BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




CARIRI VEÍCULOS

CARIRI VEÍCULOS

Arquivo do blog

Impacto Skate Shop

Impacto Skate Shop
Uma loja diferenciada pra você

quinta-feira, 31 de março de 2011

Ozzy Osbourne (Gigantinho, Porto Alegre, 30/03/2011)

Por Lucas Steinmetz Moita
VIA http://whiplash.net/materias/shows/127528-ozzyosbourne.html

Após três anos de sua última visita ao Brasil, OZZY OSBOURNE, ex-vocalista da lendária banda BLACK SABBATH, retorna ao solo tupiniquim na turnê de seu álbum mais recente, “Scream”.

O texto representa a opinião do autor e não necessariamente a opinião do Whiplash! ou de seus editores.

Imagem
Num total de cinco datas marcadas no país, o “Madman”, como é carinhosamente chamado pelos fãs, iniciou suas apresentações com um show em Porto Alegre, na noite da última quarta-feira (30). Com ingressos esgotados, o Ginásio de esportes Gigantinho abrangia uma média de 14 mil pessoas que aguardavam a visita do cantor há muito tempo, levando em consideração que a capital gaúcha não estava na rota de shows em sua última turnê na América do Sul, em 2008.
A conhecida pontualidade do músico fez com que a apresentação iniciasse exatamente às 21 horas. Sem introduções nem muitos mistérios, “Bark At The Moon” foi o primeiro de muitos clássicos que fez inesquecível a noite dos fãs das mais variadas gerações: de jovens próximos a 10 anos de idade até os cinquentões, que tiveram o privilégio de acompanhar a trajetória de Ozzy ainda no início da carreira, com o BLACK SABBATH, no final dos anos 60. Além dessa, também foram tocados outros grandes sucessos que não ficaram desgastados com o passar dos anos, como “Mr. Crowley”, “Suicide Solution”, “Shot In The Dark”, “I Don’t Wanna Change The World” e “Crazy Train”.
Imagem
Como divulgação do seu último trabalho, apenas a música “Let me Hear You Scream” esteve presente no setlist. Mesmo com diversas outras canções em alta, o “Principe das Trevas” do rock n’ roll optou por clássicos infalíveis que se tornaram atemporais e onipresentes.
Carisma e humor jamais abandonam Ozzy. Aos 62 anos, ele não faz questão nenhuma de poupar energia: pula, corre, comanda o público, joga baldes de água e faz gestos e expressões de interação, encantando e cativando a todos – um exemplo vivo de que jovialidade é um estado de espírito. Agradeceu presentes jogados ao palco, incluindo uma bandeira do Estado e uma do time do Grêmio (que colocou sobre os ombros e a nuca, usando como capa por alguns instantes). Recebeu, até mesmo, miniaturas de morcegos, satirizando o episódio onde mordeu um morcego vivo, pensando se tratar de um brinquedo, em 1982.
Quem prefere a fase do cantor no BLACK SABBATH não saiu decepcionado. Puderam contar com “Fairies Wear Boots”, “War Pigs” e “Iron Man”, canções marcantes daquela que é considerada a primeira banda de heavy metal do mundo.
Imagem
Imagem
Após deixar o palco em falso encerramento, o músico retorna a pedidos (ou melhor, a gritos) da platéia. Fecha a noite com mais dois grandes clássicos. “Mama I’m Comming Home”, considerada uma das mais belas baladas da carreira solo de Ozzy Osbourne, e a insana e sempre bem recebida “Paranoid”, hino do BLACK SABBATH.
Imagem
Anos de espera compensados em uma hora e meia. Já na primeira apresentação do país, um público satisfeito em sua grande maioria e impressionado com a qualidade da banda que acompanha o “Madman”, formada por Tommy Clufetos (bateria), Blasko (baixo), Adam Wakeman (teclado) e Gus G. (guitarra). Além da satisfação, ficam os bons momentos na memória e uma promessa, do próprio Ozzy, para uma nova visita em breve.
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem

Iron Maiden (Estádio do Morumbi, São Paulo, 26/03/11)

Por Tadeu Salgado



http://whiplash.net/materias/shows/127415-ironmaiden.html

Pouco antes das 21h, após uma grande apresentação do Cavalera Conspiracy, ouvia-se nas PAs do Morumbi, o clássico “Doctor Doctor”, do UFO. Esta música é o sinal de que as apresentações do Iron Maiden já estão prestes a iniciar. Logo após esta canção, as luzes do Estádio se apagaram e deu-se início a um vídeo que tinha o Eddie, naves espaciais e fogos, que foi exibido durante a introdução de “Satellite 15... The Final Frontier”, primeira música do show. Vale registrar que este vídeo, exibido nos telões antes da banda tocar, não é o mesmo do clipe. No fundo escuro do cenário do palco, muitas luzes brilhavam para simular as estrelas do universo.



O texto representa a opinião do autor e não necessariamente a opinião do Whiplash! ou de seus editores.
Às 21 horas, meia hora antes do que estava previsto nos ingressos, o Iron Maiden subiu no grandioso palco Duas Águas (com extensão de 48m) e fez o Morumbi tremer.
Rod Smallwood, o empresário da banda, estava na mesa de som no início do show e deu para notar sua cara de felicidade quando 50 mil pessoas cantaram o refrão da primeira música.
"Esperamos seis semanas desde o início da turnê mundial para finalmente estar aqui" disse Bruce Dickinson, que foi ovacionado pelo Estádio lotado de fãs de todas as idades. Bruce ainda brincou com o público dizendo que sabe que teremos que ir à missa no outro dia cedo, mas que eles não estavam nem aí e iam manter-nos acordados a noite toda. Nos intervalos de cada música, sempre ouvia-se os coros: “Maiden! Maiden!” ou “Olê, Olê, Olê,Olê, Maiden, Maiden!”
Depois da banda executar os clássicos “The Trooper” e “The Wicker Man”, Bruce comentou sobre a recente tragédia no Japão. A banda teve que cancelar os shows que seriam realizados nos dias 12 e 13 de março em Tóquio. O vocalista dedicou a próxima canção não só para os japoneses afetados pelo tsunami, mas a todos que estão sofrendo com as tragédias ao redor do mundo.
“Aos amigos do Maiden no Egito, Síria e Líbia. Não importa sua cor, sua raça ou sua religião, se você é fã do Maiden, é parte da família. Somos todos irmãos de sangue”, afirmou Dickinson ao anunciar a música “Blood Brothers”.
Após esta linda música do disco “Brave New World”, a banda tocou a “When the Wild Wind Blows”, do novo disco, que apesar de ser ótima e muito bem trabalhada, tem 11 minutos. O grupo poderia ter substituído esta canção por 2 clássicos.

Bruce tinha prometido no início do show que aquela seria uma “noite especial”, guardada especialmente para os brasileiros. Quando a banda executou a música "Iron Maiden", entendemos o porquê. Um enorme Eddie surgiu atrás da bateria de Nicko McBrain! Sim, isto não é nenhuma novidade nos shows da Donzela, porém, foi no show de São Paulo que a banda estreou o novo Eddie. Durante os shows anteriores da atual turnê, somente o Eddie que passeia pelo palco durante a música “The Evil That Man Do” foi utilizado.
No Bis, a banda tocou os clássicos dos anos 80: “The Number of the Beast”, “Hallowed Be Thy Name” e “Running Free”. Nesta última, Dickinson apresentou a banda para o público.
Ficou claro que, mesmo o Iron Maiden sendo uma banda que ultimamente está se apresentando bastante no Brasil (2008 e 2009 também fizeram turnê por aqui), eles sempre terão sucesso de público em São Paulo. Todos querem ver a maior banda de heavy metal do planeta.
Adriano Ribeiro, um fã que está acompanhando a banda em todos os shows no Brasil, e ainda por cima, está se hospedando nos mesmos hotéis da Donzela de Ferro, afirmou que o show de São Paulo foi bom, o som estava ótimo, mas passou rápido demais. “Sei lá, a impressão que tive é que mal começou e já acabou”, disse Adriano, depois de 2 horas de show do Maiden.
Agradecimento especial: Denise Catto e equipe Midiorama.
Set List:
1. Satellite 15... The Final Frontier
2. El Dorado
3. 2 Minutes to Midnight
4. The Talisman
5. Coming Home
6. Dance of Death
7. The Trooper
8. The Wicker Man
9. Blood Brothers
10. When the Wild Wind Blows
11. The Evil That Men Do
12. Fear of the Dark
13. Iron Maiden
Bis:
14. The Number of the Beast
15. Hallowed Be Thy Name
16. Running Free

Roger Waters: possível vinda para a América do Sul em 2012?

No dia 28 de março o site 'A Fleeting Glimpse' (ou Pinkfloydz), tradicional quando se trata de notícias sobre PINK FLOYD, postou uma mensagem sobre a turnê "The Wall" do vocalista/baixista Roger Waters.
Segundo o site, uma fonte confiável revelou que a ida de Waters para a Austrália em setembro/novembro foi colocada 'em espera' e que não sera marcada até o ano que vem. O cantor realizará seu ultimo show deste ano no mês de julho.
Também foram postadas informações sobre a continuação da turnê em 2012: Ela passará pela América do Sul e terá um muro (parte essêncial do espetaculo) DUAS VEZES maior nos shows em estádios.
Matéria original: O Quintal do Rock

Iron Maiden: vídeos em HD da participação do Eddie em SP

Confira a seguir dois vídeos em alta definição do show de SP no Estádio do Morumbi.
"Satellite 15... The Final Frontier":

"The Evil That Men Do" (com participação do Eddie de 8 metros de altura):

Fonte desta matéria: YouTube

AC/DC: os sinos anunciam o retorno de preto

por Maximiliano P.
Fonte: Blog rockrevista
http://whiplash.net
No mundo do rock não se fala em outra coisa. No dia 10 de maio acontece o lançamento do esperadíssimo DVD “AC/DC Live at River Plate”, gravado nos shows dos caras na Argentina, em 2009. Me enche de felicidade dizer que estava lá e que este foi o mais espetacular momento roqueiro que pude presenciar.
Ao assistir um dos trailers que circulam na internet o arrepio correu minha espinha inteira. Na hora me senti na obrigação de voltar a escrever sobre esses escoceses/ australianos que simbolizam o que é o rock’n roll.
“Hell’s Bells” é, na minha modesta opinião, a música mais importante da carreira deles, e “Back in Black” o seu maior disco, por várias circunstâncias. Talvez o desenho do cenário da época de seus lançamentos ajude a entender suas importâncias...
Estamos em 1980, mais precisamente em 19 de fevereiro. Neste dia faleceu Bon Scott, então vocalista do AC/DC, aos 33 anos. Causa da morte: ingestão excessiva de álcool e sufocamento com o próprio vômito. A banda havia acabado a turnê do disco “Highway to Hell” e vivia seu melhor momento.
Bon era um dos líderes da banda, talvez o pilar mais sólido. Era o cara mais experiente na vida e mesmo dentro do rock, o “tio” que trazia os discos para os meninos ouvirem. Sua perda foi descrita como irreparável por Malcolm, Angus, Phill e Cliff, que cogitaram até acabar com a banda. Só não o fizeram por insistência dos amigos, em especial do pai de Scott, Sr. Chick, e porque entendiam que Bon iria querer que eles continuassem.
Após cogitar alguns nomes, a maioria conhecidos no cenário australiano, a banda resolveu fazer uma audição com Brian Johnson, na época vocalista da banda inglesa Geordie. Brian era um grande fã do AC/DC e sua “indicação” já havia sido feita aos garotos pelo próprio Bon Scott, que falara coisas legais dele alguns anos antes.
Ao receber a ligação Brian ficou tão pasmo que acabou desligando o telefone, achando ser um trote. Ele estava sem cantar havia cinco anos, já que a música não garantia o sustento de sua família. Felizmente Malcolm refez o contato e Johnson marcou seu teste. Cantou “Nutbush City Limits”, de Ike e Tina Turner, e depois “Whole Lotta Rosie” e “Highway to Hell”, duas das canções preferidas de Bon. O fato de Brian ter executado as músicas do seu jeito, sem querer imitar Scott, foi decisivo para um final feliz, anunciado rapidamente, no dia 08 de abril de 1980.
Brian é um grande vocalista, de muito mais feeling do que técnica. Adora whisky e fuma, mas compensa qualquer fragilidade vocal advinda dos vícios cantando com muita paixão em qualquer oportunidade. Um de seus grandes ídolos é o notável Eric Burdon, vocalista do Animals, em quem Johnson se inspirou para ser um cantor de rock.
Menos de um mês depois Brian já se juntava à banda em um estúdio nas Bahamas para a conclusão de “Back in Black”.
E foi nesse contexto de substituição do ídolo, do primeiro álbum após a tragédia e da expectativa dos fãs e de toda a crítica sobre o novo vocalista, que “Back in Black” foi finalizado, em apenas seis semanas.
Antes do lançamento (25 de julho de 1980) a banda estava receosa com a reação das pessoas sobre o trabalho e tudo o que envolvia o álbum. Imaginem o impacto de um disco cuja abertura seria uma música chamada “Hell’s Bells", feita em homenagem ao recém-falecido Bon, cujo último trabalho se chamou “Highway to Hell”.
Na cabeça de muitos poderia soar como “toquem os sinos do inferno para o cara que pegou a estrada pra casa do demônio...” Completamente insano, certo?
Todavia, os caras bancaram (Angus: “Nós poderíamos ter dito ‘Era isso.’, podíamos ter parado, mas ainda sentíamos que tínhamos algo a terminar”), a gravadora aplaudiu (declarou que o álbum era “magnífico”), a imprensa elogiou (o exigente crítico David Fricke, da Rolling Stone, disse que esse álbum era o primeiro a resgatar a essência do gênero desde o disco "Led Zeppelin II", de 1969) e os fãs entraram em êxtase.
O disco preto do AC/DC já superou a marca de 50 milhões de cópias ao redor do mundo. A contagem oficial era de 48 milhões até o início de 2008, e sua média anual de vendas desde o 2000 supera um milhão de unidades. Ainda durante a década de 90 “Back in Black” passou à frente do mítico “Dark Side of The Moon”, do Pink Floyd, na corrida pelo título de álbum roqueiro mais comercializado de todos os tempos.
“Back in Black” é uma obra prima do rock’n roll, talvez um dos seus cinco discos mais importantes, qualificados e influentes. Dele saíram hinos instantâneos como “Hell’s Bells, Back in Black” e “You Shook Me All Night Long”, e faixas preciosas como “Shoot to Thrill” e “Shake a Leg”, para ficarmos apenas em metade de suas músicas.
O disco foi produzido por Robert John "Mutt" Lange, que já havia trabalhado com o AC/DC no excepcional “Highway to Hell”, de 1979. Ele ficou com a banda por mais um álbum (“For Those About to Rock”, de 1981), e depois foi rumando gradativamente para o pop (até Celine Dion e os Backstreet Boys o cara produziu...). Apesar desses pesares, o trabalho dele em “Back in Black” foi impecável, assim como o resultado final.
Brian Johnson, ao falar da qualidade do álbum, comentou: “Estava no avião para casa pensando se o álbum era bom mesmo. Foi um choque quando recebi uma cópia e eu coloquei no meu toca-discos. Eu não acreditava que era eu. Não achei que podia fazer coisas daquele nível."
Dentro de um disco com essa expectativa e desse nível, a tarefa de “Hell’s Bells” era árdua. Abriria o álbum, teria que impactar... Malcom, então, teve a idéia de iniciá-la com toques de sino, passando uma idéia completamente fúnebre. Essa idéia funesta era realmente a intenção da banda, a fim de homenagear Bon Scott.
Após aprovar o lance do sino a banda pressupôs que o melhor resultado viria da captação do som em uma igreja. Depois de muita pesquisa a escolha recaiu sobre um pesadíssimo modelo “Denison” existente no Monumento Carillon, em Leicestershire/ Inglaterra. Apesar de todo o aparato tecnológico montado para a gravação (24 microfones foram usados), o eco do local e o som dos pássaros frustraram a idéia.
Então a banda partiu para o plano “b”. Mandou fazer uma réplica de meia tonelada do “Denison” (que é usada nos shows até hoje) e acabou gravando as badaladas dentro da própria fábrica. Quem deu as marretadas para a captação do som foi o funcionário que produziu a peça. A partir de então, tanto na gravação de estúdio quanto nos shows, “Hell’s Bells” inicia com 13 lentos toques de sino, mesclando o som da banda a partir da quarta badalada.
A base instrumental de Hell’s Bells já havia sido montada por Angus e Malcolm durante a tour de “Highway to Hell”, mas ainda não havia texto. Apesar dos créditos fazerem remissão à co-autoria de Angus Young, Malcolm Young e Brian Johnson, a letra é do vocalista. Rumores de que esta poderia ser de Bon Scott foram oficialmente rechaçados pela banda em 2005.
Brian Johnson nunca foi muito claro sobre sua inspiração para escrever a totalidade da letra. Quase sempre se esquiva do assunto, apesar de admitir que ela foi feita em um curtíssimo espaço de tempo.
Em duas entrevistas, entretanto, Brian vazou alguns detalhes. Para o canal VH1, revelou que “ao rezar por uma inspiração para escrever a letra, vivenciei uma experiência sobrenatural com relação a Bon”, negando-se a ser mais específico. Já para a “Q Magazine”, Johnson foi mais aberto: "Eu não acredito em Deus, ou no Céu ou no Inferno, mas algo diferente aconteceu. Não tínhamos TVs nos quartos. Só havia uma grande folha de papel e eu precisava escrever algumas palavras. Eu tinha uma garrafa de Whisky e fui, com goles generosos... Aí eu comecei a escrever e não parei mais. E estava lá: "Hell’s Bells". Depois mantive a luz acesa durante toda a noite, cara...” .
A verdade é que existem pouquíssimas referências para investigação do significado real de “Hell’s Bells”. A própria banda evita o assunto, preservando-se de polêmicas a respeito. Eles apenas dizem tratar-se de uma letra comum de rock’n roll.
Procurei interpretá-la dentro de minha percepção e conhecimento sobre a banda, além de fazer uso das evidências que encontrei em minhas pesquisas.
Na minha visão a letra tem duas partes, basicamente, que acabam interligadas dentro de um mesmo contexto.
Os primeiros versos tratam de tempestades, trovões e raios (“Sou um trovão motorizado, vertendo chuva. Estou chegando como um furacão. Meus relâmpagos clareiam pelo céu”). Até aqui não há nada demais... Brian admitiu que as frases referem-se às inúmeras tempestades que eles enfrentaram nas Bahamas. De qualquer forma, a descrição dos fenômenos naturais acabaram por auxiliar a banda no que eles realmente queriam: dão uma idéia de poder e onipotência, perfeitamente entendíveis a partir da seqüência da música.
A partir dos versos seguintes a letra começa a falar em Satã, de sua força e de quão inútil seria resistir ao seu chamado através dos toques dos sinos do inferno.
Mesmo com essas explícitas citações, a canção só é maligna para os fundamentalistas. Muita gente interpreta a letra literalmente e prega haver “glorificação do mal” na música. Todavia, nada de plausível é apresentado para sustentar essa tese. Chega a ser hilário o que li a respeito…
Quem conhece a discografia do AC/DC e entende o humor e a linha mestra das letras dos caras sabe que o AC/DC, em especial Bon Scott, sempre brincou com os temas satânicos. Antes e depois de “Hell’s Bells” existiram outras músicas deles falando do diabo ou do inferno: “Hell Ain’t a Bad Place to Be”, “Highway to Hell”, “C.O.D. (Care Of the Devil)”, “Landslide” e “Hell or High Water”. Todas abordam o andar de baixo e seu anfitrião dentro de um contexto metafórico, provocativo ou debochado.
Angus, por exemplo, declarou ao Los Angeles Times, no alto de seu bom humor: “Durante os anos 70 ficamos quatro anos em tour, sem folga. Um cara perguntou qual era a melhor forma de descrevermos nossas tours. Eu respondi: ‘A Highway to Hell’, que acabamos usando em nosso disco de 79... Não somos satanistas. Posso usar até uma cueca preta de vez em quando, mas é só...”
A letra de "Hell’s Bells" pretendeu, na verdade, contextualizar a morte de Bon dentro de um cenário de inevitabilidade. A justificativa para a tragédia que o envolveu, nesse contexto, seria uma intimação lá do subsolo, um “convite” que não aceitaria resposta negativa (“Não faço prisioneiros, não poupo vidas. Ninguém vai lutar. Eu tenho meu sino, vou te levar para o inferno...”)
Para o AC/DC pouco importava qual entidade tenha levado Bon. A banda acabou usando o diabo dentro de uma situação que já era comum para eles. É óbvio que a letra jamais iria fazer referência a Deus, tampouco a música poderia se chamar “Heaven’s Bells”, e menos ainda iria fazer parte de um disco chamado “Back in White”. Isso não seria o AC/DC, certo?
Você já ouviu esse disco inteiro e com volume alto? Se não fez, faça agora. Nunca sabemos quando os sinos (do céu ou do inferno, você decide) podem tocar para nós...
Abaixo, grande performance de “Hell’s Bells”. A gravação é em Castle Donington/Inglaterra, no dia 17 de agosto de 1991. Trata-se de um dos maiores shows da história do rock, amplamente recomendado a roqueiros virgens ou experientes.
Matéria original: Blog rockrevista

Festa de lançamento do V SÃO ROCK - CANCELADA

AMIGOS, POR MOTIVO DE FORÇA MAIOR, TIVEMOS QUE CANCELAR A FESTA DE LANÇAMENTO DO V SÃO ROCK, QUE ACONTECERIA NESSA SEXTA DIA 1, NO SERTÃO BOM (RESTÔ), COM A BANDA ELEFANTE BRANCO.
MAIS BREVEMENTE ESTAREMOS FAZENDO A FESTA DE LANÇAMENTO COM MUITAS NOVIDADES E UMA GRANDE SURPRESA PRA TODOS.

AGUARDEM !!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Festa de lançamento do V SÃO ROCK

No dia da mentira, rock n' roll de verdade: lançamento do V SÃO ROCK com a banda ELEFANTE BRANCO.

Slayer Goes To Church - mais uma sugestão de ANDERSON LESSA, curtam esse vídeo!

BRASÍLIA 2011: FOTOS E VÍDEO DO ED FORCE ONE NA CAPITAL FEDERAL

O Iron Maiden já está em Brasília. Segundo informações, eles chegaram por volta das 14h 30min.
O show acontecerá amanhã às 21h no estacionamento do Estádio Mané Garrinha e terá cobertura do Iron Maiden Brasil Notícias. Os portões abrem às 17h.

Seguem fotos e vídeos da chegada:


Por Laís Romero

Por Laís Romero


Por Diego Corrêa

Por Diego Corrêa

Por Diego Corrêa

Vídeos por luizhsf

Iron Maiden: fotos do palco para a apresentação em Recife

http://www.ironmaidenbrasil.com.br

É pessoal mais uma vez o NE terá a chance de mostrar sua força! No próximo dia 03 a banda solta em Recife todo o set list da The Final Frontier World Tour 2011! E o Palco já está sendo erguido. E pelo visto o acesso ao local pra quem tiver curiosidade ( e puder bater mais fotos) é bem fácil.







Créditos: Iôgo Paula, da comunidade Iron Maiden em Recife 2011
Agradecimento: Thomas "Hellhammer"

Abaixo fotos do mesmo local recebendo um evento:




Ultraje a Rigor será banda oficial do programa de Gentili

FABIANA SERAGUSA
DE SÃO PAULO
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada

Está confirmado: o Ultraje a Rigor será a banda oficial do novo programa de Danilo Gentili, o "Agora É Tarde", que estreia em maio na Band. A informação é do vocalista Roger Moreira.
No último dia 11, em bate-papo com o Guia Folha pelo Twitter, Gentili comentou que a contratação do grupo já estava em negociação e que "não imaginava outra banda" para o programa. "Sou fã demais", disse. Agora, o humorista diz que está 'todo mundo pronto para o rock'n'roll'.
O "Agora É Tarde" será exibido duas vezes por semana e terá entrevistas com personalidades e quadros fixos de humor.

Ana Carolina Fernandes/Folhapress
Roger durante show do Ultraje a Rigor na cidade do Rock, em Jacarepaguá
Roger, líder da banda Ultraje a Rigor, que vai tocar no programa de Danilo Gentili, durante show no Rio de Janeiro

Minha mulher não deixa não – Versão Metal


O Metaleiro é uma criação lá do mamilosmolengas.

Black Country Communion: capa do segundo álbum da banda

O baixista Glenn Hughes (Black Country Communion, Black Sabbath, Deep Purple, Trapeze) divulgou em sua página oficial no Facebook a capa do novo e segundo álbum do Black Country Communion, simplesmente denominado "2". Em breve comentário, ele simplesmente diz: "Eis a capa do BCC 2... Rock 'n Roll... GH".

sábado, 26 de março de 2011

U2 360° Tour Santiago, Chile – Videos

Air Supply no Crato

Banda australiana Air Supply, fará show em Crato-CE, no lançamento das Exposições Nacionais de Ovinos e Caprinos Santa Inês e Anglonubianas no Ceará. Será um show "inédito" no Cariri, de uma Banda de grandes sucessos que atravessaram gerações. O show será dia 27 de março deste ano no Parque de Exposições do Crato. Não percam, é uma oportunidade única um show desse kilate no cariri.
 
Os preços dos ingressos serão de R$25,00 pista livre e R$50,00 cadeiras, sendo que os valores de Mesa Prata custa R$ 400,00 e Mesa Ouro R$ 500,00. Ingressos à venda nas Farmácias Gentil, informações pelo telefone: (88) 3523-2120

Iron Maiden começa 'nonagésima' turnê brasileira neste sábado, em São Paulo

POR http://mtv.uol.com.br/memo/iron-maiden
por Brunno Constante
Em sua última vinda ao Brasil, dois anos atrás, o Iron Maiden bateu seu recorde de público pagante de toda a história da banda ¬— sem contar os festivais que já participou. O grupo inglês de heavy metal reuniu mais de 65 mil pessoas no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Na ocasião, divulgava "Flight 666 - O filme", documentário de Sam Dunn e Scott McFadyen.
Agora, em sua nona passagem pelo Brasil, Bruce Dickinson e companhia trazem a turnê do seu 15º álbum, “The Final Frontier”, lançado no ano passado. E pode bater novos recordes. Com capacidade para cerca de 80 mil pessoas, o Estádio do Morumbi, em São Paulo, é a primeira parada do Iron, neste sábado (26). Depois a banda segue para o Rio de Janeiro (27/3, na HSBC Arena); Brasília (30/3, no Estádio Nilson Nelson); Belém (1º/4, no Parque de Exposições); Recife (3/4, no Parque de Exposições); e Curitiba (5/4, no Expotrade).
A confirmação dos seis shows no Brasil foi divulgada em novembro do ano passado. Na época, Bruce Dickinson falou um pouco sobre os fãs brasileiros. “É sempre ótimo voltar à America Latina onde nossos fãs estão entre os mais apaixonados do planeta! Os brasileiros são um exemplo perfeito dessa paixão e sempre sentimos uma enorme responsabilidade ao tocar ao vivo no País, porque temos a obrigação de dar o nosso melhor”.

No Chile, U2 toca hits e promove festa visual arrebatadora

POR: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada
THALES DE MENEZES
ENVIADO ESPECIAL A SANTIAGO
O U2 abriu a passagem da turnê 360° pela América do Sul deixando 74 mil chilenos satisfeitos. A gigantesca estrutura montada no Estádio Nacional, em Santiago, mostrou toda a sua força tecnológica na noite de sexta-feira (25).


Quando Bono e seus amigos entraram no palco, abriram com "Beautiful Day" (emendada com o refrão beatle de "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band") e o hino "I Will Follow". Comoção total na plateia.
Enquanto o show avançava, misturando hits e canções dos álbuns mais recentes, o impacto inicial de ver os ídolos de perto passava e aí era possível prestar atenção no palco. Durante o bom show de abertura do Muse, parecia apenas exibir quatro telões enormes pendurados naquela "aranha de quatro patas" quase no centro do gramado.

Claudio Santana/AFP
U2 toca no Estádio Nacional, em Santiago, e deixa público chileno extasiado com festa visual
U2 toca no Estádio Nacional, em Santiago, e deixa público chileno extasiado com festa visual
Mas, com o U2 em ação, tudo mudou. Raios coloridos de luz saíam de todos os lugares, os telões exibiam incríveis efeitos e, a partir da metade do show, uma espécie de tela cilíndrica desceu do alto da estrutura até o palco, para exibir videoarte numa festa visual arrebatadora.
Paralelo ao espetáculo tecnológico, o U2 trazia seu arsenal já consagrado: simpatia (Bono elogiou a força dos chilenos e cantou "One Tree Hill" em dueto com a cantora local Francisca Valenzuela), os poderosos hits do passado, o discurso político de Bono e, claro, o momento em que ele puxa uma garota da plateia para dançar juntinho.
O show teve quase duas horas, com duas voltas para bis. Na primeira, muita emoção com a balada "One" e "Where the Streets Have No Name". Foi o último momento rock do show, porque o segundo bis teve dança e melodia: "Hold Me, Thrill Me, Kiss Me, Kill Me", "With or Without You" (surpreendentemente curta) e "Moment of Surrender".
O público deixou o local extasiado. Ainda bem, porque algumas pessoas levariam quase três horas para conseguir um táxi e voltar para suas casas.
Pelo espetáculo inesquecível que é esta turnê do U2, valeu a pena. Os brasileiros vão conferir no mês que vem, no Morumbi.
GALERIA DE FOTOS


Fanfarra tocando Killing in the name - essa vai pra fanfarra do Padre Viana

FIGUEIREDO MOTOS, novo parceiro do SÃO ROCK

Em vista fazermos cada vez mais um SÃO ROCK melhor estamos à procura de parceiros para nos ajudar nessa caminhada. E o novo e importante parceiro nosso é a FIGUEIREDO MOTOS e a ERNANDO MOTOS.
Agradecemos à todos que fazem as duas empresas e esperamos por mais parcerias.





 http://figueiredomotos.com.br


A Empresa
FUNDAÇÃO
O Grupo Figueiredo Motos teve sua origem em meados da década de 90, na pequena e acolhedora cidade de Brejo Santo, município de 40.000 habitantes, localizada ao sul do Cariri no Estado do Ceará. Naquela época, dois irmãos apaixonados por motocicletas, decidiram criar uma empresa familiar voltada para o comércio varejista de peças, acessórios e serviços para bicicletas e motocicletas. Surgia ali o embrião do que é hoje o Grupo Figueiredo Motos.

REGIÃO GEOGRÁFICA DE ATUAÇÃO

O Grupo Figueiredo Motos está presente em diversos municípios do interior dos estados do Ceará, Pernambuco e Bahia, oferecendo ao consumidor peças, acessórios e serviços de qualidade, para TODOS OS TIPOS DE MOTOS, com transparência, honestidade e preço justo.

DISTRIBUIDORA E LOJA DE VAREJO

Dentro do programa estratégico de expansão o Grupo Figueiredo Motos criou a empresa Figueiredo Motos Distribuidora, com Matriz em brejo Santo (CE), voltada para o comércio atacadista de peças e acessórios para motocicletas, que além de vender para clientes externos, dá suporte e abastece de peças as lojas de varejo do Grupo, fazendo da Figueiredo Motos Distribuidora a única da região no segmento com mais de 5.000 (cinco mil itens) comercializados.

Iron Maiden: entrevista de Bruce ao Jornal da Globo

Vocalista do Iron Maiden fala sobre turnê no Brasil

O cantor Bruce Dickinson chegou a São Paulo para fazer um dos seis shows que o Iron Maiden fará no Brasil. Confira entrevista.


Ele disse que, embora a turnê se chame The Final Frontier (A Fronteira Final), ele não pretende parar com a música.

 PRA VER O VÍDEO CLIQUE AQUI: http://g1.globo.com/jornal-da-globo

Fotos do Ed Force One no aeroporto de Guarulhos!










 


e-buddy - acesse MSN, FACEBOOK, GOOGLE TALK e outros