BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Sudden Death - música nova do MEGADETH


Conforme já noticiado, Dave Mustaine preparou uma nova música do MEGADETH chamada "Sudden Death" especialmente para o jogo "Guitar Hero: Warriors Of Rock" que foi oficialmente lançado hoje. Para vencer o jogo, após o jogador ter passado por todo os estágios, "Sudden Death" terá que ser tocada. Confira a música em MP3 pelo iTunes, ou ouça no player abaixo



SOUNDGARDEN: RELEASE E VÍDEOS DE SHOW NO STUDIO PARAMOUNT 27/09/10

Guitar Hero: Warriors Of Rock w festa de lançamento / Soundgarden @ Studio Paramount - 09/27/10

Fontes:
Whiplash
Blabbermouth.net 
Blog: YouTellConcerts.com

Traduzido por Nathália Plá


A lenda recém-reunida do grunge, SOUNDGARDEN, fez um show especial ‘secreto’ na noite de segunda-feira, 27 de setembro, no evento exclusivo da Activision de lançamento do Guitar Hero: Warriors of Rock nos fundos da Paramount Studios em Los Angeles, California. Os convidados tiveram uma experiência memorável quando o galpão se transformou em uma festa de quarteirão em Nova Iorque e surgiu uma réplica da histórica locação da CBGB para uma mistura única de música, arte, comida e diversão, culminando com uma performance especial “única” de uma das bandas de rock mais influentes de todos os tempos, o SOUNDGARDEN.
O setlist do SOUNDGARDEN foi o seguinte:

01. Hands All Over
02. Spoonman
03. Rusty Cage
04. Outshined
05. Burden In My Hand
06. Black Hole Sun
07. Black Rain
08. Gun
 Foi o dia mais quente já registrado na cidade de Los Angeles, CA (113 graus Fahrenheit) e estava prestes a ficar mais quente!  Soundgarden fez um show secreto no Paramount Studios em Hollywood para celebrar o lançamento de seu novo álbum "Telephantasm" eo lançamento do novo jogo Guitar Hero "Warriors Of Rock".
A performance teve lugar na cidade do estúdio de Nova York em uma pequena barraca em que foi feito para se parecer com Nova York CBGB boate. A night club that was a staple for emerging punk artist from the late 70s till it closed in 2006. A boate, que foi um grampo para emergentes artista punk do final dos anos 70, até que se encerrou em 2006. The entire theme was very cool and added a lot to the atmosphere of the party. Todo o tema foi muito legal e acrescentou muito para o clima de festa. The tent was air conditioned, but nonetheless, was still a sweet box. A tenda era o ar condicionado, mas mesmo assim, ainda era uma caixa de doces.
Eles tocaram 8 músicas, que incluiu hits como "Spoonman", "Burden In My Hand" e "Black Hole Sun". Eles também tocaram seu novo single "Black Rain". Ficou de fora de a canção de seu novo álbum. ("Far Beyond The Wheel", foi cortado do jogo devido a limitações de tempo).
Antes de tocar "Black Rain" Chris Cornell explicou que não tinha praticado a canção muito.  Ele também informou ao público que esta foi a primeira vez que tinha tocado a música ao vivo e pode muito bem ser a última.
Eu pessoalmente achava que a música soou bastante bom e apto como todas as outras canções que o grupo actuou neste show.

Considerações finais: Eu sou mais do que felizes em finalmente ver ao vivo Soundgarden No entanto, houve alguns problemas de áudio!.  vocais de Chris não foram devidamente mista, devido ao local, por isso tornou um pouco difícil para desfrutar plenamente a sua voz.  Eu tenho visto várias vezes Chris Cornell e sei que ele é capaz de muito melhor do que o que se ouviu neste concerto.  No entanto, esse show foi o primeiro show e eu não posso esperar para ver o Soundgarden novamente! Esperando por um tour 2011 :)

Filmagem feita por um fã do show pode ser vista abaixo (cortesia de Christy Borgman).




quarta-feira, 29 de setembro de 2010

BAILA COMIGO

FESTA TEMÁTICA

E enfim estamos fazendo a festa que mais gostaríamos de fazer. O projeto "BAILA COMIGO" está iniciando-se muito ao gosto de pessoas que sofrem por um espaço para o seu entretenimento. Para a realização da festa, a produtora Sertão Pop, em parceria com a OK Produções, Mônica Vitoriano Produções e o Crato Tênis Clube, uniram-se com um único propósito, o de proporcionar a alegria, o encontro, o saudosismo e o encantamento da boa festa, da boa música e de tudo o que envolve nesse momento de descontração e de revitalização da curtição. Aliás, curtição, um termo muito usado por quem já tem acima de 30 anos, é o que não vai faltar na festa. Pretendemos inicialmente fazer um evento que tenha a nossa cara, com bandas locais e dentro do espaço mais tradicional do Cariri, o majestoso Crato Tênis Clube. Pretendemos continuar e intensificar essa parceria e nas próximas edições, quem sabe, mesclar os nossos artistas com outras bandas do Brasil, que se identifiquem com a nossa proposta. Somos muito gratos aos nossos importantíssimos patrocinadores que sentem junto conosco a necessidade de acontecerem eventos de valorização da boa música, do bom convívio entre as pessoas e de proporcionar espaços e festas de alto nível na nossa região. A preservação da nossa história, música, moda, gírias, modo de conviver, dança, etc, será o grande diferencial da festa "BAILA COMIGO". Será através desse evento que, para as outras edições, pretendemos nos inspirar na constante busca de melhorar e de tornar a festa tão tradicional quanto são o já conhecido "CARNAVAL DA SAUDADE", o baile do "PRETO E BRANCO", em Juazeiro do Norte, e tantas outras festas que tínhamos por aqui. O "BAILA COMIGO" é um evento de fantasia, momento para extravasar as nossas alegrias e ao mesmo tempo de mostrar que temos sim como fazer acontecer eventos que não sejam como a mídia atual quer. Sabemos o que é bom, sabemos apreciar o belo e somos da paz, da alegria e gostamos de viver bem.
Assim, convidamos às pessoas que querem viver esses momentos, a chegar junto com todos da produção, do Crato Tênis Clube e principalmente valorizando os nossos patrocinadores que são realmente os verdadeiros mantenedores da nossa alegria. Venha, traga sua alegria e energia. Venha com trajes de época (não obrigatório), assim certamente a festa será mais bonita.
Queremos agradecer, de coração às seguintes empresas: (e aos seus proprietários, claro)
- CITROEN - do nosso companheiro Junior.
- G7 CONSTRUÇÕES - do prezado empresário Guedes.
- ACPP - do nosso amigo Josean
- CANUTO IMÓVEIS - de Juazeiro, agradecendo ao amigo Fagner Canuto
- CARTÓRIO DO 5º OFÍCIO, do incansável amigo Teófilo.
- CARIRI MOTOS - nossa querida companheira Alciony
- LABORATÓRIO PAULO CARTAXO do estimado André Barreto
- DROGARIA CARIRI E CARIRI MEDICAMENTOS - dos grandes empresários Freire e Socorrinha
- PROGRAMA MULTIMÍDIA do prestigiado Marcelo Fraga
- PREFEITURA MUNICIPAL DO CRATO, com o Prefeito Samuel Araripe sempre nos apoiando
- SESC CRATO - na pessoa fantástica que é a Carla Vanessa.
- CRATO TÊNIS CLUBE - obrigado ao companheiro Danja, sempre parceiro das nossas produtoras.


terça-feira, 28 de setembro de 2010

Nick Mason: torcendo por uma reunião do Pink Floyd




Roger Waters está atualmente revivendo "The Wall" do Pink Floyd em tournê, e o guitarrista David Gilmour se uniu a ele no palco recentemente. Agora o baterista do Floyd, Nick Mason diz que ele gostaria que o grupo fizesse sua última reunião.
Em uma entrevista para o Sky News, Mason disse que os membros sobreviventes do grupo não estão realmente prontos, mas completou que seu relacionamento agora está "relativamente maduro."
Pink Floyd se reuniu em 2005, quando o tecladista Rick Wright ainda estava vivo, e o baterista torce para que isso tenha preparado o terreno para o que mais vier. "Nós tocamos no Live 8, que espero que seja um modelo do que poderíamos fazer novamente," Mason disse. "Poderia ter sido ainda melhor se nós tivéssemos realmente mantido como algo a ser usado para o bem. Eu acho que aquela poderia ser uma ótima forma de encerrar a existência do Pink Floyd... apenas fazendo um show pelas razões corretas."



Rush: matéria com o grupo na Rede Record de Televisão


A Rede Record de Televisão  mostrou em seu programa "Hoje em dia" uma matéria com o Power Trio mais competente do Rock, o Rush. Na matéria, a repórter vai a um show da banda em Washington DC, EUA, e nos brinda com os bastidores do show e o que podemos esperar para os shows da banda no Brasil (8 de outubro - Morumbi/SP e 10 de outubro - Apoteose/RJ), além de entrevistar o Alex Lifeson e o Geddy Lee, fãs e a produção. Uma matéria, com duração de aproximadamente 7 minutos, que vai deixar os fãs da boa música ainda mais ansiosos. Para o primeiro show no Brasil, faltam 11 dias.
A matéria pode ser assistida no vídeo abaixo:

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

HOJE 24 ANOS DA MORTE DE CLIFF BURTON








Em 27/09/1986: Cliff Burton (baixista, Metallica) morreu num acidente de ônibus (provavelmente enquanto dormia) numa viagem da banda rumo a Estocolmo, na Suécia. O veículo capotou, e seu corpo foi jogado para fora, sendo esmagado pelo próprio ônibus.
Era madrugada de sábado, 27 de Setembro de 1986, e os dois ônibus da turnê do Metallica estavam fazendo o seu caminho pela estrada. A rota estava deserta - não havia nenhum veículo mais viajando naquela hora. Repentinamente, por nenhuma razão aparente, aproximadamente às 6h15 da manhã, um dos ônibus desviou violentamente para a direita. O veículo tombou num fosso ao lado da estrada perto da pequena cidade de Ljungby na Suécia. A polícia sueca chegou no local do acidente, e prendeu o motorista, seguindo o protocolo, mas logo após soltaram-no. Investigações concluiram que a causa da derrapagem foi uma fina camada de gelo na estrada. Cliff Burton foi a única vítima fatal do acidente.

Cliff Burton

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Cliff Burton
Cliff Burton 1.JPGCliff Burton, baixista do Metallica:
10 de Fevereiro, 1962 - 27 de Setembro, 1986
Informação geral
Nome completo Clifford Lee Burton
Data de nascimento 10 de fevereiro de 1962
Origem Castro Valley, Califórnia
País  Estados Unidos
Data de morte 27 de setembro de 1986
(24 anos), Ljungby, Suécia
Gêneros Thrash metal, speed metal, heavy metal
Instrumentos Baixo, piano, guitarra, vocal
Modelos de instrumentos Rickenbacker 4001
Aria Pro II SB-1000
Período em atividade 1979 – 1986
Gravadora(s) Megaforce, Elektra
Afiliações Metallica, Agents of Misfortune, EZ-Street, Trauma
Página oficial Official Metallica website
Clifford "Cliff" Lee Burton (Castro Valley, 10 de fevereiro de 1962 — Ljungby, 27 de setembro de 1986) foi um baixista americano que ficou conhecido por seu trabalho na banda de heavy metal Metallica, de 1982 a 1986. Como instrumentista ele era conhecido por seu estilo, que fazia uso de distorção e outros efeitos, muitos dos quais de uso na guitarra, como em sua canção mais característica, "(Anesthesia) Pulling Teeth".
A influência inicial de Cliff foi essencial para a criação do estilo musical do Metallica. Ele uniu-se à banda em 1982 e participou de seu álbum de estréia, Kill 'Em All, o qual continha canções escritas antes de sua chegada. Sua influência nas composições é mais notada no álbum seguinte, Ride the Lightning. Seu último álbum, Master of Puppets, foi sucesso comercial e de crítica.

Biografia

Clifford Lee Burton nasceu em 10 de fevereiro de 1962 na cidade de Castro Valley, CA, EUA filho de Jan e Ray Burton. Ele teve dois irmãos mais velhos, Scott e Connie. Seu interesse por música teve início quando seu pai lhe mostrou o Jazz, e ele começou a ter aulas de Teclado.
Na adolescência, o interesse de Cliff pela música clássica foi direcionado para o jazz, seguindo depois para o heavy metal. Ele começou a tocar baixo aos 13 anos, após a morte de seu irmão Scott. Cliff teve aulas com Steve Doherty, do ABC Music Studio. Segundo seus pais, Cliff disse que "seria o melhor baixista por seu irmão."[1] Ele praticava cerca de seis horas por dia.
Após terminar o ensino médio na escola de Castro Valley em 1980, Cliff estudou música no Chabot Junior College, no noroeste da Califórnia. Um de seus colegas foi Jim Martin, ex-guitarrista do Faith No More, com quem Cliff tocou em uma de suas bandas, Agents of Misfortune. Esta banda entrou no concurso "Batalha das Bandas" e uma apresentação foi gravada, mostrando o estilo de Cliff na época. Também é possível ver nesse vídeo partes do que seriam duas músicas do Metallica: "(Anesthesia) Pulling Teeth" e a introdução de "For Whom the Bell Tolls". Cliff juntou-se à sua primeira grande banda, Trauma, em 1982.

Metallica

Em 1982 o Trauma viajou para Los Angeles para tocar no bar Whisky a Go Go. Na platéia estavam James Hetfield e Lars Ulrich, membros do Metallica, então formada no ano anterior. Após ouvir um dos solos de Cliff (o que viria a ser "(Anesthesia) Pulling Teeth"), os dois foram procurar aquele "excepcional guitarrista". Quando perceberam que na verdade aquilo havia sido um solo de baixo, começaram a tentar persuadir Cliff para juntar-se ao Metallica a todo custo. Chamaram-lhe para substituir o então baixista Ron McGovney, já que Cliff havia dito que o Trauma estava "começando a ficar meio comercial"[2] — e Cliff aceitou. Entretanto, ele não gostou da idéia de se mudar para Los Angeles, e exigiu que a banda se mudasse de Los Angeles para onde ele morava, Baía de São Francisco. O Metallica, ansioso por ter Cliff na banda, se submeteu e deixou sua casa em Los Angeles, indo morar em São Francisco.
A primeira gravação de Cliff com o Metallica foi a demo tape Megaforce. Uma outra demo tape gravada pela banda antes da entrada de Cliff, No Life 'Til Leather, acabou indo parar nas mãos de John Zazula, proprietário da gravadora Megaforce Records. A banda mudou-se para Old Bridge, em Nova Jérsei, e eles conseguiram um contrato com a gravadora.[3] O primeiro álbum, Kill 'Em All, traz o famoso solo de Cliff, a faixa "(Anesthesia) Pulling Teeth", onde Cliff usa vários efeitos, como o wah-wah, que até então era quase que exclusivamente utilizado por guitarristas.
O segundo álbum da banda, Ride The Lightning, mostrou o crescimento da banda. As habilidades de composição de Cliff vinham crescendo, e ele foi creditado como compositor em seis das oito faixas.[4] Seu estilo e uso de efeitos apareceram em duas faixas, "For Whom the Bell Tolls" (introdução) e "The Call of Ktulu."
O aumento de musicalidade em Ride the Lightning chamou a atenção de gravadoras melhores.[3] O Metallica assinou contrato com a gravadora Elektra e começou a trabalhar em seu terceiro álbum, Master Of Puppets, que é considerado pelos críticos como um marco não só para o thrash metal, mas para todo o heavy metal.[5] O som de Cliff é proeminente em várias faixas, mais notadamente na instrumental "Orion", que tem um solo de baixo e foi inteiramente composta por Cliff. O álbum contém a canção favorita de Cliff, "Master of Puppets."[6] Este álbum obteve grande êxito comercial, e foi o último álbum de Cliff.
A última apresentação ao vivo de Cliff foi na cidade de Estocolmo, Suécia, em 26 de setembro de 1986.[7] Uma das últimas apresentações de Cliff está disponível para download no site do Metallica.[8]

Lápide memorial próxima ao local do acidente

 Morte

Durante a parte européia da turnê Damage Inc., que promovia o álbum Master of Puppets, a banda percebeu que dormir em cubículos de seu ônibus era desconfortável. Como uma solução paliativa, os membros tiravam a sorte nas cartas todas as noites para que um deles dormisse no beliche de cima, mais confortável.[9] Na noite de 27 de setembro de 1986, Cliff ganhou nas cartas com um ás de espadas. O jogo foi a última conversa de Cliff.
Cliff estava dormindo quando, de acordo com o motorista, o ônibus da banda derrapou no gelo acumulado na pista e capotou na grama na comuna de Ljungby, perto de Dörarp, numa região rural do sul da Suécia. Cliff, no beliche de cima, foi jogado para fora do ônibus, que ao capotar caiu em cima dele, matando-o.[10] Um pedaço do ônibus que o estava suspendendo parcialmente ainda cedeu, fazendo com que o ônibus se movesse em cima do corpo de Cliff novamente.
James Hetfield disse mais tarde que ele primeiro achou que o motorista estivesse bêbado, ou que ele tivesse sido negligente, e caminhou longas distâncias pela estrada tentando ver o gelo na pista. Entretanto, a embriaguez do motorista nunca foi provada, e este foi inocentado pelo acidente.[11]
O corpo de Cliff foi cremado e suas cinzas foram jogadas em Maxwell Ranch.[9] Durante a cerimônia, o instrumental "Orion", do Master of Puppets foi tocado. Cliff nunca chegou a tocar a canção ao vivo, e o Metallica jamais a havia tocado até 3 de junho de 2006, no festival Rock Am Ring, em Nurburgring, quando eles tocaram o álbum inteiro para marcar os 20 anos de seu lançamento.[12] Até então, apenas trechos da música haviam sido tocados. Durante os anos 90, o sucessor de Cliff, Jason Newsted, frequentemente usava a melodia de baixo nas improvisações.

 Influência

Cliff Burton citava baixistas como, Geezer Butler, Phil Lynott, Geddy Lee, Lemmy Kilmister e Stanley Clarke como suas influências. Ele também citou guitarristas como Ritchie Blackmore, Alex Lifeson, Ulrich Roth, Jimi Hendrix e Tony Iommi como influências.[2]
James Hetfield admitiu que a influência de Cliff foi fortemente responsável pela imagem e música iniciais do Metallica. Um pianista clássico, Cliff fez uso de seu conhecimento teórico nas composições da banda, tanto no baixo quanto ensinando a Hetfield teoria e harmonia. James disse que "sem Cliff, eles não estariam onde estão hoje."[13]
O interesse de Cliff pelos livros de horror de H. P. Lovecraft resultaram em duas canções do Metallica: "The Call of Ktulu" e "The Thing That Should Not Be." A banda também afirmou que seu gosto pelo Misfits, Samhain e tudo envolvendo Glenn Danzig veio diretamente de Cliff Burton. A influência persiste desde então, e o Metallica excursionou pelos Estados Unidos no verão de 1994 com o Danzig como uma das bandas de abertura.[14] Em umas poucas ocasiões, o próprio Glenn Danzig subiu ao palco com o Metallica quando eles tocavam algum cover do Misfits.[15]

 Tributos

Após a morte de Cliff Burton, o Metallica lançou o documentário tributo Cliff 'Em All, uma retrospectiva em vídeo da época em que Cliff esteve na banda. É uma coleção de filmagens de apresentações feitas por fãs, algumas filmagens profissionais e gravações de TV que nunca haviam sido usadas, e algumas fotos pessoais. O primeiro álbum com material original após a morte de Cliff, ...And Justice for All contém o último crédito de composição de Cliff, na faixa "To Live Is to Die", que é quase totalmente instrumental. O Metallica algumas vezes toca a parte intermediária de "To Live Is to Die" em um andamento mais lento, em tributo a Cliff Burton.[16] Foi Cliff quem escreveu a única estrofe da canção, que James Hetfield optou por citar ao invés de cantar, e que em português significa:
"Quando um homem mente, ele mata uma parte do mundo
Estas são as pálidas mortes as quais os homens as chamam de suas vidas
Tudo isso eu não posso aguentar ver por muito tempo
Não poderia o Reino da Salvação me levar para casa?"
Esta última frase ("Cannot The Kingdom of Salvation take me home") foi escrita na lápide de Cliff Burton.
O tributo a Cliff mais conhecido fora do Metallica é a canção "In My Darkest Hour" do Megadeth.[17] De acordo com Dave Mustaine, após saber da morte de Cliff Burton, ele sentou e escreveu a música inteira de uma vez só. A letra, entretanto, não tem relação com a morte de Cliff. Dave Mustaine foi o guitarrista solo do Metallica no início da banda e conhecia muito bem Cliff Burton, e mantinha boas relações com ele após sair da banda em 1983. Dave declarou que a canção foi inspirada na morte de Cliff. Ele reclamou que nem James Hetfield nem Lars Ulrich o informaram da morte de Cliff, e que ele só soube quando o então empresário do Metallica o telefonou.[18]
Em 3 de outubro de 2006, uma lápide foi colocada na Suécia próxima ao local do acidente fatal que matou Cliff Burton.
A banda Anthrax dedicou o álbum Among the Living, e a banda Metal Church dedicou o álbum The Dark.
Na música "Black Ice", do álbum de mesmo nome da banda AC/DC, é citado o seu nome. O título é um referência ao gelo que se acumula no asfalto em noites muito frias, que teria sido a causa da morte de Cliff.

 Discografia

  • Kill 'Em All – 1983
  • Ride the Lightning – 1984
  • Master of Puppets – 1986

III SÃO ROCK - VOID.mpg

BLACK COUNTRY - postagem sugerida por Wálasse

UM SUPER-GRUPO INSPIRADO: BLACK COUNTRY COMMUNION - "BLACK COUNTRY"
Os "super-grupos" são "coisa" criada no final dos anos 60 (Cream, Blind Faith ou CSN&Y) e que tiveram o seu auge na década seguinte (ELP, BBA ou Bad Company). No entanto, este "fenómeno" foi quase varrido da face da terra aquando do advento Punk e da New Wave e poucos foram os artistas que arriscaram e conseguiram criar alguma coisa útil ou douradora. Na maioria dos casos, e como é sabido o conflito de super-egos é aquilo que normalmente arruína este tipo de super-projectos. Veja-se o caso de bandas mais recentes como os Audioslave ou os Velvet Revolver (ainda à espera de vocalista) que ao fim de dois ou três discos se esgotaram em ideias e energia. Nunca é fácil aguentar os pés no "topo da montanha"!
Mas também há o caso de quem consiga conter o seu ego e arranje maneira de extrair da "experiencia" algum gozo "da coisa". Foi o caso dos "Chickenfoot" formado por ex-membros dos Van Halen (Sammy Haggar, Michael Anthony) coadjuvados por uma pitada de Red Hot Chilli Peppers  (Chad Smith) e dos talentos do mago Joe Satriani. Ou até num patamar ainda mais elevado dos Them Crooked Voltures (Jones, Grohl e Homme). Em ambos os casos, o primeiro disco vendeu razoavelmente, a digressão acolheu boas críticas, mas ninguém sabe quais serão as probabilidades de continuar.
É precisamente o caso dos Black Country Communion, criação do astuto produtor Kevin "The Caveman" Shirley (Rush, Iron Maiden, etc) que um belo dia assistiu a uma "jam" entre o ex-Deep Purple, Glenn Hughes e um dos melhores guitarristas da actualidade: Joe Bonamassa. A química entre os dois músicos era demasiado preciosa para ser desperdiçada. Vai daí, não tardou que Shirley convidasse o baterista Jason Bonham, filho do lendário John dos Led Zeppelin a juntar-se aos "Black Country".
Mais tarde surgiu o nome de Derek Sherenian (ex-Dream Theater) para o lugar de teclista por recomendação de Bonamassa que achava que faltava algo ao "power-trio" inicial. Com uma super- formação destas, o quarteto passou uma boa parte do ano passado a ensaiar e a grava sob a supervisão. Um disco, que quase nem esteve para ver a "luz do dia".
Primeiro foi a designação de "Black Country" (termo de baptismo da zona industrial das "Midlands", Inglaterra, dos quais Bonham e Hughes são naturais) que teve de ser retirada pois já havia uma banda com esse nome e que os ameaçou com um processo litigioso em tribunal. Depois foram os habituais super-egos e os conflitos entre os diversos managers de cada membro a "fazer das suas" com variadíssimos conflitos a emergir entre as sessões de gravação. Um stress que fez com que Shirley escrevesse há alguns meses no seu blog: que o projecto teria muito poucas hipóteses de continuar!
Superadas as questões egoísticas (como quem diz, dinheiro e percentagens de lucro), os Black Country Communion editam agora o seu primeiro disco. E pode-se dizer que valeu a pena o esforço, o sofrimento e o egoísmo. Com um som que é no fundo uma amálgama dos diferentes estilos de cada membro, "Black Country" (o disco) é uma obra bem esgalhada que irá fazer as delícias de todos os apreciadores do género hard-rock!
Oiça-se o tema de abertura, o pesado e rápido "Black Country" (a música) com um Glenn Hughes (do alto dos seus 59 anos), a evidenciar uma excelente forma vocal e Joe Bonamassa a transformar os seus habituais Blues em algo muito mais imediato e pujante!
Segue-lhe o mais melódico "One Last Soul", um tema perfeitamente talhado para as rádios e MTV se estas tivessem coragem de pegar num tema com um grande solo de guitarra. Mas, a honra para a melhor canção do disco é sem dúvida: "The Great Divide". Uma grande Música (com "M" grande) que contêm todos os melhores elementos que um grupo com este calibre consegue entregar: emoção, paixão, melodia e grandiosidade. Sem dúvida: um dos grande "momentos" do Rock neste principio século!
Outro grande momento de inspiração roqueira é "Sista Jane" cantado por Hughes e Bonamassa e que ao vivo deverá ser pretexto para uma longa jam épica à boa moda dos velhos Deep Purple.
Falando nos bons velhos Purple, para os fãs da famigerada "MK IV", da qual Hughes fez parte há também aqui motivos para sorrir. Temas como "Down Again", "Beggarman" e "Stand (at the Burning Tree)" transpiram um pouco a esse aroma "soul n´ funky" dessa curta mas importante fase da história dos Purple. Até o "Hammond" de Derek Sherenian tem algumas reminiscências ao "velho" Jon Lord.
Falando no passado, há também uma surpresa sob a forma de "Medusa" dos Trapeze (o grupo "pré-Purple" de Hughes). Uma revigorante nova versão, com um Bonamassa electrizante no seu trabalho de guitarra. É ele que também assina os vocais uns dos temas mais pesados do disco: "The Revolution in Me". Com um cheirinho a Hendrix e Zeppelin pelo caminho.
A fechar, mais duas composições sublimes: o orquestral "Songs of Yesterday" e o épico "Too Late for the Sun". Esta última com 11 minutos de pura desbunda cósmica/progressiva, com destaque para o trabalho de Sherenian.
Com estes argumentos é impossível escapar a um disco que tem tudo para dar certo. É Rock é Soul, é Funk, é Blues, é Heavy, é épico, é apaixonante, é um disco do caraças! Um "daqueles" que já se pensava que não se faziam! Tudo muito bem doseado e sem excessos. Um novo Clássico do Rock assinado por velhos músicos de Rock Clássico.
Uma saga que deverá conhecer novos capítulos, embora com algum termo de reserva quanto à sua longevidade. Ou não fosse este mais um super-grupo...
http://blitz.aeiou.pt 
Artigo escrito por Bolin1976







domingo, 26 de setembro de 2010

É o seguinte:

Ai ai ! Meus bons e velhos amigos
Aqui vos deixo pensardes
E devaneios alheios
Em nuvens brancas
Em céu claro e azul
Em brisa leve
Que os leve
Para o tranquilo
Para a areia fria e branca
E a sombra de coqueiros esvoaçantes
Evocais o espirito da paz

"George Vasconcelos"

sábado, 25 de setembro de 2010

hoje 30 anos da morte de JOHN BONHAM, baterista do LED ZEPPELIN

Em 25/09/1980: John Bonham (Led Zeppelin) morre aos 32 anos de idade. O baterista havia deixado Worcestershire no dia anterior para encontrar com a banda nos Bray Studios, com objetivo de planejar a tour pelos Estados Unidos que iria acontecer. Ele consumiu vodka com suco de laranja durante a viagem. Depois da reunião a banda seguiu para a casa de Page em Windsor, onde Bonham continuou bebendo. Por volta de 1h45 da tarde do dia 25 de setembro o técnico de som Benji Le Fevre foi procurar por Bonham e verificou que ele não tinha pulso. Um médico foi chamado e confirmou a morte de Bonham. A autópsia revelou que a causa da morte foi um acidente: Bonham morreu sufocado no próprio vômito após beber o equivalente a 40 doses de vodka. Em 4 de dezembro de 1980 o Led Zeppelin confirmou oficialmente o fim da banda, visto ser impossível prosseguir sem o baterista original.





VÍDEO - SCORPIONS COM ANDREAS KISSER - SUN ROCK

SCORPIONS EM BRASILIA

Show da banda alemã Scorpions atrai 12 mil fãs ao Ginásio Nilson Nelson em Brasília. E o SÃO ROCK estava lá.

Em entrevista ao Correio, Rudolf Schenker, guitarrista da banda alemã Scorpions, comentou que, ao vivo, sua banda funciona como um time de futebol. A comparação faz sentido. E os 12 mil brasilienses que passaram pelo Ginásio Nilson Nelson na noite de quarta-feira sabem bem o porquê. A interação entre os músicos é muito bem ensaiada e ao mesmo tempo espontânea — e, nos melhores momentos, leva a “torcida” ao delírio. Talvez seria até o caso de compará-los não a uma equipe de futebol, mas aos Globetrotters, o supertime de basquete que faz de suas aparições em quadra um verdadeiro espetáculo.

O show teve início às 22h35, um hora depois do fim da apresentação da banda gaúcha Tierramystíca (não anunciada na divulgação do evento). O heavy metal com influências de sonoridades latinas dos brasileiros empolgou parte do público, em especial quando eles tocaram Fear of the dark, do Iron Maiden.

A pista, as cadeiras e as arquibancadas do ginásio estavam lotadas de fãs, gente de todas as idades — prova incontestável de que a popularidade dos Scorpions atravessou gerações. O produtor de eventos Telmo Ribeiro, 45 anos, foi com os filhos Frederico, 19, e Gabriel, 11. “Foi meu pai quem nos apresentou a banda, com os discos dele”, contou Frederico. “Eu conheço Scorpions há pouco tempo”, revelou Gabriel. “Vou ouvi-los de verdade agora”, disse o menino minutos antes da apresentação.

O atraso para o começo do show se justifica, em parte, pela dificuldade de utilizar os canhões de luz localizados na arquibancada superior. Cercados pelas pessoas, os equipamentos não poderiam ser manipulados e a produção teve, por duas vezes, que pedir a compreensão do público para se afastar. Com o problema resolvido, a banda entrou em cena sob aplausos e gritaria dos presentes.


No telão de led, vídeos e imagens do próprio show foram exibidos. O repertório mostrado ao longo das quase duas horas de apresentação foi tirado dos discos Sting in the tail, lançado este ano (se a aposentadoria da banda realmente se confirmar, seu derradeiro trabalho de estúdio), Lovedrive (1979), Animal magnetism (1980), Blackout (1982), Love at first sting (1984) e Crazy world (1990). Ao todo, a banda mostrou 16 músicas, além de solos do baterista James Kottak e do guitarrista Matthias Jabs. Todas as músicas, inclusive as dos disco novo, foram cantadas com entusiasmo. Claro que durante as baladas Wind of change e Still loving you a comoção foi ainda maior.

Ouvir essas faixas ajuda muito a entender a sonoridade pesada que seria feita nos anos 1980, das banda da New Wave of British Heavy Metal ao Guns N’ Roses. Ali, diante do público, estava o material bruto, sem afetações, do que é feito o metal.

Competência
No palco, o grupo mostrou muita competência musical e um fôlego inesgotável. O baixista Pawel Maciwoda é o mais discreto. Os guitarristas Matthias Jabs e Rudolf Schenker, o vocalista Klaus Meine e o baterista James Kottak disputam os olhares da plateia se mexendo sem parar e com palavras gentis ao microfone (“Amamos vocês, Brasília!”, disparou o vocalista).

Eles dominam os truques, os movimentos e as posições de palco para causar um grande efeito. E ,por mais que façam isso em todos os shows, vale ressaltar o quanto tudo soa sincero, verdadeiro. Um bom exemplo disso é Kottak, o carisma em pessoa. Depois de um solo com um medley passando por diversas músicas da carreira da banda, o baterista vira de costas e mostra sua camisa onde se lê: You kick ass! (“Vocês detonam”, em tradução livre). O público, claro, responde, à altura, fazendo muito barulho.

O Scorpions demorou algumas décadas para vir a Brasília. Uma espera que foi recompensada à altura do amor dos fãs pela banda na noite de quarta.




Pedro Brandt
Correio Braziliense

Walásse nosso parceiro do São Rock em Brasília estave presente nesse histórico show em Brasília,  confiram as fotos.


Fotos by Maninho (Rochê Romão)

confiram os vídeos:
 









SÃOROCKBREJO agora tem uma rádio, STAY ROCK BRAZIL, CURTAM!

Quando criamos esse BLOG, era desejo nosso de levar pros amigos e amantes do ROCK, tudo que estivesse relacionado ao nosso gosto musical em geral, e sempre tive vontade de pôr um PLAYER para expressarmos musicalmente isso. A principio pensei em colocarmos um player para tocarmos os audios do nosso festival SÃO ROCK. Mais depois pensando bem já que é para se expressar musicalmente o ideal seria uma rádio que tocasse 24 horas de músicas e que tivesse seu carro chefe o ROCK. Depois de muita procura eis que achei essa rádio STAY ROCK BRAZIL, que diga-se de passagem é uma rádio do KRALHO.
Se você curte, Blues, Rock clássico, Heavy Metal, Progressivo, Rockabilly, enfim todas vertentes estão lá.
Agora é só dá o Play e curtir.
Saiba da programação e outras mais na página do STAY ROCK BRAZIL, aqui no nosso BLOG.
E se você prevere navegar sem áudio dê pausa ou stop. e boa navegação.


NÓS QUE FAZEMOS O SÃO ROCK BREJO ESTAMOS SEMPRE PROCURANDO LEVAR MAIS ROCK´N ROLL PARA BREJO SANTO.

Jailson Gabrie de Melo.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

"Nunca tocamos tão bem quanto nesta turnê", diz Geddy Lee vocalista do Rush

O nome da turnê é apropriado. Em "Time Machine" (máquina do tempo), a banda canadense Rush mostra sucessos do passado, oferece duas novas músicas do disco que está por vir e satisfaz a plateia nas quase duas horas e meia presente no palco. 
"Estávamos muito impacientes para esperar o lançamento de um álbum, então decidimos escrever e gravar rapidamente algumas canções para em seguida sair em turnê", disse o baixista, tecladista e vocalista Geddy Lee à Folha, pouco antes de se apresentar para 16 mil pessoas no sábado à noite.
Famosa por criar histórias para cada um de seus álbuns, a banda tenta se ajustar aos tempos digitais. "É difícil pensar em criar apenas algumas canções de cada vez, mas estamos começando a perder a fé no conceito de um álbum", revela o vocalista, de forma pouco animada.
"De todo modo, temos um disco para fazer e vamos fazê-lo", prossegue Lee, referindo-se a "Clockwork Angels", que sair em 2011.
Dos tempos em que discos eram formato consagrado, o Rush traz para a atual turnê, que vem ao Brasil em outubro, a execução na íntegra do álbum "Moving Pictures", de 1981, com hits como "Tom Sawyer" e "Limelight".
Lee exalta o momento que vive com os companheiros, Alex Lifeson (guitarra) e Neil Peart (bateria): "Não acho que já tenhamos tocado tão bem quanto nesta turnê. Estamos funcionando realmente muito bem".
VIAGEM NO TEMPO
Os três músicos, além de se destacarem pela execução precisa das canções, de alto nível técnico, tanto as mais progressivas quanto as mais pesadas, também demonstram um lado descontraído na nova turnê.
Há esquetes gravadas para o show, em que encarnam personagens levados para o futuro em uma máquina do tempo. Ali, ouvem versões caricaturais de "Spirit of the Radio", música com que iniciam a apresentação.
Para entender o vídeo que encerra o show, os fãs devem antes assistir à comédia "Eu te Amo, Cara", em que Paul Rudd e Jason Segel interpretam fãs dos canadenses.
Se em questões de iluminação e vídeo a banda está no futuro, usando estrutura móvel de luzes (conhecida como "aranha" por seu formato) e câmeras de alta definição, ainda prefere o passado quando o tema é internet.
"Nem eu nem meus companheiros estamos nas redes sociais. Há muita coisa sendo dita publicamente hoje em dia. Não é necessariamente interessante ouvir tudo o que uma pessoa pensa 24 horas por dia", conta Lee.


O jornalista RODRIGO RUSSO viajou a convite da organização da turnê
RUSH

QUANDO:
dia 8/10, em SP, e 10/10 no Rio
ONDE:
Estádio do Morumbi, em SP (pça. Roberto Gomes Pedrosa, nº 1; tel. 4003-5588), e praça da Apoteose, no Rio (r. Marquês de Sapucaí, s/nº)
QUANTO:
de R$ 80 a R$ 500 (SP) e de R$ 75 a R$ 500 (RJ)
CLASSIFICAÇÃO:
12 anos
 http://www1.folha.uol.com.br

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

GRANDES SHOWS - PARTE I - RUSH - SP 22 de Novembro de 2002




MEU INGRESSO

Em vista a volta dos canadenses do RUSH ao Brasil, resolvi criar esta postagens dos vários shows que nós que fazemos o SÃO ROCK, já presenciamos.
Começarei com o maravilhos show do RUSH que tive a felicidade de assistir em novembro de 2002, no morumbi, de cara meu primeiro show internacional, e até hoje o melhor que já assisti, me desculpe o U2 que também assisti em 2006 no morumbi e IRON MAIDEN em Recife. Mais esse show foi espetacular.
Não fiz planos para ir a esse show, apesar das insistentes ligações de Walásse de Brasilia, tentando me convencer. Mais pra mim estava inviável sair daqui pra Brasilia, depois ir pra São Paulo pro show.
mais depois de um problema particular, Walásse teve que vir aqui no Brejo, e veio de carro mais Zé Podão e Meireles, 10 dias antes do show Aí não teve o que pensar, depois de resolvido seus problemas, pegamos a estrada, eu, Walásse, Zé Podão e Meireles. Saimos daqui as 7 da manhã, chegamos em Brasilia as 13 horas do outro dia. Foi uma maravilhosa viagem, sem falar que foi o último contato que tive com o amigo Zé Podão, fomos rindo daqui até chegar lá com as mungangas de Zé. Dormimos numa cidade na Bahia chamada Bom Jesus da lapa, quando acordamos tomos o café, perguntaram se nós iamos conhecer a gruta que é o ponto turistico de lá. Fomos lá conhecer, fiquei impresionado com abeleza do lugar, uma igreja dentro de uma montanha, muito bonito o lugar, tiramos várias fotos.
MEUS COMPANHEIROS DE VIAGEM


Chegando em Brasília, fomos procurar o Herlone, responsável pela excursão de Brasília pro show.
Saimos de Brasilia na quinta dia 21, de cara eu fui a atração da excursão, todos queriam conhecer o cara que saiu do interior do ceará para ir para o show do Rush. Me perguntavam como conhecia, era pra eles algo extraordinário. Conheci fãs de todas as idades nesse ônibus, tinha um senhor, oficial do exercito, conversei muito com ele, dizia ele que a maior decepção dele era que o filho era pagodeiro. A viagem foi regada a cerveja e muito rock ´n roll.
EXCURSÃO BRASÍLIA/ SP - SHOW DO RUSH 2002
HERLONE UM DOS ORGANIZADORES DA EXCURSÃO

Chegamos em São Paulo por volta de meio dia, e só conseguimos chegar na Galeria do Rock, lá pelas duas da tarde. Impresionante aquela galeria, você fica meio que perdido, sem saber aonde vai primeiro, se compra, cd, dvd, camisa é de mais.
GALERIA DO ROCK - LOJA DA STAMP
WALÁSSE E ALEXANDRE
AEXANDRE E EU

Ligamos pra alexandre de Zuila, que foi nos pegar na galeria para almoçarmos no seu apartamento, depois voltamos a galeria e nos reunimos com a turma da excursão e fomos pro estádio.
ÚNICA FOTO DO SHOW QUE TIRAMOS

Nunca tinha entrado em um estádio, e de cara conhecer logo o morumbi, foi impresionante. Já no estádio nos reunimos numa peguena turma e começamos a tomarmos cervejas ao precinho salgadinho de 4 reais o copo, faziamos um rodizio para não perdemos nenhum detalhe. Como não tinha banda de abertura a trilha sonora era feita por uma rádio local, cada música agitava o enorme público de 60 mil pessoas presente.



A banda canadense Rush entra no palco do estádio do Morumbi, às 21h50, o show estava previsto para começar 20 minutos antes, com a música "Tom Sawyer", do álbum Moving Pictures, de 1981, este é o maior sucesso do Rush no Brasil, pois a música foi usada pela Globo na abertura do seriado "Profissão Perigo", na década de 80.  Valeram a pena as mais de duas décadas de espera. O show  mesclou todas as fases dos 33 anos de carreira da banda, pirotecnia e, principalmente, ótima música, o que agradou o público de todas as idades. O trio canadense também se mostrou bastante carismático e profissional. Foi um espetáculo para ficar na memória das mais de 62 mil pessoas que foram ao estádio do Morumbi. O som estava ótimo. 

Depois de "Tom Sawyer", vieram "Distant Early Morning", do disco Grace Under Pressure, de 1984, "New World Man", de 1982, e "Roll the Bones", do álbum homônimo, de 1991. O telão do estádio mesclava cenas futuristas com imagens do palco.

Banda e público entraram em sintonia a partir da instrumental "YYZ", também do disco Moving Pictures. Ao final da música, o vocalista, tecladista e baixista do Rush, Geddy Lee, arriscou um "muito obrigado", em português. Na sequência, o trio canadense executou "The Pass", que, segundo Lee, é uma dos sons favoritos da banda.

Mas o melhor estava guardado para o final da primeira parte do set list. O trio canadense tocou clássicos, como "Freewill", do álbum Permanent Waves (1980), "Closer to the Heart", do disco Farwell to Kings (1977), e "Natural Science", também do Permanent Waves. 




No intervalo acenderam as luzes, ainda estavamos extasiados com tamanha porrada musical, era inacreditável o que estavamos presenciando, simplesmente perfeito o show. Depois repentinamente apagam-se as luzes e ouvimos passos, eram um estrondo no estádio e no telão aparecia o dragão que olhava profundamente para todos e soltava aquela labareda de fogo e no palco em meio as labaredas surgia a banda novamente. EXPETACULAR é a palavra.

O Rush voltou ao palco do Morumbi com "One Little Victory", o primeiro single do novo disco, Vapor Trail. Na sequência, viéram "Driven", do Test For Echo álbum símbolo da banda na década de 90, "Gosth Rider" e "Secret Touch", ambas do Vapor Trail.

Mas o ponto alto do show, como não podia ser diferente, foi o solo do lendário baterista Neil Peart, intitulado "The Rhythm Method". Diferentemente do que faz no resto do mundo, o músico incluiu ritmos "latinos" na sua apresentação, que durou mais de 10 minutos. Durante o solo, a plataforma da bateria se movimentava, mudando o músico de posição.

No fim do segundo set list, a banda tocou uma versão acústica de "Resist" _diferente da original_, duas partes de "2112 (Overture e Temples of Syrinx)", "Limelight", do álbum Moving Pictures, e finalizou com "Spirit of Radio", do disco Permanent Waves. Antes da última música, porem, Geddy Lee arriscou um trecho de "Garota de Ipanema" no baixo. O público adorou a brincadeira.

A eufórica platéia de São Paulo foi brindada com um bis composto pela primeira parte de "By-Tor & the Snow Dog", do álbum Fly by Night (1975), pelos três primeiros minutos de "Cygnus X-1" e por "Working Man", do primeiro álbum, Rush, de 1974.


É isso, agora só me resta lembra desse dia especial, mágico e inesquecível que foi esse 22 de Novembro de  2002.




Dia 08 de outubro, novamente teremos o RUSH no Brasil e nós do SÃO ROCK seremos representado em São Paulo, por Alexandre e Weyne e no Rio com Walásse e George. Teremos brevemente aqui fotos dos dois show.   





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