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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK
Nossa História
Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!
CARIRI VEÍCULOS
segunda-feira, 4 de abril de 2011
INSTITUTO CULTURAL GALERIA DO ROCK, COMENTA SHOWS DE OZZY
texto por Gleydson Alves - @geneydson
APOTEÓSE: elevar ou endeusar uma pessoa devido a alguma circunstância excepcional. Quando se atribui exageradamente a alguém honrarias ou qualidades.
APOTEÓTICO é como defino o show de sábado (02/04/2011), no Anhembi, em São Paulo. Vimos um Ozzy Osbourne, de 62 anos de idade, fazendo um show que muitos de 20 e poucos não conseguem fazer. Acompanhado de uma banda que merece todas as honrarias possíveis de quem gosta, e entende de música, e mais, de Heavy Metal.
Pra quem comprou seu ingresso esperando assistir a um show do Madman, saiu boquiaberto. A produtora não avisou, mas o pacote foi 2 por 1. De brinde, tivemos um mini-show do Black Sabbath, com Ozzy no vocal. Os músicos que o acompanham tocaram à perfeição os clássicos da famosa banda da qual Osbourne fez parte. E a chuva que caiu, só serviu pra esquentar ainda mais o espetáculo, com público delirando e músicos no palco fazendo valer a pena.
Gus G., um show à parte. Mostrou porque hoje ocupa um lugar que já foi de Randy Rhoads e Zakk Wylde. Riffs, notas, perfomance, carisma. O cara mostrou a que veio.
Entre as homenagens, por que não falar de Ozzy enrolado a uma bandeira do Brasil – que passou o show inteiro, exposta à frente da bateria – ou ainda, Gus G. tocando “Brasileirinho” em meio ao seu show particular, durante o seu momento-solo no palco.
E, já que o momento é para exaltar a qualidade brasileira, nada melhor do que falar do show de abertura, SEPULTURA!!
A banda mineira de origem e internacional por história, entrou no palco e despejou rock de primeira. Mostrou ao público presente o motivo pelo qual ganhou respeito aqui e pelo mundo afora.
Clássicos da banda aos montes, música do novo disco e Derrick Green soltando alguma frases (e palavrões) em português. Como muitos gritaram na pista: “foi du caralho!!”.
Quero ressaltar mais uma coisa. A organização está de parabéns. É o primeiro show deste porte que vou e vejo uma produção extremamente organizada. Desde a entrada, até os serviços de banheiro e vendas de bebidas e lanches. Tudo muito bem feito e posicionado. Parabéns à Produção.
Depois de tudo isto, só restou ir pra casa com a certeza: VALEU A PENA!!
Set List SEPULTURA:
- Arise
- Refuse/Resist
- Dead Embryonic Cells
- Convicted In Life
- Choke
- Seethe
- Troops Of Doom
- Septic Schizo
- Escape To The Void
- Meaningless Movements
- Territory
- Inner Self
- Roots Bloody Roots
Set List OZZY OSBOURNE:
- Bark at the Moon
- Let Me Hear You Scream
- Mr. Crowley
- I Don’t Know
- Fairies Wear Boots ((Black Sabbath cover)
- Suicide Solution
- Road to Nowhere
- War Pigs (Black Sabbath cover)
- Shot in the Dark
- Rat Salad (Black Sabbath cover) (Drums & Guitar Solo)
- Iron Man (Black Sabbath cover)
- I Don’t Want to Change the World
- Crazy Train
- Mama, I’m Coming Home
- Paranoid (Black Sabbath cover)
Vnews: Entrevista com Bruce Dickinson
As grandes bandas quando vem ao Brasil fazem pedidos estranhos como comida orgânica, bebidas exóticas, toalhas brancas e flores. O vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, pediu um jato brasileiro, isso mesmo, mais precisamente um Legacy da Embraer. O repórter brinca com Bruce sobre o assunto e pergunta se é verdade que o Brasil é um dos lugares favoritos do vocalista e Dickinson enche o nosso país de elogios: "Vocês tem ótimas pessoas, elas são amigáveis, elas não são metidas. Alguns países são até bacanas, mas eles são nacionalistas demais... o Brasil um é lugar muito legal!"
Quando perguntado sobre se prefere pilotar ou cantar, Bruce foi incisivo: "Eu amo pilotar e tento ser o melhor e mais profissional que posso. Há muitos e muitos pilotos profissionais, mas só há um Iron Maiden!"
CONFIRA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA!
Fonte: Vnews
Iron Maiden faz mais um show memorável no Recife
Do NE10 Com informações de Daniel Guedes, direto do local
Fotos: Ricardo B. Labastier/JC Imagem
Foi ao som de Running free, música do primeiro álbum, de 1980, que a banda inglesa Iron Maiden se despediu do público recifense neste domingo (3), fechando mais uma noite de metal memorável na capital pernambucana. Os 14 mil fãs que compareceram à área externa do Centro de Convenções de Pernambuco curtiram quase duas horas de um show impecável.
Steve Harris, Bruce Dickinson, Dave Murray, Adrian Smith, Janick Gers e Nicko McBrain subiram ao palco um pouco depois das 20h e logo colocaram todo mundo para pular ao som de clássicos do heavy metal. Satellite 15... The Final Frontier, El Dorado, Two Minutes to Midnight, The talisman e Coming Home foram apenas as boas vindas. O set-list foi tocado à risca e em alto volume, para delírio da legião de metaleiros que entoava até solo de guitarra.
Depois de demonstrar bastante vitalidade no palco, Bruce Dickinson (foto acima) esbanjou simpatia ao recordar que esta é a segunda vez que o Iron Maiden vem ao Recife - a primeira foi em março de 2009. Foi dele também um dos comentários mais emocionantes do show. O vocalista lembrou das dificuladades que as pessoas vivem ao redor do mundo e pediu ao público para pensar o quanto o brasileiro é sortudo por viver em um país como este. Após o belo discurso de união dos povos, Iron Maiden voltou a emocionar com Blood brothers.
Se do lado de lá do palco os ingleses botavam pra quebrar, do lado de cá os fãs não deixaram por menos. Compareceram em peso, vestidos com roupas pretas e cheios de atitude. Mas engana-se quem acha que entre os metaleiros não havia espaço para romatismo. Muitos casais aguardavam o início do show agarradinhos. Renata Barbosa foi além e surpreendeu o namorado Thiago ao fazer o pedido de casamento. E ele disse sim!
Os amantes do futebol até trocaram o Clássico das Multidões, realizado na Ilha, pela apresentação de Iron Maiden, mas não desgrudaram os ouvidos do rádio de pilha ou do celular. Os tricolores, como os da foto abaixo, vibraram com a vitória do Santa Cruz diante do Sport por 2x0. Aos metaleiros rubro-negros só restaram curtir o show - este sim motivo de alegria para todas as torcidas.
LEIA MAIS:
Começa show dos metaleiros Iron Maiden no Recife
Do NE10 Com informações de Daniel Guedes, direto do localFotos: Daniel Guedes/ NE10
Fazendo jus à pontualidade britântica, Steve Harris, Bruce Dickinson, Dave Murray, Adrian Smith, Janick Gers e Nicko McBrain - integrantes da banda inglesa Iron Maiden - subiram ao palco às 20h e estão fazendo a alegria de centenas de fãs metaleiros que lotaram a área externa do Centro de Convenções de Pernambuco na noite deste domingo (3).
Iron Maiden começou mandando bem com Satellite 15... The Final Frontier, uma das aberturas de disco de estúdio mais inovadoras da carreira da banda. Em seguida, emendaram com El Dorado, primeiro single do álbum novo, e o clássico Two Minutes to Midnight.
Depois de demonstrar bastante vitalidade no palco em The talisman e Coming Home, Bruce Dickinson esbanjou simpatia ao lembrar ao público que esta é a segunda vez que o Iron Maiden vem ao Recife. E deu prosseguimento ao set-list, que até o momento, vem sendo tocado à risca.
REPERTÓRIO IRON MAIDEN | |||||
| Satellite 15... The Final Frontier – Uma das aberturas de disco de estúdio mais inovadoras da carreira do Maiden. Batidas tribais no início. Vocais distorcidos e guitarras dissonantes completam a primeira parte, Satelite 15. Em The Final Frontier, os caras aparecem com um hard rock pegajoso e um refrão fácil de cantar junto | |||||
| El Dorado – Primeiro single do álbum novo. Começa com um baixo estalado e um riff de guitarra forte. Bruce canta em tons mais baixos e só entra com vocal agudo no refrão. Os solos são bem legais e a linha de baixo está bem marcante nessa parte. | |||||
| Two Minutes to Midnight – Um dos maiores clássicos da banda. O riff de Adrian Smith é marcante, um dos grandes momentos do álbum Powerslave. Desde o lançamento, em 1984, aparece em quase todos os shows. Os fãs sabem a letra decorada e cantam até os solos. Foi tocada no show de 2009 | |||||
| The talisman – Mais uma do álbum novo. Começa com uma introdução de violão, com levada celta. Tem duetos de guitarra bons para entoar junto. O problema é a letra. Muito grande e o refrão demora a aparecer. É uma aposta para divulgação do The final frontier, pois faz parte mais progressiva do CD | |||||
| Coming Home – Bruce Dickinson fala como é a experiência de pegar um avião e sair pelo mundo para tocar e depois voltar para casa. É uma semibalada, com refrão que faz o fã cantar junto. O solo de Dave Murray é muito bonito. | |||||
| Dance of death – Canção título do disco de mesmo nome, lançado em 2003. Na época da turnê Death on the road, que divulgava ese álbum, Bruce usava uma capa teatralizava a música, que tem várias partes e ritmos diferentes do heavy tradicional. Fala sobre rituais macabros, como o vudu. | |||||
| The trooper – Outro clássico dos clássicos. O ritmo cavalgado e a introdução são Iron Maiden puro, no auge. Apareceu no Piece of mind (1983) e foi eternizada no Live after death, ao vivo de 1985. Bruce sempre aparece com a bandeia inglesa | |||||
| The wicker man – Música que trouxe Bruce e Adrian de volta à banda, em 2000, no Brave new world. Abriu o show do Rock in Rio 3. Tem um refrão forte para o fã cantar junto. O riff de abertura lembra Judas Priest, outra banda gigante da Inglaterra. | |||||
| Blood Brothers – A canção está no Brave new world e foi feita por Steve Harris quando o pai dele morreu. Irmãos de sangue apareceu no Rock In rio 3 e vem sendo mantida em vários repertórios desde 2000. Tem levada de valsa e solos inspirados. Bruce vem dedicando aos japoneses mortos no terremoto e tsunami deste mês | |||||
| When the Wild Wind Blows – Grande momento do disco novo. Riff de abertura de Steve Harris acompanha a primeira parte da canção, de 11 minutos. O líder do Maiden se mostra preocupando com as guerras e a violência divulgadas na mídia, pergunta quem andou ouvindo essas notícias tristes e pede reflexão. | |||||
| The evil that men do - Uma das mais presentes nos últimos anos. Lançada no Seventh son of a seventh son (1988), tem introdução marcante e um refrão que todo fã sabe muito bem. Foi tocada nos shows de 2009 e é a única de um grande disco conceitual feito pela banda, narrando a história do sétimo filho do sétimo filho, o escolhido que tem o dom da cura e a antevisão) | |||||
| Fear of the dark - É o clássico mais recente da banda. Lançada em 1992, no álbum de mesmo nome, é figura carimbada em todos os shows desde então. A abertura, os solos e coros são entoados pelos fãs. Bruce aproveita essa música para colocar a plateia para cantar e dizer o famoso “Scream for me” | |||||
| Iron Maiden - Cartão de visitas de Steve Harris. Aparece no primeiro disco e é a canção mais tocada na história da banda. Eddie, o mascote trava duelos com os guitarristas. O refrão é inesquecível; “ Não importa onde você estiver, o Iron Maiden vai te pegar”) | |||||
| BIS: | |||||
| The number of the beast - A música mais famosa do grupo inglês. Six, six, six, The number of the beast é uma porrada. Muita gente começou a gostar do Maiden com essa música, que aparacia em programas de TV do País, no início dos ano 80, num clipe tosco. É contagiante. | |||||
| Hallowed be thy name - Está no The number of the beast e narra os último momentos de uma cara que vai para a forca. Tem tudo de Maiden nela. Riffs cortantes, duetos de guitarra fantásticos e uma interpretação sem igual de Bruce. Mais um clássico de Steve Harris | |||||
| Running Free - Canção do disco de estreia, de 1980, foi feita por Steve em parceria com o ex-vocal Paul Di’Anno. É metal quase punk, pegando o espírito da época. Está de volta ao bis. É difícil não cantar junto: “I’m runnig free, yeah!” | |||||
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Novo disco do Coldplay está quase pronto
O quinto álbum de estúdio do Coldplay está quase pronto.
Um post publicado no blog oficial da banda inglesa, Roadie #42, afirma que as músicas “estão germinando em direção à luz” e que “a banda já tinha uma ideia razoável do produto final desde o começo, assim como um escultor que vê a obra acabada e só precisa esculpir a pedra”.
O texto acrescenta que agora as “coisas” estão se desenvolvendo de forma notável e com ressonância emocional.
Fontes: GigWise e Terra
Josh Homme faz participação em novo disco do Arctic Monkeys
Apesar de já ter trabalhado com a banda antes – Josh contribuiu na produção de Humbug de 2009 – esta será a primeira vez que o líder do Queens Of The Stone Age “emprestará” sua voz. Josh faz backing vocal na faixa “All My Own Stunts”.
Segundo Alex Turner, vocalista do Arctic Monkeys, este disco trará um som diferente de seu antecessor. “Nós queríamos que dessa vez o álbum fosse baseado exclusivamente nas canções. Nós sempre tentamos não seguir essa linha antes, pois era uma coisa que já havia sido feita. Mas tem uma razão para esta fórmula ser considerada a estrutura clássica” disse.
Até o momento, só é conhecida uma música do novo Suck It and See . Chama-se “Brick By Brick” e é cantada em grande parte pelo baterista da banda, Matt Helders.
O quarto álbum da banda será lançado oficialmente em 6 de junho.
Fontes: Revista Q, Blitz e Vagalume
O Liberal: Entrevista com Adrian Smith
O guitarrista Adrian Smith falou com Filipe Faraon do jornal paraense O LIBERAL, com exclusividade. Confira a entrevista na íntegra!
A expectativa pela chegada da turnê The Final Frontier a Belém domina não só o público, mas também os integrantes do Iron Maiden. Em entrevista pelo telefone, o guitarrista Adrian Smith, 54 anos, demonstrou que a ansiedade pelo show não é exclusiva dos fãs. Ele se disse animado para conhecer o público da cidade, uma das poucas dessa turnê ainda nunca visitada pela banda, em 36 anos de estrada.
Quando o assunto é Brasil, integrantes da banda logo lembram as memoráveis apresentações nas edições brasileiras do Rock In Rio, tema citado com nostalgia por Adrian. Não é à toa que o país é um dos mais privilegiados nesta tour, com seis apresentações da banda. Só perde para Alemanha e Austrália, ambos com sete.
Um dos três guitarristas do Iron Maiden, Adrian é inseparável do vocalista, Bruce Dickinson. Entraram na banda na mesma época, no início da década de 1980, pouco antes de o grupo estourar mundialmente com o álbum The Number of The Beast. No início da década de 1990, saíram para lançar dois álbuns solo, e voltaram em 1999. Adrian participou da gravação dos últimos quatro CDs da banda, inclusive o aclamado The Final Frontier, lançado ano passado e base do repertório da atual tour.
Com linguagem coloquial e simpatia, diretamente do México, Adrian falou em entrevista exclusiva por telefone, ao repórter Felipe Faraon, sobre Grammy, o sucesso do novo álbum e lembrou seus tempos de fã da banda Deep Purple.
Você sabia que um grupo de fãs esperou uma fila de 15 horas até que os ingressos começassem a ser vendidos, em novembro?
Sério? Isso é espetacular.
Eles queriam ser os primeiros a comprar ingressos...
Isso é ótimo! Nunca tocamos em Belém antes, então estamos curiosos para ver. No resto do Brasil as reações, desde que tocamos no Rock In Rio, há 20 anos, têm sido fantásticas. Então, parece que vai ser um bom show, sabe?
Iron Maiden deve ser a maior banda a tocar em Belém. Isso faz o show ficar ainda mais especial para vocês?
Sim, é sempre excitante ir aonde você ainda não tinha tocado. Então, é claro que estamos animados. Estamos tocando em muitos lugares nessa turnê e pouquíssimos deles ainda não conhecíamos, e Belém é um deles. Estamos animados com isso.
Porque a banda toca em lugares fora do grande circuito, onde outras grandes bandas não costumam ir, como Indonésia, Cingapura e agora Belém?
Eu acho que as coisas estão muito diferentes e mudando rapidamente com a internet. As pessoas têm mais acesso a músicas e bandas. Acho que por isso Iron Maiden se torna mais conhecido. Nós estamos em um avião enorme, o Ed Force One, então somos capazes de chegar a esses lugares. E a gente sempre toca onde a gente sente que deve tocar. Quando surge uma possibilidade de tocar em um lugar diferente, a gente sempre leva em consideração a hipótese. Nós temos meios para ir até lá, nos divertir, então, você sabe, porque não tocar lá?
Em uma entrevista para a revista Roling Stone da Indonésia, Bruce Dickinson não pareceu muito empolgado por ter ganhado o Grammy este ano. Isso não significou nada para a banda?
Bem, para ser honesto, eu não sei bem... assistindo a cerimônia do Grammy a gente percebe que é tudo muito 'showbusiness', muito 'Hollywood', enquanto que Iron Maiden está a milhões de quilômetros de distância disso. Preferimos parecer uma banda real, cometemos erros, não somos perfeitos. Eu acho que as pessoas apreciam...(silêncio)... eu quero dizer, nada contra o Grammy, é legal ser reconhecido. Então, é, eu quero dizer, você sabe... por outro lado, muita gente vai dar importância ao Grammy e eu não vejo nada de errado nisso. Se, se, se...se isso faz as pessoas ficarem curiosas sobre a gente, então está ótimo.
Em uma mão vocês têm o Grammy, mas na outra, vocês estão no topo das paradas em 28 países. Imagino que isso signifique mais...
Sim, exato. É incrível.
E é o último álbum, e não uma coletânea de músicas antigas, que as pessoas estão ouvindo e adorando. O que isso significa para você?
Bem, a gente acha que é importante criar e tocar novas músicas. Pessoalmente, eu acho muito satisfatório escrever algo e ser criativo. Eu imagino que nós poderíamos sair em turnê e tocar nossas músicas antigas, o público provavelmente ficaria bastante feliz. Não queremos isso; queremos criar novas músicas, fazer novos shows e realmente continuar a nos desafiar.
Qual é a principal diferença entre os seus primeiros fãs, dó início da década de 1980, para os atuais, que vão para os shows hoje em dia? Há muitos jovens hoje; eles são diferentes dos jovens que iam aos shows de 30 anos atrás?
Bem, os jovens da década de 1980 ficaram mais velhos (risos). É verdade, temos muitos fãs jovens, o que é maravilhoso. Quem me dera que eu soubesse o segredo; eu iria engarrafá-lo e vendê-lo. Eu acho que parte do motivo é porque não há muitas outras bandas fazendo isso.
Por que será?
É muito incomum uma banda estar na ativa por tanto tempo quanto Iron Maiden, sabe, e continuar em turnês e manter o ritmo... E, eu acho que um monte de jovenzinhos que vêm aos nossos shows nunca estiveram em uma apresentação de rock antes, nunca viram alguém tocando solos de guitarra e nunca ouviram as melodias. Em muitas bandas que você ouve há uma atitude heavy metal e têm o som pesado, mas se você parar para ouvir nosso som, vai perceber que há muito de melódico.
Mas os fãs de hoje são, em algum aspecto, diferentes daqueles de muitos anos atrás?
Não. Eu lembro quando eu era criança e fui ver Deep Purple. Foi muito emocionante ver uma banda de rock e os caras tocando os instrumentos, muito legal. É isso que a juventude quer ver, ao menos é a única coisa que eu posso imaginar que eles possam querer. Com certeza não é pelas nossas aparências.
Vocês foram influenciados por Deep Purple, mas também influenciaram muitas grandes bandas como Dream Theater e Metallica. Como você se sente em relação ao fato de que o primeiro show que eles assistiram, quando jovens, talvez tenha sido o seu e agora eles contam histórias semelhantes à que você contou agora?
Pois é, estamos na estrada por um bom tempo, fazendo muitos shows em muitos países, para muita gente, o que acaba influenciando muita gente. Você nunca esquece o primeiro show que viu. Acho que as pessoas pegam essa inspiração para alimentar sua própria criatividade. Isso é ótimo.
Os fãs brasileiros devem estar curiosos de por que o país não vai aparecer no próximo DVD, enquanto que Argentina e Chile foram escolhidos. O que você diria a esses fãs, já que eles podem ter ficado com um pouco de ciúme? [Nota: no show de São Paulo Bruce Dickinson anunciou que o show no Brasil também estava sendo gravado para o DVD]
Bem, você sabe, nós já fizemos o Rock In Rio e não se pode fazer algo maior do que aquilo.
Fonte: O Liberal
Dave Grohl garante: “O rock não morreu”
“Só porque o rock and roll não é o número um no mainstream comercial não quer dizer que esteja abandonado. Não quer dizer que morreu. Tudo o que sei é o que o rock significa para mim. É algo vivo que vemos nos olhos de alguém”, defendeu o músico.
Sobre Wasting Light , o novo álbum do Foo Fighters, Grohl disse que tem canções que vão buscar a sonoridade do início de carreira da banda: “Há uma certa poesia em ser a banda que consegue esgotar o Estádio de Wembley mas também faz um álbum numa garagem… Para que ir para o estúdio mais caro com o maior produtor e usar o melhor equipamento? Onde está o lado rock and roll nisso?”.
Wasting Light estará nas lojas em 12 de abril.
Fontes: Billboard e Blitz
The Cure deve se apresentar no Brasil no fim do ano
O jornal Destak informou que o The Cure vai fazer uma turnê sul-americana com passagem pelo Brasil. A apresentação do grupo britânico pode acontecer entre setembro e outubro. Mais detalhes devem ser divulgados em breve.
A banda comandada pelo cantor e guitarrista Robert Smith fez enorme sucesso nos anos 1980. Emplacou nas paradas músicas como “Boys Don’t Cry”, “Close to Me” e “In Between Days”.
O Cure veio ao Brasil pela primeira vez ainda na época em que estava no auge, no final dos anos 1980. Na década seguinte, passou por aqui em 1996, quando foi uma das atrações do extinto festival Hollywood Rock.
O último disco de estúdio do grupo, 4:13 Dream, foi lançado em 2008.
Roger Waters e David Gilmour juntos em show surpresa
Segundo o NME, Waters afirmou que Gilmour irá aparecer durante a música “Comfortably Numb”, mas a data não foi anunciada. “Quando isso vai acontecer é um grande segredo”, disse.
Na mesma entrevista, Roger Waters deu a entender que esta turnê, na qual uma parede gigante ocupa todo o palco, será a última vez que protagoniza um espetáculo grandioso.
Fontes: NME e Blitz
Ozzy no Brasil: "Se sobreviver, já será uma surpresa"
Ozzy Osbourne concedeu uma entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (01) em um hotel de São Paulo. Além da satisfação por se apresentar mais uma vez no país, o Madman foi irreverente ao falar sobre o repertório dos próximos shows e aproveitou para alfinetar Justin Bieber e Lady Gaga. Confira abaixo os principais trechos da conversa com os jornalistas.
Idolatria dos fãs brasileiros
"Quando estou em casa eu só recolho cocô de cachorro. Mas, aqui entre vocês, eu sou um rei"
Possível mudança no repertório dos shows
"Faço música há 40 anos e tento escolher o que sinto na hora. Se eu colocasse todas as músicas que me pedem faria um show de cinco dias (...) Se eu sobreviver, já será uma surpresa"
Reunião com o Black Sabbath
"Possivelmente sim, mas eu não sei dizer quando".
Apresentação no Rock In Rio '85
"Eu me lembro bem, foi algo enorme, estávamos no maior palco. As pessoas aqui no Brasil amam música, são realmente apaixonadas. Sinto sempre essa paixão quando venho aqui, amo vir ao país".
Participação em Reality Shows
"Televisão é para preguiçosos (...) Fomos convidados para fazer apenas uma participação em 'The Cribs', e depois para fazer um programa que fosse uma extensão de 'The Cribs'. Tente ter uma câmera em sua casa 24 horas por sete dias da semana enquanto sua mulher tem câncer e seus filhos problemas com drogas. Você fica 'fucking' louco"
Declínio da indústria fonográfica
"Venho fazendo isso há 40 anos e vejo muitas mudanças. Agora há o lance dos computadores com a música. Mas sempre haverá espaço para shows ao vivo de Rock N' Roll. Hoje eu me divirto ainda mais".
Época de excessiva bebedeira
"Já não bebo e não fumo, os meus anos de festa foram incríveis. Hoje estou no controle da minha loucura. Tem muitos momentos que gostaria de apagar, mas eu não lembro deles"
Biografia 'Eu sou Ozzy'
"Não fui eu que a escrevi, apenas dei uma entrevista. O escritor diz que há material de sobra para outro livro, mas se eu fosse pôr minha vida inteira num livro ele seria desse tamanho"
Artistas da cena Pop atual
"Olha, eu não ouço Justin Bieber, não acho que ele estará aqui em 40 anos como estou hoje. Eu gostava da... Esqueci o nome daquela p.... Lady Gaga! Mas agora ela está chata pra c..."
O Príncipe das Trevas se apresenta neste sábado em São Paulo, na Arena Anhembi. A turnê brasileira ainda passará por Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
“Não tenho nenhum interesse! Só Rock n’ Roll”, diz Ozzy Osbourne
O cantor está no país para mostrar em cinco shows a turnê que promove o disco “Scream”, de 2010. Ozzy se apresentou em Porto Alegre na última quarta-feira (30) e canta ainda em São Paulo (2), Brasília (5), Rio de Janeiro (7) e Belo Horizonte (9).
Com mais de quarenta anos de carreira, o príncipe das trevas contou sobre alguns momentos de sua carreira, sua fase mais pesada e ainda disse sua opinião sobre alguns artistas atuais.
Confira a entrevista abaixo:
Com 40 anos de carreira, o que mais você quer fazer para se realizar?
“Quero fazer o que sei fazer, produzir discos. E mesmo com a indústria da música em declínio devido a internet, a facilidade de downloads, eu acredito na música, nos shows ao vivo”.
Essa é realmente sua última turnê?
“Não! Vou continuar a fazer shows mesmo morto”.
Você tem interesse em fazer algum trabalho em televisão? (atualmente Sharon, esposa do cantor, e Kelly Osbourne, filha, trabalham como apresentadoras na tv norte americana)
“Não tenho nenhum interesse! Só Rock n’ Roll. Dane-se a TV”.
Que recordação você tem do Brasil, na primeira vez que você se apresentou aqui no Rock in Rio em 1995?
“Me lembro perfeitamente, foi um dos maiores palcos da minha vida. Vejo que os brasileiros gostam de música e têm paixão por ela. Amo vir ao Brasil”.
Existe a possibilidade de você voltar ao Black Sabbath?
“Existe sim. Mas não sei quando”.
Qual o melhor e o pior momento de sua carreira? Algum momento você gostaria de apagar?
“Eu ter sobrevivido já foi importante, não bebo, não fumo e estou longe das drogas. Mas os “crazy years” foram inesquecíveis. Agora eu sei controlar minha loucura. Eu apagaria vários momentos, mas não me lembro”.
Por que você costuma escolher jovens para compor sua banda?
“Escolho amadores por que eles têm fome de crescer e ser campeões. Coisa que muitos artistas renomados não tem”.
Como conciliar a carreira de rock star e pai de família?
“Quando estou em casa só recolho merd* de cachorro, já no palco, sou o Rei. Sou um cara normal, e respeito meus fãs”.
Você acha que a música e o Rock em geral ficaram caretas?
“Não… Já fiz tanta coisa e com certeza tem espaço para o rock e para quem quer tocar. Mas não acho que Justin Bieber estará aqui daqui há 40 anos”.
Como foi a experiência no seriado The Ozzbournes, transmitido pela MTV americana? Você se arrepende?
“Começou com um episódio no “The Cribs” e logo veio a proposta do seriado. Mas isso me deixou louco, estavamos passando por momentos complicados, as crianças estavam com problemas com drogas, Sharon estava com câncer, e câmeras 24 horas por dia em casa. Fiquei louco”.
Para finalizar, Ozzy não adiantou nenhuma novidade sobre o repertório dos shows no país, mas os fãs podem aguardar uma surpresa a qualquer momento. Quando questionado sobre os artistas atuais, ele também foi bem direto na resposta: “Não ouço Justin Bieber. Uma época fiquei com a Lady Gaga na cabeça, mas hoje ela está chata. Ouço de tudo um pouco“, concluiu.
Para informações sobre o show de Ozzy Osbourne é só acessar o site da T4F.
Camila Vila Franca para Reduto do Rock
IRON MAIDEN EM RECIFE - mais notícias por Iuri Moreira
Está 99,9% certo de que a banda chega ao Recife neste sábado, entre 15h e 16h. De lá, eles seguem (provavelmente) para o Atlante Plaza.
Será que teremos cenas como estas novamente???
The Final Frontier Tour 2011 - São Paulo (Blog do MoreirA)
O tão esperado momento chegou! A nova turnê do Maiden está nas terras brazucas. Mais uma vez, o Ed Force One dá a volta ao mundo, desta vez com sua nova pintura (que ficou tão espetacular quanto à das duas pernas da Somewhere Back In Time 08/09).
A turnê brasileira começou em São Paulo, desta vez no estádio do Morumbi, para que os fatídicos acontecimentos no show de interlagos em 2009 não se repetissem. O movimento fora do estádio foi muito tranquilo, chegamos ao estádio por volta das dezesseis horas (por culpa do transito caótico da cidade) e entramos sem pegar nenhuma fila. Aos poucos o estádio foi se enchendo e a adrenalina foi tomando conta da multidão.
As 19:30 as luzes do estádio se apagam, anunciando a entrada do Cavalera Conspiracy, banda formada pelos irmãos Max e Igor Cavalera. Com uma intro bem estilo música do oriente médio a banda entra estourando os PA’s com músicas do seu mais novo trabalho, Blunt Force Trauma e também do já aclamado disco Inflikted. Mas o que todos queriam escutar eram as músicas do Sepultura. Refuse\Resist e na sequência Territory e no final do show Troops Of Doom e Roots Bloody Roots fizeram o Morumbi cantar e agitar em uníssono. Max agitou a plateia o tempo todo (e precisava?), incitando a multidão a abrir rodas enquanto a banda mandava porrada atrás de porrada. A banda termina o set ovacionada por todos os presentes que mataram a saudade dos irmãos Cavalera tocando juntos desde a época do Sepultura.
O trabalho frenético dos roadies começa a preparar o palco para a entrada da donzela. E aqui fica um ponto negativo para a produção. A divulgação dizia que o show começaria às nove e meia da noite. E eis que as luzes se apagam e Doctor Doctor começa a rolar nos PA’s meia hora antes do previsto, pegando muita gente que estava fora do estádio de surpresa.
Logo após Doctor Doctor, a longa introdução com os telões mostrando diversas cenas de Eddie culminando em uma explosão e a entrada triunfal da banda executando a música que deu o nome ao novo trabalho, Satellite 15... The Final Frontier. Sem parar para respirar, a banda já emenda El Dorado na sequência deixando os headbangers enlouquecidos. Primeira pausa e Bruce saúda a todos, anunciando 2 Minutes To Midnight. Na sequência vieram The Talisman e Coming Home, mais duas músicas do novo trabalho de estúdio. Dance Of Death é escolhida para representar o disco de mesmo nome e voltando aos clássicos, The Trooper.Após a execução de Wicker Man do Brave New World, Bruce faz um discurso comentando sobre as tragédias que assolaram o mundo recentemente e os acontecimentos que coincidentemente marcaram a passagem deles por Tóquio (O Ed Force One estava a 10 minutos do pouso quando o tsunami aconteceu) e Melbourne (um terremoto sacudiu a Nova Zelância, pais vizinhos à Austrália). Comentou também sobre as revoltas que estão acontecendo no oriente médio e terminou falando: “Não importa sua cor, sua raça ou sua religião, se você é fã do Maiden é parte da família. Somos todos irmãos de sangue” e dedicou a música Blood Brothers às vítimas destas tragédias. Simplesmente emocionante!
Seguindo o show, a longa When The Wild Wind Blows, demonstra bem o novo direcionamento progressivo da banda com seus onze minutos de duração, mas em momento algum deixando público cansado. The Evil That Men Do traz ao palco o Eddie Astronauta, que é sempre um momento de êxtase por parte do público; e logo após emendam Fear Of The Dark, levando o público a loucura!
O show chegava a seus momentos finais quando Iron Maiden começa a ser executada, e a grande surpresa da noite, pela primeira vez em toda turnê o gigantesco Eddie de oito metros de altura surge atrás da bateria de Nicko para a loucura completa do estádio. Como de praxe, a banda se despede e após alguns minutos, volta para executar o clássico dos clássicos, The Number Of The Beast. E seguindo o bis, veio Hallowed Be Thy Name, que geralmente é a música que fecha as apresentações. Esta deu lugar a Running Free, que há algum tempo não vinha sendo executada nos sets lists de turnês do Maiden.
Desta vez, a banda se despede de vez, deixando sempre aquela esperança de outra volta. Mas logo as luzes se acendem e a velha “Always look to the bright side of life” começa a tocar nos PA’s, anunciando mais um final de show da donzela e já deixando um gostinho de quero mais aguardando uma próxima volta ao Brasil.
A banda agora parte para o Rio de Janeiro, Belém, Recife e termina a perna brasileira em Curitiba.
P.S: Bruce também anunciou que os shows dessa turnê estão sendo gravados para um DVD e um CD ao vivo, portanto, façam bonito ai em Recife para entrarmos na gravação ok?
Um abraço e Up The Irons! \o/
Iron Maiden em Belém: É hoje!
O palco da "The Final Frontier World Tour 2011" simula uma estação espacial. O cenário inspirado na capa do disco homônimo é o lugar onde o astronauta da música "Satelite 15... The Final Frontier", primeira faixa do disco, relata o desespero da chegada da morte. No espaço, ele enfrenta a solidão e a angústia de não poder dar o último adeus. O satélite parece não funcionar e o comando da Terra não responde ao seu chamado. Enquanto o fim se aproxima, o homem preso no espaço vê flashes de sua vida. Aguarda a morte que não deixará rastros porque lá é a fronteira final.
Os números referentes ao palco que ambienta a narrativa dão a prévia do espetáculo. Na bagagem do Ed Force One, Boeing 757 pilotado pelo capitão e vocalista da banda Bruce Dickinson, traz parte da estrutura do show. 12 toneladas de equipamento de som, instrumentos musicais, amplificadores e cenário. O palco que está sendo montado desde segunda-feira terá mais de 360 metros quadrados e 12 metros de altura. O palco ainda terá um prolongamento de mais de dois metros que possibilitará aos músicos chegar mais próximo do público.
A recomendação do avanço frontal é do próprio Iron Maiden que enviou a planta do palco há três meses para Belém. As produtoras que organizam os eventos em cada cidade foram instruídas a montar o palco adequado ao cenário, à banda e ao mascote Eddie. Os ingleses não economizaram no cenário, canhões de luz, telões de LED e efeitos especiais. Flashes de cores quentes e frias dialogam com a pulsação das músicas e simulam no palco o que seria a visão do espaço sideral.
A produção do show envolve mais de 100 pessoas da equipe do Iron Maiden. Em Belém, mais 300 pessoas trabalham na montagem de toda a estrutura. Um trabalho realizado há quase uma semana, cerca de 24 horas por dia. "(O show do Iron Maiden) mostra que Belém pode entrar no cenário internacional dos grandes shows", observa o coordenador de produção do show em Belém, Kleber Martins. Segundo ele, o palco foi construído de forma a atender as exigências das apresentações musicais internacionais. "O público vai assistir o maior show que Belém já viu", promete.
A organização do evento garante um espetáculo seguro. A equipe de segurança será proporcional ao público. Área vip e pista estarão separadas por uma barricada que também separa o público do palco. Segundo a organização, o equipamento suportará a ansiedade dos fãs de chegar mais próximo dos ídolos. Quem comprou ingresso na área vip terá direito a buffet, mas também haverá venda de comida e bebida para pista e camarote. Os ingressos continuarão à venda amanhã. A bilheteria do Cidade Folia será aberta às 9h. Na central Bis da Av. Braz de Aguiar, as vendas se encerrarão às 14 horas.
Fonte: O Liberal
Brasília: Iron Maiden reúne 15 mil fãs!
Logo na primeira música, o recado para os fãs: "aê Brasília!", saudou Dickinson ao cantar The Final Frontier. E não parou por aí: a interlocução com o público teve destaque antes da balada Coming Home "É bom ver vocês de novo em Brasília. E o Final Frontier? Gostaram? Que tal irmos para casa?", brincou o vocalista com os fãs.
Bruce Dickinson, lembrou dos percauços durante a turnê. "Tivemos uma turnê interessante até aqui. Passamos por um tremor na Nova Zelândia e não pudemos tocar no Japão. Os fãs não nos viram, mas o pior foi a tragédia", lamentou Dickinson, que foi ovacionado pelos presentes.
O setlist foi o mesmo das outras apresentações e no show de Brasília, o Iron Maiden não apresentou o tão comentado Eddie de 8 metros. Será que o teremos em Belém, Recife e Curitiba?
CONFIRAM AS FOTOS DO SHOW DE BRASILIA por http://www.correiobraziliense.com.br
Whitesnake: vinda ao Brasil com o Judas Priest!
Sua voz ultrapassa a barreira da idade, mas você vai completar 60 anos...
Sim, em setembro. Vou celebrar com brasileiros loucos e festeiros.
Você vai ao Brasil?
Sim, América do Sul! Mudaram as datas, mas definitivamente, será na época do meu aniversário. Meu agente me odeia, eu acho (risos). Mas sim, vamos com o Judas Priest, será uma loucura. A última vez que fomos juntos, em 2005, deliramos.
Eles amam o Rock lá.
Sabe o que é mais incrível? Eles não cantam apenas as letras, mas até os riffs de guitarra.
Exato, cantam o tempo inteiro.
Ouvir o riff de “Crying in the Rain” (cantarola o riff) é algo surpreendente. É algo único na América do Sul.
Matéria original: Blog Van do Halen







































