a pessoa cáustica que podia ser.

Eu gostava muito dele. Não éramos amigos íntimos, mas sempre fomos simpáticos um ao outro. Mas, depois que os Beatles e os Stones pararam de tocar em casas noturnas, já não nos víamos tanto. De certo modo, naquela época estávamos competindo, sim. Brian Jones, mais do que qualquer um de nós, sentiu que estávamos competindo - cada um estava em uma competição terrível - e, se eles estivessem na América, explorávamos o fato de eles não estarem tocando na Inglaterra, coisas assim. Mas éramos amigáveis com eles, devo dizer.

Depois disso, eu já não via tanto o John, até que ele se separou de Yoko, por volta de 1974. Voltamos àquele convívio amigável, na verdade mais amigável do que nunca. Nós nos vimos um pouco em L.A., mas na maioria das vezes em Nova York e também em Montauk, Long Island, onde veio ficar comigo. Foi um tempo muito divertido. Armávamos uns bons porres, saíamos de veleiro, e ficávamos à toa com as guitarras, tocando. Isso foi quando John estava se preparando para gravar seu álbum de rock and roll, e ele estava claramente tentando pegar umas dicas minhas para decidir o que gravar. Passeamos por todos os rocks antigos, e ele separava os que gostava.

Quando ele voltou para a Yoko, entrou em hibernação. Ele morava perto de mim em Nova York, mas eu provavelmente fui considerado uma das "más influências", então nunca mais me deixaram vê-lo depois disso. Em uma ou duas ocasiões, quando eu fui visitar alguém no Dakota, deixei um recado dizendo: "Eu moro pertinho. Sei que você não quer ver ninguém, mas, se quiser, me liga". Ele nunca ligou.

No meu passaporte, há uma nota afirmando que a inelegibilidade do meu visto foi retirada "devido ao precedente Lennon". Ele enfrentou um processo judicial realtivo a seus problemas de visto, por causa de uma condenação por posse de Inglaterra - na verdade, nós fomos presos mais ou menos ao mesmo tempo - e ele venceu o processo após cinco anos e US$ 250 mil de despesas legais. Por isso, ele me ve à memória toda vez que entro nos Estados Unidos.

Este texto faz parte do livro Memórias de John Lennon (Spring, 310 páginas). Editado pela viúva Yoko Ono, o trabalho tem colaborações de astros da música, como Bono (U2), Chuck Berry, Alicia Keys, Elton John e muitos outros, que cederam depoimentos, poemas, fotos, entrevistas e desenhos para o volume. Amigos próximos também ajudaram: colaboradores da época dos Beatles e parceiros como o tecladista Billy Preston (que tocou no álbum Let it Be, de 1970) e o lendário documentarista Albert Maysles (First US Visit) relatam seus relatos pessoais com esse gênio da música popular. Intelectuais como Tariq Ali e Norman Mailer também dão suas versões sobre o mito, abordando o impacto político da luta de John Lennon e Yoko Ono pela paz mundial, que começou no fim dos anos 60 e seguiu até o assassinato do músico. Memórias de John Lennon traz também imagens da histórica sessão fotográfica de Annie Leibovitz para a Rolling Stone, a última do cantor de "Imagine". As imagens mostram John Lennon nu, abraçado a Yoko Ono, que está completamente vestida. Mais do que uma biografia, Memórias de John Lennon é a prova de que o músico afetou - de diferentes formas - a vida de muita gente, de anônimos a famosos, de amigos a figuras essenciais da cultura mundia do século XX. 

sábado, 27 de novembro de 2010


Henrique Inglez de Souza 

A maioria dos que estiveram no Guitar Nation Live, evento realizado esta semana em Londres, escolheu Eric Clapton como seu 'guitar hero' favorito. Na sequência do Top 5 vêm Jimi Hendrix, Jimmy Page, Jeff Beck e Chuck Berry. A votação foi organizada por uma companhia seguradora de instrumentos.

Em uma outra votação capitaneada pela mesma empresa foram escolhidas as guitarras mais cobiçadas de todos os tempos. Adivinhe quais ficaram no topo da preferência! A Gibson Les Paul original de seu lendário projetista, Les Paul, assim como a Gibson Double Neck de Jimmy Page, a Fender Stratocaster de Stevie Ray Vaughan, a Red Special de Brian May e, a mais desejada, a Fender Stratocaster "Blackie", de Eric Clapton.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Ceará na rota internacional

Via: O Povo online
Há algo em torno de 20 anos, falar em show internacional em Fortaleza era motivo de piada. Ou tratava-se de um boato, ou o artista em questão era alguém que já estava bem longe dos seus tempos áureos. Corta e adianta até o dia 22 de outubro de 2010. Uma semana após um super show do Black Eyed Peas como uma das principais atrações do Ceará Music. Certamente, a presença do quarteto americano em terras alencarinas é sinal de novos tempos.

E, apenas uma semana após o grupo liderado por Will.I.Am., os irlandeses dos Cranberries aportam no Siará Hall. Eles farão um único show amanhã (23), como parte de turnê internacional que marca o retorno após sete anos em que o quarteto esteve afastado. O último disco de Mike Hogan (baixo), Noel Hogan (guitarra), Fergal Lawler (bateria) e Dolores Mary O’Riordan (voz) foi Wake up and smell the coffe, de 2001. Dois anos depois, eles decidiram dar um tempo na banda para cuidarem de projetos pessoais. Sempre recebidos de forma bastante calorosa pelo público, esta será a segunda vez que eles tocam no Brasil após o retorno das atividades do grupo, e a primeira vez em Fortaleza durante os seus pouco mais de 20 anos de carreira.

Em pouco mais de um ano, outras atrações internacionais como Alanis Morissette, Air Supply, A-Ha, Charles Aznavour, Alpha Blondy, Dionne Warwick, The Stylistics e o lendário Chuck Berry, foram alguns dos nomes que já passaram por Fortaleza. Isso sem contar com a presença frequente do grande Billy Paul ou dos nomes do jazz e do blues que já se apresentaram em shows e festivais por aqui. Sejam estrelas do jazz ou do rock, não é só o público que tem se mostrado animado com esse circuito. “É um reflexo do Brasil inteiro e nós estamos absorvendo isso devagarinho. Fortaleza começou a entrar na roda desses eventos”, atesta João Carlos Parente, da D&E Entretenimento. Ele lembra que na primeira vez que trouxe os noruegueses do A-Ha a Fortaleza, no início da década de 90, havia um clima de incredulidade e chegaram a pensar que não passava de um playback.

João Carlos não tem dúvidas que a cidade tem estrutura suficiente para entrar no roteiro das grandes atrações internacionais. “O que se viu no BEP foi o melhor. Eles ficaram impressionados com o que conseguimos fazer. Hoje nós estamos excelentes em produção”. Ainda assim ele aponta que ainda é difícil encontrar espaço nas agendas. “Esses artistas vem com datas disponíveis para fazer América Latina, não só o Brasil. Então, pra conseguir esticar uma turnê dessas pra cá é difícil”.

Para o diretor de produção da Freelancer, Washington Espanhol, esse é um caminho sem volta. “Ta na hora de entender que o Nordeste também é forte. Eu acredito que agora pelo menos uma cidade do Nordeste vai ser incluída nas grandes turnês”. No entanto ele assume que ainda é difícil conseguir patrocínio e cita como exemplo que o show do BEP em Recife levantou R$ 700 mil em patrocínio. “Nós ainda estamos sofrendo um pouco com isso”. Washigton concorda que tecnicamente o Brasil e o Ceará estão preparados para realizar estes eventos e lembra que o show do Iron Maiden, realizado no ano passado em Recife usando equipamento nacional de som e luz. “Não é preconceito. Esse circuito demorou pra chegar aqui porque o roteiro era esse mesmo. O Chile e a Argentina recebem shows internacionais há muito mais tempo que nós”. E alerta que é preciso saber escolher as atrações que se adéquam a cada local. “Chuck Berry não deu certo de público em Fortaleza, mas em Porto Alegre lotou. É uma coisa cultural”.

Rafael Moura, gerente de produção da Empire Records, já aponta Fortaleza como o ponto do Nordeste para shows internacionais. Com o trabalho mais voltado para o rock, ele que já foi responsável pela vinda de Motorhead (Inglaterra), Halloween (Alemanha), Bad Religion e NOFX (EUA), e lembra que nunca passou vexame com a venda de ingressos. “São bandas sempre com um público garantido e sempre vem muita gente de outras cidades”.

Um tema sempre polêmico em relação aos shows, principalmente internacionais, é o preço dos ingressos. Perguntado se Fortaleza poderia receber outras grandes produções como Paul McCartney ou Madonna, João Carlos tem dúvidas sobre se o público estaria disposto a pagar um ingresso tão caro para ver esses ídolos. “Cidades grandes já conseguem trabalhar com tickets altos”. Rafael concorda e diz que fica receoso quando vê que precisa aumentar o valor do ingresso, mas até isso pode mudar. “Shows grandes vão abrindo portas e o público vai vendo que aqui tem shows maiores. As pessoas vão vendo que vale a pena pagar pelo espetáculo”. E, importante, todos os entrevistados confirmaram que têm novidades reservadas para 2011. Agora é só esperar.

SERVIÇO
THE CRANBERRIES - Show com a banda irlandesa neste sábado (23), às 22h30, no Siará Hall (Av. Washington Soares, 3199 – bairro Edson Queiroz)

Ingressos: Pista: R$ 120 (inteira); Pista premium (4º lote): R$ 260 (inteira); Camarote 1º piso: R$ 220; Camarote 2º piso: R$ 180. Estudantes pagam meia entrada. À venda no Siará Hall, por telefone (4003 5588) e pelo site www.ticketsforfun.com.br. Pagamentos em dinheiro ou cartão (com exceção do Hipercard) Outras

informações: 3278.8400

Set list do show do Cranberries
>Analyse
>How
>Animal instinct
>Dreaming my dreams
>Linger
>Ode to my family
>Wanted
>Just my imagination
>Desperate Andy
>When you’re gone
>Daffodil lament
>I Can’t be with you
>Waltzing back
>Electric Blue
>Free
>Salvation
>Ridiculous Thoughts
>Zombie

Bis
>Shattered
>Astral projection
>Promises
>Dreams

E-MAIS

Próximos shows internacionais
>ABBA Show – 20/11 no Mucuripe Club

>Marky Ramone – 6/11 no festival Ponto.CE (Centro Dragão do Mar)

>Pennywise – 2/12 na Barraca Biruta 

Marcos Sampaio
marcossamapaio@opovo.com.br

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

18 de outurbo, aniversário do monstro sagrado Chuck Berry, um dos pioneiros do Rock and Roll

Chuck Berry

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Chuck Berry ou Charles Edward Anderson Berry (Saint Louis, Missouri, 18 de outubro de 1926) é um compositor, cantor e guitarrista americano. É apontado por muitos como o inventor do rock and roll.

Biografia

Berry foi influenciado por Nat King Cole, Louis Jordan e Muddy Waters, que acabaria o apresentando a Leonard Chess, da gravadora Chess. Enquanto ainda existem controvérsias sobre quem lançou o primeiro disco de rock, as primeiras gravações de Chuck Berry, como "Maybellene", de 1955, sintetizavam totalmente o formato rock and roll, combinando blues com música country e versos juvenis sobre garotas e carros, com dicção impecável e diferentes solos de guitarra.
A maioria de suas gravações mais famosas foram lançadas pela Chess Records, com o pianista Johnnie Johnson, o baixista Willie Dixon e o baterista Fred Below. Juntamente com o guitarrista Berry, eles se tornaram o sumário de uma banda de rock.
Durante sua carreira ele gravaria tanto baladas românticas (como "Havana Moon") quanto blues ("Wee Wee Hours"), mas foi no recém-nascido rock que Berry ganhou sua fama. Ele gravou mais de trinta sucessos a aparecerem no Top Ten, e suas canções ganharam versões de centenas de músicos de blues, country e rock and roll. Entre seus clássicos podemos citar "Roll Over Beethoven", "Sweet Little Sixteen", "Route 66", "Memphis, Tennessee", "Johnny B. Goode" (que possui provavelmente a mais famosa introdução de guitarra da história do rock), "Nadine", entre outras.
Quando jovem, Berry passou três anos em um reformatório por tentativa de assalto. Mas acusação pior viria em 1959, quando ele convidou uma índia apache de 14 anos que havia conhecido no México para trabalhar em seu clube noturno em St. Louis. A garota acabaria sendo pega pela polícia, assim como Berry, que foi acusado de entrar com uma menor nos limites do estado com propósitos sexuais. Ele foi condenado a cinco anos de prisão e multado em 5,000 dólares. Chuck foi solto em 1963, mas seus dias de glória ficaram para trás. Mesmo assim ele ainda obteve sucessos com "You never can tell" e "No particular no place to go", lançada em 1964. Em 1966 ele gravou pelo selo Mercury Records uma compilação de todos os seus sucessos, utilizando técnicas mais modernas de gravação. A partir de então, Chuck Berry raramente voltaria a lançar músicas novas, preferindo capitalizar para si o sucesso que suas canções clássicas tinham junto ao público.
Como exemplo de sua influência profunda, podemos lembrar das bandas inglesas dos anos 60. The Beatles, Animals, Rolling Stones, entre outros, regravaram suas músicas. Os Rolling Stones literalmente basearam seu estilo de tocar rock 'n' roll no dele. Quando Keith Richards premiou Berry no Hall da Fama, disse: "É difícil pra mim apresentar Chuck Berry, porque eu copiei todos os acordes que ele já tocou!"

Chuck Berry em show ao vivo em 1997
Chuck viajou em turnê por muitos anos carregando apenas sua guitarra Gibson, confiante no fato de que poderia contratar uma banda que conhecia suas músicas em qualquer lugar que ele fosse. Entre os muitos artistas que serviram de apoio para Berry estiveram Bruce Springsteen e Steve Miller.
Depois de tocar seus maiores sucessos durante os anos 70, inclusive lançando um álbum ao vivo que foi grande sucesso comercial (London Sessions, de 1972), Berry teve problemas legais novamente em 1979, quando foi considerado culpado de sonegação de impostos. Ele foi sentenciado a quatro meses de prisão e a cumprir 1,000 horas de trabalho comunitário fazendo shows beneficentes.
Em 1986, Keith Richards organizou para seu ídolo confesso um grande show para comemorar seus 60 anos, realizado em Saint Louis. Nele foi filmado o documentário "Hail!Hail!Rock 'n' Roll", no qual Chuck Berry, acompanhado de Etta James, Julian Lennon, Robert Cray, Eric Clapton, entre outros convidados, celebrava sua carreira. Foi o seu último grande momento artístico na mídia, embora tenha continuado nos anos seguintes a fazer turnês. Chuck Berry teve seis de suas músicas incluidas na Lista das 500 melhores canções de sempre da Revista Rolling Stone, sendo "Johnny B. Goode" a sétima da lista. Com relação à sua música mais famosa, "Johnny B. Goode", há, ainda, a curiosidade de ser um dos sons humanos levados pelas naves Voyager 1 e 2 para o espaço, caso haja contato com seres extraterrestres.
Em junho de 2008, Chuck Berry realizou shows nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, e em agosto de 2009 em São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte e Fortaleza.

Chuck Berry - Discografia Essencial


 Chuck Berry - Discografia Essencial

Existem momentos que voce decide na vida o rumo a tomar na encruzilhada...ou se torna um cara normal...ou ama o rock acima de tudo....presenciei isso varias vezes na vida....a ultima foi por causa de um show do chuck berry...tai a discografia essencial do cara
( 1957 ) After School Session
( 1958 ) One Dozen Berrys
(1959) Chuck Berry Is on Top
(1960) More Chuck Berry
(1960) Rockin' at the Hops
(1961) New Juke Box Hits
(1963) Chuck Berry on Stage
(1964) You Never Can Tell..
(1964) St. Louis to Liverpool
(1965) Chuck Berry in London
(1965) Fresh Berry's
(1967) Rockin' at the Fillmore
(1968) From St. Louie to Frisco
(1969) Concerto In B. Goode



e-buddy - acesse MSN, FACEBOOK, GOOGLE TALK e outros