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BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Lemmy não é “Deus” à toa… por RÉGIS TADEU


É inexplicável. Bem, pensando com um pouco mais de racionalidade, talvez não seja tão “inexplicável” assim o verdadeiro fascínio que a figura de Ian “Lemmy” Kilmister exerce em qualquer pessoa que ame o rock and roll. E quando escrevo “qualquer pessoa”, não estou sendo bondosamente genérico, mas afirmando categoricamente que não há um ser humano roqueiro sequer que: a) não tenha o devido respeito e paixão pelo Motörhead; b) que não considere “Lemmy” como uma espécie de divindade.
No fundo, é fácil e difícil – e desconcertante – ao mesmo tempo entender porque a figura de Lemmy suscita reverência. Para isto, é preciso deixar de lado os pudores politicamente corretos e encarar a verdade: no fundo, bem lá no fundo, todos nós queremos ser como Lemmy.
Buscamos obter o mesmo grau de respeito que a sua figura e suas palavras causam nas pessoas. Buscamos causar a mesma sensação que Lemmy propicia quando entra em qualquer ambiente, que é um silêncio que chega a ser ensurdecedor. Buscamos envelhecer como Lemmy – hoje com 65 anos de idade -, dono de seu próprio nariz e sem a menor intenção de agradar a quem quer que seja.
Com seu inseparável chapéu preto, roupas de coloração idem e as inacreditáveis botas brancas, Lemmy é uma versão roqueira e real do cowboy sem nome eternizado por Clint Eastwood no cinema. Para os adolescentes, ele é um personagem de histórias em quadrinhos – ou videogame, se preferir – que ganhou vida. E se o Motörhead existe há 36 anos é porque Lemmy comandou as coisas da maneira que leva a sua vida: integridade em relação a tudo aquilo em que acredita. Quer uma prova disto? Assista ao espetacular DVD Lemmy (49% Motherfucker, 51% Son of a Bitch) , cujo trailer você assiste abaixo: 

No show que presenciei sábado passado na Via Funchal, em São Paulo, noventa minutos transcorreram com uma rapidez supersônica. A famosa saudação de abertura de cada um dos shows que a banda faz – “Nós somos o Motörhead. E a gente toca rock ‘n’ roll” – já faz parte do panteão das grandes frases da história da música, recebida com o mesmo entusiasmo dedicado a qualquer um dos 438 clássicos do repertório do trio. E quando você é testemunha de uma apresentação que começa com uma dobradinha do naipe de “Iron Fist” e “Stay Clean”, é inevitável sentir certa vergonha ao ver a palavra “rock” associada a grupelhos formados por gente sem talento e sem um pingo de carisma – é, se você pensou nos Strokes, é a respeito deles que me refiro.
Ao lado de Lemmy estão o comedimento e exuberância sônica do guitarrista Phil Campbell – no show, há um “momento solo” em que ele desfila uma sucessão de notas surpreendentemente sublimes para o conceito ensurdecedor do trio. E atrás de ambos há a energia aparentemente inesgotável do baterista Mikkey Dee, cuja fúria ao tocar seu instrumento faz uma locomotiva desgovernada parecer um carrinho de supermercado com as rodinhas enferrujadas. Os dois formam os adereços perfeitos para a mitológica presença de palco de Lemmy, tocando seu baixo como se fosse um violão de acampamento e extraindo timbres que qualquer baixista daria o braço esquerdo para conseguir. É impossível ouvir canções como “Going to Brazil”,

“Ace of Spades” 

e “Overkill” 

e não chacoalhar o esqueleto como se estivéssemos tomando um banho gelado sentado em uma cadeira elétrica.
Certa vez, quando era editor da Cover Guitarra, fiz minha única entrevista com Lemmy, uma das melhores em toda a minha carreira como profissional da música. Quando terminamos as questões a respeito de equipamentos e de todos os assuntos a respeito do Motörhead, ficamos ainda um bom tempo conversando sobre outros assuntos, incluindo os motivos que nos levaram a gostar de Beatles, psicodelia dos anos 60 e 70, livros e… ABBA! Foi inacreditável: passamos uns bons minutos discutindo a respeito de qual foi o melhor disco do quarteto sueco. Suas observações eram tão impagáveis quanto difíceis de entender – Lemmy tem um dos sotaques mais indecifráveis do planeta.
Em outra ocasião, ao entrevistar Dave Grohl na época em que estava lançando o disco de seu projeto Probot, ouvi a frase que resume perfeitamente o que Lemmy realmente representa no imaginário de cada um de nós. Quando perguntei a ele sobre a participação do baixista no projeto, Grohl explicou como aquilo havia acontecido e encerrou com a seguinte exclamação: “Pau no c… do Elvis Presley! O rei do rock é o Lemmy!!!”
Macacos me mordam se ele estiver errado…
Veja as fotos do show do Motörhead em São Paulo:

sábado, 16 de abril de 2011

Motörhead começa turnê no Brasil neste fim de semana

por Carol Tavares Os fãs do rock pesado aguardam ansiosos pelo retorno do Motörhead ao Brasil. Neste fim de semana, a banda vem ao País para três apresentações da turnê 'The World is Yours', que começa em São Paulo e depois passa ainda por Curitiba e Florianópolis. A última passagem do grupo por aqui foi em 2009, quando ele esteve em Recife para o Abril Pro Rock.
Lemmy Kilmister e companhia não são os únicos do heavy metal a pisarem em terras tupiniquins. O Iron Maiden fez seis shows nos últimos dois meses. A última vez em que o Iron passou por aqui havia sido em 2009, com a divulgação do documentário 'Flight 666 – O Filme'. Agora, o País espera ainda por nomes como Mötley Crüe, Alice Cooper e até Metallica, que toca no Rock in Rio.
Os americanos do Mötley Crüe chegam este ano trazendo seu festival comemorativo de 30 anos de banda. O 'Crüe Fest' tem ainda o Buckcherry na abertura da apresentação. Já Alice Cooper chega no meio de 2011, passando por três cidades – Porto Alegre, São Paulo e Curitiba.
Para fechar com chave de ouro o ano dos metaleiros, pelo menos com os shows que se tem conhecimento até agora, o Metallica vem ao Brasil para tocar no festival Rock in Rio. A banda foi uma das primeiras atrações confirmadas do evento e sobe ao palco no mesmo dia que Slipknot, Coheed And Cambria e o próprio Motörhead!
O MotörheadFormado em 1975, por Lemmy Kilmister, o Motörhead influenciou diversos outros grupos, incluindo o próprio Metallica, de acordo com uma declaração do líder da banda – James Hetfield. O primeiro disco foi 'On Parole' e, de lá para cá, foram mais 20 álbuns inéditos, incluindo 'The World is Yours', do ano passado. Ele foi o primeiro a ser lançado pelo selo 'Motörhead Music', em associação com a EMI Music Services. A produção ficou por conta de Cameron Webb (Social Distortion, Silverstein, Pennywise e Strung Out).
Confira os serviços dos shows:
São Paulo:Data - 16 de abril
Local – Via Funchal
Preço – R$ 140,00 a R$ 250,00.
Curitiba:Data – 17 de Abril
Local – Master Hall
Preço – R$ 104,00 a R$ 204,00.
Florianópolis:Data – 20 de Abril
Local – Floripa Music Hall
Preço – R$ 150,00 a R$ 400,00.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Motörhead: pouco mais de uma semana para os shows no Brasil

Motörhead: pouco mais de uma semana para os shows no Brasil
Henrique Inglez de Souza em 07.04.2011 08:33

Imagem: Divulgação

Muito em breve, o Motörhead volta ao Brasil para sua nova turnê por aqui. Lemmy Kilmister (vocal, baixo), Phil Campbell (guitarra) e Mikkey Dee (bateria) divulgam seu novo álbum, 'The World Is Yours' (2010).

O trio passa por quatro cidades entre os dias 16 e 22 deste mês. Os shows são os seguintes:

São Paulo
Data: 16/04 (sábado)
Horário: 22h
Local: Via Funchal
Endereço: Rua Funchal, 65 – Vila Olímpia
Ingressos: R$ 250 (pista premium), R$ 140 (pista), R$ 180 (mezanino) e R$ 250 (camarote)
Vendas online: aqui

Curitiba
Data: 17/04 (domingo)
Horário: 19h
Local: Curitiba Master Hall
Endereço: Rua Itajubá, 143
Ingressos: a partir de R$ 94
Vendas online: www.diskingressos.com.br

Florianópolis
Data: 20/04 (quarta)
Horário: 22h
Local: Floripa Music Hall
Endereço: Rua Henrique Valgas, 40
Ingressos: R$ 150 (pista/3º lote), R$ 300 (pista Premium/3º lote), R$ 180 (área vip) e R$ 250-R$ 400 (camarote)
Vendas online: www.blueticket.com.br

Brasília
Data: 22/02 (sexta)
Horário: 21h30
Local: Ginásio Nilson Nelson
Endereço: Setor SRPN - Asa Norte
Ingressos: R$ 160 (pista/cadeira) e R$ 260 (premium)
Vendas online: www.livepass.com.br

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Foo Fighters divulga novo clipe


Vídeo da faixa “White Limo” conta com as participações de Lemmy Kilmister, do Motörhead, e Pat Smear; assista aqui
O Foo Fighters divulgou o primeiro clipe referente ao sétimo álbum de estúdio da banda, que chega às lojas no exterior em 12 de abril. O vídeo da faixa "White Limo" conta com as ilustres presenças do frontman do Motörhead, Lemmy Kilmister (como o motorista da limusine branca, veículo que faz alusão ao título da música), e de Pat Smear. O clipe foi rodado em estilo de gravação simples, meio caseira, com trechos engraçados, e mostra hilárias atuações dos integrantes do grupo e de Lemmy. A música, por sua vez, é bastante pesada, comprovando, pelo menos neste caso, o que Dave Grohl havia comentado acerca do novo álbum. Assista abaixo:


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Venda de ingressos para Rock in Rio é antecipada para maio


ingressos para Rock in Rio é antecipada para maio Segundo site do evento, entradas podem ser compradas a partir do dia 7/5.


Programada para começar em junho, a venda de ingressos para oRock in Rio foi antecipada para o dia 7 de maio, segundo o site oficial do evento, em nota publicada neste sábado (5).
A entrada para cada dia do evento custará R$ 190 (inteira) e R$ 95 (meia-entrada). Elas podem ser compradas pela internet e por postos de venda que serão divulgados em breve. O festival acontece entre 23 de setembro e 2 de outubro, com 108 atrações.
Em dezembro do ano passado, o primeiro lote de ingressos para o Rock in Rio se esgotou em pouco menos de um mês. Foram vendidos 100 mil Rock in Rio Cards. Katy Perry, Rihanna, Elton John, Coldplay, Metallica e Red Hot Chili Peppers são alguns dos artistas confirmados para o festival.
Fonte: G1

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Lemmy e o Motörhead - por KID VINIL




O novo álbum do Motörhead, The World Is Yours, vazou na rede em dezembro do ano passado e foi encartado como brinde na edição da revista inglesa Classic Rock no dia 15 de dezembro. Semana que vem, ele sai oficialmente em CD na Europa em em breve aqui no Brasil.
A essa altura, todos os fãs da banda já ouviram e certamente vão concordar comigo: 35 anos depois, o Motörhead continua o mesmo, igualzinho ao AC/DC, mantendo aquele ditado “em time que está ganhando não se mexe”.
Esse é o 20° disco da carreira do Motörhead, e mesmo assim, dignos do reconhecimento até das revistas de indie rock inglesas, como a Artrocker, que deu ao disco cinco estrelas. A crítica começa assim: “A única razão pra se juntar a uma banda de rock and roll é:  pegar mulheres, encher a cara, ficar chapado e nunca ter que trabalhar sentado numa cadeira. Se alguém te disser algo diferente, estará mentindo. A lenda viva desse mais decadente estilo de vida chama-se Ian Fraser Kilmister, também conhecido como Lemmy, líder da maior banda de rock and roll do mundo. Fazer uma crítica desse disco é como tentar reinventar a roda. Todo mundo sabe como eles soam e que nunca vão mudar. A pergunta é “será que eles conseguem se reinventar?”. Da música que abre o disco Born To Lose até a que encerra Bye Bye Bitch Bye Bye, a resposta é: sim!”
A guitarra de Phil Campbell, seus riffs e seus solos são um elemento chave na sonoridade do Motörhead desde 1984, quando ele se juntou a banda. Igualmente importante é a sessão rítmica da bateria de Mikkey Dee. Não se trata de uma banda antiga tentando reviver o passado. O Motörhead é um grupo bem sucedido e como um bom vinho, fica melhor com o passar dos tempos.
Lemmy tem uma das carreiras mais festejadas e cultuadas do rock and roll, e isso tudo está documentado no DVD “Lemmy – The Movie”, que sai na Europa no dia 24 de janeiro. Um documentário de quase duas horas contando sua trajetória desde os tempos que ele assistia aos shows dos Beatles no Cavern Club, depois se tornou roadie de Jimi Hendrix e foi até mentor de Sid Vicious.
Suas primeiras experiências com banda ficaram como clássicos do rock do final dos anos 60 e início dos anos 70. Um dos exemplos é o disco mais cultuados do final da década de 60, do instrumentista Sam Gopal, um dos pioneiros na arte de inserir a tabla no rock and roll. Até então os Beatles e a banda The Moody Blues, por exemplo,  também usavam esse tipo de percussão. Sam Gopal nasceu na Malásia e na década de 60 mudou pra Londres. Em 1968, montou sua banda com Lemmy na epoca ex-Rockin’Vickers, uma de suas primeiras bandas. No ano seguinte, lançaram o álbum Escalator, uma mistura de blues psicodélico com pitadas de melodias folk, nada demais além de um disco razoável, mas que com o passar dos tempos acabou ganhando um status e um certo culto por parte dos fãs de Lemmy.
Antes de montar o Motörhead, Lemmy experimentou uma das fases mais ácidas e criativas de sua carreira como baixista da clássica banda Hawkwind. Lá ele permaneceu de 1971 a 1975, na minha opinião a fase áurea e mais criativa do grupo. Quatro discos são essênciais dessa fase: In Search Of Space, de 1971,Doremi Fasol Latido, 1972, Space Ritual, 1972, e Hall Of The Mountain Grill, de 1974. Um dos hits dessa fase é a música “Silver Machine”, confira o vocal do jovem Lemmy e sua banda hiponga espacial performática no melhor estilo prog-psicodélico, o Hawkwind.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

MEMÓRIA DO ROCK IN RIO – AC/DC E O SINO DO INFERNO



http://www.rockinrio.com.br/memoria_acdc/
Vocês pediram e o segundo post da série MEMÓRIAS, publicada todas as quartas aqui no blog, irá contar uma história de bastidores da banda australiana AC/DC, que esteve no Rock in Rio em 1985.
Na ocasião, um “pequeno” detalhe, de 1,5 tonelada, quase inviabilizou a vinda dos roqueiros ao Brasil: o sino da canção Hell’s Bells. É que a verba do evento já estava completamente comprometida e o artefato, além de ser utilizado somente uma única vez em todo o show, precisaria ser transportado de navio por conta do peso, o que tornaria a operação ainda mais cara. No entanto, a banda não facilitou: os músicos afirmaram que não viriam para o festival caso o sino não viesse também. Sendo assim, a organização não teve escolha e arcou com as despesas de transporte do sino e, assim, garantiu a vinda da banda também.
O que ninguém podia imaginar – nem os irmãos Young, nem Roberto Medina – era que o sino seria pesado demais para o palco montado para o evento. No fim das contas, ele não foi utilizado no show, pois a estrutura do palco ficaria comprometida com 1.500 kg a mais que o previsto, e a banda não teve outra saída a não ser utilizar uma réplica cenográfica, feita de gesso. O badalo do sino foi disparado eletronicamente, num efeito especial.
Sino à parte, o AC/DC fez um show memorável e deu a sua tradicional badalada no início da música “Hell’s Bells”, mesmo que por meio de aparatos tecnológicos. Confira nesse vídeo feito na ocasião se o sino não parece mesmo de verdade:
Ouça esta e outras histórias aqui, no depoimento do próprio Roberto Medina:

Comentários


segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Atrações do Rock in Rio é fruto de pesquisa


Qual banda convidar? Qual artista está em alta? Essas é algumas das perguntas feitas pela vice-presidente do Rock in Rio, Roberta Medina




RIO - Qual banda convidar? Qual artista está em alta? Para quem está acompanhando de fora, pode parecer fácil definir a programação dos dois fins de semana de shows do Rock in Rio 4, que acontece em setembro de 2011, no Rio. Mas só quem trabalha para que o maior festival do Brasil atenda a todos os gostos pode dizer que o processo não é simples. Na Twintrevista desta quarta-feira, a entrevista que fizemos pelo Twitter com Roberta Medina, descobrimos que a equipe da vice-presidente do Rock in Rio recorreu até mesmo a uma pesquisa Ibope para descobrir quais são as tendências para o próximo ano.

- Costumo dizer que o processo é pouco romântico. Para um projeto que visa atender a um público de 600 mil pessoas, é fundamental entender o que o público quer. Por isso fizemos uma pesquisa Ibope que indica os artistas mais desejados - contou Roberta.

Mas não é só isso. Depois de escolhidas as atrações, não é só convidá-las. Ainda respondendo a pergunta de @eliseu_jr ("Como são escolhidas as atrações e as dificuldades das negociações?"), a vice-presidente do Rock in Rio comentou que a segunda parte do processo talvez seja o mais complicado:

- As dificuldades são se (os artistas e bandas) estão ou não em turnê e, se sim, se tem disponibilidade para as datas solicitadas pelo festival.

Twintrevista da Megazine com Robert Medina / Reprodução

Esse é um dos motivos de os nomes confirmados estarem saindo aos poucos. Durante e Twintrevista, @kelvilaca quis saber por que as atrações ainda não foram divulgadas.

- Elas serão anunciadas na medida em que os contratos forem sendo fechados. Até o início das vendas, em 1 de julho, todas já serão conhecidas - afirmou Roberta.

O Rock in Rio ainda não confirmou se vai ter uma noite Teen - como a de 2001, em que Britney Spears e Sandy & Junior foram as grandes atrações - e se haverá outros temas além de "Rock, Metal e Alternativo". Perguntas relacionadas ao assunto "estilo" foram enviadas por @ringmyalarm, @caiogarcia e @JoaoVictorRolin. Caio ainda quis saber se Lady Gaga e Justin Bieber são cotados:

- Não está garantido um dia totalmente Teen, mas é possível que, em um mesmo dia, haja atrações para toda a família - disse Roberta. - Estamos negociando com mais de 60 bandas. Quando elas forem definidas, ficarão decididos os estilos. Vamos atender a diversos públicos.

Herdeira de Roberto Medina, presidente do Rock in Rio desde 1985, quando lançou a primeira edição do evento sem imaginar que sua marca se tornaria uma das mais famosas do mundo (o Rock in Rio acontece também em Portugal e na Espanha), Roberta contou que serão abertas inscrições para quem quiser ser voluntário e trabalhar no evento. Ela confirmou também que o Rock in Rio vai acontecer de dois em dois anos, pelo menos até 2015. Pelo visto, a nova Cidade do Rock, que está sendo construída em uma área de 150 mil m², veio para ficar:

- A Cidade do Rock vai ser a grande surpresa e ponto alto do evento. Ela virou um grande parque temático da musica e do entretenimento. Terá montanha-russa, roda gigante, tirolesa, free fall, lojas, Espaço Moda, Rock Street e muito mais. Além disso, pela primeira vez, o Rio vai ter um espaço permanente para eventos ao ar livre que será ocupado pelo Rock in Rio de dois em dois, mas por muitos outros eventos também, além de servir de espaço para os atletas em 2016. 

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

HOJE 24/12 ANIVERSÁRIO DE LEMMY DO MOTORHEAD


Lemmy (nome artístico de Ian Fraiser Kilmister; Burslem, 24 de dezembro de 1945), também conhecido por Ian Fraiser Willis e Lemmy the Lurch, é um baixista e cantor inglês. Lemmy é conhecido por ser o fundador da banda de rock n' roll inglesa Motörhead. É adorado pelos seus fãs por sua postura roqueira, estilo de tocar e timbre de voz marcante. O apelido "Lemmy" é pela mania que Lemmy tinha de pedir dinheiro emprestado aos amigos (em inglês: - "lemmy a money").


Antes de ser músico, foi roadie do cantor e guitarrista Jimi Hendrix, tocou nas bandas Rockin' Vickers e Sam Gopal, sendo roadie da banda Hawkwind, onde ocupou o lugar do baixista que havia faltado no show - e deixado o instrumento na van da banda. Expulso da Hawkwind por ter sido detido noCanadá com anfetaminas, montou sua banda, originalmente chamada de Bastards, mais tarde chamada de Motörhead, a ultima musica de lemmy escrita para o Hawkwind que apareceu no lado B de seu compacto "King Of Speed, de 1975. Sua autobiografia, White Line Fever, narra sua carreira e os principais altos e baixos enfrentados pela banda. Atualmente Lemmy tem sofrido bastante com os shows do Motörhead, alega que está quase surdo, devido ao alto volume dos seus amplificadores.







Motorhead: confirmada apresentação em Brasília


Press-Release postado por Tadeu Salgado
VIA WHIPLASH

Com 35 anos de estrada, o MOTÖRHEAD se tornou um dos grupos mais emblemáticos do heavy metal. Ao longo da carreira, Lemmy Kilmister (vocal e baixo) – que foi roadie de JIMI HENDRIX  – Phil Campbell (guitarra) e Mikkey Dee (bateria) lançaram 27 discos e clássicos como “Ace of Spades”, “Bomber”, “Orgasmatron” e “Iron Fist”.
O prazer da banda britânica em tocar no Brasil foi declarado na canção “Going to Brazil”, do álbum 1916, lançado em 1991. Dois anos depois da sua última turnê no Brasil, o grupo volta para o lançamento do seu novo álbum: The World Is Yours. Pela primeira vez em Brasília, o grupo vai se apresentar dia 22 de Abril no ginásio Nilson Nelson. As vendas estarão abertas ao público a partir do dia 29/12.
SERVIÇO
MOTORHEAD EM BRASÍLIA
Única apresentação: Sexta-feira, 22 de abril de 2011
Horário: 22h00
Local: Setor SRPN - Ginásio de Esportes Nilson Nelson - Asa Norte
Vendas:
*Bilheteria oficial sem taxa de conveniência: Brasilia Shopping SCN Qd. 05 Bloco A Piso G1 - Brasília – DF – Central de Ingressos. Horários:segunda à sábado das 10h às 22h / domingo das 14h às 20h
*Internet: www.livepass.com.br
*Call Center: 4003 1527
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 anos a 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); a partir de 16 anos: permitida a entrada (desacompanhados).
Realização: Parkshow e Top Link
PREÇOS DOS INGRESSOS
Pista/Cadeira – (1º lote) R$ 80,00 (meia) R$ 160,00( inteira)
Pista Premium - (1º lote) – R$ 130,00 (meia) R$ 260,00 (inteira).

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O Metal é Um Só: Pela Unificação do Público

Matéria de Marcos Garcia no Whiplash!

Nascido em 1970, sendo que ouve Rock desde os 5 anos e Metal desde os 13, se dedicando ao Heavy Metal e Rock e todas as suas vertentes. Bacharel e Licenciado em Física, baixista, professor, escritor e colaborador de sites e zines, aprecia todas as subdivisões de Metal, tem sempre carinho pelas bandas nacionais mais jovens e desconhecidas, e acredita no Underground como forma de cultura alternativa à regras sociais tradicionalistas. Sem perder suas raízes, calcadas em Iron Maiden, Black Sabbath e Mercyful Fate/King Diamond, ouve de Bon Jovi a Marduk, de Jethro Tull a Angel Corpse.

Há muito tempo é visto entre os bangers um fator fato inusitado, mas que ao mesmo tempo, é muito, muito triste, já denunciado por vários autores de artigos nos veículos de mídia especializados em Metal e Rock: a incapacidade da cena brasileira realmente poder usufruir de seu potencial comercial.
Quando é citado o termo ‘potencial comercial’, quer pura e simplesmente dizer que o Metal no Brasil dá dinheiro, gera recursos, pois se assim não fosse, não existiriam revistas e sites especializados. Para que o ‘amor ao Metal’ seja viável e possa ser aplicado, é necessário que exista dinheiro, e muito.
Porque é assim? Simplesmente ninguém conseguiria ter tempo de se dedicar ao estilo com contas a pagar e famílias a sustentar. Trabalhar e se dedicar ao estilo como ele realmente merece não é viável.
O Metal tanto dá dinheiro que todas as versões do Rock in Rio tiveram uma noite exclusivamente dedicadas a grandes astros do estilo. Se não fosse assim, o empresário Roberto Medina jamais trocaria músicos de expressão no Brasil como Ivete Sangalo ou outros de cunho mais Pop como George Michael por bandas como AC/DC, MEGADETH, QUEENSRYCHE, JUDAS PRIEST, HALFORD e IRON MAIDEN. Isso é óbvio!
Se há esta noite, é porque há público e dá lucro, e o detalhe mais importante: nas versões I, II e III, foi na noite do Metal que sempre se deu maior concentração de público, tanto que na I e na II, foram em dias ruins da semana (no I, na quinta-feira, se não me falha a memória, e no II, na quarta-feira. Este eu posso afirmar, pois estava lá), pois pouco se fazia fé no estilo, mas no III, foi no domingo.
Sou um dos denunciantes de alguns desses aspectos, e já tratei do descaso do banger brazuca com as bandas daqui (paga 300 no morto-vivo IRON MAIDEN  rindo, mas não quer pagar 20 em um show daqui, dizendo ser ‘caro’) em outro artigo. Neste, enfoco outro grave problema: a subdivisão do público.
É algo insano, inconcebível, ver um bando de paspalhos trocando ofensas porque um curte Power Melódico e o outro Death Metal. Mas ambos não são estilos de Metal? Ambos não são descendentes diretos do mesmo BLACK SABBATH? E o que há de ruim em ambos os estilos? NADA! Ambos são bons à sua maneira, com suas particularidades, sendo a mesma leitura do Metal, apenas por enfoques diferentes.
Cada subdivisão do Metal deveria ser apenas classificatória, e nunca deveria gerar divisão de público. Mas estranho que estes mesmos que discutem sobre esta ou aquela subdivisão, estarão juntos no Rock in Rio, aceitando que existam bandas diferentes. E não creio que alguém vá lá ficar parado como uma múmia quando o MOTORHEAD subir ao palco e detonar, o mesmo valendo para o falido METALLICA.
Antes, lá nos anos de 86-87, o público daqui era, apesar de algumas idiotices, bem mais fechado com as bandas nacionais do que hoje, e ouvia todas as subdivisões sem preconceitos. O mesmo cara ouvia HELLOWEEN, MANOWAR, RUNNING WILD, KREATOR, SODOM, POSSESSED, e tantos outros. Só o Hard Rock da Califórnia ficava de fora da festa, pois era estigmatizado como False Metal por muitos.
Esta é uma lição daquela geração para auxiliar o público de hoje...
Há uma verdade que deve ser dita: não há subdivisão ruim no Metal. Todas são boas, todas ótimas e todas com algo a dizer a todos os bangers. E todas com bandas ótimas e bandas ruins, tanto no exterior quanto aqui. Basta ao banger ouvir sem preconceitos pré-estabelecidos, já que existem muitos dogmáticos e evangelistas tentando doutrinar as pessoas nessa ou naquela subdivisão como a melhor, como a mais real. Se alguém me diz que não gosta de banda A ou B, eu aceito sem problemas e sem pedir explicações, pois gosto é algo particular e que não se explica. Mas jogar um estilo de Metal inteiro fora é algo impensável, que ante de ser um sacrilégio, é um ato de burrice assumida, digna de um quadrúpede comedor de capim.
Ou seja: deixem de ser alienados, ouçam a banda, sem pensar se é desse ou daquele estilo, pois pode estar perdendo algo pelo qual busca a tempos e não sabe.
E viva o Metal Unido!

Guitarrista do Motörhead vai escrever livro com histórias da estrada


Durante uma entrevista ao site RadioMetal.com, Phil Campbell, do Motörhead, falou de alguns dos projetos que tem pela frente. Sobre a banda, cogitou que eles poderiam gravar um disco de covers, embora não seja algo que vá acontecer tão cedo.
"Nós fazemos vários [covers]", justificou. "Já tocamos 'Cat Scratch Fever' [Ted Nugent], já tocamos 'Shoot 'Em Down', do Twisted Sister, 'Hellraiser', do Ozzy Osbourne, 'God Save the Queen', do Sex Pistols, 'Rockaway Beach', dos Ramones, e muitos outros. Mas esse álbum é apenas uma ideia para o futuro. Nós ainda não sabemos quando o faremos".
Campbell também falou do livro que começou a escrever. "Estou fazendo o meu livro neste momento. Ele terá várias histórias engraçadas. É um livro sobre todas as besteiras inacreditáveis que acontecem na estrada [risos]. Coisas engraçadas! Não será sobre a minha vida. Isso é chato! Ainda não sei quando será publicado. Comecei agora, mas acho que podemos esperá-lo para daqui a uns três anos".
O Motörhead tem duas visitas ao Brasil agendadas para o ano que vem. Em abril, a banda passa por São Paulo, Curitiba e Florianópolis. Em setembro, eles voltam ao país e são uma das atrações do Rock in Rio.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Megadeth: Dave Ellefson elege os 10 álbuns de 2010


Mais um final de ano se aproxima, e com isso vem as já tradicionais (e muitas vezes controversas) listas de "melhores do ano". O autor da lista dessa vez é o baixista do MEGADETH, David Ellefson.
A pedido da Roadrunner, Ellefson fez sua lista, que você confere a seguir:
10 - Motörhead - The World Is Yours
9 - Avegend Sevenfold - Nightmare
8 - Therion - Sitra Ahra
7 - Soulfly - Omen
6 - Pantera - A Decade of Dominance
5 - Halford - IV, Made of Metal
4 - Disturbed - Asylum
3 - Accept - Blood of the Nations
2 - MEGADETH - Rust In Peace Live
1 - The Big Four: Live From Sofia, Bulgária
Confira  listas de outros músicos no site da RoadRunner Records.
Fonte desta matéria: Roadrunner Records

Confira a agenda de shows internacionais no Brasil até maio de 2011

GUSTAVO BRIGATTI
A sensação é de termos sido descobertos novamente. Em espaços de tempo cada vez mais curtos, eles começaram a desembarcar por aqui, de norte a sul. Mas em vez de portugueses maltrapilhos em naus, agora são estrelas milionárias da música pop internacional. Se 2010 consumiu a poupança de muita gente, 2011 – que nem começou – promete ser ainda mais guloso.

Os fatores que tornaram o Brasil uma parada atrativa e quase obrigatória para músicos gringos em turnês mundiais são conhecidos, mas apenas agora se consolidaram para formatar esse cenário ideal. O primeiro deles foi a queda vertiginosa das vendas de CDs, que vem obrigando os artistas a fazerem mais shows – o que por sua vez significou esticar viagens até lugares antes visitados apenas dentro de grandes festivais ou no ocaso de suas carreiras, como a América Latina.

Ao mesmo tempo, com a segunda metade da década sendo especialmente cruel com as economias dos EUA e da Europa, o dólar em baixa facilitou a negociação de contratos antes impraticáveis – incluindo artistas novos (Kate Nash, Vampire Weekend), que estão em alta (Shakira, Slash) ou que virão pela primeira vez (Amy Winehouse).

– Nosso país se tornou um dos maiores consumidores destes shows porque conseguiu superar bem a crise, ao manter uma economia estável já há alguns anos – explica Cláudia Ferreira, coordenadora de programação artística da Opus Promoções.

Mas há outros fatores de ordem interna além da economia estável e do aumento do poder de compra da população – que esgota prioritariamente os melhores e mais caros ingressos .

– Podemos incluir aí a capacidade do nosso país em poder sediar grandes shows em mais de três ou quatro cidades, o que é difícil em países da Europa – aponta João Paulo Affonseca, diretor da Mondo Entretenimento.

Uma rápida olhada no calendário de shows dos últimos três anos e dos já acertados para 2011 comprova o que Affonsenca diz: além das praças tradicionais da região Sudeste (São Paulo e Rio, principalmente), localidades do Sul, Centro e Nordeste são contempladas com frequência cada vez maior por nomes como Alanis Morissette, Placebo e Iron Maiden.

– Hoje, somos capazes de realizar qualquer produção no Brasil – garante o diretor da Mondo.

A coisa anda tão fácil que, quando não há interesse por parte dos grandes grupos, são os próprios fãs que se mobilizam para trazer o artista. O ajuntamento carioca Queremos é o maior e melhor exemplo dessa prática. Espécie de site coletivo de compras de shows, eles já levaram para o Rio de Janeiro gente que estava em turnê pelo Brasil mas não passaria pela Cidade Maravilhosa, como Miike Snow, Belle & Sebastian e Vampire Weekend.

O sistema é simples: identificada a possibilidade de realização do show em questão, levantam-se os custos para trazê-lo e sçao estabelecidas cotas em valores acessíveis a serem divididas entre os entusiastas. Quem compra dessa primeira leva necessária para garantir o espetáculo tem direito posteriormente a reembolso proporcional à venda de ingressos.

– Vimos que existia um mercado e que o sistema que propunhamos funcionava. Agora, a ideia é expandir para outras cidades do Brasil – afirma Bruno Natal, um dos responsáveis pelo projeto Queremos.

 
Legendacorra para a primeira fila – ou fuja pela saída de emergência
***** Imperdível peça demissão, venda um órgão, faça qualquer negócio para assistir
**** Tem de ir a não ser que seja o dia do seu casamento...
*** Pague para ver apostas que podem vir a surpreender
** Encarável mas apenas se não houver nada melhor pra fazer
* Numa boa, mas nem de graça



JANEIRO

AMY WINEHOUSE *****
Dias 8, Florianópolis (Summer Soul Festival, Pacha); 10 e 11, Rio de Janeiro (HSBC Arena); 13, Recife (Centro de Convenções de Pernambuco); e 15, São Paulo (Arena Anhembi).
Pró: uma das maiores divas do pop do novo século reinicia sua carreira de shows no Brasil após três anos de hiato.
Contra: com um histórico de abuso como o dela, não é difícil imaginar que Amy não consiga terminar o primeiro show – ou sequer começá-lo.

VAMPIRE WEEKEND ***

Dia 29, Praia de Xangri-lá (Jimbaran/ Meca Festival); e em fevereiro nos dias 1º, São Paulo (Via Funchal), e 3, Rio de Janeiro (Circo Voador).
Pró: um do expoentes do novo rock, foi o queridinho da mídia especializada no início da década.
Contra: pega bem saber cantar pelo menos um hit deles – ou pelo menos fingir que sabe.


FEVEREIRO

PARAMORE ** 

Dias 16, Brasília (Ginásio Nilson Nelson); 17, Belo Horizonte (Chevrolet Hall); 19, Rio de Janeiro (Citibank Hall); 20, São Paulo (Credicard Hall); e 22, Porto Alegre (Teatro do Bourbon Country).
Pró: a vocalista, Hayley Williams, continua uma gata.
Contra: a banda já anunciou que vai se separar logo após a turnê pela América Latina. Logo, é bom não esperar lá grandes coisas.

BACKSTREET BOYS *
Dias 18, Recife (Chevrolet Hall); 20, Brasília (Ginásio Nilson Nelson); 23, Belo Horizonte (Chevrolet Hall); 25, Rio de Janeiro (Citibank Hall); e 26, São Paulo (Credicard Hall).
Pró: se você é uma garota que ainda não superou a adolescência, sorria!
Contra: se você namora uma garota que ainda não superou a adolescência, chore!

CYNDI LAUPER **

Dias 19, Belo Horizonte (Chevrolet Hall); 20 e 21, São Paulo (Via Funchal); 23, Recife (Chevrolet Hall); 25, Rio de Janeiro (Citibank Hall); 26, Florianópolis (Floripa Music Hall); e 27, Porto Alegre (Teatro do Bourbon Country).
Pró: perfeito para quem ainda vive nos anos 1980.
Contra: ela insiste em músicas com menos de 20 anos.

KATE NASH ***

Dias 24, Rio de Janeiro (Circo Voador), e 25, São Paulo (HSBC Brasil)
Pró: primeira turnê brasileira da inglesinha indie de cabelos ruivos e voz anasalada.
Contra: tente encontrar outro hit além de Foundations ou torça para ela repetir a música.


LCD SOUNDSYSTEM ****

Dia 20, Porto Alegre (sem local definido)
Pró: a banda é apontada por especialistas como a pioneira em fundir rock com eletrônica na virada do século.
Contra: se você não for um especialista, tenha um plano B.

MARÇO

SHAKIRA *****

Dias 13, Porto Alegre; 16, Brasília; e 19, São Paulo (sem locais definidos).
Pró: a colombiana volta ao Brasil 13 anos depois de sua única turnê por aqui, agora transformada em estrela mundial.
Contra: o público acompanhou o crescimento de sua musa e é ainda maior e mais ruidoso – prepare-se para passar sufoco.


IRON MAIDEN ***

Dias 26, São Paulo (Estádio do Morumbi); 27, Rio (HSBC Arena); 30, Brasília (Ginásio Nilson Nelson); e em abril nos dias 1º, Belém (Parque de Exposições); 3, Recife (Parque de Exposições); e 5, Curitiba (Expotrade).
Pró: os vovôs do heavy metal ainda mandam muito bem ao vivo e não esquecem dos clássicos no repertório.
Contra: músicas novas tomam espaço demais, o que pode desagradar aos puritanos.


OZZY OSBOURNE **** 

Dia 30, Porto Alegre (Gigantinho), e em abril nos dias 2, São Paulo (Arena Anhemi); 5, Brasília; 7, Rio de Janeiro (Citibank Hall) e 9, Belo Horizonte (Mineirinho).
Pró: um dos criadores do heavy metal vem pela primeira vez a Porto Alegre e tocará músicas do Black Sabbath.
Contra: nada de morder morcegos, comer pombas ou cheirar carreiras de formigas desta vez.

ABRIL

SLASH **


Dias 6, Rio de Janeiro (Circo Voador); 7, São Paulo (HSBC Brasil); e 8, Curitiba (Curitiba Master Hall).
Pró: o guitarrista desperta nostalgia até em quem não viveu o auge do Guns N’Roses.
Contra: sem Axl, ficou claro que Slash não nasceu para protagonista – e ele nem sempre acerta na escolha dos parceiros.



U2 *****

Dias 9, 10 e 13, São Paulo (Estádio do Morumbi).
Pró: é a chance de ver mais um espetáculo do último gigante do pop mundial.
Contra: boas canções terminam encobertas pela megalomania do show.


ROXETTE **

Dias 12, Porto Alegre (Pepsi On Stage); 14 e 19, São Paulo (Credicard Hall); 16, Rio de Janeiro (Citibank Hall); e 17, Belo Horizonte (Chevrolet Hall).
Pró: é a chance de relembrar as reuniões dançantes da adolescência.
Contra: se você era daqueles que se davam mal nas reuniões dançantes, melhor nem passar em frente.

MOTÖRHEAD ****


Dias 16, São Paulo (Via Funchal); 17, Curitiba (Master Hall); e 20, Florianópolis (Floripa Music Hall).
Pró: Lemmy é uma lenda viva do metal, e vê-lo ao vivo é sempre uma experiência.
Contra: os shows do Motörhead costumam ter mais concentração de testosterona do que a parada de 7 de Setembro.

MAIO

BLACK LABEL SOCIETY ***
Dia 6, Porto Alegre (Opinião).
Pró: ex-parceiro de Ozzy, o guitarrista Zakk Wylde continua dando boa reputação ao metal em sua carreira solo.
Contra: quem não é fã pode ficar um pouco perdido num repertório que não contempla hits de novelas.
ZERO HORAhttp://www.clicrbs.com.br/especial/sc/atlantida-fm

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