BEM VINDOS AO BLOG DO SÃO ROCK


Nossa História

Em junho de 2005, seis amigos se reuniram para comemorar seus aniversários, que por coincidência dos deuses do rock, eram todos na mesma semana. Resolveram chamar a banda de um amigo de Crato (Michel Macêdo, da Glory Fate). Também chamaram duas bandas locais (SKP e ET Heads), e fizeram a trilha sonora desta festa, que a princípio era exclusiva a aniversariantes e seus amigos. Sem querer, nascia ali o festival SÃO ROCK – o dia em que o rock foi pro brejo!
O sucesso da primeira edição obrigou uma continuação. Dois anos depois, já em 2007, veio a segunda edição, agora com a participação de bandas de Fortaleza, e aberto ao público. O sucesso consolidou o evento, e perpetuou essa data no calendário do rock cearense.
Pelo festival já passaram nomes de peso no cenário cearense, como Artur Menezes, Felipe Cazaux, Caco de Vidro, banda One, Killer Queen, Glory Fate, Zeppelin Blues, Renegados, banda Void e tantos outros que abrilhantaram noites inesquecíveis, regadas à amizade, alegria e o bom e velho rock´n´roll.
Hoje, o que se iniciou com um simples aniversário, tomou enormes proporções, estendendo seus ramos, diversificando os estilos e abrindo espaço para mais e mais bandas que querem mostrar seu talento em nossa terra. Agora são duas noites de festival, além da Caldeira do Rock, que leva bandas alternativas para a praça pública, numa celebração maravilhosa, onde congregamos amigos de todas as cidades circunvizinhas e de outros estados, irmanados pelo amor ao rock.
Não para por aí. Queremos tornar o São Rock uma marca que não promova apenas um festival anual, mas que seja um verdadeiro tablado que promova eventos de rock durante todo o ano! Assim, poderemos desfrutar do convívio saudável e também marcar nossa presença, dizer que temos voz e vez, numa cultura tão massificada por músicas desprezíveis e por gêneros impostos ao povo! Fomos, somos e sempre seremos roqueiros!
Portanto, venha participar dessa irmandade, apóie, divulgue, patrocine essa idéia, e seja mais um que ajuda a construir esse espaço!

Esse é o BLOG oficial do festival SÃO ROCK, que ocorre todo ano em Brejo Santo - Ceará. Criado "acidentalmente" por aniversariantes que comemoram na mesma semana e que se uniram para fazer uma única celebração voltada ao nosso gosto músical o ROCK. Além disso o blog divulga noticias e eventos nacionais e internacionais, além de ajudar na promoção cultural da região. Sobre tudo é uma apologia a amizade.




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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

ROCK IN RIO - DIÁRIO DOS BASTIDORES: SAIBA MAIS SOBRE O PALCO SUNSET


Em sua última edição no Brasil, em 2001, o Rock in Rio contava, além do Palco Mundo, com a Tenda Brasil e a Tenda Raízes.
Em 2011, uma das novidades que o Rock in Rio está trazendo das edições realizadas na Europa é o Palco Sunset, espaço dedicado a encontros musicais surpreendentes, que dividirá as atenções com o Palco Mundo na Cidade do Rock.
O curador do Sunset, Zé Ricardo, falou no vídeo abaixo sobre o conceito do palco e ainda deixou escapar um pouco do que vem por aí… Confira:

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Journey: ingressos à venda para show de estréia no Brasil



Os californianos do hit “Don’t Stop Believin’”, Journey, vêm ao Brasil pela primeira vez em março. O único show agendado por enquanto é no dia 30 daquele mês em São Paulo, no Via Funchal.
Os ingressos já estão à venda por R$ 130 (mezanino), R$ 150 (pista), R$ 200 (camarote) e R$ 250 (pista premium). As entradas podem ser compradas na bilheteria do Via Funchal e no site www.viafunchal.com.br.
Com quase 40 anos de carreira, o Journey foi formado em 1973 e encerrou as atividades em 1987. Em 1995, aconteceu a reunião da banda, que segue até os dias atuais. O grupo tem em sua formação atual Arnel Pineda (vocal), Neal Schon (guitarra), Ross Valory (baixo), Deen Castronovo (bateria) e Jonathan Cain (teclados).
O álbum mais recente do Journey é “Revelation”, lançado em 2008.

Célia Porto Canta Legião Urbana

No ano em que o LEGIÃO URBANA completa vinte e cinco anos de história, eis que retorna às lojas um dos principais tributos à banda. O disco “Canta Legião Urbana”, da vocalista brasiliense CÉLIA PORTO, ganhou uma nova versão remasterizada pelo selo Discobertas. No entanto, o álbum altera entre altos e baixos durante as quatorze composições homenageadas.




Imagem
Ao lado de diversos músicos como Renio Quintas (teclado), Ademar Boka (bateria), Gê Mendonça (baixo), Kiko Peres e Toninho Maia (guitarras), “Canta Legião Urbana” oficialmente é o segundo registro de estúdio da cantora CÉLIA PORTO. As gravações ocorreram em 1996 e foram incentivadas por ninguém menos que RENATO RUSSO – o músico inclusive sugeriu que as versões para “Os Anjos” e “Esperando por Mim” compusessem o tributo. Entretanto, o cantor faleceu em outubro do mesmo ano e infelizmente não viu o álbum chegar às lojas – de maneira independente – no ano seguinte.
De qualquer modo, nada mais sincero do que a homenagem que a vocalista presta novamente quatorze anos depois. Embora não possua (novos) arranjos excepcionais em todas as composições, não há como dizer o contrário sobre o álbum: CÉLIA PORTO é uma cantora extremamente competente. “Maurício”, com um instrumental mais suave, resume claramente a qualidade da vocalista com o microfone em mãos. É verdade que as versões para “Vinte e Nove” e “Teatro dos Vampiros” não funcionam exatamente bem (deixam transparecer um instrumental artificial), mas “Esperando por Mim” e “Eu Sei” mostram que há uma proposta verdadeiramente diferenciada por trás do CD.
É verdade que CÉLIA PORTO não reproduziu a vertente mais rock n’ roll do LEGIÃO URBANA com maestria nesse disco. Embora seja (muito) interessante buscar uma identidade própria em um tributo, muitos fãs da banda brasiliense liderada por RENATO RUSSO podem torcer o nariz para a proposta mais intimista da vocalista. De qualquer modo, há suspeitas de que seria mais bacana investir em composições mais cadenciadas a tentar soar uma coisa que não é em faixas como “Daniel na Cova dos Leões” e “Química”.
No entanto, há outras músicas que se distanciam dessa proposta – provavelmente errônea – que se repete em “Há Tempos” e “Baader-Meinhof Blues”. Com uma sonoridade mais alegre, “Os Anjos” se destaca sobre as faixas anteriores de “Canta Legião Urbana”. Da mesma forma, “Pais e Filhos” – quem sabe o ponto mais alto de todo o álbum – mostra mais uma vez as qualidades evidentes da voz de CÉLIA PORTO. O arranjo mais emotivo que essa música possui se encaixou perfeitamente à proposta do CD – que pareceu um pouco esquecida em outros momentos.
Entre as curiosidades que cercam o álbum, o apoio de RENATO RUSSO foi fundamental para a concretização do sonho de CÉLIA PORTO em regravar as músicas do LEGIÃO URBANA. O cantor disse um dia para ela: “vá em frente, este será um belo disco!”. Embora tenha escolhas equivocadas em sua parte instrumental, o líder de um dos maiores ícones do rock brasileiro estava certo sobre o potencial da vocalista. A verdade é que disco poderia ter obtido um resultado muito mais satisfatório – porque capacidade para isso CÉLIA PORTO mostrou que tem de sobra.
Site oficial: www.celiaporto.com.br
Track-list:
01. Maurício
02. Vinte e Nove
03. Teatro dos Vampiros
04. Esperando por Mim
05. Andrea Doria
06. Eu Sei
07. Daniel na Cova dos Leões
08. Química
09. Tempo Perdido
10. Há Tempos
11. Baader-Meinhof Blues
12. Os Anjos
13. Perfeição
14. Pais e Filhos


Legião Urbana - Jockey Club 1990 (Download MP3) por PARABÓLICA MUSICAL

Hoje vou falar um pouco sobre o show da Legião Urbana no Jockey Club no Rio de Janeiro em 1990.
Esse show foi realizado no dia 07 de julho de 1990, que foi o dia que Cazuza faleceu. No ínicio do show Renato Russo faz um discurso em homenagem ao Cazuza. Antes de "Maurício" Renato comenta porque fizeram a música. O show é muito bom, vale a pena baixar e curtir.

Músicas:

01 – Há Tempos 
02 – Daniel Na Cova Dos Leões 
03 – O Reggae / Mais Do Mesmo (Onde Renato Canta Trecho Da Música Como Se Fosse Reggae) 
04 – Meninos E Meninas 
05 – Pais E Filhos / Stand By Me 
06 – Feedback Song For A Dying Friend 
07 – Quando O Sol Bater Na Janela Do Teu Quarto 
08 – Eu Era Um Lobisomem Juvenil 
09 – Sete Cidades 
10 – 1965 (Duas Tribos) 
11 – Monte Castelo 
12 – Maurício / She Loves You 
13 – Geração Coca-Cola 
14 – Ainda É Cedo / Like A Prayer 
15 – Eu Sei 
16 – Angra Dos Reis 
17 – Tempo Perdido 
18 – Soldados (Faz Uma Bela Oração No Meio Da Música) / Faz Parte Do Meu Show / Blues Da Piedade / Nascente 
19 – Andrea Doria 
20 – Quase Sem Querer 
21 – Se Fiquei Esperando Meu Amor Passar 
http://parabolicamusical.blogspot.com/2011/01/legiao-urbana-jockey-club-1990-download.html?spref=tw

Link:

http://www.megaupload.com/?d=P5GRHCHT

Livro reúne bastidores da música brasileira

MARCELO BORTOLOTI
DO RIO
Velha conhecida no meio musical, a fotógrafa carioca Cristina Granato, 48, se define como "figurinha fácil" na noite do Rio de Janeiro. Há 30 anos, ela registra bastidores de shows e lançamentos de discos da MPB.
Seu trabalho não é exatamente jornalístico. Granato ganha a vida como free-lancer, contratada pelos próprios músicos ou gravadoras para cobrir eventos.
A natureza dessa profissão se reflete em duas características fundamentais de suas fotos, reunidas no livro "Cristina Granato - Um Olhar na Música Popular Brasileira", lançado esta semana.
A primeira delas é que seus flagrantes nunca são embaraçosos para os artistas: eles transitam numa vertente oposta à dos paparazzi. Os personagens fotografados geralmente aparecem sorrindo e abraçados.
A segunda característica advém dessa postura "de confiança" para com as celebridades, aliada a um talento social muito particular. Como quase nenhum outro fotógrafo, ela tem acesso aos camarins e é amiga de muita gente da área.
E teve o mérito de estabelecer uma ligação tão direta com seu objeto que consegue arrancar dos artistas uma intimidade e naturalidade acessíveis apenas aos amigos próximos. Este é o lado mais valioso das fotos que produz.
Cristina Granato/Divulgação
A cantora Cássia Eller (1962-2001) é fotografada por Cristina Granato em um banheiro de bar no Rio de Janeiro, em maio de 1999
A cantora Cássia Eller (1962-2001) é clicada por Cristina Granato em um banheiro de bar no Rio, em maio de 1999
Assim desnudados aparecem Chico Buarque sem camisa e suado após uma partida de futebol, Caetano Veloso trocando de roupa no camarim e Cássia Eller sentada num vaso sanitário.
Há três décadas fazendo isso, seus registros ganharam também um verniz histórico. Muitos dos fotografados já se foram, como Cazuza, Renato Russo, Tom Jobim e Dorival Caymmi.
O resultado final é uma espécie de celebração dos bons momentos da música brasileira e sobretudo da carreira de Granato.
O lançamento do livro, neste mês, no Rio, não deixou dúvidas sobre o entrosamento da fotógrafa com eles.
Houve shows de João Donato, Erasmo Carlos, Roberto Menescal, Arlindo Cruz, Fernanda Abreu, Frejat e Jards Macalé. Todos tocando sem cobrar cachê. Difícil imaginar outro fotógrafo com estofo para reunir um time assim.
CRISTINA GRANATO - UM OLHAR NA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA
AUTORA Cristina Granato
EDITORA Aeroplano
QUANTO R$ 85 (292 págs.)

Depois o Kurt Cobain se mata e ninguém saba por quê. por KIBE LOCO


COME AS YOU AREN’T

Da série “Smells like Nirvana”Forró Estourado
Não é pra rir não galera, é pra amaldiçoar esses escrotos, que esculhambam as músicas sem dó nem piedade, depois quando acontece acidentes e morrem ficam se perguntado por que, é por esse pecados que vocêss fazem. DEIXEM AS MÚSICAS ALHEIAS EM PAZ, BANDO DE SACANAS.

Ingresso Justo, Show para Todos: fãs se unem na campanha


Provavelmente todos já perceberam que os ingressos  para shows estão ficando cada vez mais caros. Soma-se a isso a falta de profissionalismo de algumas empresas que tratam o consumidor como LIXO. A desculpa é sempre a mesma: "o governo não dá condições para que os preços sejam menores". Não que isso não seja verdade, muito pelo contrário, faz os preços aumentarem muito, mas na maioria dos casos há abusos absurdos que não podem ter isso como desculpa.
O desrespeito pelo consumidor é cada vez mais frequente. As empresas não respeitam as leis mais básicas.
O Brasil tem recebido cada vez mais grandes eventos que geram empregos e movimentam a economia. Queremos que a cultura seja acessível igualmente a todos, independente de seu poder de consumo, classe social, cor ou sexo.
A Campanha Ingresso Justo tem como objetivo chamar a atenção de todos para os preços abusivos cobrados nos shows no Brasil, discutir, propor e reivindicar soluções que beneficiem consumidores, empresas e artistas.
A iniciativa privada deve cumprir sua parte, respeitando os direitos do consumidor, evitando a prática de preços abusivos e fazendo valer o direito de TODOS, enquanto cidadãos, que é o direito ao entretenimentopor um preço justo.
Chamamos a atenção dos órgãos de proteção ao consumidor, que devem zelar pelos direitos dos consumidores e protegê-los dos abusos e limitações impostas pelos que agenciam e promovem os shows.
Dos consumidores, para que não abram mão de lutar pelos seus direitos e não sejam privados de prestigiarem seus artistas e ídolos preferidos.
"Ingresso Justo, Show para Todos"
Mais informações:
Press-release: Ingresso Justo

Biografia do Metallica será lançada em português


Após o sucesso do lançamento de "30 Anos da Besta", biografia não-autorizada do Iron Maiden, a Beast Books anuncia novo lançamento.
Seguindo a proposta de ser especializada em Rock e seus subgêneros, a editora prepara a versão em português da "Enciclopédia Metallica".
De autoria de Malcolm Dome e Jerry Ewing, jornalistas que já escreveram para revistas como Kerrang!, RAW, Metal Hammer e Q Magazine, o livro conta a trajetória de outro grande ícone do Heavy Metal, o Metallica.
Ainda comemorando o lançamento da única biografia do Iron Maiden em português, os editores promovem hoje uma festa em homenagem ao grupo em São Paulo, no Inferno Club.

Baterista diz que Pantera não voltará em respeito à Dimebag



O baterista Vinnie Paul, ex-integrante do Pantera, disse que a banda não vai mais se reunir. Em 2004, o guitarrista Darrell "Dimebag" Abbot - que é irmão de Vinnie - morreu no palco após levar um tiro.
"Eu acho muito desrespeitoso as pessoas sugerirem isso [a volta do Pantera]. Dime era uma grande parte da banda e seria completamente estúpido considerar esa ideia. Ele deixou um legado incrível e que vai ficar intocável, é bonito e eu quero deixar desse jeito", disse ao site russo "Darkside".
Fonte: Pop

Segundo disco do Cavalera Conspiracy foi gravado em 3 dias


A banda brasileira de heavy metal Cavalera Conspiracy, formada pelo vocalista e guitarrista Max Cavalera e o baterista Igor Cavalera, precisou de apenas três dias para gravar as 15 músicas de seu novo disco. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (27) pelo site oficial da gravadora do grupo, a Roadrunner Records.
Os integrantes descrevem as canções como "bem pequenas" e revelam que elas vão "direto ao ponto". "Blunt force trauma" é o sucessor de "Inflikted", lançado pelo grupo em 2008. O novo disco chega às lojas no dia 29 de março.
"Da outra vez não tínhamos tempo, então por isso gravamos rápido. Desta vez, tínhamos todo o tempo, mas decidimos fazer rápido mais uma vez. Porque isso é ser punk rock", justificou Max, que tocou com Igor na formação clássica do Sepultura.
Fonte: G1

Ozzy Osbourne cancela show nos EUA por problema de saúde



Segundo a CNN.com, Ozzy Osbourne cancelou um show em Reno, Nevada, na noite de domingo devido a uma "doença súbita", disse o promotor do concerto.
"Com base em pareceres dos médicos, é com grande pesar que Ozzy Osbourne irá adiar seu show no Centro de Eventos Reno", disse Chris Martinez à Live Nation em um comunicado. "O astro do Rock & Roll Hall of Fame não poderá tocar ... devido a uma doença súbita."
O comunicado não deu mais detalhes sobre o que afligia Osbourne. O show foi remarcado para abril.
Fonte: Whiplash

Lollapalooza no Chile!


Foi divulgado nesta sexta-feira (28) o line-up completo da edição chilena do tradicional festival Lollapalooza, que acontece nos dias 2 e 3 de abril no Parque O'Higgins, em Santiago. Os principais nomes do festival são o rapper Kanye West e as bandas The Killers, Jane's Addiction, Flaming Lips, Deftones, Cypress Hill, Yeah Yeah Yeahs e 30 Seconds to Mars.
Os DJs Fatboy Slim e Armin Van Buren, a cantora Cat Power, os cantores Ben Harper e Davendra Banhart e os brasileiros do CSS, além de diversas bandas locais, também estão escalados para o Lollapalooza Chile. O passaporte para os dois dias do evento vai custar o equivalente a R$ 190.
Algumas das atrações do Lollapalooza Chile devem também tocar no Brasil. Fatboy Slim já está confirmado para o Pop Music Festival, que acontece no dia 15 de março em Porto Alegre, 17 de março em Brasília e 19 de março em São Paulo, e tem como principal atração a colombiana Shakira. Deftones e Cypress Hill vão se apresentar no dia 4 de abril no Credicard Hall, em São Paulo. Outros nomes podem engrossar a lista.
Edição latina do festival terá nomes como Kanye West, Jane’s Addiction e The Killers
http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/lollapalooza-chile-tem-line-up-divulgado/


Foi divulgado nesta sexta, 28, o line-up completo do Lollapalooza Chile, festival que acontece em 2 e 3 de abril no Parque O'Higgins, em Santiago.

Entre os destaques, estão Kanye West, Jane's Addiction, The Killers, Yeah Yeah Yeahs, Ben Harper, Fatboy Slim, Sublime With Rome, Cypress Hill, 30 Seconds To Mars e The Drums. Serão quase 60 atrações dividas em dois dias de festival. A banda brasileira Matanza também se apresenta na maratona.


Esta será a primeira edição latina do Lollapalooza - que é produzido por Perry Farrell, líder do Jane's Addiction -, após 20 anos de experiência na bagagem com os festivais realizados nos Estados Unidos. Os ingressos já estão à venda no site Puntoticket e são esperadas cerca de 50 mil pessoas por dia.

O passaporte normal para os dois dias custa 76.000 pesos chilenos (cerca de R$ 260), enquanto que o VIP é vendido por 190.000 pesos (em torno de R$ 650). Os ingressos separados começam a ser vendidos em 11 de fevereiro, no mesmo site, por 42.000 pesos (R$ 140). Os VIP avulsos, para cada dia, saem por 120.000 pesos (R$ 410).

Veja a lista completa das atrações:
- The Killers
- Kanye West
- Jane's Addiction
- Deftones
- Yeah Yeah Yeahs
- Fatboy Slim
- 30 Seconds to Mars
- The Flaming Lips
- Cypress Hill
- James
- Cat Power
- The National
- Cansei de Ser Sexy
- Sublime with Rome
- Ben Harper
- 311
- Cold War Kids
- Armin Van Buuren
- Empire of the Sun
- Devendra Banhart
- Datarock
- Edward Sharpe and The Magnetic Zeros
- Boys Noize
- The Drums
- Steel Pulse
- Fischerspooner
- Perryetty vs Chris Cox
- Ghostland Observatory
- Los Bunkers
- Chico Trujillo
- Mala Rodríguez
- Bomba Estéreo
- Anita Tijoux
- Todos Tus Muertos
- Zeta Bosio
- Joachim Garraud
- The Ganjas
- Cómo Asesinar a Felipes
- Quique Neira
- Fother Muckers
- Dënver
- Latin Bitman
- Astro
- Francisca Valenzuela
- DJ Raff
- Toy Selektah
- New Kids on the Noise
- Ital
- Fractal + Joe Vasconcellos
- Matanza
- Mundano
- Los Pulentos
- Cuchara
- Achu
- Los Plumabits
- Magic Twins

Os maiores arranjos de guitarra no rock – parte II - por ANDREAS KISSER

http://colunistas.yahoo.net/posts/8262.html








A minha coluna da semana passada foi bem polêmica, como já era de se esperar, afinal qualquer lista de qualquer coisa nunca vai ser unânime. Muita gente reclamou de falta de critério na elaboração da minha lista e várias pessoas confundiram os “riffs” de guitarra e os solos com os arranjos. Mas é isso que é positivo e saudável, abre uma discussão e, no final, o que vale é aquilo que você realmente gosta, aquilo que você curte, que te pira a cabeça e a alma.
Deixa eu explicar o que eu entendo como “arranjo”. Arranjo é o que faz a música ser interessante, ser rica, é o que dá conteúdo, abrilhanta e destaca uma melodia que, sozinha, seria ignorada. Arranjo é aquilo que dá à música uma característica única, uma assinatura, não importando se a melodia é simples ou complicada. Um exemplo: a melodia da nona sinfonia de Beethoven, a “Ode to Joy”, que é muito simples – mas que talvez seja a melodia mais conhecida no mundo, junto com “ Uma Pequena Seresta Noturna”, de Mozart – já foi arranjada de várias maneiras diferentes.
Beethoven nos apresentou esta melodia na forma de uma sinfonia com grande coral, magestosa, grandiosa, monumental. Outro arranjo da mesma melodia é o de Richie Blackmore – lendário guitarrista do Deep Purple e do Rainbow -  que fazia este tema com a sua banda ao vivo, neste caso a Rainbow, que registrou esta versão em estúdio no disco “Difficult to Cure”. Ele preservou a melodia tão conhecida mas “vestiu-a” com outra “roupa”, ou seja, arranjou de forma diferente, e ela ficou mais moderna, com instrumentos elétricos juntados ao peso da bateria. Ficou fantástica, acho que até o Ludwig Van ficaria orgulhoso:
Além de Richie Blackmore, é claro que ficaram faltando grandes nomes e grandes arranjos na minha lista da semana passada, por isso eu resolvi dar uma sequência nesta lista para deixá-la um pouquinho mais justa, se é que isso é possível. No fim das contas, escutar os mestres acaba sendo um estudo mais específico da genialidade e da criatividade destes grandes guitarristas. A gente sempre aprende algo novo com eles. Segue a lista:
Mr. Gilmour poderia ser comparado com algum mestre da pintura mundial, Salvador Dali ou Monet por exemplo, seus solos são inconfundíveis e seus arranjos te levam a lugares maravilhosos. Esta música é uma das mais conhecidas do Pink Floyd e umas das preferidas pelos músicos para se tocar. Ela mostra toda a suavidade do violão, solos memoráveis e muito bom gosto.
“A” obra prima do rock and roll, um monstro criado pelo gigante britânico Queen. Brian May toca guitarra como ninguém e neste opus ele mostra toda sua genialidade.
Um arranjo magistral, onde a guitarra substitui os sons de cellos, violinos, trompas ou clarinetes. No auge deste épico, quando a guitarra toma conta, soando como uma guitarra mesmo, entra o riff de que ainda agita qualquer cabeça que estiver escutando (é o riff da célebre cena do filme “Quanto Mais Idiota Melhor”, quando todos estão no carro, ouvindo esta parte da música, agitando em uníssono) energia pura, guitarra pura!
O mago da guitarra, Randy Rhoads, primeiro e mais importante guitarrista da carreira solo de Ozzy, fez um clássico já em seu primeiro trabalho, o disco “Blizzard of Ozz”. Além do solo imortal de “Mr. Crowley” e a lindíssima acústica “Dee”, o disco traz a faixa “Revelation”, que mostra todas as melhores qualidades de Randy. Ela é tensa desde o início, apesar do começo acústico e aos poucos  a intensidade aumenta, passando por um solo de piano até o ápice do solo de guitarra. Randy Rhoads at is best!
O guitarrista do Rush é um músico excepcional, apesar disto é raramente lembrado nas listas de melhores guitarristas no rock. Esta música é um marco na carreira do Rush, é uma mistura única de rock progressivo e pesado, com música erudita, jazz, reagge e música regional de várias partes do mundo. Alex é mestre em todos estes ritmos e aqui ele mostra o seu melhor. O solo é de chorar, dinâmica suave no início até o extremo quase esquizofrênico do final.
Esta música do Metallica é uma consequência de temas mais antigos como “Fade to Black”, “Sanatarium” e “One”. Uma maneira de misturar temas dedilhados e limpos com guitarras distorcidas e pesadas, um estilo que abriu muitas portas para a banda na mídia, não só a especializada em metal. Ela é tão emblemática que o Metallica fez mais duas “Unforgivens”, a I e a II, em diferentes álbums. Uma aula de sutileza e rara beleza dentro do peso do metal.
Falar de algum arranjo específico de Zappa é impossível, ele é um dos guitarristas mais originais da história, o mais audacioso e que estava sempre quebrando as regras musicais do “establishment”. Influenciado por tudo, inclusive Igor Stravinski, que virou a cabeça dele ao avesso, isso nota-se na maneira que ele compõe. Nas letras, ele conta histórias cheias de reviravoltas e muito humor, a música acompanha o enredo quase como se fosse uma rádio novela, com sons, ruídos e vários efeitos sonoros que enriquecem a história.
Os Mutantes é um grupo que tem uma história riquíssima e muito variada musicalmente. Desde a influência dos Beatles, no final da década de 60, passando pelos acordes progressivos do Yes na década de 70 e sempre misturando ritmos brasileiros, Sérgio Dias se destacou como um guitarrista de mente aberta e profundo conhecimento musical. Nesta música, de 1972, mesmo ano que o Deep Purple lança o disco “Machine Head” com a música “Smoke on the Water”, já se sente a influência dos rock mais pesado, de guitarras mais ousadas e distorcidas. Sérgio estava muito à frente do nosso tempo.
Bom, as listas podem ser intermináveis, aqui coloquei aquelas músicas, e principalmente os guitarristas,  que mais me guiaram, me mostraram muitos novos caminhos e maneiras de tocar guitarra. Serão meus eternos mestres.
Bons sons, play it loud!
Abraço,
Andreas Kisser

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